Guest Ruce Posted August 10, 2008 Report Posted August 10, 2008 Link para a noticia : http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=976368 pah li no jornal que iam começar as obras e akilo ia passar mais ou menos (pelo que li) em por mais bebedouros e melhor iluminação...admitiu se que a intervenção de 2001 foi um fracasso devido a impermeabilização dos solos ( nao se pensou que a agua tinha que ir por algum lado ) e a água corre até ao rio levando tudo a frente no tempo de inverno... nem de proposito ainda há dias falei do fracasso que akilo ali estava e voillá... acho estranho o rui rio lançar esta obra quando afirma que requalificar um espaço degradao é impensavél... mas deixo aki 10 linhas para o contraditório... KKTKSBAI ERRATA: onde se lê espaço deverá se ler : Tereno com alto valor imobiliário ocupado por habitação social Quote
kwhyl Posted August 13, 2008 Report Posted August 13, 2008 pois, eu compreendo que o projecto não seja perfeito mas... alguém conhecerá um espaço praça\jardim no Porto melhor que este? ao pé tem o piolho, tem os velhotes a jogar cartas, funciona bem como plataforma de atravessamento e desafogo visual (duma cidade já por si desafogada) basicamente tem gente e gente sem medo de lá estar... acredito que esteja um pouco estragado, mas muito pouco...mas....é só isso Quote
Guest Ruce Posted August 13, 2008 Report Posted August 13, 2008 kwhyl acredita...que nao sou dakeles betolas com medo de tudo e de nada de andar na cidade...até porque vivo numa ilha ando pela cidade toda ás horas que me aptece...e na cordoaria, mesmo com o piolho cheio tenho medo de lá estar....aquele espaço é arrepiante...´ e posso te garantir que aquele espaço só enche uma vez por ano, no dia do cortejo.. porque de dia é disfuncional em termos de percursos, quer de acessos da zona ali da baixa, e da outra rua acima que nao me lembro o nome, bem como a que vem do hospital...é disfuncional...nao tens um canteiro em pé...porque as pessoas que lá passam nao vao dar 35 voltas (35 voltas, ou espaço ludico) ao jardim para irem para onde querem...e há noite akilo é um deserto porque ninguem mete lá os pés, és capaqz de ter 2000 mil pessoas no piolho e 5 mitras no jardim..acho que em teoria e como dizes era um espaço magnifico de prolongamento como espaço de estar daquelas esplanadas, mas na pratica nao funciona assim..depois akelas pedras que ficaram muito bonitas mas que sao um obstaculo...foi um fracasso e as palavras sao do próprio Rui Rio...a engenheira disse que há elementos ali consolidados...gostava de saber quais...as arvores talvez... ja para nao falar da impermeabilização do solo, que trás a agua das partes altas da cidade que passa por ali e vai a todo o pano pelas ruas e rampas da ribeira até ao rio... se o jardim tivesse 100 anos é uma coisa (e deve ter mais de 100 era um antigo jardim botanico)...mas akilo é uma intervenção de dinheiro farto da capital europeia da cultura porto 2001... Quote
kwhyl Posted August 13, 2008 Report Posted August 13, 2008 pronto, a meu ver, respeitando o teu, não creio ser arrepiante, tenho mais medo da ribeira o fracasso pelo riu, bem, o riu em sí é um fracasso, por isso, não é argumento para mim acredito que tecnicamente pode não resultar, impermeabilizações e tal...agora em espaço? .não sei porquê, até sei, as praças do Porto não resultam, não há gente para as praças, qualquer uma que seja...e o desenho não é nada se o sítio não for o uso por isso, continuo a achar que o problema da cordoaria, ou de qualquer outra praça do Porto, advém, única e exclusivamente do uso, da falta de utentes do espaço público...podemos derivar a conversa para os shoppings ou para as novelas da noite, mas não creio que é necessário ora, sem pessoas, a arquitectura não funciona, e sem pessoas, não vale a pena fazer-se grandes arquitecturas. assim, a solução não passa por um arranjo de "limpeza", mas por uma política de âmbito mais vasto e nacional, uma qualquer maneira de mudar a mentalidade dos portugueses no uso dos espaços exteriores, ao frio, ao vento... mentalidade mudada,aí podemos passar ao ponto dois e perceber que esta intervenção pode ser positiva, sem pessoas, acho sinceramente que não vale a pena gastar dinheiro para turista (não) ver, Quote
Guest Ruce Posted August 13, 2008 Report Posted August 13, 2008 kwhyl, concordo perfeitamente no desenho para o uso, agora acho que o desenho ali foi fraco... pessoas para aquele jardim, acredito haver...por exemplo ja ouvi comentarios de colegas meus´nas saidas de fim de semana..colegas que nao estudam arquitectura, a lamentar o abandono daquele espaço...e que se nao fosse tao "perigoso" de bom grado iriam para lá...em vez de ficarem em pé á porta do piolho...acho que se inquirirmos as pessoas que vao lá tomar café, porque nao vao mais po lado do jardim acho que será por causa do medo...da pouca luminosidade da panótica daquele jardim em que cada metro é um esconderijo... acho que o espaço em si nao é convidativo á noite, e é disfuncional de dia... e começa a ficar cliché falar-se dos aliados ou do siza como exemplo para tudo, mas acho que nos aliados, o dia a dia e a polivalencia que assumiu o espaço em termos de possibilidade de realização de espetaculos é a prova viva que ainda há gente para viver o espaço publico... agora é claro que nao defendo o mesmo para a cordoaria... vamos a ver o que vai ser feito...espero que seja para o melhor... e depois uma questao que ficou no ar que gostaria de lançar aqui á discussão´... a arquitectura será um motor de desenvolvimento cultural da sociedade, logo a produção reflecte o nivel que existe...agora será que a produçao deverá fazer com que o nivel suba?será um mero barómetro?ou deverá adaptar se tambem de uma forma recessiva aos atrasos culturais? eu acredito que para além de ser um barómetro, deverá fazer com que o nivel suba...logo, vamos criar mais espaço publico de qualidade... dá que pensar, lanço a discussão Quote
kwhyl Posted August 14, 2008 Report Posted August 14, 2008 és um ideólogo, como eu acredito. como tu, e se calhar como todos nós que a arquitectura pode funcionar para incentivar uma espécie de culturização. a verdade é que, como realista que tenho de ser, o português médio, que refiro atrás é pouco educado, no sentido de culturalizado, é comodista e facilitista, além, de obviamente pessimista por natureza, e principalmente, por educação. por mais bons exemplos, que a boa arquitectura produza, o olhar do português médio não consegue ver. o uso não consegue ser fomentado pela qualidade. agora, não é por isso que vamos desistir relembro sempre o belíssimo projecto físico e ideológico dos barbosa e guimaraes para a viela do anjo, a discussão seria demasiado paralela, mas resumindo, não é pela boa arquitectura que o espaço funcionava (quem não gostaria de ir tomar café naquele espaço entre ruelas históricas?) mas não dá... não me parece, contudo, voltando á discussão inicial que 1. se houvesse segurança e cultura de espaço público, aquele desenho parece-me interessante, criava nichos para pequenos grupos com recolhimento e independência criava passeios interessantes, além de atravessamentos com as mesmas qualidades, o corredor arborizado em saibro com bancos, parece-me também bastante apropriados e para "reuniões" colectivas todo o espaço envolto da reitoria, praça dos leões, cpf funcionam como tal 2.não havendo segurança e cultura de espaço público não temos nós arquitectos de desenhar sempre grandes superfícies horizontais duras repletas de luz, sem esconderijos, porque nem nesses as pessoas estão Quote
Guest Ruce Posted August 14, 2008 Report Posted August 14, 2008 concordo, e colegas meus de arquitectura, defendiam isso mesmo nos aliados como estavam...os tais nichos que existiam, assombrados pela fraca vigilância e luminusidade do local que o condenaram akele futuro, mas que num ambiente de segurança davam um caracter privado e intimista confortavel ao uso do espaço...agora o que me irrita, é ter se gasto os milhoes que se gastaram em 2001, e ter se tornado akele espaço num espaço que nao resolve o que lhe é pedido, nem chega perto das potencialidades que pode ter e agora voltar se a gastar milhares para se remediar o que foi feito de errado passados7 anos, deixa me pouco confiante pelo que foi feito antes, mas vamos pensar que sim, que se vai resolver para bem akele espaço. agora concordo com a caracterização do portugues medio e é bem patente...mas pode ser educado... e peço desculpa voltar a falar dos aliados, já chateia...mas por exemplo Reflexao do portgues médio da intervenção.. "UUI porque isto tá muito feio, nao ter arvores nem repuxos....estragou isto tudo" Educação do uso do espaço publico ainda que com esta avaliação: conclusao...este português médio apesar de detestar o siza por ter feito akilo, vai lá festejar o campeonato do porto de 2009 e nao precisa de estar na estrada por nao ter mais onde estar, e depois borraxao tem a policia a manda lo sair que é uma chatice ( espero bem que sim, que o porto ganhe, nao que ele seja atropelado lol ), foi la na semana passada ver o concerto dos santamaria, passou lá o são joao, já fez lá karaoke, viu lá os jogos do europeu, foi la ver muito engraçado a benção das pastas e serviu de figurante nas tardes da julia que se gravaram lá ( nao sei se ja la foi a julia, mas lol) e se kiser sentar se a beber uma imperial e a fumar um cigarro tem akelas mesas em cima, e ainda o patamar mais alto que nao se apercebeu, mas aí está para alem destes exemplos o alcance social daquela intervenção...e que os patos bravos gasnem, e com razão n é.. quando o seu sindicato organizar uma greve, tem alí um lugar de protesto com condiçoes e mesmo em frente a um simbolo de poder autarquico..é inimaginável o poder de contestação que aquele lugar pode ter, e pode assumir proporçoes como nem nunca no 25 de abril foi visto...é isto que me dá gozo na obra do Siza, a camara encomenda lhe uma obra e ele faz o melhor palco possivel de contestação ao poder autarquico...acho que ele proprio o afirmou, nao posso precisar porque nao sei aonde... e é estatuto...fazer isto é de classe, de nivel e de uma responsabilidade e sentimento social que um arquitecto que recusa as obras que ele pode se dar ao luxo de recusar, é profundo. por isso khywl vamos continuar a acreditar que apesar do portugues médio nao se adaptar a processos de culturização, estes acontecem tao subtilmente (com a boa arquitectura) que ele nem dá por eles, até critica mas habitua-se...e isto é reconfortante... Quote
Dreamer Posted August 14, 2008 Report Posted August 14, 2008 Já que o kwhyl falou da Viela do Anjo, saliento que em tempos esse foi um tema já discutido aqui no fórum.Barbosa&Guimarães-Viela do Anjo-Porto Quanto ao tema em questão, acabo por concordar com muito do que foi dito, apesar de tal como o Ruce diz, ser lamentável 7 anos depois estarmos a necessitar de realizar uma intervenção para resolver este bocado de cidade. No fundo é uma questão cultural, à noite percorro o espaço do piolho e não sinto insegurança, mas desloco-me um pouco para sul e é um vazio completo. Ando pela praça do cubo e mais algumas vielas e sinto-me seguro, mas não me atrevo a percorrer as vielas/escadas mais reconditas. Na noite de S. João andei pelas vielas que levam à Viela do Anjo, mas depois de ver movimentos suspeitos pouco tempo lá fiquei, e sem ser nessa noite não me sinto minimamente à vontade de sequer entrar nessa zona... Se o mundo fosse ideal, se a insegurança não existisse, quem não gostaria de aproveitar um tempo bem passado nestes recantos da cidade, nos recantos que falas do jardim da cordoaria, etc, mas são esses mesmos recantos que neste meio em que vivemos nos transmitem segurança. Não tenho uma solução para este problema, mas entristece-me não poder viver a cidade como ela merece ser vivida... Quote Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...
Sérgio Barbosa Posted August 18, 2008 Report Posted August 18, 2008 ... acabo por concordar com muito do que foi dito, apesar de tal como o Ruce diz, ser lamentável 7 anos depois estarmos a necessitar de realizar uma intervenção para resolver este bocado de cidade. Penso que uma questão fundamental é o porquê de se estar a promover uma intervenção num local, quando faz sete anos que este foi totalmente "requalificado". Não faz sentido nenhum, sendo que o programa é o mesmo e isto caracteriza a falta de rigor que existe em Portugal, mesmo ao nível dos arquitectos, que a meu ver têm de ser mais responsabilizados. Se levo um carro ao mecânico e ele vem com alguma avaria, responsabilizo o mecânico em questão. Se um arquitecto ou uma equipa de arquitectos, fracassa na requalificação de um espaço público, mesmo ao nível mais técnico como é o caso da opção daquele tipo de piso, tem de ser responsabilizado, ainda mais, quando estamos a falar de dinheiros públicos. Quote
kwhyl Posted August 18, 2008 Report Posted August 18, 2008 "Se um arquitecto ou uma equipa de arquitectos, fracassa na requalificação de um espaço público, mesmo ao nível mais técnico como é o caso da opção daquele tipo de piso, tem de ser responsabilizado, ainda mais, quando estamos a falar de dinheiros públicos." lol apesar de não ser com dinheiro público, as fachadas dos edifícios desenham o espaço público...acham que deviam responsabilizar também todos os arquitectos que desenham edifícios de habitação e afins? porque é cada zurrapa que se vê por aí... Quote
Sérgio Barbosa Posted August 18, 2008 Report Posted August 18, 2008 Eu acho que o arquitecto como qualquer outra profissão deve ser responsabilizado pelo que faz, bem ou mal... não vejo nada de surreal nisso. Por exemplo, na Finlândia numa obra pública a margem de erro no que se trata ao orçamento global de uma obra é de 1%, em Portugal assistimos a obras que derrapam 50%. Como é possível? É possível sim, bem vindos a Portugal. É uma questão de rigor. Lá o arquitecto é responsabilizado caso esta margem não seja cumprida, em Portugal vai-se buscar as comissões da derrapagem. Quote
kwhyl Posted August 18, 2008 Report Posted August 18, 2008 derrapagens financeiras é uma coisa, que provavelmente, nada tem a ver com o arquitecto, mas sim com construtores e outros profissionais ou mandantes que metem dinheiro ao bolso. o arquitecto, se de alguma coisa tem culpa, é de ser mau profissional, de fazer maus projectos, que se de concursos públicos se tratam,a culpa é do promotor, público se de privados, do promotor privado que .......lhes aceitam os projectos...... por isso...vais culpabilizar as pessoas por serem maus arquitectos? eu também gostava, mas não pode ser...senão seria censura e comparar o nosso país, ou outros, com a Finlândia. é fácil, não é? Quote
Sérgio Barbosa Posted August 18, 2008 Report Posted August 18, 2008 Culpabilizar é uma coisa, responsabilizar é outra. E as derrapagens financeiras também têm a haver sim com os arquitectos, como parte integrante do processo que são. Não existe uma cultura do rigor e ponto final. Não é de modo algum fácil comparar o nosso país à Finlândia, não é fácil porque sou português e gostava de ver no campo da arquitectura em Portugal o rigor e a seriadade que observo noutros. Muito bem, dei como exemplo, eventualmente 2 opostos, mas não teria de ser a Finlândia o termo de comparação, a maior parte dos países do velho continente seriam um exemplo para nós. Quote
JVS Posted August 19, 2008 Report Posted August 19, 2008 O presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, afastou a possibilidade de limitar a curto prazo o acesso de viaturas ao centro da cidade, defendendo que é necessário melhorar primeiro a qualidade dos transportes públicos «Essa questão no Porto só se colocará no dia em que os transportes públicos tiverem um nível de qualidade suficientemente bom. Hoje o nível ainda não permite isso», afirmou Rui Rio, em declarações aos jornalistas. O autarca admitiu que os transportes públicos na cidade «têm melhorado», destacando o contributo dado pelo metro, que considerou ser «fundamental». Por isso, salientou a importância da expansão da rede do Metro do Porto, recordando que foi decidido aguardar até Setembro para que o Governo cumpra o acordo assinado com a Junta Metropolitana. Rui Rio falava à margem de uma visita ao Jardim da Cordoaria, para apresentar um projecto de requalificação que pretende corrigir alguns problemas existentes naquela zona verde, situada nas imediações da Torre dos Clérigos e da antiga Cadeia da Relação. «Não se trata de um novo projecto, mas de corrigir fragilidades», afirmou, admitindo que o actual jardim foi uma «intervenção profunda da Porto/2001 que não resultou». A autarquia vai investir cerca de 320 mil euros na requalificação deste jardim, onde serão criados novos caminhos pedonais e uma nova zona de esplanadas, além de serem instalados mais bancos. in http://diario.iol.pt/ambiente/porto-portagens-veiculos-poluicao-transportes-publicos/979350-4070.html Quote
kwhyl Posted August 20, 2008 Report Posted August 20, 2008 «Essa questão no Porto só se colocará no dia em que os transportes públicos tiverem um nível de qualidade suficientemente bom. Hoje o nível ainda não permite isso» a primeira decisão sensata deste senhor em muito tempo, entre polémicas do bolhão, a dádiva do Rivoli ao La Féria, aleixo...por aí fora... mas no entanto é óbvio, mas ás vezes os fundamentalistas precisam de ouvir o óbvio. claro que todos adoramos ir a Barcelona e a Paris e perceber que o carro ali não faz falta, mas no porto faz, e muita...a vida nesta cidade é impossível se não se tiver um transporte privado, ou pelo menos, imperfeita...é impossível usufruir de tudo o que esta cidade tem para oferecer, de transportes públicos. por isso, se em lisboa, poderá fazer algum sentido, cá, no porto, não faz e gosto de saber que o sr. rui riu por vezes tem laivos de sensatez ( ou lobbys de sensatez, que em todo o caso são bem vindos) obrigado riu por terminares o mandato em grande e começares um novo a prometer oceanarios... Quote
JVS Posted August 20, 2008 Report Posted August 20, 2008 Sinceramente nao percebo como eh que uma mera noticia estah aqui a fazer. Onde eh que estah a MD, imagens e plantas do que se vai fazer nesse jardim. Quote
Sérgio Barbosa Posted August 20, 2008 Report Posted August 20, 2008 «Essa questão no Porto só se colocará no dia em que os transportes públicos tiverem um nível de qualidade suficientemente bom. Hoje o nível ainda não permite isso» Limitar o acesso a viaturas no centro da cidade a curto prazo parece-me uma pretensão um tanto ou quanto gratuita ou ingénua. Em que moldes isso irá acontecer? Na minha opinião os transportes públicos ainda estão longe de permitir isso, e depois não sei se será apenas a estratégia de melhorar a rede de transportes públicos. Existem horas em que é mesmo a viatura automóvel que prova que a cidade ainda está vida, pois a pé quase não se vê ninguém. Creio que uma estratégia de dinamização do centro da cidade tem de estar presente numa medida destas. Quote
Guest Ruce Posted August 20, 2008 Report Posted August 20, 2008 culpas a parte, de lamentar é ver a camara agora a culpar quase a ASAE pelo encerramento do Bom Sucesso, em vez de se responsabilizar pelo mau estado do mercado, e tentar recuperá lo...em vez disso, culpa se a ASAE e diz se que aquilo está muito bem... relacionando com este topico...de lamentar, é estes 320 mil euros virem compor a ***** que foi feita em 2001, e por irem para lá, nao poderem ir para o mercado por exemplo... Quote
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