CR_
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Não percebi bem o teu post. Podes fazer uma citação de algum post mais atrás onde se diz que "matemática é mais importante que História de Arte/Arquitectura" e que só os "super-dotados a matemática é que deviam ser arquitectos" ? E já agora qual a relação entre: é bom a matemática logo é "péssimo a desenho , péssimo a cad ".
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Eu bem me parecia que estávamos a falar de sentidos diferentes. Eu (eu não quer dizer que esta seja a "definição" correcta) costumo fazer distinção entre jeito e vocação. Para jeito atribuo a "habilidade" e vocação a "inclinação ou propensão natural para um estado ou profissão" . O que eu acho é que devemos avaliar o jeito e não a vocação (com estes sentidos que eu estou a dar). Se o que tu dizes é que devia haver testes mais de acordo com o curso a fazer para permitir uma melhor selecção (acabando por evitar muitas entradas de alunos "iludidos"), avaliados de forma objectiva e equitativa concordo contigo. Não acho é que o modelos de entrevistas, como li algures no tópico, para ver se o aluno tem ou não "vocação" sejam justos. Portanto o que eu quero dizer é: arranjar uma forma de avaliar objectivamente os alunos de acordo com o curso que querem seguir (como o exemplo que deste de um exame na faculdade) sim, agora formas de avaliação (como as entrevistas) bastante subjectivas não, pois para "subjectividade" (que acaba por dar azo às injustiças que ninguém quer) já existem as notas das escolas que já variam um pouco consoante os professores.
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Há testes e testes. Uma coisa é avaliares se tens visão (no sentido - ver) ou capacidade motora necessária para por exemplo um curso de educação física outra é como disseste acima "avaliar" se o aluno acha o curso "giro" ou não e por isso se é a escolha certa para ele ou não. A primeira parte faz sentido, a segunda no meu ver não.
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Mas quem és tu ou alguém para avaliar o que se os outros pensam acerca de um curso? Se têm vocação conseguem entrar em arquitectura de certeza com algum esforço. As pessoas não devem é cair nessa "ah e tal tem vocação e não entra porque há uns maus que tiram melhores notas e roubam os lugares". Se tem vocação esforce-se para mostrar o que vale. Alarma-me num país deste onde se tiram cursos à pata (independentes...), avaliarem os alunos por um "teste vocacional". Mas quem são os outros para dizer que a minha vocação não é o que eu quero seguir e determinar a minha escolha? Se uma pessoa quer ir para arquitectura e se mostrou trabalho para entrar há de ver barrada a entrada só porque algum "psicólogo" ou algo do género diz que a vocação dele não é arquitectura? O sistema pode não ser justo mas não vejo nada que possa garantir mais justiça. Avaliar as entradas por supostas vocações/não vocações é tirar a liberdade de escolha. Se o aluno não tem vocação isso vê-se no curso, se o consegue fazer ou não. Os alunos devem entrar pela qualidade mostrada. A não ser que sugiras outra forma melhor de os alunos mostrarem o que valem em igualdade de circunstâncias para uma avaliação equitativa, acho que este sistema é o mais justo (como é óbvio nunca é um sistema 100% justo...).
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Li o tópico desde início e faz-me confusão algumas opiniões a favor da entrada mais pelo suposto "dom natural" e do que pelo valor mostrado. De que servem os testes vocacionais? Mas agora é alguém que deve decidir por mim o que eu devo seguir ou estudar? O método actual não é perfeito, aliás é mau, mas tal como a democracia é o melhor que eu conheço. Para entrada entram os melhores em X avaliações iguais para todos. Depois no curso os bons safam-se. Não é perfeito mas garante justiça.
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Mas vocês não conhecem o termo reservar? PS: Não estraguem a contra-capa :)
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Compraram-me hoje o público por causa do livro da Taschen e qual não é o meu espanto quando tento tirar o livro da embalagem, estão dois bocados de cola susceptíveis de estragar a contra-capa a quem não tiver um pouco de mais paciência (de referir que não tirei isto à bruta): No meu caso com um pouco de geito dá para tirar a cola sem deixar grandes marcas, mas será que quem fez isto não pensou nisso? Não é uma coisa básica saber que colar desta forma pode estragar? Ainda por cima tendo em conta que o livro estava todo envolvido em plástico não valia mais terem usado o cartão para fazer simplesmente uns apoios, uns cortes rectilíneos por exemplo: Mas porque é que gostam tanto de estragar as coisas com a cola? É isso e às vezes as publicidades nos coladas nos jornais... :tired:
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Aconselho, esses livros de José Santa-Rita foram os meu manuais para a escola. O livro de exercício tem muitos e muitos por resolver de toda a matéria. Só é pena as soluções virem num CD.
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Vou-lhe ser sincero, principalmente no básico, nunca percebi a tara que os professores têm em fazer trabalho de grupo. Já se sabe (e muitas vezes os professores até ajudam na constituição) que os grupos vão ser (salvo raras excepções): um elemento que trabalha, outro (quando há) que ajuda e o resto coça os tomates. No fim o professor dá uma nota ligeiramente mais alta ao que trabalhou e uma nota até muito compensatória para quem não fez nada. E viva a mama :tired:
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A Geometria até nem foi das piores opções. A matéria é a mesma, o exame é que agora tem 4 exercícios obrigatórios e um deles pode ser relatório escrito. Mas impedirem chegar ao 12º sem MAT A (como dantes, que agora temos B ) + GDA + Historia de Artes é na minha perspectiva passar de cavalo para burro. : Quanto ao tópico se ele gostar mesmo o melhor é seguir, porque não deve haver pior do que mais tarde pensar "eu até gostava disto, mas tive medo".
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Vê aqui o plano de estudos: http://www.dgidc.min-edu.pt/orientacao/ofartvis.asp Atenta na opção d) que valida o que disse em cima...
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MAT B, tens de fazer uma disciplina por exame se quiseres acabar o 12º com GD-A + MAT + Historia de Artes (ou seja quase ninguém (ou mesmo ninguém?) acaba com as 3...), e uma das disciplinas em que há trabalhos mais manuais (Oficina de Artes) só tens no 12º...
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Eu digo mais, se pretenderem usar/experimentar GNU/Linux evitem ATI ao máximo :)
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O que eu estou a falar tem cerca de 100 páginas e é pouco maior que A5...
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“Um edifício orgânico seja qual for a sua data de construção, é adequado ao seu tempo, ao seu local e ao homem” Tenho um livro sobre ele da TASCHEN que vinha com o Público (deve ser o mesmo que a mondrian se refiria...) que tem uma "breve biografia" e dá a conhecer uma data de obras dele. Vê se alguém que conheças o tem... Podes também falar da história da construção do edifício que no inicio teve uma alteração por parte dos novos donos do projecto que não concordavam algumas coisas do projecto e posteriormente acabou-se por voltar à forma como Wright tinha projectado.
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Ota | Aeroporto Internacional de Lisboa | Eduardo Souto Moura
CR_ replied to lllARKlll's topic in Arquitectura
Se isto for verdade não é um pouco preocupante a opção tomada? Ou será que não há mesmo nenhuma alternativa melhor? -
A nível de cor não gosto. É demasiado agressiva para o tipo de jornal que é. Quanto à organização, está mais lógica, só não gosto é do sítio onde meteram o Calvin :tired:
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TiCo pelo que eu percebi eles foram formados na altura do decreto de 1973 mesmo por causa disso. É claro que agora os tempos são outros...
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http://pt.openoffice.org/ajuda/ajuda-dicionario.html Ou: File -> wizards -> Install new dictionary's E escolham português. Aquilo aparecerá um menu para escolher e depois o OO faz download automaticamente dos dicionários escolhidos.
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vitor nina talvez em vez de .jpg fosse melhor .png para ter melhor qualidade. http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_formatos_de_ficheiro_gr%C3%A1fico
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É algo que eu sei que vou ter que voltar a usar. Tico alguns portáteis dão problemas a instalar como os acer...
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Ainda ando no 12º. Só uso a mão para desenhar, ainda não me aventurei em programas CAD:p Vê aqui como instalar: http://www.techzonept.com/showthread.php?t=113573#post1224931 Mas se queres Windows+Ubuntu redimensiona primeiro a partição do Windows para teres espaço livre não particionado e depois é criares uma partição / em ext3 e uma swap do tamanho da tua memória. Vê também: http://www.portugal-a-programar.org/forum/index.php?topic=4288.0 Mas ainda vou ver o FreeCAD e tentar algumas coisas com a ajuda de tutoriais.
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Não quero ser chato, mas se querem uma distro "a sério" usem Debian. É mais estável que ubuntu, e também tem bastante suporte. Ubuntu só ganha ter muita ajuda a newbies. (Ex.: http://www.ubuntupt.org/ ) Uso exclusivamente Linux há já algum tempo e digo-vos, windows só consegue existir pelas "exclusividades", de resto...:vomit1: PS: O que não falta a GNU/Linux é ajuda, por isso se tiverem problemas ou dúvidas o que não falta são fóruns e no IRC onde pedir ajuda ; )
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Pois mas o cerne da questão está mais nos títulos que outra coisa, seria útil "reciclar" o uso do "barchelato" para evitar estas confusões e conflitos entre licenciados e licenciados "de segunda" e mestres com "mestres" "de segunda"....
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Isto é estúpido! Eles deviam era fazer isso assim: do género 3+2 mas quem fizer só 3 anos ficavam com Barchelato e que fizesse os os 5 anos ficava com o "título" de Licenciado e já não havia a confunsão com as equivalências antigas! Mas isso é em todas... Porque achas que por exemplo os cursos de medicina têm médias altíssimas e temos falta de médicos? Os lóbis são uma coisa díficil de desagregar...
