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Arquitectura.pt


FJG

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  1. Caro Pedro, O problema e que o espaço condominio fechado deve estar diferenciado do espaço circundante e deve ter mais valias associadas em termos de arquitectura e qualidade de vida que justifique essa mais valia. Para isso deve existir estudos previos sobre o tecido social que irá ser instalado nesse espaço tanto em termos arquitectonicos como dos espaços comuns. E muito importante por-mo-nos no lugar do habitante desse espaço e pensarmos como gostariamos de interagir com os nossos vizinhos em que moldes e em que situaç~ºoes. Se o teu projecto está feito foi feito em que moldes? para o inovarmos teriamos que ter um ponto de partida, senão não é inovação mas sim criação pura!
  2. Ó Pedro mas também deves contribuir não? Não deves estar á espera que os outros façam o trabalho todo por ti Hummmm! Essa coisa de pores á discussão e dpeois veres o que agrada é mais de Politico do que de Arquitecto! :icon_pistoles:
  3. Penso que foi proposto um debate de ideias e conceitos, penso que cada um terá o seu ponto de vista e opinião, que deverá expressar sem ter receio de dizer por vezes o maior dos disparates, ´so assim se aprende! Por isso mesmo o tema leva a que pensemos muito bem em como inovar esse conceito visto que a maioria dos condominios apresentam problemas, uns porque são segundas casas outros porque não foram idealizados para o convivio o que torna o espaço impessoal e frio. Uma casa só é uma casa se tiver pessoas lá dentro, de outra forma é fria e degrada-se rapidamente. O espaço pior ainda e principalmente se as pessoas que compoem agregado comunitario não tiverem conctato umas com as outras e só se encontrarem na reunião de condominos. Porque é que o bairro de alfama e o de campo de Ourique ainda hoje sobrevive apesar das ruelas estreitas e patios, porque existe um forte ideal comunitario onde as pessoas se identificam umas com as outras , cuidam umas das outras apesar de discutirem faz parte da natureza humana a discussão e o perdão , no fundo tanto ricos ou probres não deixam de ser humanaos e estes não são diferentes nas suas necessecidades básicas.
  4. A discussão não tem culpa nem culpados por existir mas o que se pede é um debate de ideias! O conceito de condominio é a regra da propriedade horizontal x a tua disponibiliade financeira para pagar pela manutenção do que compraste+ a chatice de descobrires depois de comprares que foste enganado pelo promotor e terás que ir para tribunal x o veres o teu dinheiro desvalorizado em vez de valorizado. Em regra a maior parte dos condominios estão sobre-avaliados, a construção é má e as despesas upa upa! Os construtores depois de comercializadas desaparecem e ficam os condominios com os problemas para resolverem. A imagem dos promotores e dos construtores é má não porque o é . Mas porque estes querem ganhar numa casa o custo de toda a obra fazendo para isso o necessario para que aconteça uma quantidade de barbaridades e alterações aos projectos que estão aprovados inicialmente. Para isso contam com a colaboração dos pagamentos por fora e outros que para aqui não vem para a discussão. Mais vejamos casos especificos :Projecto de quinta do anjo moradias unifamiliares com piscina, campo de golfe etc 25% do empreendimento afundou-se!!! Mas á mais.:icon_pistoles:
  5. Não poderia estar mais de acordo consigo. No entanto o Tecido Social do País diz o contrario, classe media falida, pobreza em Alta acentuada, salario medio 500 euros etc. A discussão quanto a mim deverá ser mantida nos motivos porque é que o espaço condominio é procurado e por quem , qual o tecido social que o procura, porque a verdade é que os promotores imobilarios o vendem e se o vendem é porque tem procura no mercado. E depois o que pode causar diferenciação em relação a chapa 3 do que é produzido em termos de espaço comum do condominio fechado. A segurança cada um pode faze-la por si por isso tanto faz comprar uma moradia isolada como um condominio fechado. O conceito do condominio n~ºao deverá concerteza ser diferente de um bairro ou de vila ou aldeia ou até de uma cidade deverá ser é mais facil de implementar pois o universo das pessoas a administrar e o espaço geografico onde se insere e´de mais fácil controle pois as pessoas que adquirem o direito de estar lá dentro fazem-no através da compra e não porque não têm outra solução. Essas começam apenas por ser as diferenças.Mas existe o trabalho de procurar os pontos comuns e nesses a diferenciação entre os publicos alvo a que o projecto se destina.
  6. Não querendo que a minha ideia prevaleça pois pareçe que não é esse intuito desta questão tentarei dar o meu contributo para a dsicussão dizendo o seguinte: Na maioria dos casos e da experiencia dos condominios que existe em Portugal o que se passa é que estes tem tendencia a tal como já se disse a fechar as pessoas dentro dele. Depois existe um outro problema que é a vivenvia dessas pessoas umas com as outras de maneira a que sejam elas proprias a encontrar pontos comuns de interesse e assim ou a conviverem ou a discutirem, faz parte de sentido de comunidade encontrar um lider e é ai que começam os problemas. Assim a minha opinião é esta ao arquitecto devera caber a responsabilidade de desenhar e criar um condominio que seja so por si aberto e force o dialogo mantendo a privacidade de cada um , para isso procure os pontos comuns de interesse da sociedade a quem se destina o espaço, não tente criar o espaço sem ter em conta os desafios de hoje em termos sociais e de-lhe um forte cunho de participação obrigue as pessoas a conviverem, crie espaço que normalmente não são explorados como o grill comunitario a creche o bar onde se discute o jogo de futebol e outros espaços onde não só os residentes como os convidados possam interagir uns com os outros. Temos os casais com crianças , outros sem elas , temos cães e gatos tudo isso é um ponto de convivencia crie um canil onde as pessoas que tem animais saibam que os seus animais serão bem tratados enquanto estes estão fora pelos seus proprios vizinhos etc, chama-se isso viver em confiança mais tarde virá o estabelecimento da amizade e o desenvolvimento social do espaço. O espaço fica mais valorizado se as pessoas se sentirem felizes do que criar um espaço que tem piscina mas que ninguem frequenta, tem jardim mas ninguem pisa a relva etc.
  7. Penso que nso condominios o problema passa por estudar primeiro o publico alvo a que este se irá destinar em termos de utilização. Estudar muito bem a que classe social este se destina a composição do seu agregado familiar tipo e depois procurar pontos comuns nessa classe para que a "tribo se identifique". Por exemplo salão de jogos com televisão e bar e outros suportes como creche infantil estes se calhar são muito mais importantes que a piscina. O futuro aponta para zonas onde a inovação impere por exemplo na area do ambiente o condominio deverá usar todos os seus recursos para reciclar todo o lixo que produz.Existem hoje sistemas integrados que fazem com que uma pequena cidade seja completamente autonoma em termos de energia e ambiente. Esse penso eu deverá ser mais o caminho do que andar a por piscinas e outras coisas que não servem para mais nada do que onerar a mensalidade do condominio e não trazem mais qualidade de vida.
  8. Caros amigos, começo por dizer que existem muitas soluções para aplicar neste tipo de pavimento no que a decks diz respeito. 1-Decks em madeira são caros derivado á sua manutenção e preço m2 alem disso temos o problema do nosso UV que nos obriga a intervir com tratamentos em media de 2 em 2 meses , estes não são ecologicos e depois de aplicados não poderemos andar descalços ou por exemplo uma criança não poderá gatinhar nas 72 horas seguintes a ser aplicada o tratamento, estes tratamentos dissolvem-se também em agua o que nos traz um problema acrescido, alem disso a maior parte deles derivam de substancias perigosas para o meio ambiente, é claro que neste caso a superficie é relativamente pequena mas deverá ser tido em conta. O tratamento andará á volta de 2 a 5 euros o m2, conforme o produto a aplicar. Os decks variam entre os 30 euros o autoclave de pinho ate 150€ o de teka. Sera bom pensar na solução de placa com 1 metro de comprido para que possa ser facil o levantamento e assim se pode ter acesso em caso de algum entupimento. 2-Decs Compositos os benefecios são imensos o problema é que não existe ainda muita oferta disponivel no mercado europeu, assim também temos o problema que por exemplo nem todos são honestos no produto que vendem ou quase nenhum, alem disso o preço m2 é elevado pois a oferta hoje andará á volta dos 80€ o m2. A resistencia ao UV é muito superior não tem absorção de humidade e se o produto tiver certificação o preço sobe mas também a amplitude das garantias e a qualidade do produto e muito superior a qualquer madeira que se conhece. Não tem manutenção durante a vida e se o produto for bem concebido e não vendido tipo banha da cobra realmente estará a aplicar um produto eco. As certificações são importantes nestes produtos pois garatem-nos a forma como o produto foi concebido e as garantias quer seja na madeira ou no decks composito deve ser dada atenção de forma a quantificar os problemas antes da aquisição. Esse espaço tem quanto de largo? será que vai utilizá-lo para por mesas e cadeiras não me parece ter espaço para tanto no entanto dou-lhe uma sugestão, porque não colocar base plastica e depois por cima pedra de rio rolada nas zonas perto de parede ou muro e colocar o deck apenas na zona de passadiço e lazer? Penso que ficaria para já muito bonito, alem de resolver problemas de drenagem e pode na mesma ser pisado, coloca cactos ou yukas e mais tarde pensa noutra solução? Assim poderei lhe vender o nosso produto pois estará produzido em março de 2008.:clap:
  9. FJG

    FJG

    Caro Pedro . Obrigado mas para dor de cabeça já me chega uma que é a que está já em fase de arranque industrial . Durante 2 anos e meio sem férias nem fins de semana e agora ainda se avizinha os tempos mais dificeis durante o proximo ano até termos tudo a rolar é muita dor de cabeça acredite! !
  10. FJG

    FJG

    É extremamente motivante intelectualmente o vosso forum, parabéns! Sou empresario há mais de 10 anos e neste momento sou administrador de uma empresa Portuguesa que desenvolve novos produtos destinados ao mercado da construção e mobiliário. Adoro arquitectura e design bem como a minha esposa que é o que se pode chamar a minha principal critica mas também fonte de ideias. Ambos temos a cultura do bom gosto(o nosso com é obvio) gastamos rios de dinheiro em revistas ligadas ao tema e hoje cumpro um sonho antigo de desenvolver um produto ou serie de produtos que vai fazer com que trabalhe mais perto de arquitectos e designers o que faremos com muito gosto e prazer. Gosto de desafios e os meus amigos chamam-me idiota (aquele que tem sempre ideias). No fundo sou uma pessoa comum que gosta do que faz hoje, mas tem passado muitas dificuldades financeiras por causa disso! :s
  11. Bom não sei se a tirada final foi-me dedicada, mas realmente não sou sábio, sou mais idiota. Por isso registei, e penso que desconhecendo os factos tudo o que poderei dizer é isto: Qualquer ideia hoje nasce de algo pois tudo tem sido inventado, poderemos sempre inovar a partir de algo, dou-vos o exemplo da roda que continua a ser a mesma como ideia mas vejam a inovação que tem acontecido á volta dela, isto para não dar mais exemplos. Lanço um desafio; -Existem em Portugal 1389 empresas que exploram o marmore e outras rochas ornamentais, todas elas produzem residuos desde natas a po de pedra bem como outros. Na Coreia do Sul tem sido desenvolvido produtos para pavimentos e revestimentos que Têm sido exportados principalmente para os EUA com grande mais valia associada, isto porque os EUA e Paise Arabes não têm marmores e adquirem grandes quantidades por esse mundo fora. Uma das minhas descobertas é que o pó as natas e os desperdicios podiam ser todos utilizados nas nossas construções, desde revestimentos a chão , alem disso também podem contribuir para resolver problemas em coberturas. Os desperdicios de marmore que são em quantidade avultada estamos a falar de mais de 100000ton ano pode servir para passeios e outras obra municipais. O problema é que não existe procura comercial para os desperdicios então estes são depositados em valas desviando cursos de agua subterranea e as natas contribuem para a impermebialização dos solos. Este é um ponto de partida existem já diversas soluções mas por exemplo em portugal não são aplicadas, porquê? Existem soluções com a brita para pavimentos de exterior e aproveitamento de residuos de brita para serem usados como fillers na industria do cimento(tijolos e manilhas), alem disso têm-se desenvolvido com tecnicas holandesas alguns pavimentos utilizando po de brita, tuvenants e pigmentos. O desafio está colocado pensemos em como dar utilizações e verifiquemos a viabilidade economica, pela positiva não tendo receio de nos chamarem idiotas ou estupidos, o que vai acontecer é que alguem vai sempre dizer o que é obvio mas ninguem se vai dar ao trabalho de investigar. Chama-se isto o conhecimento periferico, nada mais é que a demonstração da nossa ignorancia pois tratamos apenas a informação numa base sumária sem nunca aprofundar-mos algo . O quero afirmar é o seguinte não estou a defender o individuo em questão , apenas estou a afirmar que é possivél inovar, criar de novo, sem que com isso esteja a roubar a ideia original a outros se assim não fosse não existia evolução da invenção.
  12. Os vossos comentários são deveras interessantes!Pôe-me a pensar também que o conceito de casa ecologica não está correctamente defenido , senão vejamos: Há 40 anos já existiam Arqº que desenhavam casas com conceitos eco, sei e tenho conhecimentos de algumas. Mas o conceito hoje de ecohousing não é so a vertente da economia da emissão de gases e poupança de energia deviamos ser mais audazes nesse conceito e não copiar o que está feito ha mais de 40 anos. Sugiro um exercicio que se baseia no seguinte: por cada tijolo fabricado são produzidos X kG DE co2 no cimento idem , existem outros materiais que aplicados nas nossas casas irão não só melhorar a sua resistencia como irão fazer poupar em emissões de CO2. Esse penso que se cada um pensasse dessa forma hoje a construção em portugal ja estaria revolunocionaria em termos mundiais derivado as nossas condições climatericas proprias e que muito nos ajuda a sermos um pais diferente do resto da união europeia. O trabalho de investigação passa por cada um e esse é o desafio que se põe essa postura faz com que se desenvolvam novas tecnicas e novas metodologias os desafios deverão ser feitos por cada um de nós pois cada um encontra-se em pontos de partida diferentes, os professores não investigam limitam-se a debitar . Não quero criticar ou deitar abaixo mas posso vos dizer que ao longo de 2 anos e meio que investigo novos materiais e posso vos garantir que tenho encontrado coisas excelentes que aplicadas no nosso país dariam casas lindissimas e completamente ecologicas, com baixo custo tanto economico como ambiental.
  13. Espectacular!! e OS BURACOS DAS PEDREIRAS NA SERRA DA ARRÁBIDA? NEM VOS CONTO!!!
  14. Penso que o interessante nesta ideia, é também o grau de inovação que ela coloca independente dos acontecimentos que levaram a chegar este inventor a estes resultados ,se tentarmos verificar este ponto e se partirmos daqui veremos que o custo/beneficio mesmo que o declarado inventor não consiga desenvolver neste momento mais que uma maquete pelo menos teve o condão de lançar para o ar o desafio, e consequentemente a discussão. É claro que tambem estou de acordo que nada no que diz respeito á inovação se consegue sozinho, existe um troca constante de informação sempre que nos dispomos a investigar e esse acumular de experiencia faz com que o nosso tempo seja dedicado em exclusivo a esse desafio intelectual que é o descobrimento e a racionalização dessa experiencia fazem com que a experiencia acumulada ao longo do tempo seja mais eficaz. Na teoria tudo isto leva muito tempo ou seja desde a ideia até á fase de experimentação nunca menos de 1 ano dedicado todos os dias. O grande problema é sempre o ponto de partida e como abordamos a fase empirica ou de experimentação, não ha duvida que esse é o ponto critico de todo o processo porque não o poderemos fazer sózinhos, teremos que ter alguem que nos dê parametros e informação depois da fase experimental para podermos corrigir o que está mal. Poderá ter acontecido que este tenha tido bons padrinhos e tenha sido bafejado pela sorte, então digo eu bom para ele pois é raro mas é possivél acontecer. O projecto do que li tem interesse , e mais se ainda está no seu inicio terá que ser desenvolvido o trabalho do cientista- investigador deverá terminar por agora iniciando-se o processo técnico ou seja aquele que é tão importante que vai marcar a diferença se é apenas só uma boa ideia ou mais um que ficará no caminho. E é esse o verdadeiro problema das mentalidades em Portugal "tudo o que não foi descoberto por mim logo desconfio", falo tanto do estado como das instituições como dos empresarios, e penso que todos nós deveriamos contribuir para que essa mentalidade fosse irradicada e pensassemos antes em oferecer as nossas sugestões para que a invenção tivesse sucesso independentemente de quem iniciou o processo. Sei do que estou a refererir pois estou a desenvolver um produto há mais de 2 anos e até agora so tive difilculdades e outras situações que para aqui não interessam, mas sei hoje dar o valor a quem vive estes processos. :icon14:
  15. Caro Pedro obrigado pela correção efectuada. Quanto á marca penso que a marca será importante a partir do momento que exista fisicamente (industrialmente) capacidade de resposta em produtos e qualidade dos mesmos. Sendo um produto inovador terá que percorrer o seu caminho para se poder desenvolver em proximidade com os seus clientes de referencia, assim ganhará uma mais valia substancial e penso que o "word of mouth" será o melhor veiculo no seu inicio. O que vende sem dúvida num produto como este será a sua qualidade , preço, e certificação para podermos garantir ao cliente o que lhe estamos a vender, e os beneficios que em termos de ambiente trará ao mercado. Depois então poderemos pensar numa forte estrategia de MARCA pois as soluções são infinitas. Mas estamos sempre abertos a sugestões e de mente aberta para que possamos melhorar e criar mais valias. Um obrigado sincero.
  16. Meu caro com todo o gosto ser-lhe-á fornecido como vê a informação que nós consideramos importante nesta altura. Como constatou e bem estes são produtos compositos não são produtos derivados da madeira, não usamos colas ou aditivos quimicos para obter o nosso produto final. Nomeadamente são usados apenas na nossa produção produtos que derivado aos criterios aplicados e exigencias de produção obedecem desde logo a criterios ambientais por isso o nosso produto alem de ser um produto ambientalmente correcto tentará ir ao encontro de algumas inovações em termos de materias primas utilizadas. Quanto ao que pede em termos de informação não nos é possivel divulgá-la ainda..... mais tarde depois de certificação pos produção industrial serão divulgados todos os dados tecnicos dos produtos visto que estes irão ser alvo de Homolugação.
  17. Poderá nos colocar as suas questões através do forum. Assim penso que as respostas poderão também ajudar outros que também possam ter algumas duvidas. Em relação áo fotos estas são apenas fotos de prototipos ou seja ensaios estamos a iniciar fase pre industrial a produção industrial estáprevista para Fev/2008. O produto que se pretende alcançar irá revolucionar o mercado europeu foi alvo de patentes e modelos de utilidade nacionais e tudo foi concebido por portugueses . Em relação aos primeiros testes efectuados poderemos dizer que por exemplo na parte mecanica todos os reseultados foram superiores a madeiras importadas e que são comuns no nosso mercado.
  18. Se considerarmos o preço a que está hoje as madeiras importadas como a teca e outras bem como o custo beneficio que este produto trará para o meio ambiente, visto que para não existe mais manutenção a aplicar durante a vida do produto penso que poderemos dizer que o preço é extramamente competivo!Alem disso permite-nos estudar todo o tipo de soluções desde Decks a revestimentos interiores e exteriores combinados com a excelencia do designers e arquitectos que o nosso Pais produz perfaz um produto extremamente apelativo. Ps- Preve-se uma garantia de 7 a 15 anos para os revestimentos exteriores.
  19. Para que se saiba existe já uma empresa Portuguesa que concebeu um produto inovador que além de reduzir as emissões de Co2, produz um material substituto de madeira com propriedades mecanicas e técnicas muito superiores a qualquer madeira importada, a oferta de variedade de produtos é global, desde o mobiliário á construção passando pelas telecomunicações e industria do revestimento automóvel. Alem disso consegue-se afinar ou configurar para cada tipo de material a especifidade e por exemplo a resistencia á Humidade e ao UV, além de ser retardante ao fogo pode também ser isolante e permite produzir insonorizações até aos 95 dcb Os Protótipos obtiveram resultados exelentes em termos de testes, partindo-se agora para o desenvolvimento industrial.Todos os produtos irão obter certificação via LNEC por homolugação e, nomeadamente estes poderão ser os primeiros produtos a obter o ecolabel da UE visto que derivam apenas de materias primas nacionais sem contribuir para a desflorestação, ou consumir materias primas importadas pois utilizarão apenas matérias primas recicladas. Pensa-se começar produção em Portugal a partir de Fevereiro de 2008.
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