Jump to content
Arquitectura.pt


Alphaone

Membros
  • Posts

    19
  • Joined

  • Last visited

  • Days Won

    1

Everything posted by Alphaone

  1. Obrigado pela ajuda. Parece-me que conseguiste com que foque a minha procura: "fachada oculta".
  2. Boas, Gostaria de saber qual o nome comercial (português ou inglês) deste tipo de fachadas em vidro (estrutural ?), sem caixilho, a não ser quando existem aberturas? Este tipo de sistema é comercialmente fornecido por marcas ou trata-se apenas de uma questao de pormenorização? Agradeço qq informação. Obrigado.
  3. Processos Digitais de Modelação 3D | Workshop - 3ª edição 13, 15 a 19 de Fevereiro O Estúdio Seed - Estudio experimental de arquitectura, diseño y programación, organiza na cidade do Porto a terceira edição do Workshop - Processos Digitais de Modelação 3D, a 13, 15 a 19 de Fevereiro Dirigido a estudantes de arquitectura, arquitectos e interessados na área de desenho tridimensional digital, o workshop pretende elucidar os formandos das particularidades e diferenças dos processos de computorização e computação e permitir a aquisição de competências técnicas introdutórias, na manipulação de softwares de modelação livre (Rhinoceros) e de modelação paramétrica (Grasshopper) orientada à concepção de objectos 3D. Confere 8 horas (crédito) exigido pelo R.I. na formação complementar opcional “formação obrigatória em matérias opcionais de arquitectura”, pela Ordem dos Arquitectos. Inscrições em http://workshop09.wufoo.com/forms/processos-digitais-de-modelaaao-3d/ Programa completo e outras informações em http://seed.cat
  4. Pelo que percebi, os quartos só têm vista para terraços. É a segunda casa que vejo nos últimos anos com este tipo de solução, em Portugal. É claro que os arquitectos têm toda a legitimidade para escolher esta solução se o cliente se sente à vontade. Acredito que é uma excelente solução para situações em contexto mais urbano. As pequenas casas das estreitas ruas de subúrbios japoneses é disso exemplo perfeito. No caso desta habitação, se a área social está toda aberta para o exterior, pode-se imaginar que a paisagem deve ter interesse. Assim, questiona-se se não ficará resumido à procura da forma pela forma (ainda legítimo, mas menos interessante). Admite-se que desenhar vãos é muitas vezes complicado. Acho interessante a forma da chaminé do recuperador de calor que surge como um apontamento de geometrias mais complexas (embora ainda, simples) no contexto de uma habitação absolutamente modernista o que em Portugal quer dizer (ainda) vaguardista.
  5. Processos Digitais de Modelação 3D | Workshop - 2ª edição 4 a 8 de Janeiro 2010 O Estúdio Seed - Estudio experimental de arquitectura, diseño y programación, organiza na cidade do Porto a segunda edição do Workshop - Processos Digitais de Modelação 3D, de 4 a 8 de Janeiro de 2010. Dirigido a estudantes de arquitectura, arquitectos e interessados na área de desenho tridimensional digital, o workshop pretende elucidar os formandos das particularidades e diferenças dos processos de computorização e computação e permitir a aquisição de competências técnicas introdutórias, na manipulação de softwares de modelação livre (Rhinoceros) e de modelação paramétrica (Grasshopper) orientada à concepção de objectos 3D. Confere 8 horas (crédito) exigido pelo R.I. na formação complementar opcional “formação obrigatória em matérias opcionais de arquitectura”, pela Ordem dos Arquitectos. Inscrições em http://workshop09.wufoo.com/forms/processos-digitais-de-modelaaao-3d/ Programa completo e outras informações em http://krfr-1.com/seed/
  6. Workshop - Processos Digitais de Modelação 3D Confere 8 horas (credito) exigido pelo R.I. na formação complementar opcional “formação obrigatória em matérias opcionais de arquitectura”, pela Ordem dos Arquitectos. :: Calendário: 25 e 28 de Novembro, 1 e 5 de Dezembro: :: Horários: 25 Nov: 14h30 – 17h30 Restantes dias: 9h – 13h e 14h30 – 18h30 :: Carga horária: 27hrs :: Local: Escola de Arquitectura da Universidade do Minho :: Público-alvo: Estudantes de arquitectura, arquitectos, desenhadores e interessados na área de desenho tridimensional digital. :: Perfil Inicial: Jovens ou adultos com conhecimentos gerais de desenho 2d e 3d em ambiente digital. :: Perfil Final: O formando deverá ser capaz de: Identificar e reconhecer as particularidades inerentes aos processos digitais de desenho aplicados na fase de concepção em arquitectura. Produzir modelos 3D e 2D com base no software Rhinoceros e no plugin Grasshopper. :: Objectivos: O desenvolvimento deste workshop tem como objectivos: - Elucidar os formandos das particularidades e diferenças dos processos de computorização e computação. - Dotar o formando de competências técnicas introdutórias, na manipulação de softwares de modelação livre (Rhinoceros) e de modelação paramétrica (Grasshopper) orientada à concepção de objectos 3D. :: Orientação: Estúdio SEED e Krfr :: Formadores: Arq. Adriano Faria e Amílcar Ferreira :: Número de vagas: - Número máximo de alunos: 15 - Número mínimo de alunos: 10 :: Preço: - Estudantes e estagiários: 155€ + IVA - Profissionais no activo: 180€ + IVA Formulário para inscrição: http://workshop09.wufoo.com/forms/processos-digitais-de-modelaaao-3d/ mais informações: seed.portugal@krfr.org e http://seed.cat
  7. Tive conhecimento desse facto recentemente. Ficamos com a sua música que, ao contrário da arquitectura (?),por não ser palpável, é eterna.
  8. O que será que está nova Angola para onde tantos vão com os intuito apenas de fazer dinheiro... Duas palavras para este projecto: quel horreur. Se ainda fosse um hotelsinho....
  9. Bem, ao menos estamos de acordo que ainda n temos cidade num país "decente, rico,e culto". Não estou contra o equipamento, apenas acho que tendo em conta que n vai ser público, poderia estar num local menos "nobre". Não considero aquela zona como "desligad"a da cidade. O jardim é apenas uma ideia... muitas outras poderiam surgir. Tenho a certeza que se colocasse as mentes dos alunos de arquitectura da UM a pensar no assunto, poderíamos encontrar propostas muito interessantes. Bastaria isso. Agora,é óbvio que infelizmente n temos possibilidades financeiras para esperar da câmara um equipamento público, muito menos ligado à cultura. A cultura em Braga se alguma vez esteve em cima da mesa da presidência, passou rapidamente para o caixote do lixo quando perdemos a Capital Europeia para Guimarães. Também neste momento, questiono se de facto temos público para isso... De resto, ainda estamos a pagar o estádio AXA, outro equipamento que fica aquém do seu potencial. Tive oportunidade de ver um encontro de música electrónica nesse estádio, em áreas cobertas, e achei fantástico. De lá para cá parece que o estádio fechou-se ao futebol, com pena minha. Podia ser melhor aproveitado. Mas enfim, futebol e shoppings é o que a maioria quer... e assim sendo, a maioria deve estar feliz, pq em breve teremos o Dolce Vita, e esperemos que pelo menos tenha uma sala de cinema menos comercial. Sim pq, a terceira cidade do país, a cidade mais jovem da Europa, a cidade da UM, nem sequer consegue ter oferta significativa de cinema menos comercial. Nada disto é pessoal, cada um vê Braga como vê. Se estão satisfeitos com a cidade, fico sinceramente feliz por vocês. Infelizmente para mim, n partilho dessa visão... e todos os anos vejo amigos meus tomarem a mesma decisão que tomei: deixar a cidade, e claro, principalmente por motivos profissionais, mas não só.
  10. Só tenho pena que um edifício que à partida, n trás ,DIRECTAMENTE, benefícios ao comum cidadão de Braga, venha ocupar uma área que considero nobre. Perde-se um parque de diversões de qualidade duvidável,é certo, que a troco de alguns euros era cenário para bons momentos entre pais e filhos e ganha-se um edifício, provavelmente fechado ao cidadão comum, com automóveis estacionados. Numa cidade que pouco mais oferece do que uns shoppings... é pena. Se é para estar perto da Universidade do Minho, então que construam dentro do campus. N há mais espaço dentro do campus? Sigam a filosofia do I.S.T.. Pedir um espaço público de qualidade, na sequência dos campos de jogos adjacentes e que ligasse de algum modo à ciclovia que fica perto... com cafés, jardins, parque infantil... ou até algo muito mais criativo, é se calhar, pedir muito... Lamento Msilva, mas Braga tá cada vez pior.
  11. Aqui está..... um free trial do Generative Components. Só até meados de maio.... e que tal, em breve uma secção sobre estas novas arquitecturas no fórum? GenerativeComponents is an associative and parametric modeling system used by architects and engineers to automate the design processes and accelerate design iterations. It gives designers and engineers new ways to efficiently explore alternative building forms without manually building the detail design model for each scenario. It also increases their efficiency in managing conventional design and documentation. http://www.bentley.com/en-US/Markets/Building/GenerativeComponents.htm
  12. Sem dúvida vai ser muito útil na nossa área. As novas colecções demo são incríveis.
  13. Boas, Não sei absolutamente nada sobre simulação de massas de ar dentro de um edifício mas gostaria de começar a entrar nessa área. Alguém que tenha alguma experiencia e que possa sugerir um software menos complicado? Gostaria de ter algo que desse para trabalhar em ambiente 3d para estudar por exemplo, coisas como: efeitos de um átrio solar, efeitos de uma claraboia aberta etc... efeitos de uma parede de trombe (nomeadamente algo que desse para ver a área de influencia dependendo da própria área da parede, por exemplo), etc... Obrigado
  14. Olá. Eu queria acrescentar que coloquei esta mensagem aqui, não na expectativa de receber palavras de encorajamento, embora as agradeça, mas sim como um simples relato pessoal que decidi partilhar pq acredito que muitos se irão, de algum modo, identificar com ele. Se colocarem de lado a escrita um tanto pessimista e vermos simplesmente os factos... eles são reais (ano 2006) e isso é que gostaria que passasse, pois acho que é quase inacreditável. O que fazer? continuar... n tenho dúvidas. Obrigado.
  15. Melhor café para mim: Bogani seguido de Delta e Nicola
  16. Do meu diário há cerca de um ano atrás: Sou recém licenciado. Estagiei durante um ano num dos melhores ateliers, se não mesmo o melhor da cidade onde moro. Infelizmente, não fui convidado a ficar. Infelizmente não tinha percebido o quão importante isso poderia ser. Infelizmente não me tinha rendido até então, à evidência que no fim de contas, no início de carreira pouco mais poderia aspirar do que ser macaco de CAD; um desenhador que pouco questiona e apenas produz desenhos que hoje facilmente são produzidos mais depressa por softwares paramétricos. Quando terminei o estágio, tinha uma carteira de 4 potenciais clientes. Estava francamente animado. Comecei rapidamente a trabalhar em dois projectos, um para um familiar e outro para um amigo de um familiar. Sim, é preciso ter muitos amigos para começar nesta profissão. E claro em high places, melhor ainda. Simultaneamente fiz o primeiro ataque de envio de cartas, currículos, link para webfolio. O projecto para os familiares, está até hoje em banho Maria. Talvez um dia saia do papel para a realidade palpável. O segundo projecto era uma pequena moradia unifamilar. Foi sendo desenvolvido calmamente, como todos os projectos deveriam ser desenvolvidos, pois o cliente não tinha grande pressa. Há demasiado dinheiro a ser gasto em edifícios, cujos projectos são desenvolvidos em poucas semanas… Por fim, o projecto estava preparado para dar entrada na câmara local e aguardava apenas o termo de membro efectivo da Ordem. Quando finalmente contacto o cliente, já com o referido documento em posse, percebo que me está a tentar evitar, adiando sucessivamente reuniões. Por fim, foi aquele que seria o construtor dessa obra que me diz que o cliente havia vendido o terreno. Obviamente que os papeis, os “rabiscos” que um arquitecto qualquer lhe havia feito, não lhe interessavam mais. Segundo ataque de cartas, cartas, currículos, link para webfolio. Consegui uma entrevista. Um arquitecto havia gostado do meu webfolio e propôs-me que lhe desenvolvesse um site. Pouco tempo depois, contactou-me novamente. Estava interessado em contratar-me. Salário base para tempo completo, pelo menos nos primeiros 6 meses seria de 400 euros mensais. Fiquei chocado com a proposta. Acreditando, tal como ainda acredito que se pode aprender muito num atelier, mesmo que sejamos na maioria do tempo apenas macacos de CAD, aceitei. Durante o tempo que estive nesse segundo atelier um amigo dos meus pais, pediu-me um projecto de alteração para uma moradia unifamiliar. Fiquei particularmente feliz pois sabia que quem havia projectado a casa na década de 40, tinha sido o meu avó paterno. Comecei a pedir alguns dias em part-time para dedicar-me a esse projecto. Parece-me que isso não foi visto com bons olhos. Somando a isso, o meu temperamento um pouco complicado e uma ausência grave de humildade para quem está apenas a começar na profissão, fui despedido. Aparentemente não interessava à empresa. A empresa pode sempre dispensar um qualquer que trabalha por 400 euros e poucos dias depois tem outros quaisquer na fila para entrevistar, até com mais experiência que eu… Contudo, antes de sair definitivamente do atelier, o arquitecto sénior fez-me aquilo que ele mesmo chamou de “proposta indecente”; propôs-me utilizar o espaço do atelier, os meios, os computadores, os livros para trabalhar nos meus projectos. Sim, era uma proposta estranha. Contudo e estranhamente também me fez pensar que afinal o meu desempenho não teria sido assim tão fraco. Eu respondi que essa “proposta indecente” não necessitava de aceitar pois tinha espaço e meios para trabalhar e que já me havia bastado aceitar a “proposta indecente” de ganhar um salário tão baixo. O projecto de alteração está em apreciação camarária. O trabalho não abunda. Para já não cumpri o terceiro ataque de procura de emprego. Estará para breve. Há dias em que penso que errei, que devia ter sido mais paciente, mais forte no meu posto de macaco de CAD. Devia ter apreciado mais as poucas oportunidades que temos de pensar, de questionar. Não houve muito tempo para isso nas experiências que tive. Há dias em que me sinto um pouco perdido. Há muitos dias que tenho tempo livre suficiente para ir tomar café com amigos… Posso ir tomar café com o Pedro, um colega que estava a estagiar no mesmo atelier que eu estagiei. Ele não é arquitecto, tem um curso de CAD e o pai é um pequeno empreiteiro local. É sempre uma boa oportunidade para ouvir qualquer coisa do género: “pois, se ao menos assinasses projectos, podias estar a encaixar algum…”. Eu prefiro que outros o façam. Senhora Helena Roseta, mesmo que a lei seja implementada….isto não terá fim… Há dias em que se desanima. Em que se tentam racionalizar as potenciais desculpas para desistir deste caminho. Há dias em que penso: “ainda bem que não construo; ainda bem que não contribuo mais para o caos que é o ordenamento deste país; ainda bem que não vou provocar mais um estrago ambiental qualquer porque o cliente acha piada a uma madeira exótica cujo nome ninguém sabe soletrar, proveniente de um país esquecido”. Há dias em que recordo das palavras da arquitecta Lívia Tirone, que me fez uma das primeiras entrevistas: “nunca desista!”. Não creio que tivesse naquela altura percebido a razão de ser de tais palavras. Há dias em que sinto a paixão a desaparecer, em que ela não parece ter espaço. Espaço…. Espaço… E todos os dias levanto-me teimosamente cedo para ir trabalhar, mesmo que saiba sempre que tenho apenas em mãos um projecto e que sobrevivo em grande parte devido aos meus pais. Saio de casa e desloco-me até ao apartamento que será a minha futura casa e onde tenho o meu escritório, antigo local de estudo, os livros, o computador. No caminho e ao contrário do que é habitual, paro numa pastelaria. Sei que não tenho ovos no apartamento para fazer a habitual omelete de claras, por isso decido comprar 4 pães para juntar ao queijo que ainda sobra: duas baguetes pequenas e dois bicos de pato. Total: um euro e vinte cêntimos. Da última vez que estive a trabalhar num atelier, estava a ganhar sensivelmente dois euros e 50 cêntimos à hora. E não foi há dez anos atrás. De repente percebo que com aquele dinheiro poderia comprar cerca de 8 pães. Há dias em que penso que qualquer coisa é melhor do que estar quase oito horas por dia em frente a um computador a ganhar por hora aquilo que não chega para um Mcmenu. Espera-se que no meio disto tudo a verdade não se perca e a beleza seja algum dia atingida.
  17. Ok, terminei o curso há 3 anos... estive em dois gabinetes. n me integrei realmente em nenhum dois dois. Não gosto de tar o dia todo em frente ao computador. O meu primeiro cliente vendeu o terreno para a casa que eu tinha projectado prestes a dar entrada na câmara. O segundo está à espera de aprovação de especialidades, que demoraram cerca de 4 meses a estarem prontas, graças a uma equipa "dedicada" de eng's. Trata-se de um projecto de alteração de uma casa da década de 40. O projecto de arquitectura esteve chumbado pq o arquitecto da câmara dizia que a casa n podia ter 3 pisos quando o PDM só permite 2. A casa tem 3 pisos desde 1940, eu n acrescentei nenhum... lá se convenceu disso e passou o projecto. Na verdade a casa só tem dois pisos acima da cota de soleira, mas ele considerou sempre a cave para efeitos de cércea, n sei bem porquê. Num dos ateliers onde trabalhei recebia o salário mínimo nacional. Tinha que trabalhar duas horas para mandar um fax de 3 paginas numa agencia de CTT, para comer um McMenu....., ou para plotar duas A1 a preto e branco. Acabei de falar com um terceiro cliente e mostrei a minha proposta. Ele n ficou muito impressionado, e contra-propos com uma ideia dele,e admito: até é interessante. Botton line: acho que sou incompetente e vou desistir. Não vos iria roubar muito trabalho, mas é sempre mais algum que sobra.:tired:
  18. Se for uma placa única de gesso cartonado, daria bom resultado levar a placa até à altura pretendida do rodapé e fixar o rodapé, digámos em mdf, à própria estrutura do tabique? ou o micro espaço que ficaria entre o pladur e o mdf iria ser problemático?
  19. Não venho responder à tua questão mas partilhar a tua dúvida. Também tenho a possibilidade de fazer um trabalho de design de interiores de uma habitação. Para já o que fiz foi estimar os custos fixos... principalmente deslocações que serão muitas neste caso, de resto tou às cegas....
×
×
  • Create New...

Important Information

We have placed cookies on your device to help make this website better. You can adjust your cookie settings, otherwise we'll assume you're okay to continue.