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Olá a todos,

Inscrevi-me neste maravilhoso site para vos colocar um problema que tenho em mãos e que não consigo resolver, na esperança que algum de vós seja/esteja iluminado e me possa dar algumas sugestões/dicas para o resolver. O problema é o seguinte:

Tenho um terraço com 27 metros quadrados no meu 4º andar recuado. Há uns tempos atrás resolvi-me pela compra de uma pérgola em alumínio para instalar no dito terraço, uma vez que durante o verão o sol bate ali directamente e necessitava de ter uma boa sombra.

A pérgola foi escolhida por razões práticas e estéticas. É de alumínio e ficará (tomem nota do tempo verbal) certamente lá muito bem. Porém, neste momento tenho um problema em mãos que consiste no facto de não poder perfurar o terraço - por razões de impermeabilização - e assim fixar a pérgola ao chão de mosaico do terraço, que diga-se de passagem, está mal concebido, com a tela logo a seguir ao forro de mosaico, isto é, à superfície - este resquício técnico da construção, foi executado com base nas directrizes sobre construção de terraços que constam do manual “como construir habitações Tugas para o Zé” seguido à risca pelo “pato bravo” que construiu o meu prédio. Por outro lado, também por razões de isolamento, não queria perfurar a parede exterior (com tão bons manuais de construção que foram seguidos, nunca se sabe se a parede não cai ou se torna subitamente africana).

A questão é: como posso eu fixar a pérgola de alumínio que comprei sem fazer o que atrás referi, isto é: perfurar o chão (manter imaculado o isolamento estanque do terraço - o meu vizinho por baixo ficar-vos-ia certa e eternamente grato se a sua sala de estar continuasse com o tecto branco imaculado - e segundo, atender às reivindicações da minha mulher que são, não perfurar a parede exterior.

Para tornar o problema ainda mais sinuoso, e já que há tanta a gente à minha volta a fazer objecções e a aventar com soluções milagrosas, também eu, pobre mortal, gostaria de formular uma objecção, muito simples, - presumo que vós mo permitireis - que é a seguinte: nada de opções que impliquem avultadas somas de euros, ok!


Fácil, não é?

Agradeço a vossa atenção e aguardo paciente e serenamente ideias brilhantes.:nervos:

Carlos Costa Dias
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Quanto ao suporte ao pavimento, é muito simples... arranjas uma sapata chata em aluminio, devidamente reforçada para não torcer junto à ligação com os montantes... colocar uns vasos, "pesados", sobre a dita sapata e voilá... quanto á fixação à parede... parece-me que vale a pena uns furinhos.... o revestimento é reboco?

Quem cria renasce todos os dias...
Agua-Mestra, Lda
Não sou perfeito, mas sou muito critico...

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Solução 1 - Sobrepor ao pavimento existente um "pavimento" contínuo tipo Virocfloor, aço corten, contraplacados de exterior ou qualquer outro do género(eventualmente com apoios intermédios entre o novo e o existente). Sobre esse "pavimento" aparafusar a dita pérgula... Solução 2 - Aparafusar a pégula à parede. O isolamento é pelo exterior? Deve haver um pano de tijolo de 0,15, ou não? Solução 3 - Vender a pérgula.

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uma opinião tlavez ligeira pois não conheço todos os "ingredientes": 1º talvez não optasse por uma pérgola em aluminio pois isso implica alterações á fachada que estão por lei sujeitas a licenciamento , mas sim por um sistema de toldo extensível 2º para fixar no sistema de construção que referiu, basta levantar o mosaico no local e aparafusar o prumo e depois com uma tela impermeabilizar por cima estas fixações recobrindo o prumo até determinada altura tornando depois a colocar um mosaico igual ou parecido nessas zonas de pilar(prumos). terá apenas que ter cuidado no remate da impermeabilização com o prumo.

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Meus caros amigos, Em primeiro lugar, gostaria de vos agradecer por todas as respostas dadas até ao momento (18 de Junho de 2007). Em segundo, a solução que vou, em princípio seguir, toca nalguns pontos sugeridos por vós, pese embora não tenham visto ao vivo e a cores o problema, o que certamente vos dificultou e muito a sua análise. Passo a explicar. Um amigo meu, jeitoso para estas coisas, não um nabo como eu, vai fazer quatro bases quadrangulares em ferro na espessura de 05 mm com quatro parafusos inox soldados nessa peça. Estes parafusos coincidem com os quatro furos das sapatas que vieram com a própria pérgola. Para alem disto, na parte debaixo destas bases quadrangulares vai soldar uma espécie de pequenos picos. Complicado? Nem por isso. Por esta altura já estarão a pensar, mas para que raios servem os ditos picos, certo? Bem, já lá vou. Depois das bases quadrangulares feitas, com os quatro parafusos soldados, um a cada canto, e com os ditos picos soldados na parte debaixo do quadrado, passa-se à etapa seguinte. No sítio exacto onde as bases quadrangulares vão assentar nos mosaicos, faz-se umas marcações com um lápis. Depois, pega-se numa rectificadora e fazem-se uns pequenos rasgos aleatórios nos mosaicos, mas sem nunca os perfurar. De seguida, constroem-se quatro pequenas caixas em MDF com cerca de quatro/cinco centímetros de altura, dependendo do tamanho dos parafusos soldados. Estes quadrados em MDF forrados com plástico (para que o cimento não se agarre) serão a cofragem para chumbar nos mosaicos com cimento, cada uma das bases quadrangulares de ferro. Lembram-se dos pequenos picos na parte debaixo da peça quadrangular? - Pois bem, servem para agarrar, para não deixar derrapar nem descolar com a força do vento, todo o conjunto dos mosaicos. São uma espécie de reforço interior ou se quiserem uma apólice de seguro com alguns riscos. Desta forma, o resultado é um rectângulo de cimento colado ao chão, com quatro parafusos a cada ponta, com cerca de quatro centímetros de rosca fora do cimento que serviram para aparafusar a base das sapatas da pérgola. Digam lá. O meu amigo é um gajo genial não é? Com eu costumo dizer, é um gajo como há poucas gajas.:) Continuando. Deste modo evito furar o chão, resolve-se o problema da questão do isolamento e monto o raio da pérgola que está estacionada na minha sala- de-estar (de estar pouco ultimamente) vai para três semanas, deixando a minha querida mulherzinha de me infernizar a vida. Eu sei, eu sei. Alguns de vós, por esta altura, já estarão a pensar no seguinte: E se o vento for muito forte será que os blocos de cimento colados ao chão não vão descolar-se dos mosaicos e nessa altura a pérgola poderá virar papagaio. Pois bem meus amigos, nessa situação, quem entra na jogada é a Nossa Senhora de Fátima, não sou eu nem o meu amigo, porém eu tenho muita fé nela. Finalmente, queria dizer-vos que todas as sugestões/comentários positivos, destinados a melhorar esta grande aventura, são bem-vindos e como tal, são livres de os continuarem a enviar. Um abraço a todos, Carlos Costa Dias PS - nem todos os dias são dias de azar… será?

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