Acharia louvável que o Conselho Directivo Regional Sul da OA tivesse vindo a público em defesa deste projecto se tal fosse prática corrente.
Curioso notar que a argumentação apresentada se refere apenas à legitimidade (ou falta dela) de procedimentos administrativos, algo que qualquer advogado poderia fazer, nada referindo quanto à qualidade arquitectónica do projecto. A defesa que a OA faz do projecto assenta em argumentos jurídicos, enquanto que o ataque público que tem sido feito assenta em argumentos estéticos e de inserção urbana e, sobre estes que são matéria intrínseca da arquitectura, a Ordem dos Arquitectos nada diz...
Não acredito que os dirigentes da OA não saibam de alguns outros casos de discricionariedade dos que diariamente se passam por todo o país, e não dou por eles virem a público denunciar essas situações. Infelizmente a Ordem só é para todos quando toca a pagar quotas...