m a r g a r i d a
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na verdade tudo se trata de um ciclo. na minha opinião há acontecimentos (já que referiram a historia) que ciclicamente estão sempre a acontecer e esta crise é o inicio disso mesmo: a queda de uma grande potencia. a evolução perfeita seria que cada país ou um grupo menor deles, depende-se unicamente deles próprios (recursos naturais) . mas pronto....talvez isso já seja ficção a mais.
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temos outros 2 que não referiste, que estou em pulguinhas para ver: blindness e espelhos. nada de comédia, mas sim suspense e terror :)
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digam qq coisa pf, principalmente qm conhecer o sitio.
m a r g a r i d a replied to a topic in Arquitectura
trata-se de um trabalho do 4º ano (2006/2007) da universidade lusíada do porto, na zona ao lado do antigo matadouro, em frente ao estádio do dragão. -
Linhas de Comboios Metropolitanos de Alta Velocidade
m a r g a r i d a replied to JVS's topic in Arquitectura
Acho o conceito interessante. conheço quem faça, não diariamente, mas quase, Porto- Lisboa e vice-versa e estamos a falar de uma viagem de três horas (ou duas horas e meia se optar pelo alfa). é fatigante, claro, mas é uma necessidade. até que ponto é que essa proposta não seria viável? mesmo para quem gosta de viajar e conhecer outras cidades, tornaria o processo muito fácil e agradável. provavelmente, em vez de pensarmos num crescimento litoral-interior, se pensássemos em expandir o crescimento que hoje se faz apenas no litoral (no nosso caso) para a restante área, fosse ela Portugal ou Espanha penso que seria uma mais valia, não só economicamente claro, mas de bens e de pessoas. -
não obrigada...já tenho dois :rolleyes:
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descobri na internet, um site onde mostra, por ordem de votação os melhores vídeos do youtube. alguns são bastante conhecidos, mas houve um que me chamou à atenção.. e confesso que até fez escorrer uma lagrimazita de emoção http://www.youtube.com/watch?v=Yv4Sia94Cu8&eurl=http://www.bestofyoutube.com/default.asp?page=2&recs=5&view=top&q= podem ver os outros em http://www.bestofyoutube.com/default.asp?page=1&recs=5&view=top&q=
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House on hazardous hill, The Treehouse, Victoria, Australia August 18th, 2008 - Posted in Architecture Design Jackson Clements Burrows Pty Ltd Architects were formed ten years ago and have since been making architecture which empathises with its surroundings and according to their mission, their design methodology “is often informed by making intelligent decisions about perceived constraints”. Such constraints are not obvious in this angular design perched on a steep hillside at Separation Creek in Victoria, Australia. The hazardous-looking balcony ledge appears so large as to be capable of toppling the structure from its roots on the rocky hillside, but the building stands strong in its foundations and the balcony juts outwards, hopeful of integrating with and surrounding itself with the spectacular landscape. The house covers an area of 220 sq m and rests on two levels which, aside from the jutting balcony, hug the steep incline as a slim, wide design. With three bedrooms, a dining room and kitchen, the structure would be considered modest if it were not for the modular additions of a sun-room, study and living area (including the decked patio) on the upper level. The house uses and blends with the surrounding landscape camouflaging itself with shades of green and using the land to create design features such as steps heading to the base of the building and rock mounds which both integrate the building within the landscape and bolster the house, providing further support. via worldarchitecturenews.com
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bom bom era o "conta-me como foi" e acabou de repente :rolleyes:
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gostei mais do 1º...teve mais "picante" este foi muito sem sal, se bem que aquela pergunta: "por 250 mil euros, seria capaz de ter relações homossexuais?" resposta: "SIM" XDXD
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connecty, ninguém está a pensar contornar a lei apenas estamos a falar sobre o assunto em todas as vertentes possíveis e imaginarias. em relação ao acto único, encontrei isto: "Acto isolado As pessoas que pratiquem uma só operação tributável deverão entregar na Tesouraria da Fazenda Pública competente o correspondente imposto nos prazos de, respectivamente, 15 dias, a contar da emissão da factura ou documento equivalente, e até ao último dia do mês seguinte ao da conclusão da operação " pronto...posto isto, acho que já sei o que posso/devo fazer... mesmo assim ainda vou dar um saltinho às finanças... ainda assim, faz-me espécie pensar as pessoas que estuda e trabalham ao mesmo tempo.. assim sendo não poderão usufruir do estágio profissional? é um bocado injusto..
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hoje falaram-me em "acto único"... não sei bem o que isso é.. a próxima romaria é à loja do cidadão!! vou ter de levar tudo apontado para não me esquecer de nada. essa cena do "não declarar" não penso que seja muito legal... afinal o atelier não deve ir nisso de certeza!
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sexo e a cidade, anatomia de grey, e agora o recentissimo MOMENTO DA VERDADE!!! ahahahah XDXD
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oh...não tenho muito por onde escolher...mas sou só eu neste posição ou é engano meu? o que é que vocês fizeram?? não me parece que seja muito justo sermos confrontados com estas coisas todas logo no inicio, mas pronto... :rolleyes:
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sim eu sei. a questão é que agora é como se não trabalhasse certo? em relação à reforma....? para mim tudo isto ainda é uma grande confusão! mas esses 150 euros mensais, começarão a contar um ano depois de passar o meu 1º recibo verde? ou depois do estágio profissional, onde aí sim, serei contratada para o 1º emprego?
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que outra maneira?
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já agora, aproveito este tópico para colocar uma questão, que nem eu sei bem como colocá-la...então é o seguinte: uma noite destas estava a falar com um amigo já arquitecto, que me disse que não deveria desperdiçar o meu ano de isenção (creio que foi essa a palavra que usou) nos recibos verdes para o estágio para a ordem. ora eu estou a ser remunerada, "porreiramente" para o estágio, e não achei mal nenhum nisso.. a questão é que há muitas coisas deste mundo "novo dos crescidos" (lol) que não entendo... afinal, fiz mal ou fiz bem? o que é isso do ano de isenção? que malefícios é que isso trás para mim no futuro? não sei se me soube explicar bem, mas o amigo em questão é cá do fórum e se ele não se importar, que explique melhor a situação, obrigada
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bem... eu não sei quantas vezes é que eu já disse isto, mas volto a repetir: eu cá vou candidatar-me para a presidência da OA e depois, sigo para PM!! e ai sim, tudo vai mudar e piar de outra forma.. isto já lá não vai com revoluções, greves ou outros que tais.. tem que se mudar o "podre" logo pela raiz! :rolleyes:
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[Conferência] A Arquitectura e Fotografia (actualizado)
m a r g a r i d a replied to Orpheusmyth's topic in Arquitectura
:rolleyes:João Morgado:) -
Logótipo do Arquitectura.pt à Tomás Taveira
m a r g a r i d a replied to JAG's topic in Arquitectura
lol... mas há mais aparências dos engenheiros informáticos "normalizadas" a nivel de todo o mundo! aquele é só um estilo, típico de geek que toda a gente reconhece (não se trata de rótulos...estou a brincar desde o inicio...é necessário frisar... há gente muito sensível a estas coisas) -
Logótipo do Arquitectura.pt à Tomás Taveira
m a r g a r i d a replied to JAG's topic in Arquitectura
pois olha...devias!! é um dos cursos com maiores saídas em Portugal e maiores salários e melhores condições de emprego e melhores possibilidades de subida de carreira!! -
Logótipo do Arquitectura.pt à Tomás Taveira
m a r g a r i d a replied to JAG's topic in Arquitectura
se fosse "bom" era arquitecto...se tivesse ar de larilas era arquitecto, se tivesse oculos e borbulhas era arquitecto (ou engenheiro informático)....ora, como não é "bom" nem tem ar de larilas, nem tem óculos ou borbulhas...é engenheiro :rolleyes: -
pois bem..vamos fazer um exercicio (e tendo em conta que beja não é londres, nem pa lá caminha!lol) beja - sines = 95 km beja - odemira = 100km beja - zambujeira do mar = 123km and so on......... não vale a pena continuar...as distâncias só iriam ser maiores, em terra batida a maior parte delas e calor sofucante.. muito identico a londres, diga-se de passagem . e espero que saibas o porquê de não haver terrenos com mais de 4 hectares junto à costa nas maos de portugueses... em compensação, no interior é ve-los a ter mais de 4 hectares (mais à vontadinha) mas abandonados!! que bom!!.... mas em compensação estamos parados no tempo, porque as pessoas da cidade gostam de vir ao campo, passear para apanhar ar puro, enquanto que os "nativos" cá continuam, como se de um museu vivo se tratasse. e que tal colocarmos umas grades a rodear o baixo alentejo? assim não teriamos um novo allentejo mas sim o maior jardim zoologico do país! :rolleyes:
