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Chegaram de França e tinham a casa nas alturas

PAULO SILVA REIS, Chaves

Imagem colocada


Chaves. Uma família de emigrantes teve ontem uma desagradável surpresa quando chegou à sua casa na cidade transmontana. Uma terraplenagem deixou o acesso ao portão com um desnível de quatro metros. Não puderam entrar em casa e estão indignados. A câmara diz que vai averiguar o sucedido

PSP foi chamada e registou a queixa dos emigrantes

Benjamim e Paula Antunes nem queriam acreditar no que os seus olhos estavam a ver quando ontem chegaram a Portugal. Cansados da viagem que ano apôs ano os traz de França de volta à sua terra para gozarem mais um mês de férias, juntamente com os seus dois filhos, o casal deparou-se com a mais insólita das situações: para descarregarem as malas e poderem entrar em casa só mesmo com uma escada, pois o caminho que dava acesso ao portão de entrada da casa que há mais de 12 anos têm na rua Paraíso, no Bairro dos Aregos, em Chaves, desapareceu. Do portão ao nível do caminho, separa-os agora um desaterro de quatro metros de altura.

A tristeza apoderou-se dos emigrantes e como a sua chegada se deu num sábado, a única alternativa que tiveram - pois a autarquia estava fechada-, foi chamar a PSP. Os agentes também não resolveram o problema da família Antunes. Limitaram-se a receber a queixa e registarem a ocorrência.

Desesperados, e sem ninguém para responder às muitas questões que têm para fazer, a família Antunes optou por ir para casa de familiares. Contudo, não vão ficar quietos. "Segunda-feira sempre queremos ver o que o presidente da câmara tem para nos dizer e que soluções nos vai dar desta vez", disse ao DN Paula Antunes, acrescentando que não vai passar o mês de Agosto em casa da sua irmã nem vai acampar no local.

"Tenho uma casa licenciada e com todas as contribuições pagas neste local há 12 anos e o facto de eu não viver cá e de estar a nascer um empreendimento mesmo ao lado, não é motivo para fazerem um desaterro destes", desabafou a emigrante.

O loteamento onde está a nascer um grande número de prédios, pertencente a uma empresa da região, termina exactamente onde começava o caminho de acesso à vivenda da família Antunes.

Não foi possível obter uma reacção da empresa. No entanto o DN sabe que esta remete todas as responsabilidades sobre o assunto para a autarquia. Foi essa explicação que um responsável da construtora terá avançado ontem à família.

Em Fevereiro, tal como confirmou Benjamim Antunes, a família esteve em Portugal e "logo nessa altura, com a obra a decorrer, a entrada com o carro ficou complicada". "Fomos à câmara e logo nos disseram que não havia problemas que já estavam a tratar do problema e tudo ia ser solucionado. Fomos descansados, mas se na altura entrar de carro era complicado, hoje nem a pé e eu sempre quero saber onde vou dormir com a família e as pessoas que convidei para virem passar férias a minha casa", protestou Benjamim Antunes.

"Fartamo-nos de trabalhar todo o ano a pensar num mês de descanso junto da família e a desfrutar de uma casa que construímos com o nosso suor e deparamo-nos com situações como estas em que ninguém nos respeita nem sequer nos passam cavaco", acrescentou Paula Antunes, para quem o procedimento da autarquia flaviense "é uma vergonha". "Sempre quero ver como é que vão resolver o problema, pois a minha casa já aqui estava quando os prédios começaram", salientou a emigrante, ainda incrédula com o "azar de chegar a Portugal ao início da manhã de um sábado e ter um problema destes à espera."

Link:
http://dn.sapo.pt/2008/08/03/cidades/chegaram_franca_e_tinham_a_casa_altu.html

[ame="
"]YouTube - Casa em Chaves sem acesso[/ame]


No mínimo e para não ser muito agressivo... uma situação caricata...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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Chegaram de França e tinham a casa nas alturas

PAULO SILVA REIS, Chaves

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Chaves. Uma família de emigrantes teve ontem uma desagradável surpresa quando chegou à sua casa na cidade transmontana. Uma terraplenagem deixou o acesso ao portão com um desnível de quatro metros. Não puderam entrar em casa e estão indignados. A câmara diz que vai averiguar o sucedido

PSP foi chamada e registou a queixa dos emigrantes

Benjamim e Paula Antunes nem queriam acreditar no que os seus olhos estavam a ver quando ontem chegaram a Portugal. Cansados da viagem que ano apôs ano os traz de França de volta à sua terra para gozarem mais um mês de férias, juntamente com os seus dois filhos, o casal deparou-se com a mais insólita das situações: para descarregarem as malas e poderem entrar em casa só mesmo com uma escada, pois o caminho que dava acesso ao portão de entrada da casa que há mais de 12 anos têm na rua Paraíso, no Bairro dos Aregos, em Chaves, desapareceu. Do portão ao nível do caminho, separa-os agora um desaterro de quatro metros de altura.

A tristeza apoderou-se dos emigrantes e como a sua chegada se deu num sábado, a única alternativa que tiveram - pois a autarquia estava fechada-, foi chamar a PSP. Os agentes também não resolveram o problema da família Antunes. Limitaram-se a receber a queixa e registarem a ocorrência.

Desesperados, e sem ninguém para responder às muitas questões que têm para fazer, a família Antunes optou por ir para casa de familiares. Contudo, não vão ficar quietos. "Segunda-feira sempre queremos ver o que o presidente da câmara tem para nos dizer e que soluções nos vai dar desta vez", disse ao DN Paula Antunes, acrescentando que não vai passar o mês de Agosto em casa da sua irmã nem vai acampar no local.

"Tenho uma casa licenciada e com todas as contribuições pagas neste local há 12 anos e o facto de eu não viver cá e de estar a nascer um empreendimento mesmo ao lado, não é motivo para fazerem um desaterro destes", desabafou a emigrante.

O loteamento onde está a nascer um grande número de prédios, pertencente a uma empresa da região, termina exactamente onde começava o caminho de acesso à vivenda da família Antunes.

Não foi possível obter uma reacção da empresa. No entanto o DN sabe que esta remete todas as responsabilidades sobre o assunto para a autarquia. Foi essa explicação que um responsável da construtora terá avançado ontem à família.

Em Fevereiro, tal como confirmou Benjamim Antunes, a família esteve em Portugal e "logo nessa altura, com a obra a decorrer, a entrada com o carro ficou complicada". "Fomos à câmara e logo nos disseram que não havia problemas que já estavam a tratar do problema e tudo ia ser solucionado. Fomos descansados, mas se na altura entrar de carro era complicado, hoje nem a pé e eu sempre quero saber onde vou dormir com a família e as pessoas que convidei para virem passar férias a minha casa", protestou Benjamim Antunes.

"Fartamo-nos de trabalhar todo o ano a pensar num mês de descanso junto da família e a desfrutar de uma casa que construímos com o nosso suor e deparamo-nos com situações como estas em que ninguém nos respeita nem sequer nos passam cavaco", acrescentou Paula Antunes, para quem o procedimento da autarquia flaviense "é uma vergonha". "Sempre quero ver como é que vão resolver o problema, pois a minha casa já aqui estava quando os prédios começaram", salientou a emigrante, ainda incrédula com o "azar de chegar a Portugal ao início da manhã de um sábado e ter um problema destes à espera."

Link:
http://dn.sapo.pt/2008/08/03/cidades/chegaram_franca_e_tinham_a_casa_altu.html

[ame="
"]YouTube - Casa em Chaves sem acesso[/ame]


No mínimo e para não ser muito agressivo... uma situação caricata...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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vi esta reportagem ontem... e fiquei meio a anhar.. como é possivel acontecer algo assim? a unica explicaçao que encontrei foi o facto da casa estar com um ar meio abandonado.. ainda assim nao ha registos? que expliquem que casas sao habitadas ou nao? e mesmo que nao haja... o empreiteiro nao estranha nada? ca para mim é mais um caso daqueles: "Quero é receber o meu, faço como ta no projecto e pronto!"

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vi esta reportagem ontem... e fiquei meio a anhar.. como é possivel acontecer algo assim? a unica explicaçao que encontrei foi o facto da casa estar com um ar meio abandonado.. ainda assim nao ha registos? que expliquem que casas sao habitadas ou nao? e mesmo que nao haja... o empreiteiro nao estranha nada? ca para mim é mais um caso daqueles: "Quero é receber o meu, faço como ta no projecto e pronto!"

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E a responsabilidade dos técnicos da câmara?... topógrafos principalmente e projectistas que não acompanharam a obra?...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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E a responsabilidade dos técnicos da câmara?... topógrafos principalmente e projectistas que não acompanharam a obra?...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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Nao penses que e so em Portugal.... a grande difrenca aqui (por exemplo), e que alguem se encarregou de tal forma de especificar funcoes, que qualquer dia temos engenheiros tecnicos de descacagem de batatas...

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Nao penses que e so em Portugal.... a grande difrenca aqui (por exemplo), e que alguem se encarregou de tal forma de especificar funcoes, que qualquer dia temos engenheiros tecnicos de descacagem de batatas...

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O problema são os técnicos que projectam sem ir ao local, infelizmente há muitos que só se preocupam com o seu projecto e ignoram a envolvente, projectando apenas no seu lote. Neste caso o projecto também contemplava uma via de acesso ao novo edificio, logo o caso é mais grave! A Camara Municipal tem obviamente culpas porque quem aprecia e dá pareceres favorávies como este tem que ir ao local verificar, isto aplica-se sempre que existe uma nova via, existem procedimentos obrigatórios que pelos vistos este municipio não têm??? Mas que técnicos são estes que só assinam!!!??:(

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O problema são os técnicos que projectam sem ir ao local, infelizmente há muitos que só se preocupam com o seu projecto e ignoram a envolvente, projectando apenas no seu lote. Neste caso o projecto também contemplava uma via de acesso ao novo edificio, logo o caso é mais grave! A Camara Municipal tem obviamente culpas porque quem aprecia e dá pareceres favorávies como este tem que ir ao local verificar, isto aplica-se sempre que existe uma nova via, existem procedimentos obrigatórios que pelos vistos este municipio não têm??? Mas que técnicos são estes que só assinam!!!??:(

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Tanto quanto percebi o arruamento foi um projecto camarário, mas posso estar enganado... ...mas a ser verdade, "apenas" deixa ainda numa pior situação os tecnicos da câmara e a câmara em si enquanto instituiçao... às vezes por pequenas coisas os fiscais estão logo em cima... noutras não vêm, ou não querem ver... E será que nenhum vizinho estranhou?...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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Tanto quanto percebi o arruamento foi um projecto camarário, mas posso estar enganado... ...mas a ser verdade, "apenas" deixa ainda numa pior situação os tecnicos da câmara e a câmara em si enquanto instituiçao... às vezes por pequenas coisas os fiscais estão logo em cima... noutras não vêm, ou não querem ver... E será que nenhum vizinho estranhou?...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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pois... sabes que isso tambem vai da educação... na minha terra ta alto casarão com 3 pisos daquelas casas com telhinhas todas tunning e tem relva a dar pelas janelas... e portadas de madeira todas rebentadas... os donos sao imigrantes na frança... quando vao à terra (durante 1 ou 2 semanas) ficam em casa dos familiares... ou seja... casa abandonada. Certo? Sim... mas tem dono... é um bocado contraditório nao achas Dreamer? :(

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pois... sabes que isso tambem vai da educação... na minha terra ta alto casarão com 3 pisos daquelas casas com telhinhas todas tunning e tem relva a dar pelas janelas... e portadas de madeira todas rebentadas... os donos sao imigrantes na frança... quando vao à terra (durante 1 ou 2 semanas) ficam em casa dos familiares... ou seja... casa abandonada. Certo? Sim... mas tem dono... é um bocado contraditório nao achas Dreamer? :(

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Independentemente de estar abandonada ou não, hoje pode estar, mas amanhã alguém viver lá... não é por estar desabitada que se faz o que se quer à volta...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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Independentemente de estar abandonada ou não, hoje pode estar, mas amanhã alguém viver lá... não é por estar desabitada que se faz o que se quer à volta...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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