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Ricardo Moura

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  1. Concordo com a tua observação ( Ginsoakedboy ) quando falas em quetões de mobilidades, nessa zona, no entanto o trabalho (enunciado ) baseva-se essencialmente em novas formas de habitar que não as "convencionais", ou seja era ponto assente que estava no campo da exprimentação (academico), este modulo quando repetido poderia ter modificações conforme a necessidade essa dos degraus era uma delas, o modelo aki exposto e no qual os rigorosos completam, é o modelo de exposição, tipo "andar modelo" e importava dessa forma demonstrar o maximo possivel de soluções num so modelo. Se no modelo não fosse demonstrado a solução "degraus" esta provavelmente passava ao lado das escolhas, daí o modelo exposição ser o maximo completo possivel ( completo no numero de soluções ) como aconteceu no caso do 2º piso, em que poderia ou não ser adicionado... No entanto volto a dizer, a questão dos degraus faz todo o sentido e compete ao arquitecto compreender as questões relacionadas com a mobiliade e as barreiras arquitectonicas, que infelizmente em Portugal como se sabe não são nada respeitadas... apesar da lei o obrigar.
  2. O "Duplex" acontece no modelo de exposição que tem um carácter panfuletário, pois o denominado piso 0, é sustentavel por si mesmo enquanto habitação, tanto que o "piso 1" é 1 piso "adicionável", ao modulo base, este piso surge conforme a necessidade habitacional da nova cidade. Em relação aos "degraus" este gesto tem como base 2 premissas, uma espacial e uma outra de resolução prática / funcional. A espacial está relacionada com a diferença de cotas provocadas pelo desnivel das escadas, diferencionando através das altimetrias um espaço de caracter mais publico ( hall / sala ) com um de carácter mais privado, implicando desta forma numa graduação de enclausuramento superior, não so através de planos, mas da cota também... A de resolução prática / funcional, está ligada aos arrumos, pois o desnivel, é aproveitado para guardar "camas" que são retiradas através do deslocamento dos degraus, bem como o arrumo de outro tipo de objectos, rentabilizando desta forma ao maximo o espaço, em vez de se gerar uma versão "armário" para arrumos Aproveito para perguntar se alguem me sabe dizer como passar um fixeiro grandito de cad ( planta construtiva ) para um fixeiro de imagem jpeg... obrigado Ginsoakedboy, axei pertinente a tua 2a questão, pois é algo que pode susceptibilizar algumas duvidas do porquê de acrescentar uns degraus, de qualquer forma penso que ficou explicado a razão desse gesto...
  3. No que diz respeito á espacialidade por mim definida / pessoas, algo que me fez equacionar a forma de abordar tal tematica e equacionar, foi 1 coisa hoje muito visivel na população portuguesa, onde cada vez ha mais "tipos de familias" e cada vez esse tipos de familias se transformam mais rapidamente, para tal a mutabilidade do prototipo, consistia na possibilidade das pessoas que dele usufruissem, o poderem adaptar as necessidades e não tanto a "estética/linguagem arquitectonica" pois um casal que adequirisse o prototipo, secalhar pertendia apenas 1 quarto, mais tarde podiam ter mais 2 filhos e modificar (paineis), sem ter que adequirir uma "casa" nova, assim como se podiam divorciar e um deles modificar atraves de paineis podendo abrir p exemplo 1 pekeno atelier (tele-trabalho), isto no mesmo volume. Nos cortes que vao em anexo axo k da para perceber as espacialidades geradas (possibilidade de patio com 6 m) (avançado) (cobertura aberta)... No entanto queria desde ja agradecer as observações, pois estamos num meio em k tdos aprendemos com tdos...
  4. A escolha dos materiais influiu logo no inicio do acto projectual ( eskiço ), pois como se sabe o betão armado é um material dificil de reciclar ( kse impossivel e mt caro ) dai partiu-se logo de inicio para uma abordagem de estrutura leve, metalica / mista onde seriam acupulados 2 tipos de paineis, de isolamento acustico ( caixas d ovos ) e térmico ( curtiça expandida ), logo reaproveitando materiais, e aproveitando um dos materiais no qual portugal é o maior exportador mundial ( cortiça-biodegradavel ). A estrutura em perfis Heb, permite que um dia após o fim do "ciclo de vida" do prototipo este seja desmantelado e reaproveitado, desde os paineis até á estrutura. A malha estrutural é muito simples, baseia-se numa medida de multiplos de 6/3 e 3/9, que ja havia sido utilizado no tema da cidade ( medida do prototipo 6x9m ) Em anexo mando umas plantas sinteticas...
  5. Aqui estão as fotos da maquete 1.20 e 1.1000 de inserção urbana NOTA: naquela zona de exposição do modulo ha 1 cobertura, em que numa das fotos aparece e na outra não simplesmente para se entender como é a zona de exposição sem a cobertura ( fluxos ), no entanto ela consta do projecto... A cidade tambem foi 1 exercicio ( tema 02 4º ano )
  6. Sem duvida que cada vez mais a materialidade enquanto elemento gerador de sensações, desde temperaturas, relevos, etc... bem como forma de gerar espacialidade e trabalha-la é algo que é fundamental no mundo da arquitectura, no entanto cabe ao arquitecto saber a forma como arbitra e aplica materiais, quer em projecto, como em obra, como no fim das suas vidas ( materiais ), pois tem a responsabilidade social de saber criar e saber dar um "bom fim" a esse materiais, quando estes ultrapassam o seu tempo de vida... Estas imagens que aki colocaste sonia, fora a espacialidade gerada plo arquitecto, ha 1 preocupação inerente plo mesmo na escolha dos materiais que são as suas propriedades enquanto defensores do meio exterior, e algo muito importante a sustentabilidade do mesmo, pois essas "casas" ao serem destruidas mais tarde, os materiais que as compõem podem e devem ser reaproveitados / reciclados... é esse caminho que a arquitectura contemporanea deve promover, não digo com a "linguagem arquitectonica" desses edificios, mas no principio inerente da aplicação da materialidade que o arquitecto teve em conta nessa abordagem, desde o material da zona, onde esse projecto foi inserido, como na reaproveitabilidade do mesmo... P.S desculpem o testamento...lol
  7. Algo que sem duvida cada vez mais questiona a "arquitectura vindoura", é a forma de como as "pessoas" personalizam e adaptam o espaço ás suas exigências, gostos e modos de estar / apropriação do espaço... A dualidade ás vezes gerada entre o gesto arquitectonico e o que as pessoas pertendem como o seu proprio espaço (" a sua casa "), muitas vezes cria conflitos e levanta novas problemáticas na forma como os arquitectos geram e manobram tais espacialidades...isto numa era de constante mudança e novas tecnologias. Tais questões foram levantadas num exercicio, no qual vos exponho a resolução, tendo como base tais premissas e uma cada vez mais necessária a sustentabilidade. Este exercicio estava englobado num outro que consistia na criação duma "nova cidade" na zona de carcavelos - junto a farbrica da Legrand... Depois de projectada a cidade, (tema 02), era pedido que fosse gerado uma zona "pública de exposição das habitações" com a inclusão de um modulo que seria a base da habitação do tema cidade (tema 03 ). Aqui fica para ja o resultado " final " do modulo em makete onde as principais premissas presentes, foi a mutabilidade espacial e a sustentabilidade, pois xegava a ser apreoveitado " caixas de ovos " para se construirem paineis sanduiche servindo da mesma forma para isolamento acustico e ate climatérico, mas mais tarde vo deixar aki cortes e plantas, para voces perceberem o trabalho... Gostava que comentassem, sobre a resolução do mesmo, para ja ficam as fotos da makete 1.20, mais tarde irei incluir os rigorosos...
  8. Essa é uma duvida k ainda anda no ar ( as faltas ) mas de 1 coisa ja ha certezas, as presenças vão ter um grande peso. No que diz respeito ás equivalencias das cadeiras anteriores, para as "novas" os alunos da Lusiadatem 1 tabela de correspondencias em www.lis.ulusiada.pt
  9. Thanks "|Kandinsky|" e ao retso d ppl, agora vamos la ver se o pai natal se porta bem e chega mais cedo..., é pk nos testes ( reviews ) k tnho visto o asus tem um desempenho ligeiramente inferior ao LG (e com a ajuda do duo core 2), e como ker se keira ker n...a carcaça exerce sempre algum fascinio...vces sabem ao k me refiro..lol... opto plo S1, visto k o S1 pro deve sair a custar no minimo uns 2000, 2200 euros...
  10. Boas... Mais uma vez a duvida dos portateis (pc's) e mac..., no entanto a minha duvida existencial nestes momento prendia-se com 2 modelos em particular, o bem aflamado LG S1, e o asus F3JA ( igualmente bem aflamado ) o k vces axam entre estes 2 modelos...? Tendo em conta k é para programas ( os habituais ) Auto cad's, studios, photoshop's...etc... Alguem sabe dar uma dica sobre kual destes modelos axa melhor... visto k as ram's e as graficas na nossa area tao sempre a eskentar...lololol
  11. No ano lectivo de 2006 / 2007, nas universidades Lusiada ( LX ) todos os alunos incluindo os do 5º ano ( 2º de mestrado ) estão abrangidos por bolonha, ou seja kem sair em 2007 sai com o grau de mestre...
  12. So estudante de arq. e tava a precisar duma boa makina ( PC portatil ) a minha duvida estava entre estes 2 modelos ASUS F3JA e LG S1... alguem me sabe dar 1 dica sobre o k axa melhor para a nossa área... ( autocad, studio, photoshop etc... ) Obrigado e abraços... Ricardo Moura
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