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Ei!....serão que não percebem o que digo? Ou não estão a ler o que escrevo? Mesmo em Miranda do Douro...tudo é diferente....não tem paralelo! De Miranda do Douro a Braga, Porto ou Bragança é sem duvida mais barato e simples de lá chegar!...Más não é isso que esta em causa!....PAREM para pensar! Existem e julgo que será consensual, que existem cursos estruturantes para as sociedades: Direito, Economia, Medicina, Enfermagem, Engenharias e claro Arquitectura e mais algumas claro! Veja-se o caso novamente dos Açores e em especial das Ilhas Espanholas (por exemplo Canarias). Porque não um modelo destes para a Madeira, ou será que não conseguem ver que a muitos níveis a ganhos!.... Custos do estado, rentabilização de meios nas universidades, massa critica em diversas áreas nas principais Regiões do País... verdadeiramente mais oportunidades! E disso que se trata!

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Roberto, não penses que estamos aqui numa guerra aberta contra a Madeira... Como tu dizes, vamos parar para pensar... e por isso deixo aqui algumas perguntas para reflexão... Se não existissem o regime especiais de acesso ao ensino superior para os residentes das nossas ilhas, quantos alunos teriam notas suficientemente altas para ingressar em pé de igualdade nos cursos de arquitectura do continente?... apenas pergunto porque sem saber dados concretos, concerteza que temos que concordar que seriam menos do que os que todos os anos o conseguem... Sendo assim, será que nessas condições existiriam suficientes alunos para suportar um curso específico na Madeira?... ou as médias baixariam e aí até teriamos alunos do continente a ingressar nesse curso?... Agora vamos ver o teu caso concreto, uma pessoa com família constituida e a residir na Madeira, cuja média de acesso ao ensino superior desconhecemos... Mais uma vez vou falar sem conhecimento de causa, mas com suspeitas, quantas mais pessoas estarão nessa situação?... ou pessoas que por uma razão ou outra não tenham facilidades em deslocar-se?... serão assim tantas que "aguentem" um curso de arquitectura na Madeira?... Podes dizer que uma pessoa que viva no Alentejo profundo, ou em algumas zonas de Trás-os-Montes terão mais facilidade em deslocar-se, mas não estarás de alguma forma a parecer egoísta quando reclamas um curso para a Madeira?... não terão essas pessoas dessas outras zonas de Portugal de deixar familia, amigos, trabalhos, como já antes disseste que terias no teu caso de fazer?... sabendo que cada um não pode ter uma faculdade à porta de casa e assim tendo como ponto de consenso que não podemos ter, por constingências económicas, sociais, etc, pelo menos um curso de arquitectura em cada capital distrito, não seria mais fácil "facilitar" a movimentação das pessoas nessa situação reduzindo os custos das viagens?... Mais uma vez digo que deixo aqui perguntas e hipóteses, não posições fixas, porque é assim que aprendemos...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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É apenas uma questão de custos de mobilidade? Cursos estruturantes para a sociedade? :D Parece que temos uma sociedade hiperestática no que toca a arquitectos... Abraços :p

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Muito bem.... reparem eu sou a favor da anulação pura e simples dos contingentes especiais para as regiões autonómas, sou a favor do merito, sendo que existindo vagas suficientes a procura é a que ditará a media necessária de entrada...até aquí concordo a 100%. Mas reparem, nas universidades públicas quantas vagas temos: ISCTE: 35v; UBI:60v; FCTUC: 60v; UEvora: 50v; FAUP: 108v; FAUTL: 108v; UMinho: 50v; IST-UTL: 50v; UAçores: 25v TOTAL: 438 vagas Acham suficientes para todo o País?... Para os milhares de jovens que querem ser arquitectos?...para mim não! Só uma privada (Lusíada) recebe 400 alunos por ano!.... Por isso medias elevadas para fazer Arquitectura numa universidade pública...justificam-se?-....não! O que acontece é que o estado não assume o seu papel de proporcionar igualdade de oportunidades para todos.... deixando essa responabilidade a privados...que com maior pragmátismo aproveitaram a oportunidade (e bem), de não só ganharem dinheiro mas de dar mais oportunidades a outros alunos que queiram fazer um curso superior. Sendo que os cursos de Arquitectura das Universidades Privadas já mostram qualidade com alunos a ganharem prémios nacionais (ex: SECIL) e internacionais. Já agora vejam a distribuição dos cursos públicos de Arq. por regiões!....acham que é a mais ajustada ao País?... Isto tudo para dizer, que se olharmos a outras realidades europeias, veremos mais ensino público, melhor distribuído e claro de medias mais baixas em função das vagas existentes (que são muito mais ajustadas as realidades locais). Em Portugal o Governo tem é de cumprir o seu papel.... regular as vagas entre privados e público, dando melhor equilibrio ao sistema... permitindo que mais jovens possam ter acesso ao ensino superior. E claro essa regulação não implica mais vagas, implica sim, maisvagas no sector público e melhor distribuídas e menos no sector privado. Relativamente aos sacrifícios que cada um deve fazer, só dizer que não esta em causa nem é uma questão de egoísmo, querer um curso na Madeira... o que esta em causa é sem duvidas iguais oprtunidades (que não existem actualmente), porque por muito que queiram não imaginam o que é ser ilheu!... por outro lado a racionalização de meios e de dinheiro por parte do Estado...e claro a qualidade de ensino que hoje esta em causa em Portugal.

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Relativamente a minha média para que não haja duvida é de 16,7... e optei por uma privada por ser pós-laboral, permitindo-me (coisa que não acontece numa´pública trabalhar a tempo inteiro), não me posso dar o luxo nem de dormir a sombra da bananeira, nem de trabalhar quando me apetece!...tenho fámilia!. Por outro lado Kadinsky...digo cursos estruturantes no sentido de que não há estado ou Região digno desse estatuto, que não tenha quadros e massa critica dentro das áreas acima referênciadas...ou achas que não é assim?

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Não sei porque, mas não considero o curso de Arquitectura estruturante... mas... é só a minha opinião...
É estar a sobrevalorizar uns cursos em relação a outros... :p

Tem sido uma discussão bastante interessante...

Lancei também o tema em Exames.org, poderás acompanhar o desenrolar da questão em:
http://www.exames.org/forum/viewtopic.php?t=9401
Foi desenvolvido num sentido mais geral em volta dos contingentes especiais Madeira/Açores ...

Abraços :D

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Não serão algumas das universidades mais conceituadas do mundo privadas?... Não são algumas dessas privadas que se dão ao luxo de escolher criteriosamente quem querem admitir?... só em Portugal é que continua a haver o estigma do "privado"... por isso digo e acredito que o sector privado pode ser uma boa solução... Importa aqui dizer que em Portugal as universidades privadas formam os seus alunos com cerca de metade do valor per capita das universidades públicas... Outro ponto que pode ter interesse é saber quantos alunos Madeirenses formados no continente regressam para exercer a profissão na Madeira... e quantos formados na Madeira vêm trabalhar para o continente... não sei se há dados sobre isso, mas pode ser um ponto importante para se aferir dessa tal massa critica que falas Roberto... PS: Roberto, reparei agora que trabalhas na Ponta do Sol... por acaso não conheces um Bruno Lobo, deve ser uns anos mais novo que tu, e é um dos tais que teve de vir para o Porto para o curso de arquitectura numa privada... acabou o ano passado e tanto quanto sei não regressou...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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O Bruno Lobo....Arquitecto?...acho que concorreu a uma vaga que abriu a pouco tempo na Câmara, não o conheço pessoalmente. Não sei de dados concretos sobre quantos ficam e de quantos regressam...não é possível através dos sites disponíveis aferir essa questão. Mas parece-me que muitos voltam, como também a muitos continentais que cá estudam e ficam. A questão e repito esta no reaproveitamento dos meios quer humanos quer materiais que as Universidades tem (por exemplo porque não aproveitar meios do Curso de Design ou de Belas Artes da UMa e fazerem um outro curso de Arquitectura)... e claro mudar o sistema de ensino em Portugal.

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Pelo que dizes a massa critica continua a existir independentemente de haver ou não curso na Madeira, já que há os que regressam e os que por aí ficam, pelo que o problema não será tanto por aí... Aquilo que eu entendo serem os problemas da educação superior no que aos cursos de arquitectura diz respeito vai muito mais longe do que essa maior distribuição de que falas... Começa por existirem demasiados cursos ao nível nacional e a tendência será para abrirem ainda mais... como é lógico as privadas aproveitam-se da onda de interesse pelo curso de arquitectura (sem querer discutir a qualidade dos cursos) e as vagas são mais que muitas... Esse interesse vem, quanto a mim, de um estatuto social que a posição de arquitecto acarreta, mesmo que parte da população não entenda para que servimos e muitas vezes recorra a outros meios... seremos sempre os SRS. Arquitectos... Acredito também que muitos acedam ao curso sem saber realmente o que vão encontrar pela frente, não só ao nível financeiro, em relação as horas que é necessario despender (ser arquitecto é uma forma de estar na vida não uma mera profissão), como até quanto à teoria dos cursos (base teórica, regulamentos, etc, etc, etc)... por outro lado acredito que pensem ser um caminho fácil de ganhar dinheiro, quando isso pode estar longe da verdade, porque para a maioria, ingressar no mercado de trabalho após a conclusão do estágio é um verdadeiro suplício... Vejo assim que exista quem se interessem pela arquitectura sem a conhecer minimamente... No fundo o curso de arquitectura está a passar por uma fase de ser moda... PS: O Bruno Lobo deve ter 27/28 anos, veio tirar o curso na Lusíada do Porto, esteve a trabalhar o último ano por cá e depois não sei o que foi feito dele... Faz parte da banda Caim...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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Estou a ver que aquilo a que chamo de massa critica não é perceptível para alguns ou então não querem perceber! Vou clarificar: Quando falo de massa critica é aquela que é formada na base dum departamento ou faculdade universitária, em que estudam-se realidades locais (investigação) em diversas vertentes que no caso da arquitectura poderá ser o estudo do ordenamento do território, do planeamento urbano das cidades, vilas, etc., passará também por parcerias universidade autarquias ou no caso concreto com o Governo Regional, analise e avaliação do patrimonio, recuperação do patrimonio, em fim um leque de questões que no caso madeirense julgo ainda não existir porque não temos um curso de Arquitectura que permita criar condições para isto. Quanto a questão dos cursos estruturantes (também muito confusa para alguns), vem no seguimento da questão anterior e que sem eles os Estados / Regiões não existiriam em pleno, isto é, será que sem medicos ou enfermeiros existiria serviço nacional ou regional de saúde?, sem advogados ou magistrados ou juízes existiria justiça?, sem engenheiros teriamos telecomunicações, electricidade, estradas?, sem arquitectos teriamos habitação, espaços públicos, cidades, ordenamento do território? Espero que agora seja perceptível!

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Se pensares bem (quase) todos os cursos/profissões têm um papel importante na sociedade local/nacional... nesse sentido todos são estruturantes... economistas, enfermeiros, etc, etc, etc...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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No sentido de lógica que apresentas, se calhar essas "ciências aeronáuticas" "só" não são estruturantes a nível nacional porque Portugal praticamente não terá indústria desse sector, ou pelo menos será residual, o que não quer dizer que se fossemos um país mais competitivo, essa área não fosse importante, imagina que uma indústria portuguesa se associava à Airbus, ou algo semelhante... Da mesma forma podes pensar em ciências aeroespaciais, na genética, entre outras, onde há portugueses(as) que mostram cartas e credências a nível mundial, mas o país parece ainda ser muito pequeno (ambição) para lhes garantir uma carreira nas nossas terras... Do teu ponto de vista também seria necessário um curso de ciências farmacológicas (ou algo assim do género, porque sinceramente não sei quais os cursos que existem nesta área) e respectivas indústrias espalhadas pelo território, para existir essa massa critica... O que eu não concordo é que tenha de existir tudo em todo o lado, e a título de exemplo, tens Paços de Ferreira onde se concentra a indústria do calçado, toda a zona de S. Maria da Feira, onde se concentram uma boa parte das indústrias de calçado, e outras. Nessas terras existem cursos, quanto mais não seja profissionais (equivalentes ao 12º ano) que focam essas áreas respectivas, simplesmente porque é nessa zona que interessa... No entanto concerteza que existem indústrias de mobiliário e simples carpinteiros noutras zonas do país, assim como indústrias de calçado e sapateiros... O mesmo se pode extrapolar para muitas outras áreas, porque não é por não existir na Madeira um curso de arquitectura que existem arquitectos que formem essa massa crítica de que falas, apenas acontece fora do contexto universitário... ou pelo menos quero acreditar que é assim que acontece...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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Lamentavelme na Madeira, não temos um curso de Arquitectura.
Muitos de nós temos de deslocarmo-nos ao Continente para fazer o curso. Porque?

lol por amor de deus.

>> Assistindo a injustiças permanentes face a contingentes especialissimos e nao me querendo alargar no assunto....respondo da seguinte maneira:
Qual a diferença de eu sair de tra os montes para uma universidade em Lisboa e tu saires da tua ilha para Lisboa ?

Penso q fui bastante clara.
Alem do mais, em minha opiniao, acho q a proliferação do curso de arquitectura está a banilizar-se demais...

Nao deixa de ser uma opiniao.:p
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Roberto, se não és capaz de ouvir e tentar perceber ideias contrárias às tuas realmente é melhor acabares por aqui nesta conversa... Parece que estavas à espera de lançar a tua ideia e todos dizerem "amen" contigo, mas não foi isso que aconteceu... a riquesa de uma conversa é essa e fizeste-me pensar em algumas coisas... mas enfim... acabou-se... Já agora não sei onde me contradisse...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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Alem do mais, em minha opiniao, acho q a proliferação do curso de arquitectura está a banilizar-se demais...


Anda a banalizar-se porque os profs a se descuidaram! Cada vez mais existe mais facilitismo da parte deles! Nos tempos aureos é que era, na primeira semana tudo a desistir do curso! Os profs exigiam, agora n! :p
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Dispõem de algumas facilidades para vir para o continente estudar na medida em que existe um contingente Madeira com X vagas disponiveis para cada curso que só são preenchidas caso não existam alunos madeirenses a concorrer para as mesmas.

De certa forma poderemos pensar que é injusto para quem não dispõe de unviersidade na sua região. Tome-se por exemplo o Algarve...uma pessoa que more no algarve e queira estudar arquitectura tem que se deslocar imenso para o fazer.... será que se deveria criar um contingente?

Nunca percebi bem o funcionamento e a razão de ser dos contingentes das ilhas, imigrantes, palop ou deficientes... concerteza estarei a ser bastante injusto...

Os Açores já dispõe de universidade com curso de Arquitectura e ainda assim tem vagas especificas para os alunos açoreanos... desta forma acontece uns entrarem com 18 e outros com 12...
(...)



Caro colega,
sendo uma das pessoas q usufruiu desse dito conigente vou explicar-te uma coisinha...
e q isso e td mto giro, mas nem sp e assim tao bom qnto isso... pq esse dito contingente e somente 5%, ou seja para 50 vagas, 2 eram para os açoreanos, madeirenses, em 100 vagas , 4 eram destinadas a nós...
no meu caso contigente nao ajudou nem um pouco, tinha media para entrar onde quisesse sem contingente e p essa treta da percentagem, bastava mais um outro açoreano c uma centesima a mais q eu para fcar fora da universidade que escolhi cm primeira opção...

é q vcs flam q sao injustiçados e q vos roubamos vagas (nao me estou a referir a ti), mas foram coisas q me fartei d ouvir... mas nos nao roubamos vagas a ng, as 50 vagas existem , so q tem mais 2 para nos... e so isso... e no fundo nao concorremos para tdas as vagas q existem em portugal, concorremos para 5% ...

Sinceramente nao concordo c o contingente, nao acho q nos ajude (refiro-me a arquitectura, em medicina e outra historia)... contudo acho q deviam ajudar os estudantes q estao muito longe d casa, refiro-me aos das ilhas e do algarve, que geralmente somos os que ficam fim-de-semanas a fio, sem ir a casa e os que gastam tb muito mais dinheiro para poderem ir estudar...

tambem nao acho q abrir mais universidades seja solução...
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é q vcs flam q sao injustiçados e q vos roubamos vagas (nao me estou a referir a ti), mas foram coisas q me fartei d ouvir... mas nos nao roubamos vagas a ng, as 50 vagas existem , so q tem mais 2 para nos... e so isso... e no fundo nao concorremos para tdas as vagas q existem em portugal, concorremos para 5% ...


Se concorressem às 50 vagas já não haveria injustiças nem para um lado nem para o outro...afinal para que serve esses 5%? É um concurso aparte...

Não é uma questão de roubar vagas... é uma questão de uns entrarem com 18 e outros com 12... vai muito além das vagas...

:p Abraços
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sim tens razao, p isso e q digo q e preciso outro tipo d soluçao p os alunos deslocados, e diga-se q mais deslocados q nos(açoreanos e madeirenses) impossivel, sim pq apesar d n irem mto a casa, ate os algarvios d mes a mes , ou d 15 em 15 dias la vao ate casa... mas no fundo, isto e so um dos muitos problemas q a educaçao em portugal tem... as bolsas, tb e um problema... e na minha opiniao bem mais importante q a universidade na madeira, ou o contingente dos açorenos, madeirenses e palops (se bem q o dos palops, e uma cena completamente a parte e c mtos mais beneficios e ajudas... n ha comparaçao)... e ate digo mais, acho q foi mm uma parvoice abrirem a universidade d arquitectura nos açores, mm q sejam so os primeiros anos... cm disseram, p aqui nos posts q fui lendo... as escolas d arquitectura andam a ser banalizadas, em vez d investirem nas q existem e tornarem-nas melhores e maiores, abrem outras... e nao resolvem nda... mas enfim, ja tou a divagar... despeço-me desejando a tds um bom ano novo!!! :p

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