JVS Posted August 19, 2008 Report Posted August 19, 2008 Texto integral intervenção do presidente do Governo, Carlos César, na inauguração, hoje na ilha do Faial, do Centro de Interpretação do Vulcão do Capelinhos: "São cinquenta os anos passados desde que o vulcão irrompeu, desde que o Farol sucumbiu e desde que as cinzas cobriram e prolongaram a terra: tempo suficiente para as gerações de então, e para outras seguintes, residentes ou emigradas, reorganizarem memórias, reconstituírem vidas e assistirem a extraordinárias e sucessivas transformações aqui, no Faial, como nos Açores, como no Mundo. As “américas” que povoaram os sonhos de prosperidades quando então partiram milhares de açorianos – essas “américas”, agora, felizmente, já as encontramos cada vez mais nas nossas ilhas. Hoje, neste início de século, já não é preciso partir para sonhar: o que é mesmo preciso é ficar aqui, rejuvenescendo uma terra ansiosa no progresso e que o está a conseguir a ritmos superiores aos ganhos do País e da União Europeia. É este percurso que nos anima e que é avivado em circunstâncias como a que estamos nesta ocasião a viver. São esses Açores – geradores constantes de novos empregos, território de esperanças renovadas ou concretizadas, espaço para a modernidade e para novas actividades económicas, lugar de atenção e cuidado perante as desigualdades que sobrevêm nas sociedades em processos rápidos de desenvolvimento – são esses Açores, dizia, que encontram as energias para transformarem, como acontece neste monumento geológico dos Capelinhos, as marcas de uma calamidade nos alicerces de uma nova oportunidade. Esta obra é um dos símbolos dos Açores diferentes que estamos solidamente a construir. Embora a terra nova dos Capelinhos, atacada pelos invernos tempestuosos, se encontre significativamente reduzida na sua área, ela será, sempre, ainda que numa menor parte, uma referenciação para os Açores e um local privilegiado, especialmente a partir de hoje, para cientistas e para visitantes em geral. Cinquenta anos depois de, no relatório da Missão Técnica do Ministério das Obras Públicas sobre as acções necessárias a empreender na época no Faial, se apontar a urgência de “recuperar o Farol dos Capelinhos”, aqui estamos nós a concretizar, com o sentido da contemporaneidade, a salvaguarda e a funcionalização desse património: inaugura-se, assim, o Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos e do fenómeno vulcanológico em geral nos Açores. Este Centro é também uma homenagem aos faialenses, particularmente àqueles que mais sofreram com as consequências do Vulcão e, simultaneamente, prolonga o testemunho e a observação de tantos cientistas e estudiosos que por aqui passaram, ou que acompanharam o fenómeno na sua eclosão, como é o caso da Professora Raquel Soeiro de Brito, aqui presente, e que aproveito a oportunidade para cumprimentar. Da consolidação, a que procedemos, do Farol dos Capelinhos, chegámos à edificação de um Centro que agrega algumas das melhores tecnologias que, a nível mundial, integram estruturas, como esta, de disseminação do conhecimento. Através do processo de selecção foram aqui reunidos trabalhos de algumas das melhores empresas europeias. O resultado é de grande qualidade, como poderemos verificar, e de grande atractividade, desde os filmes tridimensionais, maquetas interactivas e artísticas, painéis informativos, computadores que explicam a formação dos vulcões e a evolução do nosso arquipélago. Todas as ferramentas tecnológicas foram utilizadas para explicarem complexos fenómenos e a história deste local, começando no big-bang original, passando pela formação do planeta, deslocando-se depois para a nossa condição até aos dias pós-telúricos dos Capelinhos. Esta estrutura é uma poderosa máquina do tempo que nos transporta do passado para o presente, de forma acessível, para mais facilmente prospectivarmos a existência. Para a concretização deste projecto, que nasceu de uma ideia do arquitecto Nuno Lopes e dos contributos do Professor Victor Hugo Forjaz, tivemos que ultrapassar mais de quarenta procedimentos de contratação pública, realizando um investimento de sete milhões de euros. A ilha do Faial, que conheceu nesta Legislatura a conclusão de importantes e estruturantes investimentos públicos, encontra aqui mais uma âncora para a sua consideração no processo de desenvolvimento regional e de credenciação externa dos Açores. Está, pois, de parabéns. Este Centro de Interpretação, porém, não deve ser considerado uma iniciativa isolada. Pelo contrário, é resultado de uma política geral de valorização do nosso meio natural e de pedagogia e de divulgação científica que nos tem levado – para também só falar do período antecedente desta última Legislatura de quatro anos – a edificar, entre outras, infra-estruturas como a Gruta das Torres, a Casa da Montanha no Pico, o Centro de Interpretação Ambiental e Cultural da Ilha do Corvo ou o Centro de Visitação do Jardim Botânico do Faial. Em breve, aliás, estarão prontos o Aquário Virtual e a Casa dos Dabney, na ilha do Faial, e os Centros de Interpretação Ambiental da Furna do Enxofre, na Graciosa, da Fajã de Santo Cristo, em São Jorge, da Gruta do Carvão, em São Miguel, e o da Fábrica do Boqueirão, na ilha das Flores. A fruição e interpretação do meio e da paisagem natural dos Açores, antes distante e incompreensível, estão cada vez mais ao alcance do conhecimento dos que aqui residem ou dos que nos visitam. Sabemos que apenas é possível proteger, estimar e utilizar com sustentabilidade o que se compreende e, também por essa razão, estas estruturas são de crucial importância para a qualidade do desenvolvimento dos Açores. Agradeço, em nome do Governo, a todos os que nos apoiaram neste empreendimento, destacando o encorajamento que sempre nos foi transmitido pela Câmara Municipal da Horta, pela Junta de Freguesia do Capelo e pela Associação dos Amigos do Farol dos Capelinhos. A obra está feita e começa a funcionar. Como, felizmente, tantas vezes tenho dito: compromisso assumido, compromisso cumprido!”. in http://www.acores.net/noticias/view-28934.html Quote
JVS Posted August 19, 2008 Author Report Posted August 19, 2008 Açores: Inauguração de obra vanguardista marca 50.º aniversário da erupção dos Capelinhos 2008-08-18 02:03:43 Horta, 18 Ago. (Lusa) - A inauguração, na noite de domingo, do Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos, na ilha do Faial, uma obra de características vanguardistas, foi o principal marco das comemorações dos 50 anos da última erupção vulcânica açoriana. A obra, inaugurada pelo presidente do Governo Regional, está totalmente soterrada nas cinzas expelidas pelo Vulcão dos Capelinhos, as mesmas que, há meio século, destruíram centenas de moradias e inutilizaram os campos de cultivo de milhares de faialenses. Construído em forma de "bunker", apenas com uma gateiras por onde entra a luz do dia, o novo centro interpretativo foi construído em betão armado, junto ao Farol dos Capelinhos, também ele parcialmente soterrado pelas cinzas do Vulcão, em 1957/58. Na cerimónia inaugural, o chefe do executivo açoriano disse que o Centro "é uma homenagem aos faialenses, particularmente àqueles que mais sofreram com as consequências do Vulcão", muitos dos quais foram obrigados a emigrar para os Estados Unidos e para o Canadá à procura de melhores condições de vida. Para Carlos César, "as américas" povoaram os sonhos de prosperidade para milhares de açorianos, "agora, felizmente, já as encontramos cada vez mais nas nossas ilhas", recordando que 50 anos depois "já não é preciso partir para sonhar", porque actualmente, os Açores estão a progredir "a ritmos superiores aos ganhos do País e da União Europeia". Esta obra, que custou aos cofres da Região cerca de sete milhões de euros, assume-se também como porta de entrada num circuito de visitas vulcanológicas que será criado no arquipélago. O imóvel, que oferece uma ampla sala para recepção dos visitantes, dispõe de vários espaços para exposições, um auditório para 60 pessoas e uma ligação subterrânea ao Farol dos Capelinhos, imóvel que também foi, entretanto, recuperado pelo Governo, mas enquanto ruína, para se manter como marco da destruição provocada pela erupção vulcânica. O Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos, uma obra da autoria do arquitecto Nuno Lopes, inclui ainda, segundo Carlos César, "as melhores tecnologias que, a nível mundial, integram estruturas como esta, de disseminação do conhecimento". Filmes tridimensionais, maquetas interactivas e artísticas, painéis informativos, computadores que explicam a formação dos vulcões e a evolução do nosso arquipélago, são algumas das ferramentas tecnológicas que estão disponíveis aos visitantes e também aos cientistas. "Esta estrutura - garante o chefe do executivo - é uma poderosa máquina do tempo que nos transporta do passado para o presente, de forma acessível, para mais facilmente prospectivarmos a existência." Carlos César lembrou, na ocasião, que para concretizar este arrojado projecto, o qual contou também com a colaboração do vulcanólogo Victor Hugo Forjaz, o Governo teve de ultrapassar mais de quarenta procedimentos de contratação pública. Segundo explicou, este Centro de Interpretação não deve ser considerado uma iniciativa isolada, uma vez que integra uma rede de outros centros já concluídos, como a Gruta das Torres, a Casa da Montanha no Pico, o Centro de Interpretação Ambiental e Cultural da Ilha do Corvo ou o Centro de Visitação do Jardim Botânico do Faial. O chefe do Governo Regional adiantou ainda que, em breve, estarão prontos outros investimentos na mesma área, como o Aquário Virtual e a Casa dos Dabney, na ilha do Faial, e os Centros de Interpretação Ambiental da Furna do Enxofre, na Graciosa, da Fajã de Santo Cristo, em São Jorge, da Gruta do Carvão, em São Miguel, bem como o da Fábrica do Boqueirão, na ilha das Flores. Depois da cerimónia inaugural, para um grupo restrito de convidados, teve lugar, junto ao Farol dos Capelinhos, um espectáculo de dança da responsabilidade de duas companhias francesas: "Retouramont" e "Des Quidams". Durante alguns minutos, milhares de faialenses que ocorreram ao local assistiram a um espectáculo único de animação, que incluiu uma dança aérea e um espectáculo de luz e som, no qual as pessoas foram convidadas a participar. R.F. Lusa/fim. keywords: cultura Açores in http://aeiou.visao.pt/Pages/Lusa.aspx?News=200808188672861 Quote
JVS Posted August 19, 2008 Author Report Posted August 19, 2008 PLANTAS http-~~-//www.vulcaodoscapelinhos.org/_images/projecto/1.gif http-~~-//www.vulcaodoscapelinhos.org/_images/projecto/5.gifRENDERS http-~~-//www.vulcaodoscapelinhos.org/_images/projecto/6.gif http-~~-//www.vulcaodoscapelinhos.org/_images/projecto/7.gifFOTOGRAFIAS http-~~-//www.vulcaodoscapelinhos.org/_images/obras/2.jpg http-~~-//www.vulcaodoscapelinhos.org/_images/obras/31.jpg http-~~-//www.vulcaodoscapelinhos.org/_images/obras/43.jpg http-~~-//www.vulcaodoscapelinhos.org/_images/obras/50.jpg http-~~-//www.vulcaodoscapelinhos.org/_images/obras/51.jpg http-~~-//www.vulcaodoscapelinhos.org/_images/obras/44.jpg IN http://www.vulcaodoscapelinhos.org/centro/obras/?foto=43 Quote
Gupyna Posted August 20, 2008 Report Posted August 20, 2008 Fico contente de ver que o Nuno Lopes após o excelente trabalho desenvolvido em évora continua a dar CARTAS! Parabéns estou na expectativa de visitar a obra quando estiver concluida! Quote
JAG Posted August 20, 2008 Report Posted August 20, 2008 Um projecto bastante interessante e original. Espero ver mais fotos quando estiver concluído. Quote Josué Jacinto - Mais FácilMy web: maisfacil.com | soimprimir.com | guialojasonline.maisfacil.com
JVS Posted August 20, 2008 Author Report Posted August 20, 2008 Pois. Ele foi inaugurado esta semana. Pede-se aos utilizadores desta ilha que partilhem as fotos connosco. Quote
Milene Posted September 16, 2008 Report Posted September 16, 2008 Boa tarde, eu até mostrava fotografias, que tenho bastantes, mas não sei coloca-las aqui. Foi editado um livro de obra, que mostra a obra terminada, mas sem conteúdos expositivos, esse livro foi lançado no dia da inauguração nos Capelinhos - Faial. No continente irá ser lançado no próximo dia 10 de Outubro na Semana da Arquitectura, na Casa dos Açores em Lisboa. Quote
Dreamer Posted September 16, 2008 Report Posted September 16, 2008 Milene, antes de mais bem vinda. Há alguns tópicos que explicam como pode colocar cá as suas fotografias que serão concerteza interessantes para a percepção do projecto.[Ajuda] Como anexar imagens aos tópicos?[Ajuda] Alojamento de imagens - Imageshack Quote Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...
Milene Posted September 16, 2008 Report Posted September 16, 2008 [attach]5709[/attach] [attach]5710[/attach] Quote
JVS Posted September 16, 2008 Author Report Posted September 16, 2008 Muito obrigado Milene. Deixa a tua analise sobre o espaco com vantagens e desvantagens. Quote
Gupyna Posted September 16, 2008 Report Posted September 16, 2008 Só uma pergunta, os sofás, é engano não é??!!! a moviflor enganou-se na morada?:rolleyes: Quote
Milene Posted September 17, 2008 Report Posted September 17, 2008 Começando por falar no pré Centro, os Capelinhos tinham uma paisagem vulcânica, com um farol parcialmente soterrado e destruído. Paisagem esta que atraía todos os visitantes do Faial e Faialenses para ver o vulcão e os seus danos. Uma estrada que terminava num cul-de-sac onde os carros paravam, as pessoas olhavam, umas davam a volta ao farol, os mais aventureiros escalavam até uma das janelas que dava acesso à escada e à torre, e partiam com a máquina cheia de fotos das ruínas do farol, do vulcão ao fundo e de uma paisagem quase lunar de cinzas. Agora, os Capelinhos continuam a atrair pessoas, estas chegam, vêm uma paisagem vulcânica, umas ruínas de farol soterradas e o vulcão. É isso, a paisagem que atraia as pessoas continua a mesma, pois o edifício é enterrado. O grande foyer central, ponto de recepção de visitantes encontra-se por baixo do antigo cul-de-sac, mas este grandioso espaço encontra-se à cota do terreno antes da erupção, ou seja cerca ao nível térreo do farol, ao nível das habitações ali existentes.Por baixo desta grande arvore, cálice, erupção, ou o que entendam por bem chamar ao único e grandioso pilar central da sala, entra-se um mundo mágico de salas e sucessão de espaços, despidos de acabamentos dando assim grande importância ao conteúdos expositivos interactivos, dinâmicos e físicos.O edifício totalmente construído em betão à vista, como que queimado pelo vulcão, tem pequenos espaços que oferecem um conforto quer físico quer psicológico através das cores fortes, sendo o auditório com poltronas vermelho, o bar com sofás em Jacinto-de-água amarelo, a sala de exposições temporárias verde mar, e as respectivas casas de banho também acolhem confortavelmente os seus utilizadores através das cores escolhidas para os seus acabamentos. Toda a visita multimédia vai contando e explicando a história daquele local, desde a construção do Farol, o vulcão, e a paisagem actual. A sucessão de salas a sua organização o percurso, até a sua iluminação estão agradavelmente estudados e levam o visitante a desligar de tudo e a contemplar o sítio e o espaço, até à surpresa final que se encontra na saída deste edifício; esta, acontece numa sala lateral do farol virada para o vulcão. Há depois a possibilidade de subir ao farol, para quem não tenha medo de alturas, e ai termina o auge da visita com uma vista de 360º sobre toda esta paisagem tão nova e tão antiga. Espero ter aguçado o interesse, eu sou uma apaixonada pelos Açores, vou lá com alguma regularidade. O Governo dos Açores está a desenvolver o arquipélago com a construção de arquitectura de qualidade em espaços muito interessantes, todos os arquitectos, engenheiros, estudantes e interessados deveriam conhecer os Açores e as suas novas obras. Quote
JVS Posted June 12, 2009 Author Report Posted June 12, 2009 Viagem ao centro do vulcão dos Capelinhos Regional | 2009-05-25 11:01 Entre Agosto de 2008 e este mês, cerca de 12 mil visitantes visitaram este Centro de Interpretação, no Faial, uma obra emblemática que custou cerca de sete milhões de euros. Casa para investigadores é que vai ‘ficar’ na maqueta. (Com ficheiro áudio) Ir ao Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos, é fazer uma viagem que vale a pena: no tempo, no espaço e no conhecimento;da terra em que vivemos mas, também, da história e das estórias das gentes que viveram o fenómeno que acrescentou terra à ilha do Faial e, simultaneamente, a fez perder mais de metade da sua população, rumo a terras da América que, então abriu a fronteira àqueles que perderam tecto, bens e tranquilidade. Entrar no Centro de Interpretação - projecto assinado por Nuno Lopes e candidata ao PrémioMies van der Rohe, que se tornou o prémio oficial de arquitectura da União Europeia e é actualmente um dos mais prestigiados a nível mundial-, é sentir , a aventura de, ao jeito do best seller de Júlio Verne, de uma viagem ao centro da terra. Isto porque toda a estrutura é subterrânea, para que a paisagem, justamente apelidada de lunar, fosse o menos ‘beliscada’ possível. Uma solução arquitectónica arrojada e uma obra de engenheria desafiante que, apesar de conseguida, obriga a uma manutenção permanente para, por exemplo, manter os filtros das potentes máquinas de ar condicionado livres de areias, ou evitar que os acessos sejam tomados por ‘dunas’. É-nos explicado que isso é feito semanalmente, todas as segundas-feiras, dias em que o Centro está encerrado ao público. No resto dos dias está sempre aberto, para visitadas guiadas que - completas - não se fazem em menos de duas horas e meia. Hologramas, filmes a 3D, fotografias, maquetas, minerais e peças ligadas à erupção que ocoreu há pouco mais de 50 anos (ler caixa), fazem, contudo, com que não se note o tempo a passar. E para os mais afoitos - ainda que seja necessária cautela no dois últimos lances de escada, devido à falta de apoio -, justifica-se subir os 140 degraus que dão acesso ao cimo do farol, de onde se avista toda a zona do vulcão e o oceano. Uma envolvente classificada pelo Governo Regional como Monumento Natural Regional e Zona de Protecção Especial da Rede Natura 2000 e que irá, agora, ser alvo de arranjos exteriores ao edificado. O secretário regional do Ambiente e do Mar adiantou que vai ainda ser feito “um reordenamneto do espaço e da paisagem” envolvente. Contudo, Álamo Meneses, quando questionado sobre a construção da casa de acolhimento para investigadores, prevista na maqueta que se encontra exposta no átrio do Centro de Intrepretação, disse que “já foi eliminada porque não havia nenhum interesse em colocar mais carga sobre aquele espaço e até porque desvirtuaria, de alguma maneira aquilo que se quer para o Vulcão dos Capelinhos”. Reforçou, assim, que o que está previsto “é o arranjo da zona entre aquela zona do Costado da Nau, o Porto do Comprido e aquela zona que foi coberta de areias até uma mata de faia que lá existe...” Quanto aos visitantes, cerca de 12 mil, o governante revela a sua satisfação, pelo número e pela avaliação que fazem. “Nós temos recebido grandes elogios de todas as pessoas que por ali têm passado e, alguns, especialistas vindos de todo o mundo.” Hélder Blayer/Olímpia Granada in http://www.acorianooriental.pt/noticias/view/185284 Quote
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