Não será pela aparência, pelo credo político, pela militância religiosa ou pela opção sexual, aliás, eu gosto de coisas heterogéneas...
Se a pessoa possui carácter e não é simulada, é sinal que não tem nada a provar e muito menos terá que se constantemente vender, se pelo contrário, for um cagão mor, que passa mais tempo a cultivar a sua rede de amigos (para ser intocável, perante o despedimento) do que a trabalhar, este será sempre um tipo, que fica bem na fotografia, mas um peso em termos de ordenados na empresa.
É a opção entre um subordinado (O tipo que até é trabalhador) e um gazeteiro (O tipo que até é giro, mas não faz nada). Há literatura farta sobre isso, não é apenas a minha opinião.
Eu ainda não tenho é a certeza se Portugal é o pior exemplo neste aspecto, mas acho que não. Esta coisa da Produtividade, é difícil de compreender.