Jump to content

Miguel Coutinho

Membros
  • Posts

    40
  • Joined

  • Last visited

Everything posted by Miguel Coutinho

  1. Queres que façam o trabalho por ti? :)
  2. olá, Alguém aqui do fórum tem cartografia de Lisboa, desde 1650 até 1900? Os recursos encontrados têm banstante má qualidade, e, ou já são plantas trabalhadas por outros autores, ou têm baixa resolução. Obrigada:)
  3. Alguém tem informação ou bibliografia acerca desta obra do arqto E. Souto Moura? Obg :D
  4. http://www.stevenholl.com/PT164_1C.htm http://images.google.pt/imgres?imgurl=http://naoce.sjtu.edu.cn/teaching/arch/precedent/2004/Papers/26-Y%2520House-p01.JPG&imgrefurl=http://naoce.sjtu.edu.cn/teaching/arch/precedent/2004-precedents.htm&h=1888&w=1254&sz=246&hl=pt-PT&start=4&um=1&tbnid=hOAxdn18-ggx4M:&tbnh=150&tbnw=100&prev=/images%3Fq%3Dsteven%2Bholl%2By%2Bhouse%26svnum%3D10%26um%3D1%26hl%3Dpt-PT%26sa%3DN '> http://eng.archinform.net/projekte/8158.htm Isto ajuda?
  5. A Gelsenkirchen Arena, na Alemanha, é totalmente coberta, sendo parte desta ( cobertura ) retractivel, o mesmo acontecendo com o relvado, principalmente por causa dos concertos, de modo a não danificar o relvado. A questão do sol não sei como se resolve neste caso, já que a principal razão apontada para o deslocamento do relvado, se deve ao caso dos concertos ou eventos do mesmo género.
  6. Já se tem vindo a repetir à muito :s
  7. Seria interessante comparar este com outros exemplos do mesmo género. Riazor, do P. Eisenman, também em Espanha. Pessoalmente, o "Render" do camp nou não me fascina nd, e muito menos o projecto em si, que consiste no dito (Render)
  8. Aí está a distância do rio..
  9. Rem Koolhaas - Villa Dalla´ava Saint Cloud, Paris 1985/1991 La opción arquitectónica quedó determinada por la notable influencia del entorno construido y del paisaje. Así, con objeto de preservar las relaciones visuales y de controlar las complejas correspondencias existentes entre los arquitectónicos presentes, se optó por dividir el terreno en tres franjas, orientadas de este a oeste. La primera partición, definida como un jardín, se inscribe en la continuidad de la franja de la parcela superior y se prolonga hasta la entrada de peatones. La voluntad de preservar una franja no construida al fondo del solar permite establecer la idea de cruz en vacio, y valorar las nuevas relaciones de vecindad. La segunda franja la constituye el edificio longitudinal, y la tercera, asfaltada, permite el acceso al garaje. El volumen principal del edificio se dispone en el eje de la parcela, agrupándose los dormitorios en la planta superior en dos volúmenes perpendiculares al cuerpo principal. Las cubiertas ofrecen una vista panorámica de París. Fuente: El Croquis Nº53 – 1992 Fontes: http://www.datarq.fadu.uba.ar/catedras/castane/expo/dallava/dallava.htm http://artchitecture.skynetblogs.be/post/3342377/rem-koolhaas-villa-dallava http://eng.archinform.net/projekte/1694.htm?scrwdt=1024
  10. E olhem outra relacionada com o sistema do ensino superior: o método PALOP... ou então, "doí-me a perna, vou-me candidatar em regime especial"...:)
  11. No iscte, no ano lectivo passado, havia uma colega que tinha pedido transferência da Lusíada para o ISCTE (fez o 1º ano na L. e passou para o 2º no ISCTE), o que me estranha agora com o bolonha, terem alterado o processo de transferência e equivalências, até porque ambas as univ. já estão de acordo com o bolonha....
  12. É caso para dizer "isso não se faz".. :disappointed: :icon_punch: :armed3: :)
  13. A week after Alain Prost's Formula One team went into receivership with debts of £19m, McLaren have unveiled a futuristic masterpiece that will make him feel like giving up. The team with whom the Frenchman won three of his four world drivers' titles gave a guided tour of a new project that makes the efforts of F1's smaller teams look utterly pointless. Silicon Valley, let alone F1, has never seen anything like it. Even a perfectionist like Grand Prix impresario Bernie Ecclestone will be impressed. The new facility, known for the moment as Paragon, cost £200m, a sum accumulated by McLaren chairman Ron Dennis from the profits of the last 10 years. It will house 1,000 staff on a site close to McLaren's existing factory, outside Woking in Surrey. The first arrivals will begin moving in next August. Designed by the award-winning architect, Sir Norman Foster, but unquestionably the personal inspiration of Dennis, Paragon is as far away from the cash-strapped trials of the Prost team as you can get. Much of the low-level building is underground, linked by a network of shopping mall walkways and lifts. No other buildings are visible from the two over-ground storeys. The F1 racing organisation will be housed alongside production of the Mercedes McLaren joint venture SLR road car. There will be a health club, swimming pool, 600-seater restaurant and universal electronic noticeboards displaying messages, practice times from Grands Prix and even the races themselves. Electronically-controlled taps Half the electricity will be generated in-house so that in the event of a power cut within the standard system, work can continue without disruption. There will be no taps to turn. The water will be electronically controlled from a computer centre that can adjust the temperature at the touch of a button linked to each outlet. The ceramic tiles alone are costing £2.5m. The lake outside the curved glass frontage will play a part in the overall heating system. Each glass panel weighs 40 tonnes. Neither fish nor algae will be allowed in the white-walled waterfalls which will ring the outer edge of the lake. But there is a plan to introduce pike after a number of years to clear any unwanted inhabitants who might have chosen to outstay their welcome. No wires will be visible in any of the offices. The specific furniture design to hide all cabling will become a new McLaren brand, as will the lighting system, which incorporates smoke detectors, sprinkler sensors and emergency lights. But this space-age empire, gathering all the various McLaren companies under one roof, is not merely a workplace. Its creator, Ron Dennis, wants to take technology to a teenage generation through Paragon's Visitor and Learning Centre. Dennis describes his mission to educate, inform and entertain as "90% NASA and 10% Disney". Bleak future for backmarkers McLaren receive 12,000 visitors each year to their present factory. Dennis believes that the scale of his all-white world will prove even more attractive. How his F1 rivals see this breathtaking enterprise is another matter. If this is really what it takes to succeed in Grand Prix racing, backmarkers like Prost, Minardi and Arrows have a far bleaker future than they have ever cared to imagine. As if the reputed £10m annual salary to keep McLaren's brilliant technical director, Adrian Newey, out of Jaguar's clutches was not eye-popping enough. Perhaps one or other of them would be interested in taking over the lease of McLaren's factory when it's vacated, which is Dennis' preferred option. The challenge for Dennis and McLaren, however, is to ensure that the all-consuming attention to detail which has distinguished the project does not deflect from the business of winning. The purpose of Paragon, after all, is as a centre of excellence. Fonte: http://news.bbc.co.uk [ame=" "]YouTube - Mclaren factory[/ame]
  14. Radicalistas [ame=""]YouTube - Daft Punk - Electroma[/ame] :p
  15. E porque é que não é? porque assim o determinas? Há que justificar! Acima de tudo, é o que importa :)
  16. humm Oui =) A arquitectura deve servir o utilizador O utilizador é servido quando a arquitectura é 'boa'
  17. É assim, foi proposto que o objecto ficasse suspenso no ar, preso ao tecto por fios de nylon, mas eu duvido muito da capacidade para me fazerem isso.. Pronto ok, a base foi precipitado da minha parte.. sorry, mas fica a ideia que o objecto n é pra ficar assente no solo, tem de ficar ao nível de alcance visual do observador.. (agr a brincar, não quero pessoas a fazer o pino para verem o interior do objecto )
  18. O objecto vai ficar posicionado de modo a que o observador fique ao nível dessas aberturas, e assim não haja nenhum entrave visual, possivelmente sob uma base, já que a estrutura não pode passar a regra do 1x1x1m
  19. Aqui fica o resto: Maqueta com os materiais. As superfícies passam de regulares a irregulares devido à intersecção das mesmas com os orifícios ( cheios e vazios ). Onde não existe a intersecção, a superfície continua regular. Devido à disposição díspar das duas metades, é permitido ao observador vizualizar tanto o exterior como o interior, devido ás áreas deixadas em aberto, sem qualquer tipo de cobertura. Enjoy
  20. Aqui fica mais alguma coisa que andei a desenvolver: Espero que o esquiço seja perceptível da evolução O cubo é irregularizado, divide-se em duas metades, ora duas metades que apelam ao sentido divergente do conceito, e são encaixadas de forma díspar ( o divergente ). e assim fica um esboço para a estrutura. Bom, como defini a horizontalidade como um dos princípios a seguir, acho por bem, optar pela disposição das ultimas duas fotos. Mais logo ponho a maketa com materiais.
  21. Sim, é do segundo semestre. No 1º, fizemos o levantamento e análise da Igreja da Memória na Ajuda, e de seguida o projecto de um quiosque com 3 espaços distintos para essa mesma zona. neste segundo semestre, fizemos outra análise, e agora estamos com este exercício. Ainda haverá outro. Que genéro de intervenção estás a fazer? :)
  22. Pois, a estrutura não tem como objectivo ser habitável... Mas o 1x1x1 não seria aplicado a todos, em casos excepcionais, a escala passava a estar ao critério do aluno, mas, e sublinhando o que o joaoneves disse, como continuaria sem ter função, nem sequer de habitação, o aumento de escala serviria apenas para dar nas vistas (maqueta neste caso )
  23. Fotos das maquetas realizadas (2ª fase): Pondo de parte o 'interior/exterior', seria então mais interessante e apelativo explorar as identidades que essa dualidade cria - duas identidades diferentes. Não deve ser dada tanta importância à presença da membrana, mas sim à descrição que é feito pelos espaços que cria, ou seja, não é importante o que divide, mas sim o que está dividido. Assim, como ideia, pretendo criar uma estrutura que reflecte estas vivências, ( fotos das maquetas anteriores ), de explorar as duas identidades através de dois sistemas opostos: os cheios e os vazios. Gosto principalmente da 4ª foto, que demostra quase que as duas estruturas a separarem-se, e a mostrar o cheio a afastar-se, e a ficar marcado o vazio na estrutura oposta. Penso que as identidades, são quase que como uma tensão entre a palavra e a imagem - palavra/cheio e imagem/vazio. A palavra não tem um 'poder' tão grande como o da imagem, talvez esteja errado, mas uma imagem é mais susceptível à imaginação do que uma palavra, neste texto em concreto. O devaneio começa portanto, a tomar lugar no meu projecto. Comentem!! :)
  24. Como 2º exercício do segundo semestre da cadeira de Arquitectura II, foi pedido uma estrutura espaço/formal, de forma a abstractizar os nossos conceitos e ideias. A entrega intermédia foi á uma semana atrás e classifiquei o que está aqui publicado como 1ª fase (antes da apresentação) e 2ª fase (após a apresentação e em desenvolvimento). A apresentação não correu muito bem, o meu conceito foi apelidado de "seco" e o objecto até aí desenvolvido de pouco interesse, pela docente Mónica Pacheco, pondo basicamente de lado, grande parte do trabalho que tinha desenvolvido com a docente Ana Vaz Milheiros, a professora da minha turma, sendo que o que poderia suscitar interesse no meu trabalho, seria o modo como explorei os cheios e vazios (na maqueta do pormenor), ou seja, dum lado é vazio, e do outro cheio. 1ª Fase O exercício consiste na concepção de uma estrutura espaço/formal, com o máximo de 1x1x1m ( excepto em casos de conceitos e ideias brilhantíssimas ), a partir da escolha e leitura de um conto do livro Cidades Invisíveis. Isaura é uma cidade que se situa sobre um lago subterrâneo, e por todo o lado os habitantes escavaram poços para retirar água, e foi até aí e não mais que a cidade se expandiu. Assim, o conceito é a relação de dois mundos distintos, ou seja, o exterior/interior, é uma dialéctica. Interessa mais demonstrar o interior, mas a partir do exterior, já que está implícito que vai ser o interior que me irá condicionar a forma exterior, e daí resultariam os dois mundos - quase que como dois conceitos diferentes. Ou seja, criei uma estrutura metálica, onde iria assentar uma espécie de membrana ( a divisão dos dois mundos ), sendo que as formas desta eram dadas pela estrutura. Primeiro experimentei com um carácter orgânico, acabando por optar por formas irregulares. A membrana iria envolver toda a estrutura, que ficaria oculta, e constituindo assim o interior. Através de uma série de aberturas, conseguiríamos vislumbrar o interior do objecto ( a partir do seu exterior ). Maqueta de estudo da membrana a assentar na estrutura: Pormenor das aberturas: 2ª Fase Conceito: o exercício pede a definição de uma estrutura espaço/formal, decorrente da interpretação de um conto do livro “Cidades Invisíveis”, de Italo Calvino. A cidade proposta para o referido exercício foi Isaura. Isaura, cidade dos mil poços, presume-se que se situe por cima de um lago subterrâneo. (...) o seu perímetro verdejante repete o das margens escuras do lago sepultado, uma paisagem invisível condiciona a visível, tudo o que se move sob o sol é impelido pela onda que bate encerrada sob o céu calcário da rocha. Por consequência, dão-se religiões de duas espécies em Isaura. Os deuses da cidade, de acordo com uns, habitam as profundidades, o lago negro que nutre as veias subterrâneas. Segundo outros, os deuses, habitam os baldes que sobem pelas roldanas quando saem fora da boca dos poços, nas polés que giram... A partir do excerto nota-se a dualidade que existe nesta cidade, que assim, comporta quase que duas realidades ou dois elementos independentes com princípios opostos. Estamos pois na presença de dois conceitos, duas religiões, do claro e do escuro, do cheio e do vazio, do interior e do exterior, apenas separados pelo céu calcário da rocha. Este céu é a membrana que permite a distinção destas duas partes, traduzidas em espacialidades discrepantes. O conceito consiste portanto, na elaboração de diferentes espaços, a partir da importância que o conto dá ao contraste das partes, e pretendendo-se criar diversas atitudes aos intervenientes que interagem com a estrutura final. Assim, trata-se de estabelecer dois espaços/estruturas que tenham uma qualidade ou individualismo muito próprio. Interagindo no espaço, pretendem-se criar novas vivências, propondo um percurso que vá ao encontro dos pontos fundamentais a desenvolver, como a forma, materialidade, luz, todo o conjunto de sistemas que definem os objectos de arquitectura.
  25. Não é assim tão interessante, é só alguém colocar algumas imagens da villa em bordeus, do koolhaas, e o interesse vai todo prós passarinhos....
×
×
  • Create New...

Important Information

We have placed cookies on your device to help make this website better. You can adjust your cookie settings, otherwise we'll assume you're okay to continue.