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arklab

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  1. e também Eduardo Souto de Moura Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação, pesquisa Eduardo Souto de Moura. Eduardo Elísio Machado Souto de Moura (Braga, 25 de Julho de 1952 ) é um arquitecto português. Trabalhou com Álvaro Siza Vieira, mas cedo criou o seu próprio espaço de trabalho. Souto Moura, influenciado pela horizontalidade das linhas condutoras de Mies van der Rohe, tem nas casas o seu grande espólio de obras. Índice [esconder] 1 Vida 2 Obra 3 Prémios 4 Galeria de fotos 5 Bibliografia 6 Ligações externas [editar] Vida Bracarense de nascimento, formado pela Escola Superior de Belas Artes do Porto, iniciou a sua carreira colaborando no atelier de Álvaro Siza Vieira. Em 1981, recém-formado, surpreendeu a comunidade dos arquitectos vencendo o concurso para o importante projecto do Centro Cultural da Secretaria de Estado da Cultura no Porto (1981-1991) que o viria a lançar, dentro e fora de Portugal, como um dos mais importantes arquitectos da nova geração. O seu reconhecimento internacional viria a reforçar-se com a conquista do primeiro lugar no concurso para o projecto de um hotel na zona histórica de Salzburgo, na Áustria, em 1987. A partir da Casa em Cascais, realizada em 2002, começou a afastar-se da linguagem miesziana que o definiu numa primeira fase da sua obra, começando a redesenhar a forma de construir e criar arquitectura através da complexidade e dinamismo de formas, mas sempre com o cuidado do desenho espacial habitual. Exemplo disso é o Estádio Municipal de Braga, onde o imaginário de teatro e o cenário da pedreira, onde a obra foi edificada, nada nos remetem às primeiras obras do arquitecto, mas muito mais a uma segunda etapa que dá, agora, os primeiros passos.
  2. e ainda Arménio Taveira Losa Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. (Redirecionado de Arménio losa) Ir para: navegação, pesquisa Arménio Taveira Losa (Braga, 28 de Outubro de 1908 - Porto, 1 de Julho de 1988) foi um arquitecto português do século XX. Licenciou-se em Arquitectura pela Escola Superior de Belas-Artes do Porto, em 1932, tendo abandonado a actividade de arquitecto apenas em 1985 (com 77 anos). Foi casado com a escritora de literatura infantil de origem alemã Ilse Losa. Foi no Norte de Portugal um dos portas-vozes do Movimento Moderno, deixando a sua marca em diversos projectos para habitação e serviços, destacando-se na cidade do Porto: a remodelação de uma destilaria de açúcar, a habitação no Pinheiro Manso, a Fábrica de Sedas, o bloco de habitação colectiva da Carvalhosa, o prédio de escritórios na Rua de Sá da Bandeira, o edifício da CUF na Praça da Galiza. E ainda a repartição de finanças em Viana do Castelo e a Fábrica de Cerveja em Leça do Balio, entre outras. Com o arquitecto Cassiano Barbosa, em 1954, colaborou um conjunto para habitação na Ponte da Pedra. Fez ainda estudos para Quelimane (Moçambique) e para o Lobito (Angola). Participou no associativismo, no seio da Organização dos Arquitectos Modernos que ajudou a fundar e realizou vários estudos de planeamento para a Câmara Municipal do Porto entre 1939 e 1945. Interveio ainda em zonas como a Sé do Porto e na zona do Hospital Escolar, em Vila Nova de Gaia. Fez ainda estudos para localidades como Carrazeda de Ansiães, Vila Nova de Famalicão, Guimarães, Matosinhos e Viana do Castelo.
  3. http://www.porto.taf.net/dp/node/371 sem comentários!
  4. Temos que ser nós arquitectos conjuntamente com os técnicos camarários (...alguns também arquitectos), a "regular" o que se faz e pode fazer, porque cada vez somos mais em número, e se "eu" não faço "outro" faz! A maior parte dos clientes só pensa em números.......€ !
  5. "o arquitecto em determinados momentos tem de dizer (não pode ser!), arriscando-se com isso a perder o trabalho." Álvaro Siza texto de fernando pedro em www.expressoimobiliario.pt/ 20 janeiro 2007
  6. " Tipologia (arquitectura) Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação, pesquisa A tipologia, na área da arquitectura, é o estudo científico de tipos, diversos signos que constituem uma linguagem arquitectónica. A tipologia é um método de categorização comum aos estudos sistemáticos. O estudo de tipologias em arquitectura caracteriza-se pelo estudo de tipos elementares que podem constituir uma regra. Embora seja vulgarmente utilizada a expressão para definir o número de quartos numa habitação, a tipologia pode referir-se ao estudo da composição dos edifícios (como na disposição das unidades de habitações e circulações) ou ainda nas regras inerentes à composição urbanística (edifícios em banda, quarteirões clássicos, etc)."
  7. Acho que este exemplo é um bom tema para discutir a questão da "arquitectura de fachada", quantas vezes somos confrontados por parte das Câmaras Municipais, com a obrigação de preservar as fachadas.. podemos demolir o resto mas temos que manter a fachada, porque no entender da maior parte dos técnicos/serviços camarários essa é a forma de fazer cidade! No meu entender deve ser mais rigoroso o critério de manter ou demolir ! Em arquitectura, como em tudo temos bons e maus exemplos, e o que me choca mais neste projecto, é ver as janelas preenchidas com o revestimento cerâmico. Mesmo com o novo programa podia-se fazer melhor!... penso eu de que!!!!
  8. bom dia a todos! Não é a minha intenção ser polémico, apenas "comentar o que se faz por aí....nas cidades!" Quando li o artigo o que mais me chocou foi ver a moradia pela qual estive interessado em comprar há uns anos! (e não consegui porque o preço era elevadíssimo!, pelos menos para mim!) tivesse este triste fim.. Na minha opinião, mais valia perpetuar a memória e demolir fazendo uma nova construção. Os arquitectos Arménio Losa e Cassiano Barbosa, não necessitavam de tamanha afronta... ps: achei importante dar conhecimento do artigo a quem ainda não tinha lido! saudações a todos que participam neste e noutros fóruns.
  9. artigo retirado de http://porto.taf.net / a baixa do Porto De: David Afonso - "Casa Mário Amaral mutilada (e apartes)" Submetido por taf em Quarta, 2006-06-07 14:33 A «Casa Mário Amaral» (1953) aparece referenciada por Fátima Fernandes e Michele Cannatá no Guia de Arquitectura Moderna do Porto 1925-2002 (edições ASA) e é da autoria de Arménio Losa e Cassiano Barbosa: "Num gesto concilia-se o respeito e o cuidado com a tradição e a assimilação da modernidade", lê-se. Não se trata, como é notório, de um exemplar grandioso da arquitectura desta parelha (como por ex: Edifício Soares & Irmãos na Rua de Ceuta ou Bloco da Carvalhosa na Rua da Boavista), mas é um edifício pelo qual sempre tive uma certa ternura (se é que me é permitida tal confiança). Demorei a descobri-lo e, no entanto, passava por lá diariamente a pé. Se não fosse o olhar mais atento de um amigo, então estudante de arquitectura, ter-me chamado à atenção para esta «casota», não sei se a teria interpelado assim, cara-a-cara. Esta casa-testemunho do modernismo portuense situa-se na Rua Latino Coelho. Quem por lá passar nestes dias constatará que por ali andou mão imprudente que prestou um mau serviço à cidade e à arquitectura. Todo o interior da casa foi demolido, tendo esta sido unida à casa do lado que também viu o seu interior demolido. O piso inferior, que originalmente servia de acesso à garagem e à habitação, foi reduzido na sua totalidade a um portão de garagem. As janelas de ambos os edifícios foram tapadas e revestidas com um cerâmico do bom gosto que se pode ver. Esta obra de Cassiano Barbosa/Arménio Losa é agora um armazém e uma garagem. Duas questões: a) Se esta mutilação foi legal (coisa que duvido) gostaria de saber, em primeiro lugar, quem foi o técnico que borrou com a sua assinatura este «projecto de reconversão» e, em segundo lugar, que técnicos municipais deram o seu aval a esta aberração; Se a mutilação é ilegal, que raio andam os fiscais da Câmara a fazer que não cumprem as suas obrigações? Espero que alguém me possa esclarecer sobre este assunto."
  10. ainda se faz boa arquitectura portuguesa!!
  11. gosto muito da arquitectura do Gonçalo Byrne ! .....mas este projecto não gosto de todo! talvez seja má a comparação mas, os novos edifícios parecem as novas "amoreiras"!!!
  12. "O bom sucesso da ARS Arquitectos" Manuel Correia Fernandes, Arquitecto Em 1930, os arquitectos Fortunato Cabral (1903), Morais Soares (1908) e Cunha Leão (1909) constituem um "atelier" de arquitectura designado "ARS Arquitectos", do qual vêm a sair algumas das obras mais notáveis da cidade, na qual acabam por marcar lugares que é sempre estimulante visitar e observar com o espírito de quem pretende estudar e compreender melhor essa difícil arte que é a arte de construir cidades. Ora, é exactamente desta tripla parceria que saem obras de que é justo destacar o Mercado Municipal de Matosinhos, projectado em 1936, o Mercado do Bom Sucesso, projectado em 1949 e, ainda, o excepcional conjunto formado pelo Palácio Atlântico e pela Praça de D. João I, desenhado em 1946. Então, o que é que torna essas obras notáveis? Sinteticamente, podemos dizer que, entre outras qualidades que caracterizam, no essencial, esses trabalhos, estão a beleza das suas formas, a largueza da sua concepção, a generosidade dos respectivos traçados, a subtileza da sua inserção urbana, a coerência construtiva que revelam e a rigorosa utilização de meios, numa época em que os recursos, tanto públicos como privados, não abundavam. Viviam-se, então, tempos de guerra (primeiro em Espanha e depois em todo o mundo) e as economias exigiam uma apurada inteligência e um rigoroso sentido das proporções na utilização dos meios disponíveis. Em termos programáticos e funcionais apresentam-se como verdadeiros espaços públicos de tal modo que podemos dizer que estamos na presença de três verdadeiras "praças públicas" como lugares de encontro e de troca. E é disto que também são feitas as cidades. Os dois mercados (de Matosinhos e do Bom Sucesso) são dois exemplos notáveis da beleza que pode resultar da perfeita integração no processo de concepção e projecto, dos valores da sua estrutura espacial e construtiva. A dimensão das naves e as suas formas, as soluções estruturais encontradas, em que a suprema racionalização dos meios é a motivação fundamental do desenho, a forma como a luz invade, caracteriza e modela o espaço interior e, ainda, o encanto que se desprende da conjugação de todos estes factores, fazem de qualquer destas "praças" um hino à criatividade e à compreensão do que são os valores da sociabilidade e da urbanidade. Por outro lado, o conjunto Praça de D. João I / Palácio Atlântico, é toda uma outra forma de interpretar e desenhar a cidade mas, em tudo, idêntica nos resultados. Aqui, para além dos valores urbanos em si mesmos, são os valores de representação institucional e de cosmopolitismo que servem de motivação e suporte à concepção dos espaços desenhados por esta criativa parceria de arquitectos que, fiéis ao seu tempo, não enjeitaram a oportunidade de integrar no seu trabalho, elementos de forte simbolismo, representado nas obras de arte ali profusamente utilizadas (esculturas e cerâmicas policromadas) e que muito contribuem para a caracterização deste lugar da cidade, tão único, tão singular e tão emblemático. Estas, são obras incontornáveis deste sólido conjunto de personalidades. Construíram, no entanto, muito mais. Por todo o país mas, sobretudo, no Norte. Com eles, aprenderam muitos jovens arquitectos. Ao seu lado, tiveram artistas plásticos como Almada Negreiros e Jorge Barradas, engenheiros como Santos Soares e Correia de Araújo e, até, "sindicalistas" de vários matizes, já que o seu "atelier" foi, durante anos, no tempo da "velha senhora", sede do "velho" Sindicato Nacional dos Arquitectos que isto de "Ordens" era só para "doutores" e o "velho das botas" não gostava de modernices e muito menos de "arquitectos modernos"! Tudo isto é património da cidade que é necessário tratar enquanto tal e, sempre, com toda a precaução. fonte : jornal de noticias
  13. é um bom projecto! uma boa imagem de alçado e na minha opinião bem integrado com a envolvente! mas a questão que ponho centra-se nas acessibilidades... levantaram a questão do monta-carros como o tendão de aquiles do projecto, e eu pergunto e se, se retirassem as escadas.....afinal já não vão à garagem!!
  14. uma folha de papel e muita imaginação!
  15. Pergunta a quem saiba! Mas afinal quanto dinheiro já se gastou em propostas e projectos para o parque mayer!? ....por lá passaram sir norman foster , frank ghery......e outros certamente, e nenhum saiu de mãos a abanar! Que seja desta!! A arquitectura é para ser vivida.....e não somente contemplada !!
  16. Isto foi o que escrevi a semana passada: "Para os defensores da "aberração", propunha que se transladasse o prédio coutinho, em vez da demolição, para este local cheio de referências..." Senão entenderam a ironia, não vou tecer mais comentários, sobre o tema. No entanto continuo a defender que o novo Hotel trará mais valias para a cidade!!! ps: perante tanto "deita abaixo" ao novo hotel, achei que deveria "pegar" no tendão de aquiles da cidade, o "prédio coutinho" e fazer ironia com isso! nem sou autista nem artista, simplesmente gosto de arquitectura!
  17. vê lá se escreves alguma coisita!

  18. TRANSLADAR V.tr / trasladar v. tr v. tr., transferir; mudar; traduzir; copiar; transcrever; v. refl., mudar-se; transferir a residência Imperfeito do Subjuntivo se eu transladasse se tu transladasses se ele transladasse se nós transladássemos se vós transladásseis se eles transladassem
  19. Viana do Castelo! Um sitio aprazível e agradável de se visitar, ao chegar à cidade por Darque, e pela ponte eiffel, tem-se uma visão geral da "cidade" que eu gosto, no entanto a zona onde está inserido o hotel ainda é um "pedaço" da cidade em vias de caracterização......! Actualmente é ocupado por "prédios coutinho", torres de "pisa" e outras manifestações de arquitectura incipiente ! Com a localização do parque da cidade junto ao rio deverá apostar-se em envolvente com boa arquitectura, e fazer deste lado da ponte também uma agradável porta da cidade. Acho que o Hotel funcionará como catalisador para fazer cidade.....! Para os defensores da "aberração", propunha que se transladasse o prédio coutinho, em vez da demolição, para este local cheio de referências...
  20. existem sítios/lugares que "fazem" o projecto, e projectos que "fazem" os sítios!
  21. amigos só agora cheguei, ao fórum, mas pergunto o que veio 1º! o ovo ou a galinha!?
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