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Semanas Temáticas de Arquitectura Nacional _ Equipamentos

Espaço para discussão e debate temático para troca de ideias e impressões, bem como alguns comentários.

:)
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Bem, em relação ao projecto daqui chamou-me a atenção dois pormenores:

Primeiro a planta muito muito funcional e simples onde se destaca uma descentralização das funções num único corpo obrigando as pessoas a circular pelo edifício. Gosto de percursos.

Depois destaco ali o corpo do auditório, em que pela simplicidade a sua forma é despida de "addons" , sendo que o desnível onde assentam as cadeiras é de facto o que se apercebe de fora.

Tem uma forma muito elegante.

:icon14:

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Sem dúvida que os equipamentos são os programas em que o projectista tem maior liberdade formal. Talvez seja pela realidade e variedade dos programas, talvez seja pelo valor simbólico da peça "equipamento" enquanto elemento de excepção na continuidade da cidade, talvez seja pela "tolerância" formal que o cidadão, enquanto consumidor, dá a estes elementos arquitectónicos, talvez por tudo isso, talvez também por outros factores. O certo é que a cidade enquanto elemento vivo, "serve-se" destes programas para ganhar vitalidade e movimento, para conquistar novos polos de atracção, novas centralidades, novas formas de ver e percorrer o espaço urbano...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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Ainda há alguns dias discutia com alguém sobre a hierarquia do espaço público gerado por um equipamento, mais própriamente uma residência de estudantes.

Será que existem espaços "semi-públicos"? Não será um pouco contraditório?
Neste sentido, os equipamentos têm um papel fundamental no desenho deste tipo de espaços.

Deixo algumas imagens:

Imagem colocada Imagem colocada

:)

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Pela excelência das plasticidade das soluções volumétricas, para mim o projecto-mor é a Faculdade de Medicina Dentária....esta coisa.


Também é um projecto que aprecio bastante...
A implantação está muito bem conseguida bem como a sua escala e relação com a envolvente.

Só é pena não ver ninguém entrar por este acesso:
Imagem colocada

Passo lá todos os dias e essa zona em especial não tem qualquer movimento...

:)
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A questão dos "espaços semi-públicos" é sempre ambígua e pertinente de ser discutida. Um espaço ou é público ou é privado. Aquilo que nós poderemos categorizar como "semi-público" surge na maior parte das vezes através de um desenho de espaços exteriores que permite criar certas formas de privacidade ainda que sejam visitáveis por qualquer pessoa. Com isto o espaço não deixa de ser público, mas passa a ser visualmente inatingível ou mentalmente inalcançável. Por isto penso que devemos evitar usar o termo "espaço semi-público" perante uma condição de ambiguidade espacial. Quero com isto dizer, um espaço que é deixado praticamente ao acaso na sua condição de uso. Pode ser público ou pode ser privado... Na verdade estes espaços acabam por não ser nem um nem outro. Ficam-se pela ambiguidade e a curto prazo estarão desertos e vandalizados. O que caracterizará então o tal espaço "semi-público" será a forma como é desenhado e como se relaciona com toda a envolvente, permitindo que seja acessível a toda a gente, mas (por exemplo) afastado dos olhares externos ou tratado de outras formas que permitam de certa forma uma breve barreira.

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Exatamente Kand, aqui á uns dias eu e um colega discutiamos como se entra ai, e concluimos que seria por aquele volume mais pequeno, mas estava fechado e não se vê pessoas ali por volta. Como gerador de espaço publico falhou, como peça é muito bom.

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Como definição de espaços, acrescentaria também o "semi-privado"... Não me parece que seja redutor usar um, ou outro termo, até porque não é o termo que dita se o espaço vai ou não ser vivido de acordo com os pressupostos iniciais... No meu tempo de estudante, quan do catalogava áreas mais frequentemente, servia-me desses 4 termos para identificar espaços com caracteristicas necessariamente diferentes: - público - espaço acessível fisicamente a todas as pessoas (ruas, praças, parques, etc); - semi-público - espaço que sendo público, pelas suas caracteristicas limita a acção do utilizador numa qualquer vertente (relvados inacessíveis, encostas ingremes, entradas de edifícios públicos que normalmente se encontram encerrados, etc); - semi-privado - espaço de uma qualquer forma encerrado que permite algum tipo de relação com o espaço público, por exemplo, invasão visual do espaço (varandas, jardins privados visíveis apartir da rua, espaço de uso público, mas fisicamente privado em volta de edifícios privados); - privado - espaço separado do espaço público fisica e visualmente...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

  • 1 month later...
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Olá a todos Acabo de registar-me e pareceu-me muito interessante este fórum sobre equipamento, surpreendeu-me pela positiva este debate e a quantidade de informação que prestais. Parabéns! Sou arquitecto, que vive e trabalha em Madrid; Já sulquei vários caminhos na arquitectura e actualmente dedico-me a equipamentos, especial mente arquitectura hospitalária; gostaria de puder trocar várias opiniões com vocês sobre este tema, ou qualquer outro relacionado com arquitectura Um abraço, Alberto Santos

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Depois de apresentar-me queria saber o que pensais sobre as PPP, projectos de Participação Publico Privados, como a serie de hospitais que agora estão a lançar-se em Portugal, Que opinais? Aqui em España é muito frequente uma vez que levam muitos anos com este tema, sem querer dizer que seja bom ou mau. Apenas que existem muitos e não só em temas hospitalares, também na construção de estradas, escolas.... Bom espero comentários.

  • 1 year later...
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Bom caro Alberto Santos, Quanto ao tema PPP, numa breve opinião acho, que é uma boa medida, no entanto os estudos de amortização e de contrapartidas publicas, quase nunca é publico, pelo menos na totalidade, acabando sempre por a certa altura vir a saber-se que afinal, contenplava esta e aquela clausula, em benefico do privado. Numa situação de puro equilibrio de forças, acho uma excelente medida. Em politicas publicas de curto e médio prazo.

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