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André Lima Carvalho

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  1. Obrigado. Não fazia a mínima ideia que esse sistema causava tantos problemas. Infelizmente não estou a trabalhar num projecto de raíz, mas num que foi entregue a Projecto. Nesta altura do campeonato, colocar a caixilharia a correr à vista não é uma alternativa pq interfere com os volumes suspensos que contêm os quartos (todos os vãos são deslizantes) e não consigo arranjar uma solução sem ser esta que não me obrigue a aumentar a espessura da parede. Como estou a intervir numa zona de área reduzida rodeada de pré existências tive de criar uma afastamento (zona verde) para ter luz natural em algumas zonas. Aumentar pra fora vai aproximar o edifício do que o rodeia (dist actual - d 4mts) e pra dentro vai diminuir áreas já bastante reduzidas (eu sei que são alguns cms mas qd temos áreas mínimas... tenho alguns problemas em estar a reduzi-las ainda mais). A solução é fraca no que toca a pontes térmicas (como todas a caixilharias deslizantes), mas nesta altura é a solução que interfere menos com as outras componentes de projecto e com o conceito.
  2. Concordo plenamente com "Desde que a respectiva civilização se identifique com ela" mas as reconstruções periódicas dos templos japoneses são feitas segundos preceitos rígidos, não são uma questão de modas ou de relações públicas para os media. A madeira é extraída do bosque sagrado e o templo não é construído no mesmo local, mas sim vai alternando dentro da área considerada sagrada (comporta a zona do portico de entrada, do largo a seguir e do bosque sagrado) e só após a construção do último estar finalizada e que o primeiro cessa de existir. Mas esses conceitos de reconstrução, evolução, crescimento estão bem patentes na arquitectura habitacional tradicional, eles não têm o conceito de valor patrimonial que os ocidentais começaram a adoptar em finais do séc. XVIII inícios do séc. XIX. Para eles não faria sentido a preservação morta que aqui se faz (às vezes). A sociedade evolui e as necessidades tb. Assim sendo os "equipamentos" tb têm de evoluir, já não estamos na reconquista cristã no entanto temos "reconstruções" que não cumprem função alguma excepto a de servirem para palco de uma ou duas manifestações culturais ao longo de um ano. Será esse o caminho a seguir? Tudo tem apenas o significado que lhe damos, a reconstrução das estátuas afegãs é outro exemplo, o regime, que naquele caso representava uma linha extremista da cultura maioritária considerou-as uma ameaça e derrubou-as. Mas a sua mera reconstrução só para dizer que estão lá no deserto... não me parece uma alternativa viável. De que forma é que esses elementos "reconstruídos" beneficiam as populações e os países?? A arquitectura não pode existir como uma cultura de laboratório para os "crânios" apreciarem. Foi feita pq tinha utilização e valor para quem as fez e assim deve continuar. A arquitectura serve as pessoas e não a si própria.
  3. tá mt fixe!! :icon_peace: Acho que é uma ideia no mínimo original, mas concordo com os retoques de fotoshop, ou isso ou foi acrescentado algum tipo de corante pra criar os diferentes tons
  4. Estou de momento a fazer um exame a construções do 5º. O docente da cadeira direccionou-me ao site www.krona.es para ver as medidas standart de ums sistema de caixilharias que corre para dentro de uma parede de gesso cartonado, delas depende o dimensionamento das paredes exteriores e dos elementos estruturais e posterior resolução/composição/materiais/sistemas adoptados. Apesar de encontrar referencias da empresa nao encontro nenhum link que me de acesso ao site, deve ter desaparecido. Não encontro outro site com um esse tipo de sistema. Contento-me com um pdf ou jpg que me ilustre o sistema (com cotagem) agradeço qualquer ajuda que me possam dar.
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