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Miguel Ribeiro Arq.

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  1. asimplemind....era suposto teres uma ideia tua e teres um pressuposto do que é a arquitectura relativamente ao que vens apreendido ao longo dos anos. Acho desnecessário tares a suportar o teu discurso com afirmações que toda a gente já leu e releu vezes sem conta e de nao te abstraires da influência que um professor (Pedro Vieira de Almeida) teve na tua aprendizagem. É bom poder ter referências...mas é mau quando se tem essas referências consideradas como dados absolutos e dogmáticos. Preferia saber a tua opinião pessoal relativamente ao tópico sem k entrasses em grandes discursos que nao levam a nada... Cumprimentos
  2. Caros participantes, gostaria de saber as vossas expectativas e apreciações sobre o trabalho desenvolvido no âmbito deste concurso.
  3. Caro Connecty, a mensagem foi simplesmente para felicitar o frequentador UNDERGROUND.
  4. Caros participantes queria deixar aqui uma mensagem ao underground e felicitá-lo pelo excelente projecto desenvolvido no âmbito da disciplina de Projecto II, concretamente o trabalho da habitação em banda e de realçar a interactividade produzida pelo seu fórum! Parece-me do ponto de vista arquitectónico um trabalho com bastante qualidade e que representa e interpreta de uma forma coerente a realidade e a identidade local. Fazia lhe agora um apelo... quando for possível, dar a conhecer o referido trabalho no seu blog. Quero somente acrescentar que espero ainda ver o seu projecto para o concurso de "Espaços Habitáveis", para de uma forma analisar e ver se dá continuidade ao que tem vindo a desenvolver. Cumprimentos a todos e boa sorte para as avaliações finais dos projectos individuais.
  5. Concordo inteiramente com o MALAISE. Antes de mais felicito todos os participantes do concurso, nao deixando porém de mostrar o meu mais profundo desagrado pelo referido adiamento. Este concurso já se encontrava publicado à bastante tempo, tempo este necessário e completamente adequado ao exercício. Venho por este meio mostrar a minha indignação pelo ocorrido e desde já pedir a devida avaliação para os trabalhos, invocando justiça pelo cumprimento dos prazos. Melhores Cumprimentos.
  6. Partindo de um objectivo concreto, formalizei uma ideia inicialmente abstracta, que se materializa e ganha preponderância no projecto que desenvolvi. Numa primeira fase procurei perceber os valores essenciais a reter nos objectivos do concurso, preconizando e estabelecendo algumas normas em termos de organização às quais me regi durante todo o meu processo projectual. Percebendo a necessidade de projectar um espaço mínimo, que reunisse as condições necessárias e inerentes à vida humana, proclamei ao longo das diferentes fases estabelecer hierarquias na projecção de espaços e na sua organização. Decidi à partida criar uma habitação que subsistisse num núcleo urbano moderno, e que na relação com uma possível malha de implantação, esta (habitação) não a descaracterizasse nem lhe retirasse todo a sua identidade e carácter de uma forma abrupta. Neste sentido proferi uma composição ortogonal da mesma, tornando-a formalmente coerente e libertando-a no seu interior, podendo desse modo desenvolver uma organização espacial com sentido e disciplinada. Abordando o modo como articulei a área habitacional, posso afirmar que desenvolvi espaços hierarquicamente dissemelhantes, onde a zona comum da habitação e a zona privada da mesma se relacionam de uma forma subtil, e a sua configuração material e formal é diferente. Assim, a área comum subsiste numa conexão de espaços, onde a habitação se vai revelando desde a entrada (para a zona de estar) à qual se sucede um lugar determinante, pelo qual se interligam os diferentes espaços. O espaço privado ganha relevância e torna-se num espaço autónomo da habitação, precavendo uma maior noção de intimidade e individualidade. A área destinada ao preparo de refeições (cozinha), liga-se de uma forma directa à zona de comer, fazendo com que a organização espacial não entre em conflito em torno de si própria. A casa de banho (instalação sanitária) como espaço qualitativo e de grande relevância na habitação, serve tanto a área comum como o espaço mais privado da habitação (o quarto). Sendo um dos objectivos do concurso promover um espaço habitável com o máximo de 27m3, tive em atenção promover um jogo a nível do pé-direito dos espaços, onde o espaço mais social da habitação (sala de estar, zona de comer e própria cozinha) teriam um pé-direito maior, relativamente ao quarto (espaço privado da habitação) e instalação sanitária. Este jogo volumétrico, resulta num deslocamento visual de volumes que se consolidam num todo unitário. A escolha dos materiais reflecte a preocupação que tive em diferenciar a zona comum (onde o vidro e o metal cromado envolvem todo um espaço mais frio, mais permeável ao contacto exterior, mais diário, ou seja mais social) e a área privada (onde a madeira como material mais quente, mais acolhedor, que traduz simbolicamente um maior contacto com a natureza e que remete a toda uma intimidade e individualidade inerente ao Homem, ganha forma e como que adquire autonomia no seio da habitação). Em suma, a simplicidade formal da habitação resulta de um desenho esclarecedor da ideia e de uma atitude minimalista, que reflecte e procura solucionar os problemas explícitos no programa do concurso, na concepção do espaço habitável.
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