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Dreamer

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Everything posted by Dreamer

  1. Grandes imagens... grandes experiências... parabéns... PS: Mas que raio de "bilharada" é essa??? :?: Duas bolas n.º 1 ??? :?: lololol
  2. Isso também eu já constatei, mas noutras áreas... Em 2001, quando o euro apareceu e existiam as duas moedas, comprei alguns livros mais baratos por as lojas terem-se enganado a fixar os preços... depois de reclamar acabava por pagar o valor mais baixo marcado, fosse euros ou escudos... Tenho a certeza de que logo depois iam a correr alterar os preços... e isso dava-me um gozo dos diabos... Protestem que vale a pena... Todos "eles" têm uma imagem a defender, e é isso que nos vale...
  3. Se usares factores random podes andar algum tempo à espera de encontrar algo que te agrade, com a desvantagem de que não é algo saído de ti, mas da "alma" do computador... logo... Isso é que é a beleza do desenho, da pintura, escultura, etc, o tu puderes fazer algo diferente de cada vez que pegas num trabalho, mesmo que queiras fazer igual... De qualquer forma volto a dizer que são trabalhos bonitos (alguns deles) e com interesse...
  4. Vou esperar para ver... Neste últimos tempos há muitos livros que me deixam com o pé atrás, por isso... Se é da GG é possível que haja, mais cedo ou mais tarde, uma tradução em PT, por isso talvez seja melhor esperar algum tempo...
  5. Pelo menos da ultima vez que ouvi, S João da Madeira tinha umas centenas de rotundas, mas pode ser que Viseu tenha mais... Mesmo a "ilha inatingível" pode ser considerada espaço verde, porque trás algumas das vnatagens do verde para a cidade...
  6. Nisso concordo, mas não há duas pinceladas iguais, enquanto que as condições para realizar uma trabalho destes podem ser reproduzidas em qualquer altura, independentemente daquilo que estiver a "condicionar" (vivênvias) o artista naquele momento... Só nisso me faz alguma confusão...
  7. Não é possível comparar arquitectura à medicina, mas pode-se comparar à pintura, por exemplo... Um pintor pinta o que lhe vai na alma, aquilo que sai de dentro de si (pelo menos os bons, os que não o fazem apenas para vender), depois o optar ou não por pendurar umas telas suas nas paredes de sua casa, ou ter quadros de outros pintores, é uma coisa que só ele pode decidir... Não sou hipocrita ao dizer que não quero ter a minha CASA... mesmo que seja um apartamento com 50 anos, recuperado, no centro do Porto... mas várias casas nunca vai ser o meu estilo, porque depois me ia sentir muito preso às "disponíveis" para passar alguns dias fora... Prefiro ter um porto de abrigo, e depois sair à descoberta, sem nenhuma condicionante, sejam 3 dias no nosso país, 15 dias numas férias, 1/2/3 meses pelo mundo, quero ter sempre algum sítio onde regressar (seja cá ou no estrangeiro)... nem que seja ao fim de 20 anos...
  8. Tico, és de Oliveira de Azeméis, ou de S. João da Madeira? Acho que é uma dessa a terra das rotundas... mas posso estar enganado... Em alguns casos é completamente absurdo chamar espaço verde a rotundas, mas também as há onde o espaço realmente é verde (apesar de não poder ser convenientemente vivido, a não ser por um ou outro "piloto" que faz o seu carro ir lá parar), e outras que pelas suas caracteristicas (configuração, equipamentos, dimensão) podem ser realmente vividas, como a rotunda da Boavista, no Porto... Também não vejo o porquê de pôr um ponto de interrogação nesta questão... O espaço verde não o é apenas quando é "vivivél", mas sempre que tem vegetação, porque mais importante do que alguém puder ir para lá, são as vantagens que a vegetação trás para o meio ambiente (renovação do oxigénio)...
  9. Se calhar exprimi-me mal, arte não é aleatória, bem pelo contrário, mas tem algo de único e pessoal que muito dificilmente um computador pode recriar sem ele próprio ter "personalidade"... mesmo que por trás esteja um ser humano... e mesmo assim... Apenas falei no aleatório como demonstração de que um processo fractal pode ser recriado vezes sem conta, perdendo-se essa unicidade... Mas a arte é tudo mesos aleatória, tem essa composição, princípios, fundamentos, mesmo que eles não sejam os mesmos para autor e apreciadores, o que é muito comum acontecer... É esse o brilhantismo da arte abstrata, o ser capaz de produzir em cada um de nós, uma reacção única, essencialmente relacionada com a nossa própria experiência de vida... PS: Eu também cresci com grandes nomes da música, como Pink Floyd, Queen, etc, mas mais tarde passei a "crescer" com as míticas bandas do heavy metal (Maiden, Metallica, Halloween), outras não tão míticas (Stratovarius, Rhapsody, Paradise Lost) e outra mítica dentro do nosso país e um pouco por toda a Europa (Moonspell)... São grandes músicas(os)...
  10. Felizmente ela é designer e tem bom gosto... por isso não é por aí... Além disso, tem gostos semelhantes aos meus, aprecia o mesmo tipo que arquitectura que eu, e as preocupações que ambos temos em relação ao mundo (ambiente, ecologia, sustentabilidade) são os mesmos... Naquilo que escrevi antes (mutabilidade, habitação/museu) também estamos de acordo... Acredito que uma "equipa" multidisciplinar pode trazer outras vantagens, completando-nos e chegando a um resultado melhor... Porque não ser ela a minha "cliente"? Porque não desenhar uma casa para ela? Porque não falar e discutir saudavelmente com colegas de profissão? Não será o resultado semelhante? Das duas, uma, ou nunca pensaste como gostarias que uma casa fosse para ti e entregas o projecto apenas dizendo quantos compartimentos queres e algumas linhas gerais, ou já pensaste e aí corres o risco de o que "sair", não ir ao encontro daquilo em que pensaste... São duas visões, e acredito que nenhuma delas seja melhor do que a outra... No que a mim diz respeito, não é a questão de me "operar" a mim próprio, mas sim de pelo menos uma vez na vida, experimentar concretizar um projecto onde sou eu (nós os dois) que tomo todas as decisões, sem ter aquela relação por vezes tão difícil com o cliente... mesmo que demore um ano, acredito que seja bastante compensador e gratificante... mas mais uma vez digo, são opções...
  11. Essa é que é a questão, não são aleatórias, e por isso são passiveis de serem repetidas, daí a controvérsia quanto a ser ou não arte... A literatura pode ser copiada, e é arte, apenas pelo facto de que é o livro que é copiado, mas a mensagem transmitida teve o seu ponto de partida, o original... é o texto que é arte... Nas serigrafias existe um original de onde elas são copiadas, e esse sim, é arte... Mas é apenas um ponto de vista, porque até sou capaz de compreender que num outro plano, a "fazedura" dessas imagens pode ser considerada arte... PS: Tens bons gostos musicais...
  12. Eu sou arquitecto, a minha namorada vai ser designer... era perder potencial se optasse por entragar o projecto a outra pessoa... Até podia ser uma decisão acertada, porque ia ter uma outra visão daquilo que eu imagino como casa, mas também é possível fazer isso, ouvindo a opinião de colegas, continuando a ser eu próprio o autor do projecto... É uma questão de prespectiva, porque nem uma nem outra é melhor ou pior, apenas é diferente... mas no meu caso, ia sempre ficar a pensar que, depois de construído, se alguma coisa não estivesse do meu agrado, poderia ter feito de uma forma diferente, no caso contrário, apenas eu e a minha miuda vamos ser os "culpados" daquilo que for construído...
  13. Eu acabava o curso, poruqe um ano é sempre mais uma ano... Acabei o ano passado na lusíada do porto e na altura pouco (quase nada) se falava de bolonha, mas ainda que soubesse o que vem aí, tinha optado por acabar o curso... Se estás a pensar ir para o estrangeiro, ainda podias por algumas reticências, mas se estás a pensar ficar por cá, penso que será mais valorizado um ano de experiência, do que esse dito mestrado... Mas é sempre uma decisão tua... por isso pensa bem...
  14. Já tinha conhecimento deste tipo de arte, que de arte pode ter muito pouco, porque se é realizado através de cálculos matemáticos, pode ser repetido, perdendo-se a "unicidade" da arte... É uma visão controversa, tanto quanto pode ser controverso o apelidar destes trabalhos como arte... A natureza também se rege por processos matemáticos, o crescimento dos ramos de uma árvore não é aleatório, assim como não é aleatório a "multiplicação" das células. São imagens bonitas, sem dúvida, mas chamar-lhes arte, pelo menos para mim, é um pouco gratuito...
  15. Eu falo por mim, a casa que um dia vai ser a casa da minha vida, vai ser mutável, por ventura na espacialidade, mas sobretudo na configuração das divisões. Nada de pregos nas paredes, locais específicos para os sofás, etc, quero ter um quadro num dia, e se no dia seguinte me sentir "farto", ter a possibilidade de tirá-lo, ou udá-lo de sítio, sem prejuízo da parede... Para mim vejo uma habitação/museu, onde os espaços são adaptados às necessidades daquela época da minha vida... No que a isto diz respeito, tenho já vátias ideias conceptuais (falta-me um terreno, e o guito para as implementar na forma que se adequar ao local)... Quanto à mutabilidade dos espaços, ainda não pensei muito nisso, estou antes a fazer alguns estudos conceptuais sobre habitações modulares, mas ainda não tenho nada que me agrade ao ponto de dizer que gostava que a minha casa fosse assim... Mas no fundo acho que eu próprio tenho um bocado dessa mentalidade "Gropiana", porque quero projectar algo único onde viver... apoiar-me na pré-fabricação, mas para já apenas isso...
  16. Sim, isso é verdade, talvez porque a casa ainda continue a ser o sonho de uma vida, em vez do lugar onde se habita... Falando teoricamente, sem focar os problemas económicos do país, no meio urbano e periferias é +/- fácil trocar de casa, para uma que satisfaça as necessidades da família... Nos meios sub-urbano e rural, isso já não é tão linear, porque as famílias constõem para a vida, planeando desde logo ter X filhos... Neste ambiente eu defendo a mutabilidade das construções, mais do que a pré-fabricação, assim conseguir-se-ia ir adaptando as habitações às necessidades, em vez de ter de se realizar um investimento inicial maior. É lógico que a pré-fabricação tem um papel importante neta área, mas não é a única solução... Podemos falar de dois tipos de pré-fabricação. Aquela onde todos, ou apenas parte dos componentes da construção são pré-fabricados. E a que diz respeito a construções completamente pré-fabricadas... O problema do 2º tipo de pré-fabricação, é que muitas vezes surge associado à fragilidade e à falta de rigidez estrutural, o que não é de todo verdade, e a falta de qualidade dos materiais... É normal verem-se pelas estradas camiões com "construções" pré-fabricadas de pouca qualidade estética, normalmente destinadas a habitações temporarias de operários... Isso não transmite grande confiança ao potencial comprador... Mas a pré-fabricação pode ir muito além disso, pode ter qualidade visual, aliada à qualidade estrutural e espacial, mas penso que ainda temos algum caminho ara precorrer nesse sentido... Aqui à tempos vi um site com construções pré-fabricadas da "toyota", e pareciam ser a típica casa dos suburbios americanos, em madeira, com o alpendre à porta, etc, pouco apelativa para outros países e realidades... É um mercado que pode vir a ter um grande futuro, mas até lá...
  17. Bem vinda rita..
  18. pois... pelo menos a "nossa" arquitectura...
  19. A utilização de contentores industriais na arquitectura é uma coisa que a mim me tem seduzido nos últimos tempos... Sendo uma forma de dar a volta ao problema dos contentores, é também uma oportunidade de criar algo diferente... Isto parte necessariamente da préfabricação, e a sua utilização, a meu ver, não deve de todo ser generalizada... Tal como as imagens mostram, ate pode resultar bem no campo, no meio das árvores, sem nada à volta... mas e em zonas urbanas? onde fica a relação com a envolvente... não será isto a possibilidade da massificação de uma linguagem que pouco tem a ver com o existente? Esta questão é certamente controversa, mas mais importante do que isso, eu vejo os contentores como uma possivel solução para outros problemas, como nas áreas afectadas or desastres naturais (ou humanos), onde carecem habitações condignas para albergar as populações. Isto seria uma forma segura, fiável, rápida e eficaz de dar um espaço digno para essas pessoas...
  20. A tendênia para isso acontecer é directamente proporcional ao aumento do fosso entre pobres e ricos...´ Só é pena que seja preciso ter milhares de milhões de dólares no banco, para um gajo como o Gates fazer donativos para "caridade"... Onde é que estava esse espírto quando não era conhecido, quando a microsoft estava a emergir?... Isto faz-me pensar nos hamburgueres... Hoje em dia as campanhas publicitárias da MChamburgueres são direccionadas às refeições saudáveis, os hamburgueres 100% carne de vaca, a limpeza das suas instalações, as saladas, os sumos naturais, etc... etc... etc... tudo o que já ouvimos por aí... Mas onde é que estava esse espírito no início da marca? Não poso afirmar, mas tenho quase a certeza de que os processos eram completamente diferentes, e que hoje são assim, porque têm uma imagem a criar, o da comida saudável... Onde estava o espírito saudável quando a Coca-Caqui utilizava cocaína na sua mistura para induzir o vício? Utilizava publicidade no meio dos frames da televisão para passar mensagens subliminares?... Bem sei que o que escrevi pouco tem a ver com o tema do tópico, mas como uma coisa leva a outra...
  21. Estive a ver mais um pouco e percebi que não tem todos os projectos disponíveis para consulta (isso só através de encomenda), apenas alguns selecionados entre eles... Ainda assim continua a valer a pena...
  22. Assim está bem... assim posso dizer que o trabalho está bom... Só estou como o tico, o brilho no pneu está demasiado "irreal"... Quanto ao sofá, o 3D está muito bom, e a piscina/relva também estão muito bem conseguidos...
  23. Fazes uns 3D porreiros, mas o contéudo deixa-me alumas reticências... São objectos para uma possível produção, ou apenas uma divagação de ideias? O sofá é muito bonito, tem formas simples e muito "limpas", exactamente como eu gosto, mas será que se aguenta apenas com aqueles apoios? Fizeste algum tipo de teste? A piscina não sei o que tem de especial... A jante é muito bonita, mas uma coisa dessas numa qualquer estrada portuguesa... ia ser bonito ia... O pneu não tem o perfil muito baixo?
  24. Este é o site do concurso: http://www.edilportale.com/livingbox/livingbox.asp Só dei com o site hoje, e já estão escolhidos os vencedores... Por isso ponho a notíca aqui e não no link dos concursos. Mais tarde movo-o para lá, porque penso que deve ser uma competição anual, ou algo do género... Foram 1048 projectos a concurso, há dois vencedores empatados, um terceiro lugar e menções honrosas... depois vêm todos os outros... Como temos acesso a tudo, percorrer o site todo deve demorar umas horitas, e como não posso dispor delas, vi apenas os projectos premiados em detalhe, e alguns dos outros, não tão exaustivamente... Tem projectos interessantes, outros nem tanto, mas é concerteza digno de uma consulta... Aproveitem... e aprendam... como eu... PS: Se calhar para o ano o vencedor vai ser português... eu... :appl: ou não... quem sabe?... :lick:
  25. Assim está melhor... não precisas de falar muito sobre ti, e tudo está no seu sítio... Boas participaões Márcio...
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