Jump to content
Arquitectura.pt


miragemig

Membros
  • Content Count

    23
  • Joined

  • Last visited

About miragemig

  • Rank
    Frequentador
  • Birthday 01/20/1975

Redes Sociais

  • Website
    http://www.arquimla.com

Meio Profissional

  • Instituição/empresa onde trabalha
    www.arquimla.com
  1. http://img233.imageshack.us/i/final01.jpg/ http://img843.imageshack.us/i/final03r.jpg/ http://img163.imageshack.us/i/final04.jpg/
  2. Só uma pergunta.... pretende alternativas ao vidro temperado, laminado ou normal? Pretende ser uma parede essa alternativa? É que sao coisas completamente diferentes! Como costumo dizer cada um serve uma função! Pretende que seja completamente opaco, translucido?? Abraço
  3. Boa noite Antes de mais queria fazer uma correcção. Sendo um problema de infiltração de aguas trata-se de uma impermeabilização e não isolamento. Chamando isolamento pode ser considerado par os menos atentos , que se refere a isolamento térmico. Quanto ao seu problema, também tenho uma questão. Disse que tinha posto tela asfaltica e que esta por algum motivo nao fez o que devia, muito possivelmente por causa da junta! Certo? A minha duvida é ; 1)quantas telas asfaltcas colocaram; 2) A junta foi sobreposta pelo menos 15cm ? Quanto ás paredes pretas, pode colocar imagens, para melhor avaliar o
  4. Boa noite Antes de mais era preciso saber se o edifico/loja/fracção tem uma actividade, ou seja, se já tem actividade. Se for projecto de loja sem actividade ainda defenida, uma casa de banho com lavatorio e bacia será suficiente. Alerto para que o cumprimento do DL 163/2006 só se aplica á área de utentes, ou seja, se a área utilizada pelos utentes, contando com Instalações sanitárias, for de 150m2 ou superior, entao aplica-se o DL 163/2006. Qualquer actividade que venha a ser instalada no estabelecimento terá de cumprir a legislação especifica para a actividade. É esta a minha opiniao sobre a
  5. Boa noite Relativamente ao que foi dito atrás tenho de referir que o pé direito para estabelecimentos comerciais é de 3 metros. Poderá haver excepções nos regulamentos municipais relativo a zonas históricas, ex: Porto, Amarante, etc. Ver nº 4 do artº 65 do RGEU. Deixo aqui transcrição do RGEU: Artigo 65.º (Redacção do Decreto-Lei nº650/75, de 18 de Novembro) 1. A altura mínima, piso a piso, em edificações destinadas à habitação é de 2,70m (27M), não podendo ser o pé-direito livre mínimo inferior a 2,40m (24M). 2. Excepcionalmente, em vestíbulos, corredores, instalações sanitárias, despen
  6. Boa noite Posso recomendar a ESAP e a Lusiada! Ambas enquadram-se no que pretende. Espero ter ajudado.
  7. Boa noite Ora bem, tudo que diz respeito a regulamento sobre habitações sejam elas subterraneas ou não tem de ser cumpridos os seguintes regulamentos: RJUE - Regime Juridico de urbanização e edificação; RGEU- regulamento geral de edificações urbanas; Decreto-Lei nº 163/2006, de 8 de Agosto - acessibilidades, regulamento municipal e acho que os mais importantes sao esses, com a informação que forneceu neste momento. Espero ter ajudado.
  8. Bem julgo que isso já passa por um pouco de fisica do liceu, mas deixo aqui um esquema facil de perceber como funciona a coisa, e até memso saber qual a força que vai ser necessário para abrir e fechar a sua porta. http://ciencia.hsw.uol.com.br/sistema-de-roldanas.htm Espero ter ajudado
  9. Boa tarde Deverás solicitar essa informação junto da faculdade que queiras frequentar. Pois cada uma solicita uma cadeira especifica para o ingresso! Espero ter ajudado Abraço
  10. Boa tarde ora bem , pelo que entendi existe uma autorização por parte da Camara, esta autorização para executar as obras foram alvo de uma licença de utilização? Ou seja, após o pedido de autorização para execução de uma obra existe sempre , no final dos trabalhos , um pedido de emissao do alvará de utilização/habitabilidade, bem como por vezes uma vistoria (mas isto é uma outra guerra, não vamos complicar). Se existir essa licença de utilização, a obra estará legal e ok, caso entretanto não tenham havido alteraçoes ao projecto inicial. Se não tiver deverá ser alvo de legalização (licencia
  11. Boa noite Não sei se ainda vou a tempo,mas aqui vai! Qualquer obra terá de ser licenciada junto da Camara Municipal. O facto de existir uma autorização do administrador do condominio não confere legalidade na execução da obra. Apartir de 1951 , data em que entrou em vigor o RGEU- regulamento geral de edificaçoes urbanas passaram a ser emitidas licenças de utilização, para construções posteriores a essa data. Assim sendo deverá haver processo na Camara Municipal. Se não existir a obra estará ilegal! É este o meu entendimento sobre esta matéria. Abraço
  12. É uma operação perigosa! Já vi já fiz , mas nao recomendo! O pilar funciona como um todo, ferro/aço e cimento. Se o cimento facilmente "esfarelar" , tiver muita areia ao bater nele, ou entao pedras de rio (godo) acho melhor nem mexer! Isto visto o predio ter 30 anos e o material usado para encher os pilares à 30 anos atrás , dependendo do predio, nao era certificado! Mas se puder colocar umas imagens poderemos ajuizar melhor! Abraço
  13. Concordo plenamente..toca apuxar pela cabecinha...!!!
  14. Boa noite Tantas perguntas. Vou tentar responder desta maneira para simplificar as coisas: a)Na vossa opinião qual a melhor escola privada e publica de Portugal? - Depende, as estatais Porto e Lisboa estão muito bem "cotadas", as privadas, escolhe uma que tenha historia e acima de tudo seja reconhecida. b)E quanto custa o curso de arquitectura com licenciamento? - O curso em estatais tens de contar com as propinas materiais, livros, maquetas, e claro o investimento de estirador/computador etc etc... Nas privadas somas ainda o preço do curso...que sao bastante caros. mas o melhor é consulta
  15. Boa noite O melhor será contactares a faculdade que queres ingressar e perguntares qual a média do ano anterior. Abraço
×
×
  • Create New...

Important Information

We have placed cookies on your device to help make this website better. You can adjust your cookie settings, otherwise we'll assume you're okay to continue.