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VM HOUSING

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VM houses son dos bloques de viviendas formadas por las letras V y M. Partiendo desde un cuadrado, esta geometria es dividida en dos bloques generando en el nivel 0 del proyecto, un parque publico el cual conecta dos zonas de la ciudad, q son bordeadas por canales. Los dos bloques se quiebran en distintas direcciones en orden de generar una unica dispersion
de la luz, vistas y privacidad.

V HOUSES

El bloque es empujado desde su centro con el fin de generar y asegurar vistas diagonales a los campos abiertos que existen en su entorno.

M HOUSES

La logica de la diagonalizacion desde su centro de las V houses es quebrada en pequeñas proporciones por las M houses.

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Este proyecto tiene mas de 80 tipos distintos de apartamentos, los cuales son programaticamente flexibles, abiertos a las necesidades individuales de la vida contemporanea, segun ellos, un mosaico de distintas formas de vida.

Por Pablo Labra

Esquemas Edificio V

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Esquemas Edificio M

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Video

[ame="http://www.youtube.com/watch?v=khvqKaWgdOU"]YouTube - PLOT [JDS+BIG] / VM Housing[/ame]

Fotografías

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Plantas

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Tipologias

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Cortes

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Textos

VM housing - PLOT

Published on October 22, 2006 in palavras da arquitectura and projectos.

Os edifícios VM em Copenhaga constituem uma nova forma de conceber edifícios de habitação colectiva. A obra, construída em Ørestad, situa-se na zona de expansão sul da cidade de Copenhaga, o ponto mais a Leste da Dinamarca e é uma zona importante na ligação entre esta e a Suécia. Assim, Ørestad é atravessada por um eixo viário de linha de comboio, metro e auto-estrada que se dirige para Malmö e também cruzada perpendicularmente pela auto-estrada E20 que liga Copenhaga ao aeroporto da cidade. O eixo viário de conexão à Suécia define também a ocupação desta zona deixando a oeste uma extensão verde que corresponde ao parque da cidade e a leste toda uma zona ocupada por habitação singular até ao aeroporto de Copenhaga. A sul ainda há uma forte ocupação industrial em direcção ao mar.

Assim, os edifícios VM situam-se no cruzamento dos dois eixos viários, na zona de transição entre o espaço verde, industrial e habitacional e, eles mesmo fazem parte dessa transição, tendo como ideia criar uma melhor transição e dissimilar o impacto do extenso viaduto do comboio e metro que atravessa a zona.

A forma distinta dos edifícios advém na ideia de contrariar o frente-a-frente entre dois edifícios de blocos de habitação. Estando inseridos num espaço rectangular, os arquitectos decidiram que a melhor forma de ocupar o local seria puxar os edifícios em direcção ao centro do terreno, criando vistas diagonais. Assim, o edifício V é puxado a meio para o interior do terreno, criando uma rótula a meio, sendo o edifício M uma dupla repetição do edifício V. Deste modo os arquitectos conseguiram pegar no ideia de dois blocos de habitação próximos e dar-lhes mais dinâmica criando vistas diagonais em todas as fachadas e contrariando o frente-a-frente entre os dois edifícios, permitindo uma exposição menor dos apartamentos.

A nível volumétrico estes edifícios pretendem fazer uma transição de escalas entre a grande zona habitacional de casas com dois pisos e a zona industrial pontuada por alguns edifícios altos e torres de escritórios. Deste modo, os edifícios adaptam-se às duas escalas e assim, passam de 11 andares de um lado para 4 andares do outro lado, criando uma série de terraços nas coberturas. O rés-do-chão dos edifícios é praticamente todo aberto, menos no edifício M que é ocupado por um jardim-de-infância.

Em termos de organização interior dos edifícios, os arquitectos de PLOT propõem algo verdadeiramente distinto. Eles tinham a ideia de projectar para o maior número de pessoas diferentes, por isso conceberam uma série de apartamentos diferentes com organizações distintas. Assim, eles criaram um total de 73 (V = 34 ; M = 39) apartamentos diferentes que, por vezes se repetem dentro dos edifícios e que, no final, acabam por conseguir responder a uma grande variedade de tipologias, podendo ser ocupados por diversos tipos familiares. Deste modo, todos os apartamentos são projectados como peças singulares que podem estar encaixadas com conjuntos diferentes e que no seu conjunto criam as formas finais dos dois edifícios. Ainda assim, os dois edifícios são organizados de formas distintas: no edifício V o acesso vertical é feito por três zonas distintas que, em cada dois pisos ligam a um corredor exterior de acesso às habitações, permitindo uma visualização exterior do conjunto habitacional enquanto se acede à casa; no edifício M há cinco pontos de acesso vertical que posteriormente ligam a cada dois pisos a corredores internos que perfuram diagonalmente o edifício e que permitem um acesso interior a todos os apartamentos deste edifício. Neste caso é clara a referência à “Unité d’habitation” de Le Corbusier no tratamento e utilização de corredores internos, mas os PLOT conseguiram dar uma nova dimensão a esta ideia, criando uma nova dinâmica e permitindo uma maior flexibilidade de organização interior do edifício.

Em relação às habitações, todos eles foram projectados segundo uma série de regras criadas pelos arquitectos de forma a responder às necessidades locais e também às exigências do mercado. Assim, praticamente todos os apartamentos têm uma altura dupla a norte, deixando a fachada sul só com um piso, de forma a controlar melhor a incidência solar e as pontes térmicas. Todos os apartamentos são tratados interiormente de uma forma livre, reduzindo ao mínimo todos os obstáculos de forma a obter espaços amplos, com grande luz e ar. Esta organização está também de acordo com um certo extracto de sociedade para a qual os arquitectos projectaram estes edifícios. Assim, para além da organização livre dos espaços interiores, já com uma ocupação dos espaços proposta, os PLOT ainda sugerem para cada apartamento outra variante, com mais divisões de forma a se poder criar ainda mais outro quarto ou a cerrar mais alguns espaços.

Em suma, estes edifícios apresentam um carácter inovador pela forma como é encarada a habitação colectiva, pelas diversas preocupações nos diferentes níveis do projecto que levaram os arquitectos a projectar uma grande diversidade de habitações para que pudesse existir um grande número de famílias diferentes a viver num mesmo edifício. Ainda, a forma como o edifício se relaciona com um exterior absolutamente plano é interessante na medida em que as habitações se abrem para fora à procura das melhores vistas e de forma a aproveitar ao máximo a exposição solar. De salientar ainda a forma como o edifício e os apartamentos são tratados, com o mínimo de detalhes, utilizando materiais comuns e não muito caros, mas utilizados com criatividade e com um grande sentido estético. Foi através de todos estes aspectos que os PLOT conseguiram criar um conjunto habitacional digno de ser estudado e que responde às necessidades actuais. O sucesso destes edifícios foi também notório pelo facto de, após duas horas de vendas, 80% das habitações terem sido logo compradas!

in http://palavras-arquitectura.com/2006/10/22/vm-housing-plot/


INFO

Architects: BIG + JDS = PLOT
Location: Copenhagen, DenmarkCollaborators: Plot, JDS, MOE & Brodsgaard
Client: Hopfner A/S, Dansk Olie Kompagni A/S
Contractor: Hopfner A/S
Program: 230 Apartments
Construction period: 2004 - 2005
Total Area: 25000 sqm
Photography: BIG & JDS

LINKS:

1 . http://www.pbase.com/traianc/vm
2 . http://palavras-arquitectura.com/2006/10/22/vm-housing-plot/
3 . http://shantyworld.blogspot.com/2007/03/vm-housing-orestad-denmark.html
4 . http://www.danda.be/gallery/vm_housing/
5 . plot, VM-housing, 2002-2005'' target='_blank'>plot, VM-housing, 2002-2005>plot, VM-housing, 2002-2005
6 . http://www.plot.dk/
7 . http://www.jdsarchitects.com/
8 . http://www.archdaily.com/970/vm-houses-plot-big-jds/
9 . http://www.arcspace.com/architects/plot/vm/vm.html
10 . http://www.archdaily.com/970/vm-houses-plot-big-jds/
Posted

Isso agora eh muito discutivel. Nuns sites dizem que eh dos PLOT outros dizem que eh do BIG, outros dizem eh do JDS. Parece ser o Castil de Copenhaga.

Posted

JVS: simplesmente se pensares que este foi o primeiro grande projecto dos PLOT e que foi todo construído quando ainda eram os PLOT. os PLOT só se separaram depois de acabado o edifício... acho que aí não restam dúvidas... Eu cheguei a falar pessoalmente com o Julien deSmedt na altura em que estava em construção, muito antes de cada um seguir o seu rumo.

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