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Everything posted by 3CPO

  1. Universidade Lusíada - Porto Design - 2006/2007 Fonte: AcessoEnsinoSuperior Mais informação em: http://www.por.ulusiada.pt/universidade/curso.php?codplano=011 http://www.por.ulusiada.pt/downloads/geral/plano_estudos_design.pdf :)
  2. Universidade Lusíada Lisboa Design - 2006/2007 Fonte: AcessoEnsinoSuperior Mais informação em: http://www.lis.ulusiada.pt/cursos/bolonha/ciclos_2006_2007/designindustrial/1_ciclo/default.htm :)
  3. Carmona Rodrigues estará presente no discurso de encerramento da Trienal de Arquitectura. Esperemos que esta trienal não seja também vitima dos cortes orçamentais. Aguardo a venda de bilhetes. Espero que não sejam quantias muito avultadas. :)
  4. Trienal de Arquitectura de Lisboa 2007 Vazios Urbanos Os “Vazios Urbanos” constituem o tema central da primeira Trienal de Lisboa 2007. São espaços expectantes, mais ou menos abandonados, mais ou menos delimitados no coração da cidade tradicional, ou mais ou menos indefinidos nas periferias difusas. São manchas de “não-cidade”, espaços ausentes, ignorados ou caídos em desuso, alheios ou sobreviventes a quaisquer sistemas estruturantes do território. Para estes “Vazios Urbanos”, em muitas cidades do mundo, equacionam-se, debatem-se e concretizam-se novos conceitos e estratégias de intervenção, modelos de sustentabilidade e gestão, bem como plataformas de interação público/privado. Também os “Vazios Urbanos” de Lisboa, quase sempre de origem pública, estão na ordem do dia e colocam inúmeras questões: Parque Mayer, Feira Popular, Vale de Alcântara, Vale de Chelas, Matinha, Quimiparque e Siderurgia. Ou ainda, na orla difusa, da Amadora à Falagueira, de Queluz à Portela de Sintra. Aliás, em toda a região metropolitana, os “Vazios Urbanos” são hoje notícia a pretexto de grandes projectos imobiliários que alteram profundamente a paisagem da cidade e território lisboetas. Com este pano de fundo, a Trienal de Lisboa propõe-se reflectir, debater e equacionar soluções, propostas, meios e instrumentos de intervenção. Nos palcos do fórum será dada voz a todos os actores: arquitectos, urbanistas, paisagistas, e outros autores e pensadores. Como, também, a entidades administrativas, investidores, promotores e construtores envolvidos nas transformações em perspectiva para a metrópole lisboeta. O futuro das principais cidades e territórios urbanos do planeta depende, em muito, do destino destes “Vazios Urbanos”. E com estes, também, está chegada a altura de pensar e equacionar a Lisboa do século XXI. Exposições: Exposição Portugal Exposição Países Exposição Arquitectos Convidados Exposição Paisagem Exposição Universidades Intervenções na Cidade Exposição AMLXXI/AMPXXI Exposição 10 Promotores Exposição Cascais XXI Conferências: _Redifinir o centro - Sessão 1 - 31 Maio (Manhã) Mod: Luis Fernández-Galiano Richard Sennett Eduardo Souto de Moura Jean Nouvel _Realidade e Cenografia - Sessão 2 - 31 Maio (Tarde) Mod: Paulo Martins Barata (Promontório) Peter Märkli Mark Wigley Steven Holl _Formas de Cosmopolitanismo - Sessão 3 - 1 Junho (Manhã) Mod: Kenneth Frampton Elizabeth Diller (Diller and Scofidio) Alejandro Zaera-Polo (FOA) João Pedro Serôdio _Fluxo e Permanência - Sessão 4 - 1 Junho (Tarde) Mod: Nuno Grande Françoise Choay Zaha M. Hadid Francisco Mangado _O Centro da Periferia - Sessão 5 - 2 Junho (Manhã) Mod: Kurt W. Forster Bjarke Ingels (BIG) Manuel Graça Dias Emilio Tuñón _Cidades Instantâneas, Centros Instantâneos? - Sessão 6 - 2 Junho (Tarde) Mod: Diogo Lopes Saskia Sassen Kazuyo Sejima Jacques Herzog Programa das Conferências - Clique Aqui [PDF] Concursos em Exposição: Projecto Expositivo Intervenções na Cidade Núcleo Universidades Concurso de Ideias para requalificação do Estaleiro do Ouro e Zona Envolvente Palestras Palestras por definir Prémios a Atribuir: Prémio Trienal Prémio Trienal Universidades Ciclo Arquitectura e Música Auditório 2 da Fundação Calouste Gulbenkian -Formas -Processos -Ambiências Links: www.trienaldelisboa.com http://trienaldelisboa.wordpress.com :)
  5. Novos ateliers adicionados: Ásia: Japão - 93 ateliers. África : África do Sul - 56 ateliers Botsuana - 2 ateliers Etiópia - 1 atelier Mali - 1 atelier Quénia - 1 atelier Nigéria - 1 atelier Ruanda - 2 ateliers Uganda - 3 ateliers :)
  6. 71 novos ateliers adicionados em diversos países: :)
  7. [Arquivo] Ateliers Internacionais - Lista
  8. Novos ateliers adicionados por sugestão de asimplemind: BIG - www.big.dk Aart - www.aart.dk Estudio FAM - www.estudiofam.com Nuñes y Ribot Arquitectos - www.nuniezribot.com Mansilla & Tuñon - www.mansilla-tunon.com :)
  9. Estamos no bom caminho... Sinto cada vez mais membros a participarem de forma activa, e a introduzirem conteúdo bastante rico nas discussões. É de louvar o excelente ambiente que se tem feito sentir. Espero que o "G8" se dissolva cada vez mais por entre as mensagens de novos utilizadores activos e participativos. Estamos todos de parabéns. :)
  10. Projeto Expositivo para o Pavilhão do Conhecimento dos Mares, Expo 98 Lisboa, Portugal. ARX Portugal, 1996. Foto Daniel Malhão Abraços
  11. Pavilhão do Conhecimento dos Mares - Lisboa - 1998 João Luis Carrilho da Graça Situado perto da Doca, o edifício tem 2 pisos e é constituído por um volume vertical, que recorda a ponte de um navio. No interior do pavilhão irão ser recriados vários cenários que, de forma lúdica e espectacular evidenciam o processo que conduziu o Homem à descoberta dos Oceanos. Música e sons de várias texturas vão-se interligando com os elementos dos vários sectores do Pavilhão. Este Pavilhão mostrará qual foi, ao longo da história, o processo de conhecimento, descoberta e progressiva apropriação do oceano por parte do Homem. Será analisada, sob vários ângulos, a evolução da relação do homem com o oceano: como aprendeu a navegá-lo e foi definindo os seus contornos, como o explorou ao longo dos séculos, até conseguir o total conhecimento geográfico da sua superfície; como, depois, começou a aventurar-se nas suas profundezas, num complexo processo que exigiu o desenvolvimento de tecnologias altamente sofisticadas; e, finalmente, como foi conhecendo e explorando a grande variedade e riqueza de recursos que ele contém. A experiência do visitante será uma sequência única e contínua, através de quatro sectores expositivos - Sulcar, Investigar, Mergulhar e Explorar - onde os diversos assuntos se encontram interligados e relacionáveis entre si. As Filas, Corredor de Entrada, dois inter-sectores (Magalhães e Challenger), Nave e Saída (Avançar), completam um percurso expositivo marcado pela diversidade de recursos (desde maquetas ao Teatro Virtual) que se articulam na transmissão das mensagens. Na grande Nave, o visitante vai poder fruir uma mensagem em que as peças, dada a sua dimensão e significado, foram construídas em Estaleiros Navais e serão lidas num espaço arquitectónico de grande monumentalidade. Cliente: Expo 98 Arquitectura: João Luis Carrilho da Graça Colaboradores: Nuno Mateus, José Mateus Fotos de: Cristian Richter & Maria Timóteo Desenho Técnico: Mais informação em: http://www.jlcg.pt/
  12. A Universidade de Minnaert foi dos poucos edificios que não pude entrar... Aqui fica mais uma imagem desses espaços: :)
  13. Atelier adicionado por sugestão de grasset.decastro: Grasset & De Castro Architectes - grassetdecastro.no.sapo.pt
  14. Tenho conhecimento de pessoas que compram os novos Mac para instalarem Dual Boot e usarem exclusivamente o Windows como fariam como qualquer outro computador... São opções... Contínuo a achar que a nível de software, tanto o Linux como o Mac continuam um pouco limitados em relação ao Windows... :tired: Abraços
  15. Cidade Dual - projectos urbanos em Carcavelos No âmbito do protocolo celebrado entre a Câmara Municipal de Cascais e a Universidade Lusíada de Lisboa será inaugurada, na próxima sexta-feira, dia 19 de Janeiro, pelas 17H00, no piso térreo do Centro Cultural de Cascais, a exposição CIDADE DUAL | PROJECTOS URBANOS EM CARCAVELOS. Esta exposição apresenta um conjunto de projectos urbanos para o terreno da fábrica da Legrand e área envolvente, em Carcavelos, seleccionados de um total de 350 trabalhos. Cidade Dual foi o tema central dos projectos, implantados numa área com cerca de 16 hectares a Norte do Jardim d´Alagoa, com um programa que contempla habitação, comércio, serviços e equipamentos públicos. No processo de globalização, o digital assume-se como charneira numa nova proposta de habitar, onde o tele-trabalho pressupõe naturais alterações tipológicas, evitando desde logo os fluxos pendulares entre a casa e o trabalho, promovendo antes uma relação de proximidade entre a natureza e a arquitectura. No caso presente, ao contrário de outras colaborações com as Universidades, não existe compromisso de implementação dos projectos apresentados. O objectivo prende-se fundamentalmente em experimentar, em Cascais, novos modelos urbanos, numa perspectiva de criatividade e contemporaneidade - o que foi novamente confirmado neste exercício. A Câmara Municipal de Cascais tem promovido anualmente, desde 2002, com diversas universidades, como o Instituto Superior Técnico, Universidade Lusíada, Universidade Autónoma e Universidade de Mendrisio - Suiça, o desenvolvimento de trabalhos académicos nas áreas de Arquitectura e Urbanismo, tendo como base o território concelhio. A exposição estará patente no Centro Cultural de Cascais de 20 de Janeiro a 4 de Março.
  16. Bem vinda ao Arquitectura.pt :)
  17. Bem vindo ao Arquitectura.pt Seria interessante se partilhasses alguns dos teus trabalhos nas galerias de "Exposição de Trabalhos". Abraços :)
  18. Boa iniciativa. Qual o local da exposição? Abraços
  19. A opçao de rolo custa cerca de 450€ a mais... Devo informar que a HP Designjet 110plus NR também vem equipada com Placa de rede HP Jetdirect... A adaptaçao da 110plus ao rolo, requer algumas alteraçoes nos cabeçotes de impressão, através da inserção de uma lâmina de corte... Eu apenas uso o rolo quando preciso de imprimir tiras de grandes formatos... simplesmente corto manualmente o rolo com o comprimento que preciso e alimento frontalmente como se de um A1 se tratasse... o resto é definido no software... Abraços :)
  20. Edificio Mirador - Madrid - 2004 MVRDV El proyecto de viviendas en altura, proyectado por los arquitectos holandeses en colaboración con la arquitecta madrileña Blanca Lleó, quiere romper la excesiva homogeneidad del trazado previsto por el planeamiento, que contempla, en la casi totalidad de las parcelas residenciales, la configuración de manzana cerrada de 6 plantas. Sin embargo, el volumen proyectado para la parcela TR-22, se desarrolla en 21 plantas y emerge como referente para la ciudad y el territorio. El edificio es un encuadre y un observatorio del horizonte lejano. La construcción proyectada, al elevarse, permite liberar en gran parte la ocupación de la parcela; así se hace posible la cesión de una parte del terreno privado en beneficio del disfrute social colectivo. Se contribuye de este modo a la generación del espacio público necesario que la ciudad contemporánea demanda. Por otra parte, el gran mirador situado a 36,850 metros del suelo, ofrece a los vecinos un jardín comunitario y un espacio al aire libre en altura, donde encontrarse y gozar de las vistas. En resumen, la propuesta quiere abrir la arquitectura doméstica al entorno de la ciudad nueva, al territorio próximo [los nuevos barrios, las redes de circulación, la sierra de Guadarrama] y también, por que no, al contexto mediático que nos rodea. Los más de 23.000 m2 construidos contienen una gran variedad de situaciones y tipos de vivienda, como respuesta adecuada a la heterogeneidad e individualidad actual. Se trata de propiciar las relaciones humanas, integrando en un mismo edificio a grupos sociales diversos y modos de vida distintos. Las circulaciones en el edificio son como pequeñas calles verticales. Sus transformaciones, a lo largo de cada recorrido, aglutinan el compendio de tipologías estructuradas a modo de pequeños barrios. Al exterior, cada uno de los nueve grupos de viviendas iguales o barrios queda identificado y diferenciado de los demás. Pare ello se utilizan distintas combinaciones en la modulación y posición de los huecos, así como los materiales, la textura y el color de los distintos cerramientos de fachada. El vacío exterior, llamado también jardín en altura o mirador tiene una superficie aproximada de 580 m2 en planta [39,4 x 14,70 metros] y una altura de 14,14 metros [menos recrecido de 1,35 metros]; situado en la planta 12, aglutina la diversidad y da identidad al conjunto edificado. Contra la seriación y repetición racionalista de la unidad familiar tipo, se plantea la variación razonable como respuesta a los nuevos modos contemporáneos de habitar. Se proponen organizaciones de viviendas flexibles y adaptables. Se trata de propiciar la identidad que cada habitante vuelca en su casa, facilitando la adecuación a un funcionamiento requerido e incorporando en lo posible los cambios y solicitudes de la demanda actual. Y por supuesto, se priman los incuestionables valores del espacio habitable: el máximo de superficie y de luz natural, así como las adecuadas instalaciones de confort y las mejores vistas. La plaza que la edificación en altura libera será un espacio colectivo. En este jardín abierto, la escultora Cristina Iglesias llevará a cabo una singular pieza de relieve y agua que además de dotar de un valor singular al entorno urbano, establecerá un especial diálogo con el edificio: la dimensión de esta escultura tiene las medidas del mirador y hace referencia a él como reflejo de un espacio desplazado y reflejado en altura. Se trata de jugar con la movilidad del agua introduciendo un elemento de relación con el tiempo y la vida del espectador, el paseante y el habitante. El texto fue enviado por el Colegio de Arquitectos de Madrid. Fonte: http://www.todoarquitectura.com Fotos de: MVRDV & Rob 't Hart Origem: EuropaConcorsi
  21. Há que aproveitar enquanto duram... abraços. Ah, e divulgar...
  22. Devo informar que a Fernandes Técnica renovou renovou uma grande parte do pessoal administrativo levando a um apoio técnico e serviço pos-venda bastante melhor. Eu estava bastante desiludido com o seu serviço, mas nos últimos contactos, revelaram uma nova postura, tentando recuperar a confiança dos antigos clientes. :)
  23. A faculdade é um meio para atingires o teu fim... não é por andares na faculdade X ou Y que serás melhor ou pior... Acredita também que não são os professores "estrelas" que te formam melhor ou pior... Não querendo exercer influências, cada curso tem a sua "tendência" e disciplinas de ensino. Aconselho.te a dares uma vista de olhos nas cadeiras lecionadas e a dares menos importância ao "que se fala por aí"... Se realmente gostas de estudos urbanos, dá maior importância a cadeiras como Projecto Urbano, Gestão Urbana, Técnicas de Planeamento Urbano, História e Teoria do Urbanismo... etc... Abraços :)
  24. http://www.youtube.com/watch?v=CWzpaBHPwnk
  25. Promontório Arquitectos Edificios de Habitação - Lisboa - 1997 Os dois edifícios de habitação são resultado do 1º lugar num concurso por convites promovido pela cooperativa de habitação Coociclo sob uma volumetria imposta pelo plano de pormenor da zona. Independentemente da formalização burocrática da volumetria e implantação, a proposta de projecto submetida a concurso propunha tipologias exclusivamente em duplex em que as varandas–pátio—uma revisão crítica do modelo Corbusiano do immeuble–villa—funcionam como jardins suspensos. Face a uma localização urbanisticamente hostil, entre vias rápidas e a indistinta e saturada mancha resultante do inventário pós-moderno, o conjunto funciona como um condensador social capaz de gerar novas formas de habitar o conceito de “bloco de apartamentos”. A varanda—o espaço proscrito do subúrbio pós-Carta de Atenas—reconquista aqui uma condição de habitabilidade para lá do mero aggiornamento compositivo. Pela profundidade, altura dupla e sistema de protecção móvel, as varandas funcionam efectivamente como pátios onde as pessoas se podem encontrar em termos muito semelhantes aos de um quintal de uma moradia unifamiliar. A fachada, inicialmente concebida exclusivamente em varandas-pátio para as tipologias duplex, densifica-se para incorporar as tipologias simplex através da sobreposição de um sistema híbrido de janelas singulares e dispersas. A esta aparente alietoriedade fazem-se corresponder os requisitos funcionais de cada piso. A complexidade compositiva do conjunto é formalmente sistematizada pela representação das lajes e pela ostensiva monotonia dos materiais—eternit cinzento, betão aparente e alumínio natural—num contraste decisivo com a vulgaridade multicolor da envolvente. Em última análise os edifícios encerram as expectativas do nostálgico paradigma burguês da moradia urbana na irreconciliável cultura metropolitana de congestão. Broadacre vertical, Levittown em altura ou degenerescência do immeuble-villa—são reconfigurações de um modelo hiper-democrático de gestão colectiva do projecto, inflectido no sistemático exercício das vontades individuais dos cooperantes. Absorvido na mancha saturada e indistinta de um inventário suburbano, o conjunto renuncia a distinções formais específicas que não advenham da insólita banalidade imanente do cumprimento do complexo tecno-funcional. Cliente: Coociclo, Cooperativa de Habitação, CRL. Arquitectura: promontório arquitectos Projectistas: João Perloiro, João Luís Ferreira, Paulo Perloiro, Paulo Martins Barata, Pedro Appleton Colaboração: Luis Teixeira Estruturas: Miguel Braga, Eng.IST Fotografias de: Rui Moraes de Sousa Desenho Técnico: Fonte: EuropaConcorsi
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