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Maior 'shopping' da Península

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Com data de abertura prevista para o final de 2008, o Dolce Vita Tejo passará a ser o maior centro comercial da Península Ibérica. O novo empreendimento que a Amorim Imobiliária e a ING Real Estate Development estão a construir nas imediações do Casal da Mira, na Brandoa, a escassos metros da Radial da Pontinha, terá uma área bruta locável de 122 mil metros quadrados.

Além de um hipermercado Jumbo, do Grupo Auchan, que ocupará uma área de 23 mil metros quadrados, estará equipado com 280 lojas satélites, 15 lojas âncora, 30 restautantes e uma área com seis mil metros quadrados de "entretenimento inovador", como prometeu Rui Alegre, presidente da comissão executiva da Amorim Imobiliária, aquando da apresentação pública do projecto, em Setembro de 2005.

O parque de estacionamento do futuro espaço comercial, que custará cerca de 200 milhões de euros e criará cinco mil postos de trabalho directos e oito mil indirectos, terá nove mil lugares. "É a primeira vez que se constrói em Portugal um parque com esta dimensão", frisa o executivo.

A 8 de Janeiro deste ano, a obra Dolce Vita Tejo foi embargada porque um dos seus acessos estava a ser construído em leito de cheia, mas foi parcialmente desembargada 16 dias depois.| - L.B.G. e D.R. (imagem)Imagem colocada


in http://dn.sapo.pt/2007/05/24/cidades/maior_shopping_peninsula.html
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:tired:bah.. isso.. é bom! contribuir para o chamado "problema DONUT"... desenvolvimento da periferia e desertificação do centro.. há que desvalorizar aquela magia da baixa pombalina e da zona do chiado e da avenida da Liberdade... ....vamos todos percorrer km para um SHOPPING!.. aos domingos a tarde..e passar lá o dia... :icon_blink:Nem nos EUA há disto... (consumistas)

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Pelo contrário, não existe um existem aos milhares, então os Wallmarts parecem cogumelos.


Refiro-me não a esse tipo de central de consumo. No wallmart tens de tudo um pouco, do género do Continente (passo a pub), mas lá não existe tanto esta tipologia de centro comercial, em que se agrupam centenas de lojas-tipo, de forma a prender os cidadãos nesse local, na periferia da cidade, o que leva ao abandono do comércio da cidade em questão.
Nos EUA, existem os Wallmart, mas também o comércio dentro da cidade, com poucos e pequenos centros comerciais, e com muito comércio de rua. Era nesse sentido que afirmei tal coisa.
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Invistam mais no comércio de rua, pois traz vida e lucro à cidade, e não apenas a grupos económicos estrangeiros. Porque não criar, assim como se realiza em centros comerciais periféricos, eventos culturais de rua, nas lojas, de forma a levar as pessoas a deslocarem-se para lá. Quanto ao estacionamento, o que não faltam são parques de estacionamento cobertos, cuja tarifa é semelhante aos centros comerciais, e permitem o uso do serviço de "viaverde" (o que não se sucede nos centros comerciais). Será que estarei a dizer algum disparate?... acho fundamental revitalizar o negócio das cidades. Não apenas os periféricos. Estudo em Lisboa, e começo a sentir a necessidade de me ter que deslocar à periferia para obter um nível de oferta que necessito, por vezes. Se, por exemplo, o horário das lojas da baixa fosse alargado até às 10h... (título de exemplo), provavelmente seriam mais frequentadas, porque é após o horário laboral que as pessoas têm tempo para "consumirem".

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Os Wallmart tem uma tipologia diferente dos hipermercados de cá. Existem grandes centros comerciais, sim, e bastantes, que funcionam como os de cá, concentram grandes lojas num único espaço.
O problema é que lá não se concentram pequenas lojas de comércio, mas sim grandes centros de retalho para qualquer coisa.
Como por exemplo, perto daqui existe um loja de pneus do tamanho de um pequeno hipermercado de cá, com parque de estacionamento, tudo o que vende é jantes, pneus e óleos.
O que é um verdadeiro problema, ninguém quer viver perto dessas pequenas lojas, especialmente perto de um Wallmart, por causa da poluição, lixo e todo o género de problemas.

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O ideal era transformar a Baixa num grande centro comercial. Fiz neste preciso momento um esboco daquilo que podia ser o maior centro comercial da Europa no centro da cidade de Lisboa.

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Os Wallmart tem uma tipologia diferente dos hipermercados de cá. Existem grandes centros comerciais, sim, e bastantes, que funcionam como os de cá, concentram grandes lojas num único espaço.
O problema é que lá não se concentram pequenas lojas de comércio, mas sim grandes centros de retalho para qualquer coisa.
Como por exemplo, perto daqui existe um loja de pneus do tamanho de um pequeno hipermercado de cá, com parque de estacionamento, tudo o que vende é jantes, pneus e óleos.
O que é um verdadeiro problema, ninguém quer viver perto desses pequenas lojas, especialmente perto de um Wallmart, por causa da poluição, lixo e todo o género de problemas.

Não condeno a contrução de centros comerciais. Condeno sim, a "passagem" do comércio para a periferia, para esses centros comerciais. Frequentemente "doenças" que se atacam a "saúde" do comércio local.
Nos EUA, existem esses centros comerciais, mas também o comércio de rua, pelo menos nas grandes cidades. E uma coisa não substitui outra. Pelo menos havia de ser essa a filosofia desses espaços criados, o que não se sucede.

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