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M_M

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  1. O grande e único problema que é comum em todos os comentários até aqui realizados sobre este edifícío, é que todos ele analisam o edifício meramente pela sua fachada, e, pela forma desta, catalogam logo o mesmo de, "edifício de excepção", "arrojado não justificado", "aborto", etc. Se analisaram do ponto de vista de volumetria básica - ou seja, se se abstraírem do trabalho da fachado - e se concentrarem no volume puro - percebe-se que ele integra-se bem na envolvente - o lugar - que no respeito pelo alinhamento da rua - que faz uma curva para a esquerda - quer pelo respeito pelas cérceas dos edifícios contíguos - onde aliás o edifício da Vodafone remata as mesmas duas cérceas que podem obervar são diferentes, e como tal respeitando a escala da avenida.´ Só a partir desta primeira análise é que podemos começar a criticar outros elementos, como seja materiais, fachadas, etc, etc, etc. E neste ponto é que se pode definir então que a fachada é mais ou menos arrojada, feia ou bonita,.... mas não são estes elementos que poêm em causa a implantação e relação urbanística do edifício com o meio que o rodeia a meu ver. No entanto, e pessoalmente acho que de facto a FACHADA é um tanto ou quanto pretensiosa, mas não o suficiente para catalogar o edifíco de aborto, ou o de resto lhe tenham chamado num plano negativo.
  2. A comparação efectuada entre o edifício da sede da Vodafone e a Casa da Música é totalmente errada. A saber: 1- Gostava de saber o que é "ao estilo da Casa da Música", e mais saber se actualmente ainda se define a arquitectura por estilos. Houve o movimento renascentista, barroco, ... ,mas agora estilos...., so se for na pintura. 2- A única semelhança possível são os materiais utilizados e, ahhh.... as janelas também tem recortes engraçados como a casa da música, de resto, não há nenhuma semelhança, quer a nível do contexto urbano, de maneira de como o edifício integra-se e relaciona-se com esse contexto, ao nível espacial, ao nível da estrutura interna, etc, etc, etc. 3- A Casa da Música assume a sua forma como resposta ao contexto envolvente, o mesmo se sucendendo com o edifício da sede, daí terem volumerias totalmente diferentes, quiçá opostas.
  3. O programa do projecto é muito interessante, dado não só os temas que abrange, como também com as necessidades sociais actuais. No entanto, áparte de teorias e poéticas arquitectónicas o objectico máximo é que a habitação funcione. E assim faço 4 reparos ao projecto: 1. _ a casa de banho do piso 0 está muito mal organizada, nomeadamente a colocção das peças sanitárias, não garantindo a satisfação de quem a utiliza; 2. _as escadas estão mal localizadas face à organização geral do edifício - elas podiam participar de uma forma muito mais activa e interessante na organização interna da habitação; 3. _há um grande desperdício de espaço no piso 0 - referi-mo ao espaço existente entre a casa de banho e as escadas - para que serve, quem o utiliza, o que se lá vai colocar?; 4. _ o pé direito duplo, à semelhança das escadas está mal localizado - ficava muito mais interesante do ponto de vista espacial, ele estar na sala, havendo assim uma transição altimétrica do átrio para a sala.
  4. Desculpem... este é o meu segundo dia com registo no site e como tal ainda não estou familirizado com os nomes, mas penso que a minha mensagem foi percebida independentemente do erro.
  5. E se em vez de limitar-nos a criticar, cada um tivesse a coragem do Kandinsky e apresentasse neste espaço um trabalho seu escolar ou realizado. Aí sim, as críticas seriam válidas. E Kandinsky, apesar de ainda não ter analisado o teu projecto, admiro a tua iniciativa.
  6. Estes "tipos" não tinham que ter relevo fora de portugal durante a sua época. Ou já se esqueceu do contexto em que se Portugal encontrava naquele período. Nem toda a obra ou arquitecto que possui uma imagem internacional tem qualidade. Há que olhar para o que de bom se faz em Portugal, para desenvolver-mos uma linguagem própria e consistente e não necessariamente internacional.
  7. O tempo áureo da arquitectura portuguesa foi o das decadas de 40 e 50, tendo como figuras Viana, Cassiano e Loureiro. Num altura em que o Siza satura, Moura não evolui e há toda uma panóplia de jovens arquitectos a quererem se desmarcar, porque não fazer uma retrocesso, e analisar o que de tão grande qualidade se projectou nessas décadas e que agora são tão esquecidas?
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