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Prémio ibérico distingue seis arquitectos lusos Projectos em Coimbra e no Alentejo galardoados. Troféu principal para espanhóis Seis arquitectos nacionais repartem o "Prémio Portugal", da IV edição do Prémio de Arquitectura Ascensores Enor. O anúncio foi feito, ontem, segunda-feira, em Vigo, Espanha. O "Grande Prémio" foi atribuído aos espanhóis Víctor Cotelo e Juan Funes. João Mendes Ribeiro, Carlos Antunes e Désirée Pedro, autores do projecto de remodelação do Laboratório Chimico, em Coimbra, e Telmo Cruz, Maximina Almeida e Pedro Soares, que projectaram o Mercado Público da Comenda, no Alentejo, ganharam ex-aequo. Os autores destes dois projectos, distinguidos com um prémio no valor de quatro mil euros, foram seleccionados entre um total de 11 finalistas. Eduardo Souto Moura e Francisco Aires Mateus foram galardoados em edições anteriores. Segundo António Balsinha, director da Enor Portugal, "as obras vencedoras vêm confirmar o excelente momento que a arquitectura nacional atravessa e a sua condição de referência a nível mundial". Segundo revelou a organização, na base da escolha do projecto de remodelação do Laboratório Chimico, do Museu das Ciências, esteve, de acordo com o júri da iniciativa, "a sensibilidade na relação com a pre-existência, o que permite gerar uma arquitectura carregada de emoções e com um cuidado extraordinário". Em relação à concepção do Mercado Público da Comenda, o prémio teve em conta "o cuidado na sua relação com o espaço urbano e a criação de um espaço público que vem qualificar este ambiente". O júri decidiu entregar o prémio máximo, no valor de dez mil euros, aos arquitectos Víctor Cotelo e Juan Funes, responsáveis pelo projecto de uma vivenda unifamiliar, no conjunto da antiga fábrica de curtumes da Ribeira de San Lourenzo, em Ponte Sarela, Santigo de Compostela. O júri desta edição foi composto por Andrés Fernandez-Albalat, Francisco Beloqui, David Cohn, Javier Revillo, José Rodríguez, Carlos Quintáns e pelo arquitecto português João Álvaro Rocha. Todos os projectos vencedores, finalistas e seleccionados pelo júri serão incluídos num livro, editado em Português e em Castelhano, que será distribuído gratuitamente entre os profissionais do sector, bibliotecas, centros de arte contemporânea ibéricos e nas faculades de arquitectura. Instituídos em 2005, os prémios ibéricos Enor têm como principal objectivo "contribuir para a divulgação das melhores obras de arquitectura realizadas em Portugal e Espanha". http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=1422365
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Gonçalo Couceiro novo director do IGESPAR
m a r g a r i d a replied to m a r g a r i d a's topic in Arquitectura
já agora, qual deles? (partido) :) -
Arquitectura. Conheça todos os segredos da nova geração de ouro O i foi ver diferenças e semelhanças entre alguns dos arquitectos portugueses mais promissores Estudaram na mesma escola, quando a Faculdade de Arquitectura de Lisboai foi conhecer três dos novos ateliês de arquitectura na cidade da sete colinas. Miguel Abecassis e Steven Evans, João Maria Trindade e João Tiago Aguiar foram os escolhidos. Estão separados por poucos quilómetros e começos diferentes, mas entre todos existem mais semelhanças que diferenças. A mais jovem geração de arquitectos já lançados conhece a receita certa para o sucesso: serem criativos e responderem às necessidades sem nunca ignorarem os instintos. Mas projectar edifícios é uma arte mais complexa que a culinária. O ingrediente-chave de um bom projecto é mais difícil de gerir que os mais fundamentais nas receitas dos grandes chefes: os clientes são o centro do mundo da arquitectura porque "sem eles não há projectos", mas a relação pode tornar-se facilmente amarga. O truque é deixá-los satisfeitos sem abdicar da visão própria, num caminho ainda não percorrido em Portugal: meter os clichés num saco e provar que a arquitectura é essencial para a felicidade das pessoas. ainda tinha morada no Convento de São Francisco - e a capital continuou a ser a casa deles depois do final dos estudos. O MASEA - Ganas de pôr o mundo bonito Juntaram-se muito antes de acabarem o curso. Enquanto estudavam alugaram uma casa na Rua Miguel Bombarda para desenvolverem os seus projectos. O ateliê que é hoje a sua casa de trabalho é o terceiro espaço que ocupam num raio de 50 metros. Miguel Abecassis e Steven Evans revêem-se um no outro desde que se conhecem e brincam quando o i pergunta porque quiseram ter um ateliê. “É como o casamento, tem benefícios fiscais”, lança Steven. Miguel reage: “Não somos casados.” “Mas gostamos muito um do outro”, remata Steven. A sua arquitectura é um desafio maior à partida, pela simples razão de trabalharem juntos. “Somos os dois muito ferrenhos a defender um princípio qualquer, nada nos é indiferente”, explica Steven. Mas a coisa “às vezes dá luta”. Apesar dela, sempre souberam que queriam fazer uma “arquitectura taylormade” – ou seja, feita à medida do cliente. No início, durante o curso, foi a febre de ver as obras extraordinárias e de se deixarem contagiar por elas que definiu o seu mundo arquitectural – palavras de Steven. “Chegados cá fora somos confrontados com a necessidade de nos medirmos com colegas, mortos ou vivos, que respeitamos.” As influências têm um peso relativo no trabalho da parelha – sempre definido pelo cliente. Otruque, partilham com o i, é “pensar com ele” e não acima dele. Enfrentar “cada trabalho, sem descurar a experiência acumulada, como o recomeço de uma coisa qualquer”. Ao contrário de outros ateliês, no MASEA o objectivo é variar no tipo de projectos. “Envolvemo-nos com as mesmas ganas num projecto muito pequeno de remodelação e num muito grande de raiz”, sublinham. No curso foi-lhes dito que o trabalho dos arquitectos é fazerem do mundo um sítio mais bonito. Pareceu superficial, mas hoje percebem o chavão. Um dos seus sonhos, ainda por cumprir: “Fazer um bocado de cidade, muitas casas, um sítio que afecte o dia-a-dia de muita gente.” Sempre com um toque intemporal. Ventura Trindade - Pupilo de Carrilho da Graça Hoje abriu as asas para voos mais altos, já sem a companhia do mentor. A meio do curso conseguiu uma entrevista no ateliê de um dos nomes sonantes da arquitectura em Portugal. Carrilho da Graça recebeu-o e ensinou-o durante dez anos. “É a minha referência incontornável. Aprendi mais com ele do que no curso de Arquitectura”, explica João Maria Trindade no seu ateliê na Rua da Madalena, com vista para a Lisboa reordenada pelo marquês de Pombal. Hoje Trindade saiu da sombra de Carrilho da Graça em todo o esplendor. Há uns meses foi anunciado vencedor do Prémio FAD 2009, o mais importante prémio de arquitectura da Península Ibérica, pela estação biológica do Garducho. O edifício junta o melhor da arquitectura às necessidades de conforto ambiental e ecológico, uma constante no seu trabalho. “Uma pessoa sabe dizer quanto consome o seu carro, mas não sabe quanto consome a casa. As casas perdem imensa energia e esse é um dos grandes problemas da construção.” E os problemas são o seu motor. Um exemplo? “É preciso explicar ao cliente que um telhado é só uma maneira que foi inventada há muitos anos atrás de impedir que entre água em casa. É preciso mostrar-lhe que hoje há outras formas de resolver esse problema.” Sustentabilidade é a palavra de ordem nos seus projectos e isso, sublinha, ultrapassa a moda green. “Há uma ideia, ainda hoje muito generalizada, de que só quem tem muito dinheiro é que se dirige a um ateliê de arquitectos. Tentamos contrariar essa ideia”, sublinha. Trindade saiu do ateliê de Carrilho da Graça em 1992, “exausto” e sem “rigorosamente ideia nenhuma do que queria ou ia fazer”. Mas nem chegou a ter tempo de descansar: foi convidado a orientar os projectos de referência do programa Polis e os dois anos de supervisão do trabalho de outros trouxeram saudades de fazer arquitectura. O ateliê nasceu em 2005. “Gosto de acreditar que as coisas podem sempre ser reequacionadas, que não é preciso uma folha em branco para fazer coisas interessantes”, explica, apontando para a maquete de uma adega em processo e acrescentando: “Cada projecto é uma lição de cultura geral, é das coisas mais interessantes em arquitectura.” João Tiago Aguiar AC Arquitectos - Variar sem perder o jeito João Tiago Aguiar passou os últimos três anos da década de 90 em Amesterdão. O curso estava terminado há pouco e os trabalhos de freelancer sabiam--lhe a pouco. Enviou o portefólio – ainda fino – para o ateliê de Erna Van Sambeek e foi chamado para estagiar. Em poucos meses, foi promovido a coordenador. “Foi mais do que um estágio, aprendi muito”, diz-nos no apartamento que adaptou para instalar o seu ateliê. Abri-lo foi motivado pela vitória do concurso para reabilitar o edifício das antigas instalações da RTP e transformá-lo num hotel de luxo no coração de Lisboa. “Foi o ponto de viragem”, admite, explicando que o hotel foi quase todo pensado por si. “Fizemos de tudo, do exterior ao mobiliário e a peças de iluminação.” Variar é o foco do trabalho de João Tiago, que entrou para arquitectura à revelia do pai. “O meu pai não concordava: para ele, eu e os meus irmãos tínhamos de ser todos engenheiros ou médicos.” Arriscou e venceu. O pai não se zangou e, hoje, é cada vez mais procurado para todo o tipo de obras, sempre com a fórmula “luz e espaço”. Do grupo entrevistado pelo i, é o optimista. “Hoje as pessoas já percebem que optimizam e que melhoram as coisas ao contratar um arquitecto”, acredita. Desde os tempos em que “andava na faculdade a ver”, João Tiago evoluiu. Diz-se ainda um miúdo, mas continua a acreditar que “um arquitecto não deve querer mostrar que é um virtuoso, antes desligar-se de boas ideias por uma única boa ideia”. Sorri e sublinha: “Temos imensa sorte por termos programas variados.” http://www.ionline.pt/conteudo/32961-arquitectura-conheca-todos-os-segredos-da-nova-geracao-ouro---video
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o pss deve ser sempre feito. conheço até quem tenha 1 sempre feito de uma forma geral "que dá para tudo" e depois o empreiteiro é que tem o dever de pormenorizar e entregar os anexos pedidos no pss
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Gonçalo Couceiro substitui na direcção do Igespar Elísio Summavielle, que assume no actual Governo as funções de Secretário de Estado da Cultura. Gonçalo Couceiro estava na Direcção Regional da Cultura do Algarve desde 7 de Julho de 2005 e antes tinha ocupado o cargo de consultor na Presidência da República para os Assuntos Culturais, durante o mandato de Jorge Sampaio. Foi ainda assessor sénior de Intervenção Urbana na Lisboa 94 – Capital Europeia da Cultura. Para a Direcção Regional da Cultura do Algarve, o Ministério da Cultura nomeou Dália Paulo, que desde 2002 dirigia a divisão de Museus da Câmara Municipal de Faro. Ao PÚBLICO, Gonçalo Couceiro afirmou que a futura direcção do Igespar vai assentar "num trabalho de continuidade apoiado nas regras da nova lei do Património". http://www.publico.clix.pt/Cultura/goncalo-couceiro-e-o-novo-director-do-igespar_1409755
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Dois anos de estágio e três sem assinar?!
m a r g a r i d a replied to toughpanther's topic in Arquitectura
em relação ao post, pouco ou nada poderei acrescentar. as opiniões que diferem da maioria são isso mesmo..opiniões! eu já dei a minha, sem qualquer tipo de problema sobre o que poderão achar. concordo com 2 anos de estágio. se é remunerado ou não..isso seria outra discussão. i rest my case -
Dois anos de estágio e três sem assinar?!
m a r g a r i d a replied to toughpanther's topic in Arquitectura
pois é..mas se, nem uma simples tabela de honorários existe, parece-me dificil que regulem a situação para remunerações em estágios (mas oxalá eu esteja enganada!) x-acto, muito te enganas se achas que estou muito verde em relação às hipoteses que dou. por vezes (demasiadas!!) as pessoas gostam de exagerar, dramatizar..complicar o que é simples! deixem de idolatrar os arquitectos e exijam o que deve ser vosso por direito. para lamurias já nos basta o fado :\ posso estar a ser muito dura ou inconsequente no que escrevo, mas depois de assistir a "n" situações de estágios mal pagos, nada pagos, escravizados e outras condições que tais todas acabadas em "ados" cada vez menos pena tenho dos estagiários de arquitectura....eu propria tive de fazer um estágio académico de 6 meses, antes do estágio para a ordem e também passei por isso. sinceramente chegou-me e jamais irei voltar ao mesmo!! pior que uma remuneração miserável são algumas vezes as condições a que somos sujeitos. acham a falta de remuneração má? então já agora, que se lute também por melhores condições, por um horário digno, um seguro, o direito à hora de almoço, etc, etc.... coisas desconhecidas por tantos e tantos gabinetes (felizmente vão havendo excepções!) e se um dia a arquitectura deixar de dar... é seguir em frente e procurar | lutar por outras coisas. actos proprios daquele que não se acomoda. -
Dois anos de estágio e três sem assinar?!
m a r g a r i d a replied to toughpanther's topic in Arquitectura
Joel..mas o que se discute aqui é o tempo de estágio e não o facto de ele ser remunerado ou não! não confundas as coisas. é óbvio que não acho normal uma pessoa ser explorada e ter um estágio à borla, nem que seja 3 meses quanto mais 12 meses ou 2 anos, independentemente de se ser filho de pais abastados ou não! (ou será que agora também querem separar o pessoal em dois grupos e consoante isso decidir quem deve ser remunerado ou não? lol) isso nem se coloca em questão. aliás, ninguém no seu perfeito juízo acha isso razoável ou normal. a questão é o tempo de estágio e unicamente sobre isso -
Uma revista de arquitectura em formato blogue "The Architectural Review" não é propriamente uma novidade para quem segue as publicações de arquitectura. mas vale a pena espreitar o respectivo blogue de vez em quando e apanhar boas surpresas. Como o post de hoje, sobre a recuperação do Teatro-Cinema de Fafe, que voltou a abrir portas este ano depois de 25 anos fechado, a maior parte deles à beira da ruína. Há oito anos, a Câmara Municipal conseguiu comprar o edifício (por 2,5 milhões de euros), dando-se início ao processo de recuperação. O projecto de arquitectura, do atelier Gonçalo Louro & Cláudia SantosAntónio Guedes, merece agora destaque no blogue da revista mensal "The Architectural Review " e vale a pena ver as imagens - nem parece Portugal, será a primeira reacção de muitos. Arquitectos, Lda, com Vale a pena espreitar também os projectos premiados recentemente no Festival de Arquitectura Mundial de Barcelona. http://www.ionline.pt/conteudo/32201-uma-revista-arquitectura-em-formato-blogue
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Quem quer comprar uma igreja? Mais de 30 anos depois de ter sido desafecta ao culto, uma antiga igreja do Bairro Alto (Lisboa), actualmente licenciada para comércio e serviços, está agora à venda por dois milhões de euros - e já há interessados. Integrada no denominado Convento dos Inglesinhos, construído no século XVII para acolher um seminário inglês, a Igreja de São Pedro e São Paulo possui uma única nave com área de coro, altares laterais, tecto em abóbada e um órgão barroco e ganhou nos últimos anos uma cozinha, aquecimento central, estacionamento e arrecadações. O espaço foi desactivado pela Igreja Católica em 1976 (três anos após o encerramento do convento e o regresso dos seus habitantes a Inglaterra) e foi adquirido na década de 1990 pela Chamartín Imobiliária, então denominada Amorim Imobiliária, que transformou todo o complexo num empreendimento de luxo. Durante a obra, a antiga igreja foi também alvo de uma requalificação profunda e, tal como os apartamentos, está agora à venda. Apesar de já não ser fácil encontrar na Internet o anúncio, onde são pedidos dois milhões de euros pelo imóvel, com uma área útil de 772 metros quadrados, a Chamartín confirmou à Lusa que o imóvel está venda e até tem uma brochura específica, dada a sua exclusividade. "Servirá para comércio e serviços. E tem havido contactos e já houve interessados", revelou a imobiliária, sublinhando que a fracção está licenciada para o efeito. A empresa adiantou ainda que teve a "preocupação de consultar e questionar o Patriarcado de Lisboa sobre se estaria interessado na aquisição do espaço para eventual utilização de serviço religioso", mas a instituição "não se mostrou interessada". No ano passado, a possibilidade de venda de uma igreja ainda afecta ao culto gerou polémica em Coimbra: o Conselho Económico da Paróquia de Nossa Senhora de Lurdes queria avançar com a venda para saldar dívidas da construção de um novo templo, quando tinha um acordo com o centro sócio-cultural para ceder o edifício à instituição. O Conselho chegou a convidar empresas a apresentar propostas de alienação, numa base de licitação de 1,250 milhões de euros, mas o negócio não se concretizou. http://www.ionline.pt/conteudo/32809-quem-quer-comprar-uma-igreja-
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Alunos vencem prémio de desenho interior para TGV
m a r g a r i d a replied to m a r g a r i d a's topic in Arquitectura
afinal o tgv até serve para alguma coisa :) -
Alunos vencem prémio de desenho interior para TGV Bancos mais elevados para sentir a velocidade como numa "montanha-russa": uma ideia "simples" valeu hoje a três alunos de arquitectura de Lisboa um prémio num concurso de ideias para o desenho de interiores do futuro TGV. O prémio, atribuído pela multinacional Alstom, que quer concorrer à rede de alta velocidade em Portugal, distinguiu a ideia "simples e funcional" que a equipa "Feel Unique Inside", da Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa, composta por Manuel Damião, Samuel Fanhais e Guilherme Cardoso, apresentou a concurso. "A nossa ideia-base era tornar as coisas mais simples e intuitivas para o povo português. A ideia de subir um bocadinho o lugar é poder sentir os 300 quilómetros por hora passar junto à janela como numa montanha-russa. Além disso, as pessoas mais velhas têm mais facilidade em aceder a lugares mais altos porque não precisam de se baixar para se sentar e as pessoas que não conseguem pôr a bagagem por cima podem pô-la em baixo", disse à Agência Lusa Manuel Damião. A Alstom, empresa que construiu os comboios que actualmente fazem o serviço Alfa Pendular, da CP, e que quer concorrer também ao projecto do Metro Mondego, as ideias são válidas, mesmo sem a certeza de como irá correr o concurso para o TGV. "Não sabemos quais vão ser os requisitos e as especificações técnicas para um caderno de encargos codo projecto da alta velocidade em Portugal, quando o conhecermos logo veremos se as ideias são compatíveis e incorporáveis", disse à Lusa Ângelo Ramalho, presidente da Alstom Portugal. "Para já, são ideias excelentes de gente que exibiu uma capacidade técnica e uma criatividade a toda a prova. E são ideias que tanto são válidas em Portugal como em outra parte do mundo. E se pudermos utilizá-los em projectos em outras partes do mundo, a satisfação será ainda maior", acrescentou. Na apresentação dos vencedores, o desenhador Xavier Allard, da Alstom, destacou a ideia "simples e pura" de jogar com a altura dos bancos como um factor novo na organização do interior dos comboios, que permite várias soluções modulares. Os três vencedores ganharam a oportunidade de estagiar num dos escritórios de design da Alstom. http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1418843
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Dois anos de estágio e três sem assinar?!
m a r g a r i d a replied to toughpanther's topic in Arquitectura
não peças desculpas por te teres alongado. afinal ainda bem que o fizeste pois tocastes em pontos essenciais. eu provavelmente não consegui explicar-me bem... ainda que tenha uma opinião controversa e diferente da maioria, o que eu queria dizer era que, de facto, quer queiramos, quer não, o tempo ajuda a formar pessoas e ajuda também a que essas mesmas pessoas tenham oportunidade de passar por outras experiências que não passam (infelizmente) na faculdade. vou usar o exemplo do the_architect quando refere o tempo de estudos dos médicos. de facto eles têm 6 anos de formação mais não sei quantos de especialização, mas só aí é que são remunerados. existe um tempo de sensivelmente um ano, em que estão em estágios, em vários locais, maior parte das vezes fora inclusive da cidade onde estudam, têm de suportar gastos com casa, alimentação e deslocação. não estou a dizer com isto que é bem feito, mas é uma realidade que demonstra que, por vezes para se ter experiência deve-se fazer alguns sacrifícios e mostrar também que não é só em arquitectura que isso acontece. concordo com o Mark, quando diz que as faculdades deveriam ser alvo de revisão de currículo e (acrescento eu) terem uma componente mais pratica, em obra por exemplo e outra mais teórica e não me refiro a historias de arquitectura e teorias, mas sim legislação à seria e explicações de procedimentos burocráticos. ainda assim, tendo em conta que nem tudo funciona bem e nem todos os cursos são sérios então que pelo menos, o estágio sirva REALMENTE para alguma coisa porque convenhamos...9 meses não são nada e quando finalmente tens um cheirinho do que é realmente a vida de um arquitecto e as responsabilidades associadas...puf já passaram 12 meses! -
benvindo carvalho, agora é que falaste bem (nem tudo pode ser mau, ora bolas ) eu não me estava a referir à tua intervenção. que culpa tens tu se o local onde trabalhas ainda não está sequer minimamente informado sobre o assunto? referia-me sim ao x-acto que, de uma forma "tipicamente tuga" já estava a perguntar se era possível contornar o sistema, ou seja, ter programação pirata e outros artefactos tais ILEGAIS. ora estando nós, como disseste e bem, num fórum onde a informação é um veiculo fundamental, não me parece que o incentivo à pirataria seja uma forma correcta de explicar e informar seja o que for cá me parece que o benvindo carvalho devia ter mais cuidado com as interpretações que faz, pois se és assim tão impetuoso num simples fórum, imagino "na vida real"...e ai sim, não deves ir muito longe... agora concentremo-nos no tema do post "certificados digitais" que foi para isso que foi criado e não para desavenças ridículas matinais, onde se dicutem de forma pequenina quem é mais típico! LOL
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Estudantes de arquitectura e design dão nova cor aos transportes públicos Até 26 de Novembro, as carruagens do metro e os autocarros da STCP servem de montra artística para novos talentos criativos. Na expectativa de transformar a paisagem urbana, quatro autocarros e quatro carruagens de metro das cidades de Lisboa e do Porto servem, até ao dia 26 de Novembro, como montra de criatividade para alunos de escolas de design e de arquitectura das duas cidades. O projecto Re-Make'09, da empresa de Tintas Cin, desafiou, em 2009, oito universidades de Lisboa e do Porto a utilizarem os transportes públicos como espaços para obras de arte juntando uma cor e um estilo musical em cada tema: Golden Oldies, Red Samba, Purple Funk, Green Etnic, Blue Lounge, Grey Techno, White Rock & Black Chill e Pink In. No Porto, fundindo formas e sons, a Escola Superior Artística do Porto vestiu um autocarro de rosa choque em fundo psicadélico e a Universidade Católica centrou-se em silhuetas em fundos brancos a que deu o nome "White Rock & Black". Já a Escola Superior de Artes e Design camuflou de cinzento o exterior de uma carruagem. Os alunos da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP) apostaram num ambiente lounge, reproduzindo um painel de azulejos em tons de azul no chão de uma outra. Rui Ferro, professor da FBAUP e membro da unidade "Projectos Vivos", responsável pelo adornamento da carruagem de metro que percorre a linha Dragão-Matosinhos, afirma que o resultado do projecto é "positivo". "Para os alunos, as condicionantes do meio ou dos materiais são restrições importantes, o que o torna ainda mais aliciante." Em 2008, a 1.ª edição de Re-Make decorreu apenas em Lisboa e levou seis personalidades de diversas áreas, entre as quais o estilista Dino Alves e o cantor Tiago Bettencourt, a recriar seis eléctricos da Carris. http://jpn.icicom.up.pt/2009/11/12/estudantes_de_arquitectura_e_design_dao_nova_cor_aos_transportes_publicos.html
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Dois anos de estágio e três sem assinar?!
m a r g a r i d a replied to toughpanther's topic in Arquitectura
ah entendido. bom....eu arrisco-me a dizer que, lendo (finalmente) um texto sólido onde está exposta toda a situação, concordo com o que foi escrito e pondo as coisas desta forma, concordo com a ideia (vá...que chovam as pedras ) -
Dois anos de estágio e três sem assinar?!
m a r g a r i d a replied to toughpanther's topic in Arquitectura
quem é o autor do texto dos "três desejos"? -
Dois anos de estágio e três sem assinar?!
m a r g a r i d a replied to toughpanther's topic in Arquitectura
é melhor sim, que isto descambou um pouco por acaso não penso de igual forma, mas reconheço que o estágio é muito importante. das duas uma: 1- depois de terminado o estágio se continua na mesma entidade e se faz currículo (normalmente isso só acontece nos gabinetes, porque até lá és o escravo que passa desenhos a autocad... embora outras vezes continues - surpresa das surpresas - a passar desenhos a autocad) 2-tens um estágio tão bom e rico que ele próprio te dá algum currículo e estofo para outras "aventuras", arranjando assim trabalho noutros pousos mais altos... ou então 3- acaba-se o estágio, onde andaste a servir cafés e pouco mais e depois.. desemprego se isso for para a frente (2 anos de estágio) só vejo vantagens: ou fazes mais currículo e aprendes mais ou adias o desemprego... -
por acaso também concordo quando falas em relação a um melhor controle de luz...é que para além disso tudo que referiste e bem, caso queiras usar um datashow, por exemplo para mostrar um trabalho, esquece...não há nada que tape os janelões que evite a inundação de luz. embora seja um projecto excelente e bastante convidadtivo, parece -me que peca em reflexão séria nas questões práticas de uso do dia-a-dia
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obra desenterra peças arqueológicas
m a r g a r i d a replied to m a r g a r i d a's topic in Arquitectura
16.6 milhões.... 14.5 milhões...mais milhão, menos milhão o que é certo é que é bastante interessante a descoberta -
obra desenterra peças arqueológicas
m a r g a r i d a replied to m a r g a r i d a's topic in Arquitectura
A abertura de fundações para a construção de um novo equipamento integrado nas obras de modernização da Escola Secundária Diogo de Gouveia, em Beja, trouxeram à luz do dia alguns silos, que serviriam para o armazenamento de cereais, uma cisterna e ossadas humanas cujo período histórico ainda não é possível datar. Pedro Lucas, responsável pela fiscalização das obras, disse ao PÚBLICO que os achados arqueológicos apareceram durante os trabalhos de escavação que estavam a ser feitos por uma retro-escavadora numa área ajardinada no interior das instalações escolares. Os trabalhos pararam de imediato para dar início ao levantamento dos achados arqueológicos, que vai decorrer por mais alguns dias até que seja possível interpretar correctamente a descoberta. Desde que as obras se iniciaram no início do passado mês de Agosto que os trabalhos no terreno têm sido acompanhados por uma arqueóloga, até porque o edifício escolar foi construído no local onde, durante o período islâmico, se presume possa estar uma enorme necrópole. Em 2006, durante os trabalhos de instalação de uma rede de condutas destinadas ao abastecimento de água, na Rua de Mértola, a cerca de uma centena de metros do local onde foram agora descobertos os novos achados arqueológicos, foram identificadas sete sepulturas de uma necrópole islâmica extramuralhas, referenciadas de uma época posterior ao século X. Na circunstância, o arqueólogo Miguel Serra admitiu que a necrópole poderia ocupar uma área muito maior, estendendo-se, provavelmente, por toda a zona das Portas de Mértola, uma área nas imediações do perímetro escolar. Esta hipótese que pode vir a ser reforçada com a nova descoberta vem confirmar uma ideia avançada pelos arqueólogos Cláudio Torres e Santiago Macias, que já admitiram a existência de uma necrópole islâmica num ponto das Portas de Mértola mais próximo das muralhas. Os mais idosos da cidade de Beja também recordam que na área foram vistos, há décadas atrás, "esqueletos inteiros" durante a realização de obras. A Escola Secundária Diogo de Gouveia foi inaugurada em 1936 como uma das primeiras construções liceais promovida pelo Estado Novo. Obras de qualificação deste edifício que está classificado de interesse público, vão decorrer durante os próximos 18 meses e o encargo previsto é de cerca de 14,5 milhões de euros. http://www.publico.clix.pt/Cultura/vestigios-arqueologicos-com-ossadas-descobertos-numa-escola-de-beja_1409501 -
O presidente da Ordem dos Arquitectos, João Rodeia, não está satisfeito com a forma como Manuel Salgado, vereador do Urbanismo na Câmara de Lisboa, arrumou a polémica da concentração em apenas quatro autores de centenas de processos de licenciamento entre 2004 e 2007. Como o PÚBLICO já noticiou, Salgado decidiu não levar por diante a “reapreciação jurídico-técnica” de todos esses dossiers – que a câmara deliberou mandar fazer em Janeiro de 2008 – por considerar a tarefa “impraticável”, devido à sua dimensão, uma vez que se tratava de “cerca de mil processos”. A questão foi levantada no relatório da sindicância aos serviços de Urbanismo e centrava-se no facto de o ranking dos arquitectos que mais projectos apresentaram à CML em 2006 ter à cabeça duas jovens (uma com 31 anos e outra com mais três ou quatro), ambas “com ligações familiares ou outras a antigos técnicos do município”. Para além destas recordistas, que subscreveram mais projectos do que ateliers com “dezenas de trabalhadores”, havia entre os dez primeiros dois octogenários, um deles que tem presentemente 84 anos. Em meados do mês passado, Salgado adiantou que, afinal, o número de processos desses autores somava perto de 1200 no triénio em causa – sendo que o director municipal de Gestão Urbanística, Gabriel Cordeiro, corrigiu essa informação, reduzindo o número para cerca de 800, enquanto um mapa dos servicos contabilizava apenas 199. Há duas semanas, o mesmo director esclareceu em reunião de câmara que o número correcto andaria pelos 500, avançando uma série de explicações técnicas para tanta confusão. Embora a sindicância não tenha identificado os quatro arquitectos, o PÚBLICO localizou-os e confirmou os seus nomes junto de Gabriel Cordeiro. As explicações ouvidas depois da boca de dois deles e a fraca credibilidade das informações camarárias, que nem sequer distinguem a natureza dos processos, ou a área de construção que envolvem, fazem, porém, pensar que as constatações feitas na sindicância podem ter várias leituras, que nem sempre passam pelo tráfico de influências ou outras ilegalidades. Na perspectiva de João Rodeia todos estes factos reforçam a necessidade de “esclarecer cabalmente o assunto”, defendendo, como já tinha feito numa carta no PÚBLICO, “que os serviços da CML têm a responsabilidade e o dever de fazer cumprir a deliberação unanimemente aprovada pelo executivo”, porque “a dúvida não pode persistir” e “todos têm direito ao bom-nome” até prova em contrário. Anteontem, Rodeia acrescentou que, ao contrário do que Salgado antes afirmou, a Ordem nunca recebeu nenhum pedido de colaboração da câmara para reanalisar os processos em causa, razão pela qual não o poderia ter rejeitado “por falta de meios”, como disse o vereador. “Informalmente foi-nos pedido para colaborarmos com a câmara na área dos licenciamentos, mas sobre este assunto nunca falámos”, concluiu. Gabriel Cordeiro, por seu turno, insistiu em que, embora não tenha sido ele a fazê-lo, “foi feito um contacto informal com alguém dos órgãos directivos da Ordem [sobre a reapreciação daqueles processos]”, que também não sabe quem seja. Arquitectos visados dizem que a sindicância não retrata a realidade Filha de um desenhador da CML já falecido e com dois familiares ao serviço da autarquia, com quem diz não ter quaisquer relações, uma das arquitectas apontadas como recordista insurge-se contra as suspeitas que o relatório lança sobre si e um irmão com quem trabalha. “Temos muitos processos porque somos jovens e modestos e fazemos de tudo: legalizações, restaurantes, esplanadas, propriedades horizontais, pequenos trabalhos que pouco têm a ver com arquitectura.” E o facto de o seu pai ter trabalhado no Urbanismo da câmara até há cinco anos e ter lá familiares não lhe facilita a angariação de clientes e a aprovação dos projectos? “De modo algum, basta ver as propostas de indeferimento que existem em muitos dos nossos projectos”, responde, ressalvando que o atelier que o pai teve “durante 40 anos” e a que deu continuidade tinha naturalmente a sua clientela. Em todo o caso, diz que aprova a ideia da Ordem de que os processos sejam reanalisados para esclarecer tudo. “Não receamos nada”, diz. Já a outra técnica, que foi a número um em 2006, o PÚBLICO não a conseguiu contactar, mas confirmou que trabalhava para o atelier Newspace, do arquitecto Jorge Contreiras, que se demitiu da CML no decurso da sindicância e foi há pouco acusado de corrupção e outros crimes pelo Ministério Público, devido à sua intervenção em processos de várias empresas suas. Quanto aos arquitectos octogenários, um deles confirmou que até há três anos assinava muitos projectos de restaurantes e bares – “coisas muitos simples” – que eram feitos por técnicos da CML que não os podiam assinar. “Não lhes levava nada, mas via se estava tudo bem”, salienta. “Além disso havia pelo menos um arquitecto na CML que falsificava a minha assinatura.” Segundo diz, o seu colega também octogenário “teve um AVC”, mas ainda “continua a assinar por outros porque está na miséria”. http://www.publico.clix.pt/Local/ordem-quer-que-cml-esclareca-ranking-de-arquitectos-que-assinaram-mais-projectos_1409275
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É possível fazer boa arquitectura com orçamentos reduzidos? A Secção Regional Sul da Ordem dos Arquitectos (OASRS) foi à procura da resposta a esta pergunta, lançando um convite a todos os arquitectos portugueses: mostrem-nos os vossos projectos feitos com um orçamento reduzido, mas com "saber, criatividade e inteligência". Foram seleccionadas 10 propostas que vão ser apresentadas em dois momentos. A primeira apresentação de cinco projectos vai ter lugar hoje, dia 12 de Novembro, às 21h, no Bar "À Margem", em Belém. Os actuais tempos de crise económica e a progressiva escassez dos recursos naturais, levaram indubitavelmente a equacionar os conceitos e a vontade de construir. -.Arquitectura Acessível.: Com orçamentos reduzidos, mas com saber, criatividade e inteligência é possível realizar projectos de grande qualidade arquitectónica, foi uma iniciativa tomada com o objectivo de conhecer e divulgar projectos (executados em obra) que se enquadrem neste tema. Todos os usos/tipos de edifícios foram admitidos numa selecção onde foi obrigatório mencionar o custo final da obra. As propostas escolhidas serão apresentadas em formato de conferência/conversa, em que a apresentação de cada projecto não ultrapassa os 13 minutos. São estes os primeiros cinco projectos de -.Arquitectura Acessível.: - Apartamento no Bairro Alto, Lisboa (Manuel Belo + Nuno Silva) - Casa em Barcelos (Rui Grazina) - Apartamento RS, Setúbal (António Rosa da Silva) - Máquina Invisível- Produções Fotográficas, Beato, Lisboa (Lara Seixo Rodrigues) - Casa Soares, Lisboa (Nadir Bonaccorso Arquitectos) A segunda sessão terá lugar dia 17 de Novembro. A entrada é livre. Toda a informação em www.oasrs.org http://www.universia.pt/servicos_net/informacao/noticia.jsp?noticia=55978
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Obra "desenterra" peças arqueológicas As obras de reabilitação em curso na Escola Secundária Diogo de Gouveia, na cidade de Beja, permitiram a descoberta de achados arqueológicos, cujo período ainda não foi classificado, e de algumas ossadas. De acordo com uma fonte ligada ao estabelecimento de ensino, contactada pelo JN, a descoberta do que se julga ser "uma cisterna", e "ossadas humanas", foi feita ontem, num local das obras que se iniciaram há cerca de um mês. Os achados estão localizados "num jardim no centro do edifício", zona "onde era expectável que tal sucedesse", de acordo com a fonte, que recordou a descoberta feita no ano passado numa das artérias centrais da cidade, no decurso das obras de renovação da rede de abastecimento de água. Segundo o nosso interlocutor, a empresa encarregada de executar as obras "estava preparada para alguma descoberta". Assim se justifica que o local tenha sido "mexido mais cedo" do que estava previsto, uma vez que fazia parte da segunda fase das obras. Segundo apurou o JN, três arqueólogos estão no terreno a acompanhar as obras de reabilitação, que não deverão ser suspensas, uma vez que a zona em causa se encontra, como referimos, fora do perímetro definido para a primeira fase da intervenção. Apesar dos diversos contactos estabelecidos, não foi possível chegar à fala com o engenheiro responsável pelas obras, lançadas pela Parque Escolar EPE e englobadas no Programa de Modernização das Escolas do Ensino Secundário. Na Diogo de Gouveia, está previsto um investimento de 16,6 milhões de euros. Este não foi o primeiro caso de achados arqueológicos em escolas da região do Alentejo. No início deste mês, a construção do Centro Escolar do Torrão, no concelho de Alcácer do Sal, revelou a existência de achados do período romano, com um conjunto de tanques, uma cisterna e três esqueletos - de um homem e uma mulher com uma criança ao colo, presumívelmente uma família. A arqueóloga responsável pela obra, Cristina Cabrita referiu então que os achados "têm a ver com a passagem muito perto da ligação a Beja, já existente na época romana", cujo traçado foi aproveitado pela actual estrada. As obras nas duas escolas secundárias de Beja foram visitadas pelo primeiro-ministro e pela então ministra da Educação no passado dia 18 de Agosto. http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Beja&Concelho=Beja&Option=Interior&content_id=1416638
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e o melhor é que é super fácil!
