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17:18 Quarta-feira, 15 de Abr de 2009



Vila Nova de Gaia, 14 Abr (Lusa) - O presidente da Câmara de Vila Nova de Gaia anunciou hoje que está prevista a cobertura total da Rua de Guilherme Gomes Fernandes, paralela à marginal ribeirinha, e de outra mais pequena e perpendicular.
A intervenção anunciada por Luís Filipe Menezes faz parte do pacote de investimentos relacionados com a requalificação do centro histórico local e, segundo a Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) de Gaia, deverá estar pronta "dentro de dois anos".
O autarca, que falava na inauguração da sede da SRU de Gaia, pretende ver ali "pequenos bares e espaços comerciais", que vão contribuir para reanimar esta zona urbana, hoje degradada, quase desconhecida e marginal face aos circuitos turísticos.
"Pretendemos transformar Guilherme Gomes numa zona agradável e de comércio" entre a Rua de Cândido dos Reis e o mercado, acrescentou um dos administradores da SRU, Defensor de Castro, contactado pela Agência Lusa.
"A ideia é que essa rua fique confortável, que seja uma rua de muita gente", referiu ainda o responsável, destacando o facto de Guilherme Gomes Fernandes ter uma "orientação nascente-poente, que a torna muito sombria durante o Inverno".
A cobertura será uma estrutura leve e "transparente" e extensível à Rua de França, um arruamento estreito que liga a Rua de Guilherme Gomes Fernandes à marginal.
Na inauguração das instalações da SRU, Menezes aproveitou para fazer uma "visita guiada ao passado, ao presente e ao futuro" do centro histórico de Gaia, recordando os múltiplos investimentos previstos para esta área.
Um deles é o chamado Cais Cultural, cujas obras já começaram e que vai ter, segundo disse, "uma das salas mais competitivas da Área Metropolitana do Porto", com mil lugares sentados.
Outra grande aposta é o teleférico, que ligará o Jardim do Morro à chamada Praça Super Bock, um dos espaços centrais do renovado cais fluvial de Vila Nova de Gaia.
Segundo Defensor de Castro, o teleférico fica pronto este ano.
Três hotéis, pelo menos um bairro social e quatro parques de estacionamentos, um deles com oito pisos, junto à entrada para o tabuleiro inferior da Ponte Luís I, são outros equipamentos projectados para o centro histórico.
Já este ano lectivo, a Escola Superior de Tecnologias da Saúde, do Instituto Politécnico do Porto, e os seus cerca de 2.000 alunos instalaram-se num edifício construído num terreno cedido pela Misericórdia local, junto à Rua de Serpa Pinto
Menezes anunciou ainda um "museu do Cinema e do Teatro, a instalar num edifício já adquirido pela Câmara Municipal", e referiu "a construção da marina da Afurada".
Com estas intervenções, o autarca ambiciona transformar Gaia no "centro de lazer de qualidade da Área Metropolitana do Porto", contando para isso com os empresários privados, a quem pediu "pequenos investimentos e pequenos riscos".
AYM.
Lusa/fim
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Acho que a primeira questão a colocar será, onde começa e acaba o centro histórico de VN Gaia? E depois de ver o que tem sido feito no CH de Gaia, temo que as intervenções que se anunciam possam servir para dar continuidade ao carácter de "parque de diversões" para turista ou para pessoas que usufruem do espaço apenas para lazer. Pega-se num passado próspero mas com uma imagem decadente, lava-se a sua cara e pintam-se os olhos e dá-se a mostrar a quem lá passa...

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