asimplemind
Colaboradores-
Posts
2697 -
Joined
-
Last visited
-
Days Won
5
Content Type
Profiles
Forums
Events
Everything posted by asimplemind
-
ark: eu tive calculo de estruturas no 2º ano e vi-me à rasca para me safar hehe mas foi interessante. Porque neste momento tenho mais noção das coisas. Mas nada comparado com os meus colegas espanhois que esses têm calculo de estruturas desde o 1º ao ultimo ano e saem de lá arquitectos com potencialidades de serem também grandes engenheiros!
-
olá ScorpioGirl Bem-vinda ao forum. Quanto à tua questão, eu estudei na escola Soares dos Reis (o equivalente da A. Arroio mas no porto) e entrei em arquitectura com métodos porque simplesmente eu e a matemática sempre tivemos um ódio de morte! estive a fazer matemática até ao 11º ano e quando comecei a pensar que poderia fazer métodos que é muito mais facil e entrar na mesma em arquitectura mudei-me para métodos e fiz aquilo com 17 sem problemas nenhuns. Em relação à arquitectura e matematica, a unica coisa que uso de matematica em arquitectura é o teorema de pitagoras e a prova dos 3 simples. Não me lembro de usar mais nada até porque nunca soube grande coisa de matematica... Sinceramente não vejos nenhuma enorme ligação para dizer que arquitectura está conectada à matematica. Penso que está como qq disciplina. O design também tem muito de matemática. Terá o mesmo ou mais até que a arquitectura. O ano passado tive uma disciplina de design e há muitas coisas que passam pela matemática, geometria e cálculo. Desde o cálculo das percentagens de lucro, que é sempre complicado até aos cálculos dos percentis e aos cálculos de ajustes dos materiais e da peça... Não se pense que design é mais facil que arquitectura porque é bem complicado, por vezes temos muitos mais contrantes do que numa obra de arquitectura. Penso que tens realmente de saber o que procuras. Fala com estudantes (nós) ou arquitectos e designers, visita ateliers, ... só assim poderás começar a decidir-te em relação ao rumo a seguir. Tenta integrar-te em cada um dos mundos para ver onde te sentes melhor..
-
a minha escola é um edificio como as casas da rua das flores e cada piso tens 4 metros! adorava viver numa casa com pé direito de 4 metros!! entra uma luz incrivel! já agora a intervenção na viela do anjo feita por um arquitecto e prof da minha faculdade é lamentável e estava condenada logo desde o programa... Quando é que em pleno bairro da sé se pensa em criar um restaurante de luxo nas traseiras das casas que têm séculos de existencia e vida propria? quando lá fui desenhar fomos expulsos por parte das pessoas que lá vivem! é impenetravel o local
-
mais algumas fotos recentes: Dezembro 2005 - Jantarada em casa de pessoal erasmus Fevereiro 2006 - Em Copenhaga depois da primeira noite de inter-rail passada no comboio!! (eu à esquerda e outros dois amigos erasmus espanhois) Março 2006 - Na Suíça para finalizar o inter-rail em grande!! Março 2006 - Paraíso (Suíça) Abril 2006 - Em Stockholm com o pessoal erasmus (sou o da esquerda )
-
Projecto de conjunto habitacional, Porto - ESAP
asimplemind replied to asimplemind's topic in Arquitectura
Desenhos de apresentação final: planta implantação desenhos escala 1/200 desenhos escala 1/100 maqueta escala 1/200 maqueta escala 1/100 pronto! that's about it! falta ainda a escala 1/50 e 1/20 mas fica para mais tarde -
Finalmente trago-vos aquilo que andei a fazer nos últimos 5 meses. é um projecto de habitação multifamiliar num terreno situado no Porto numa zona longe do centro histórico, mas marcada pela malha urbana do século XIX e onde o terreno é cortado por uma rua edificada nos anos 60 onde se nota uma ruptura completa com a envolvente já que a sul o terreno é bastante acidentado e não há outras ruas paralelas a essa. deixo-vos então a memória descritiva: Este projecto de carácter urbano compõe-se de duas ideias fundamentais que percorreram todo o percurso de trabalho e se reflectem na solução final. Inserção urbana e continuidade são dois conceitos elementares do projecto. Pretende-se com isto que a proposta faça parte da malha urbana em parte consolidada a norte mas fragmentada a sul pelas condições que o terreno apresenta. Assim, privilegiando a exposição solar e a comunicação directa com duas artérias da cidade, o projecto desenvolve-se em continuidade com as pré-existências, mas através de uma atitude crítica e ponderada, com o intuito de dar mais qualidade a uma fracção de cidade que cresceu exponencialmente desde há meio século por pressão de interesses imobiliários. A abordagem ao programa foi feita de forma a entender de que modo é que este poderia levar a um modelo tipológico que se enquadraria no local. A solução proposta pretende criar maioritariamente duas frentes de rua e rematar os cantos do terreno fragmentado. Em vez da ocupação ser feita de retalhos numa malha que os contivesse, a intervenção pretende criar um conjunto coerente ao longo do terreno, mantendo uma linguagem contemporânea mas adaptada ao local. O espaço exterior é criado através da divisão feita pelos dois volumes que separam a rua do terreno. Assim, quis-se criar um espaço que proporcionasse vivências diferentes das habituais em blocos de apartamentos onde os espaços exteriores são ocupados para acesso a garagens. Aqui, e tomando partido de um grande espaço vazio, pretendeu-se criar um lugar arejado onde o terreno fosse modelado por cima da laje de cobertura das garagens, criando um espaço contínuo e fluído mas ao mesmo tempo permitindo a criação de percursos orgânicos consoante a intenção das pessoas. A solução a nível habitacional adveio da necessidade de racionalizar o edifício em termos estruturais e a nível de acessos, permitindo que os fogos se organizassem em volta dos volumes de acesso aos mesmos. A casa desenvolve-se segundo um núcleo central da entrada que é de imediato ligada através de dois percursos mais privados aos quartos e da intersecção do espaço da sala que se dá a conhecer brevemente. A fragmentação das paredes permite criar um ritmo ao longo dos tectos através das reentrâncias onde estão contidos armários que não se estendem a toda a altura. É feito um aproveitamento total do espaço da habitação como forma de o tornar funcional mas criando também espaços mais recônditos para que se possa ter uma maior privacidade. Primeiras abordagens ao local: Desenhos da evolução da proposta:
-
Desta vez apresento-vos o meu último trabalho do passado ano (2º ano) realizado na ESAP e que constava da edificação de 10 fogos de habitação social numa zona que actualmente está num estado bastante avançado de degradação e que por sua vez é a zona mais rica do Porto em termos de paisagem envolvente! é esta a paisagem a sul onde temos, para além da maravilhosa exposição solar, uma vista a 180º sobre o rio douro, as pontes S.joão, D.maria pia, Infante e D.Luis I e ainda o mosteiro da serra do pilar. Aqui nota-se bastante o problema principal do terreno q é a enorme diferença de cota de uma rua para a outra. cerca de 13 metros. Maqueta do Terreno: _______________________________________________________ A ideia: Memória descritiva A abordagem ao programa funcional do conjunto habitacional foi executada tendo em conta os aspectos vivenciais do local. Através de uma observação do lugar, deu-se conta das qualidades de fixação que o terreno apresenta. O acesso à rua de S. Vítor, que faz ligação às outras artérias, a exposição solar, a envolvente urbana e toda a paisagem que se pode avistar, sugeriu uma ideia base de elaboração da proposta. Pretende-se criar um conjunto de habitações que formam uma massa volumétrica voltada a sudoeste, onde a interacção com o lugar e a ocupação do mesmo é feita através das relações visuais entre as diferentes cotas do espaço. O projecto desenvolve-se segundo duas cotas que fazem a ligação da rua de Gomes Freire para o largo Baltazar Guedes, privilegiando a circulação automóvel de acesso ao estacionamento pela rua de menor cota e dando maior relevância à circulação pedonal pela rua de S. Vítor. O volume correspondente ao espaço de estacionamento cria uma fachada do terreno, mas à medida que a rua sobe, a sua cota vai-se ligar à cota da laje exterior, criando um espaço comum. A generalidade dos fogos organiza-se segundo uma área de doze por cinco metros ao longo de três pisos, destinando o rés-do-chão e o segundo piso à zona dos quartos e o primeiro piso para a zona comum que conjuga uma cozinha, sala, quarto de banho e uma despensa. O segundo piso comporta dois quartos, uma casa de banho e um pequeno espaço de estar que é perfurado por uma abertura na laje do tecto, iluminando até ao rés-do-chão o outro espaço de estar/trabalho que se encontra junto ao quarto e ao quarto de banho. A partir da necessidade de protecção solar e de arejamento, desenvolveu-se um sistema de janela e portada que permite ser ajustada conforme a incidência solar, dando também mais privacidade à zona do quarto inferior. A aplicação da portada em todas as aberturas verticais permitiu criar diferentes aspectos nas fachadas consoante o posicionamento das portadas. Assim, o edifício vai adquirindo diferentes peles, partindo da resolução de um problema funcional. A proposta de organização de um espaço de transição da malha urbana para uma zona mais degradada da cidade, tornou-se o conceito base do desenvolvimento do projecto, tentando dar maior coerência à organização dos espaços da cota inferior, deixando a massa volumétrica a fazer fachada com a rua superior e mantendo sempre a presença visual da paisagem e o acesso privilegiado às habitações e ao espaço exterior. Algumas Maquetas de Estudo da Solução: Planta implantação com sombras: Axonometria: Alçado Sul: Alçado Norte: (4 habitações tipo) Planta Piso R/C com quarto casal: Planta Piso entrada com sala + cozinha: Planta 2º Piso com quartos: Maqueta Final do Conjunto (escala 1/200): Maqueta Final da Habitação Tipo (escala 1/50): ________________________________________________________________ Resposta à pergunta mais frequente: sou sincero e digo que não pensei naquelas pessoas de mobilidade reduzida! foi um erro meu.. :wall: __________________________________________________ ______________ Em relação ao projecto, sinto que ficou mto àquem das minhas expectativas e sinto também que este local merecia algo bastante mais elaborado, mas devido ao pouquissimo tempo de execução do trabalho, tive de levar avante a primeira ideia que me surgiu e mesmo assim foi tudo um bocado feito sob pressão. Os rigorosos tão mto pouco expressivos pois foi a primeira tentativa em CAD (). Em relação ao processo de trabalho, não tenho nenhum dos desenhos em casa, por isso mesmo não os coloquei, mas seria essencial para perceber o desenvolvimento do trabalho, na medida em que todo ele foi desenhado e trabalhado através do desenho. any comments? gostava realmente de saber as vossas opiniões pois sinto que falta mta coisa a este trabalho e que um dia mais tarde hei-de pegar nele para reestruturá-lo completamente.
-
Bruxelas | Pavilhão Philips | Le Corbusier | 1958
asimplemind replied to 3CPO's topic in Arquitectura
um pavilhao incrivel e aqui em bruxelas todos choram o facto de o terem destruído! Deixaram o atomium (que é impressionante) mas este paradigma da arquitectura destruíram-no... é subtil -
acho interessante em termos da relação que mantém com a avenida, baixando o edificio da frente para antever os outros. Quanto ao espaço anterior tenho um pouco de medo do que poderá ser a sua ocupação...é sempre algo bastante ambíguo e que pode muito facilmente tomar a direcção oposta da que pretendemos
-
Como fazer um portfolio e Curriculum Vitae
asimplemind replied to asimplemind's topic in Arquitectura
sim realmente deu-me um trabalhão enorme estar a cortar 41 folhas nos 4 cantos para ficar com esse tamanho.... Mas pessoalmente agradou-me o formato final. Pensei que mesmo com 20cms fosse ficar demasiado grande mas até achei que estava adequado. mas que dá trabalho a cortar dá! -
House in a Plum Grove, Sejima - Modelização em 3D Studio max
asimplemind replied to asimplemind's topic in Arquitectura
obrigado pelas sugestões. Vou experimentar isso. Quanto à sombra projectada ela existe mas nas vistas que eu mostrei estão a favor da luz logo não se vê a sombra porque noutras vistas já se vê. Mas tenho de experimentar mais. O problema é que com o skylight o render dura à volta de meia hora a ser feito -
Decidi partilhar convosco o projecto final do 3º ano. Trata-se de um jardim de infância que foi projectado no terreno em frente ao conjunto habitacional que tinha feito anteriormente e que se encontra numa zona de transição da cidade onde num dos extremos temos presente a malha do séc. XIX e no resto do terreno a envolvente é toda ela posterior aos anos 70, pontuada por grandes edifícios de habitação. Passo então à apresentação: Memória descritiva O projecto inicia-se com a ideia de um percurso. Um novelo que se vai desenrolando ao longo do chão e que conduz ora à ponta do fio ora ao próprio novelo, cada vez mais pequeno. No projecto do Jardim de Infância o percurso e o tempo de percurso são dois aspectos fundamentais que partiram desde logo da ideia de abstractização dos espaços, criando uma dinâmica a nível de percursos que vão provocar diferentes estímulos. Este conceito parte de uma aproximação à realidade da criança onde os estímulos e a percepção são factores fundamentais para a sua formação. Assim, pretendeu-se conceber o espaço da criança ao longo de um percurso contínuo que lhe pudesse transmitir estímulos durante a permanência e a passagem nestes locais durante os três anos da sua estadia. Os espaços não comunicam directamente entre si, mas através de percursos de acesso, como se de alguma forma o tempo percorrido entre os espaços pudesse ser um meio de aprendizagem e reflexão que a criança iria fazendo sem dar conta, intrinsecamente. A percepção que temos de um espaço nunca é igual. Ela depende da nossa maneira de estar, da luz, da ocupação que se faz do espaço, ..., assim, foram estes os materiais com que se elaborou o projecto, acreditando que a vivência dos espaços e a sua condição heterogénea possa ser uma mais valia para a educação da criança que, sem preconceitos vive e percorre os diferentes espaços e ambientes. A abordagem ao local foi feita de modo a criar um encerramento no resto do lote, privilegiando assim um ambiente pacífico no seu interior, ideal para a educação das crianças. À simplicidade e linearidade dos alçados do lote contrapõe-se o jogo de volumetrias e cérceas que acontece dentro do espaço do lote. A mesma ênfase foi transmitida na criação do quinto alçado, a cobertura, já que todos os dias seria vista por dezenas de pessoas (talvez mais até do que os alçados das ruas) que povoam os edifícios envolventes. Em suma, a criação do projecto do Jardim de Infância torna-se uma obra que, pelo contraste com a envolvente, se mostra capaz de criar frentes de rua, tendo em conta o programa, criando espaços propícios à aprendizagem formal e informal da criança. Fotografias do Terreno Organigrama funcional dos espaços Principais Registos Desenhos Rigorosos planta cobertura planta piso funcional Alçado da rua Cortes Axonometria ------------------------------------------------------------------------------- Aguardo então comentários críticos e opiniões sobre o meu trabalho.
-
A Neue Nationalgalerie do Mies Van der Rohe em Berlim vai acolher a partir de Junho uma exposição intitulada Berlim-Tokyo/Tokyo-Berlim. E, para isso foi convocado o arquitecto Toyo Ito para criar o espaço de exposição dentro do templo de Mies. Está ainda em construção mas na minha opinião já está a tomar uma forma fantástica! Acho interessantíssimo a forma como o Toyo Ito pegou na estrutura rígida e rigorosa do Mies e criou um mar de formas que comunicam na perfeição com a estrutura anterior. mais fotos em: http://flickr.com/photos/nearnearfuture/tags/miestoyo/
-
Decidi hje mostrar-vos 3 casos de arquitectura em habitação social no Porto, onde os arquitectos exploraram e com bons resultados formas de habitar a baixos custos e com qualidade de vida. Paradoxalmente ao que se costuma ver de arquitectura recente, estas obras, já com algumas dezenas de anos foram projectadas com um objectivo: habitações a baixo custo que podem trazer uma mais valia aos habitantes e à cidade. O que é certo é q ao fim destes anos todos, conseguimos ver que estes projectos resultaram, não só por estarem devidamente conservados, mas por também terem permitido uma boa integração das pessoas que lá vivem com o meio urbano envolvente. O primeiro exemplo pertence ao Arq. Mário Bonito, toma como designação "Cooperativa o Lar Familiar" e data de 1950. O segundo exemplo é do Arq. Fernando Távora, "Bairro de Ramalde" e data de 1951-1960 O terceiro exemplo pertence ao Arq. Francisco Pereira da Costa, toma por nome de "Edifício de habitação e comércio" e data de 1953. A sua remodelação foi feita em 2001 por Lourenço Rocchi. ------------------------------------------------------------------------------ Partindo destes exemplos, pretendia assim tentar abrir o debate para a problemática da habitação social. Porque é que hoje em dia se destroem reservas agrícolas para se alojar milhares de pessoas em bairros sem o mínimo de qualidade a nível urbano e ambiental? Porque é que a arquitectura tende a não resolver esta problemática e ainda a intensifica mais criando casos de exclusão social e de alienação? Porque é que não pegamos nos exemplos anteriores e não os estudamos para que possamos perceber de que modo é que trazem uma mais valia à cidade? Gostava que todos reflectissemos um pouco :bash2:
-
Já tínhamos visto uma ponte magnífica na súiça e neste momento podemos ver uma ponte-escada também na suíça. imagens: mais imagens: http://www.we-make-money-not-art.com/archives/008450.php
-
Fiquei impressionado quando me mostraram o site de promoção imobiliária de um novo edifício de habitação no coração de New York. Os arquitectos, Herzog & DeMeuron conseguiram, a meu ver reinventar o conceito de casa de cidade sem torná-las em loft mas pegando nos modelos citadinos e reinterpretando-os, dando-lhes uma nova vida e uma qualidade de detalhes absolutamente fantástica! Vale bem a pena investigar o site e o projecto! http://www.40bond.com
-
Como fazer um portfolio e Curriculum Vitae
asimplemind replied to asimplemind's topic in Arquitectura
as dimensões foram 21x20. é quase 1 quadrado mais dei mais 1 cm do lado esquerdo para encadernar. Neste momento penso que o portfolio necessita de mais projectos e de menos desenhos e fotos mas só incluí projectos a partir do 3º ano. -
Como fazer um portfolio e Curriculum Vitae
asimplemind replied to asimplemind's topic in Arquitectura
é bem verdade o que dizes! Já agora gostava de ter alguns comentários sobre o meu portfolio para futuros arranjos e evoluções -
House in a Plum Grove, Sejima - Modelização em 3D Studio max
asimplemind replied to asimplemind's topic in Arquitectura
penso que deve haver algum problema com o media player porque eu tb não estava a ver mas fiz actualizar e ja deu -
Melhor software de desenho de arquitectura
asimplemind replied to patriciapaulo's topic in Arquitectura
por acaso neste momento estou a projectar tudo em sketchup porque é taõ facil criar as formas em 3d principalmente quando são complexas que deixei-me levar e contnuei a projectar tudo em 3d no sketchup. Depois irei importar os desenhos para autocad para os detalhar -
olá, Este tópico é destinado a tirar dúvidas, a dar exemplos e a expôr os nossos proprios portfolios. Sendo isto algo que todo o arquitecto recém-licenciado tem de ter, mesmo que na realidade não lhe seja reconhecido, convém que todos saibamos organizar um portfolio e criar uma apresentação para os nossos trabalhos. Pretende-se assim que haja discussão sobre formas de fazer e organizar um portfolio, se possível com exemplos concretos. alguns exemplos (bons e maus): http://www.nelok.nl/ http://www.michelvandenbogaard.nl/ http://members.chello.nl/~r.vugt1/ http://www.schampers.com/ http://www.minet.nl/ http://www.ric-carv.com http://www.joostpennings.nl/ http://www.thijspulles.com/ http://www.maartenterberg.nl/ http://www.bramdemaat.com/ http://www.oasrn.org/upload/bolsa/pdf/CVcarlaGuerra.pdf
-
Melhor software de desenho de arquitectura
asimplemind replied to patriciapaulo's topic in Arquitectura
para mim continua a ser o autocad mas está com tendencia para mudar... no entanto ainda não vi nenhum que me impressionasse mesmo ao ponto de excluir o autocad... Volto sempre a utilizar o autocad -
fico contente de ler esta noticia apesar das reacções típicas das pessoas que vêm retratadas na notícia. A Rua das Flores que se encontra ao lado da minha faculdade foi aberta pela altura do renascimento em portugal e era precisamente a rua comercial e a mais importante do Porto. Neste momento é talvez a rua com mais lojas de chineses do porto, é quase de porta em porta! Quem me dera poder viver numa casa na rua das flores, ter as vistas magníficas para a cidade e o rio e ainda por cima estar junto à estaçao de metro, de comboios, junto da ribeira, junto dos aliados, no coração do porto e poder sair de casa no s. joão e já estar dentro da festa! :)
