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Roberto Rodrigues

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  1. Já estive no Centro das Artes e é fantastico! Parabens ao Arq. Paulo David
  2. É uma visão simplista e a tua medida do que esta em causa...para não dizer que te contradizes! Bom, já percebi que não há interesse em debater com seriedade esta questão. Para mim acabou....
  3. Muitos o são e ainda bem que pensas como eu Dreamer! Logicamente que a outros que não o são. Por exemplo: Ciencias Aeronáuticas! Não hajas?
  4. Estou a ver que aquilo a que chamo de massa critica não é perceptível para alguns ou então não querem perceber! Vou clarificar: Quando falo de massa critica é aquela que é formada na base dum departamento ou faculdade universitária, em que estudam-se realidades locais (investigação) em diversas vertentes que no caso da arquitectura poderá ser o estudo do ordenamento do território, do planeamento urbano das cidades, vilas, etc., passará também por parcerias universidade autarquias ou no caso concreto com o Governo Regional, analise e avaliação do patrimonio, recuperação do patrimonio, em fim um leque de questões que no caso madeirense julgo ainda não existir porque não temos um curso de Arquitectura que permita criar condições para isto. Quanto a questão dos cursos estruturantes (também muito confusa para alguns), vem no seguimento da questão anterior e que sem eles os Estados / Regiões não existiriam em pleno, isto é, será que sem medicos ou enfermeiros existiria serviço nacional ou regional de saúde?, sem advogados ou magistrados ou juízes existiria justiça?, sem engenheiros teriamos telecomunicações, electricidade, estradas?, sem arquitectos teriamos habitação, espaços públicos, cidades, ordenamento do território? Espero que agora seja perceptível!
  5. O Bruno Lobo....Arquitecto?...acho que concorreu a uma vaga que abriu a pouco tempo na Câmara, não o conheço pessoalmente. Não sei de dados concretos sobre quantos ficam e de quantos regressam...não é possível através dos sites disponíveis aferir essa questão. Mas parece-me que muitos voltam, como também a muitos continentais que cá estudam e ficam. A questão e repito esta no reaproveitamento dos meios quer humanos quer materiais que as Universidades tem (por exemplo porque não aproveitar meios do Curso de Design ou de Belas Artes da UMa e fazerem um outro curso de Arquitectura)... e claro mudar o sistema de ensino em Portugal.
  6. Relativamente a minha média para que não haja duvida é de 16,7... e optei por uma privada por ser pós-laboral, permitindo-me (coisa que não acontece numa´pública trabalhar a tempo inteiro), não me posso dar o luxo nem de dormir a sombra da bananeira, nem de trabalhar quando me apetece!...tenho fámilia!. Por outro lado Kadinsky...digo cursos estruturantes no sentido de que não há estado ou Região digno desse estatuto, que não tenha quadros e massa critica dentro das áreas acima referênciadas...ou achas que não é assim?
  7. Muito bem.... reparem eu sou a favor da anulação pura e simples dos contingentes especiais para as regiões autonómas, sou a favor do merito, sendo que existindo vagas suficientes a procura é a que ditará a media necessária de entrada...até aquí concordo a 100%. Mas reparem, nas universidades públicas quantas vagas temos: ISCTE: 35v; UBI:60v; FCTUC: 60v; UEvora: 50v; FAUP: 108v; FAUTL: 108v; UMinho: 50v; IST-UTL: 50v; UAçores: 25v TOTAL: 438 vagas Acham suficientes para todo o País?... Para os milhares de jovens que querem ser arquitectos?...para mim não! Só uma privada (Lusíada) recebe 400 alunos por ano!.... Por isso medias elevadas para fazer Arquitectura numa universidade pública...justificam-se?-....não! O que acontece é que o estado não assume o seu papel de proporcionar igualdade de oportunidades para todos.... deixando essa responabilidade a privados...que com maior pragmátismo aproveitaram a oportunidade (e bem), de não só ganharem dinheiro mas de dar mais oportunidades a outros alunos que queiram fazer um curso superior. Sendo que os cursos de Arquitectura das Universidades Privadas já mostram qualidade com alunos a ganharem prémios nacionais (ex: SECIL) e internacionais. Já agora vejam a distribuição dos cursos públicos de Arq. por regiões!....acham que é a mais ajustada ao País?... Isto tudo para dizer, que se olharmos a outras realidades europeias, veremos mais ensino público, melhor distribuído e claro de medias mais baixas em função das vagas existentes (que são muito mais ajustadas as realidades locais). Em Portugal o Governo tem é de cumprir o seu papel.... regular as vagas entre privados e público, dando melhor equilibrio ao sistema... permitindo que mais jovens possam ter acesso ao ensino superior. E claro essa regulação não implica mais vagas, implica sim, maisvagas no sector público e melhor distribuídas e menos no sector privado. Relativamente aos sacrifícios que cada um deve fazer, só dizer que não esta em causa nem é uma questão de egoísmo, querer um curso na Madeira... o que esta em causa é sem duvidas iguais oprtunidades (que não existem actualmente), porque por muito que queiram não imaginam o que é ser ilheu!... por outro lado a racionalização de meios e de dinheiro por parte do Estado...e claro a qualidade de ensino que hoje esta em causa em Portugal.
  8. Sobre o Alberto João Jardim..sem comentarios! Não vale a pena falar desse senhor e do que eventualmente ele pensaria sobre este ou outros assuntos...isso seria muito redutor! Deixemo-nos de ignorâncias!
  9. Ei!....serão que não percebem o que digo? Ou não estão a ler o que escrevo? Mesmo em Miranda do Douro...tudo é diferente....não tem paralelo! De Miranda do Douro a Braga, Porto ou Bragança é sem duvida mais barato e simples de lá chegar!...Más não é isso que esta em causa!....PAREM para pensar! Existem e julgo que será consensual, que existem cursos estruturantes para as sociedades: Direito, Economia, Medicina, Enfermagem, Engenharias e claro Arquitectura e mais algumas claro! Veja-se o caso novamente dos Açores e em especial das Ilhas Espanholas (por exemplo Canarias). Porque não um modelo destes para a Madeira, ou será que não conseguem ver que a muitos níveis a ganhos!.... Custos do estado, rentabilização de meios nas universidades, massa critica em diversas áreas nas principais Regiões do País... verdadeiramente mais oportunidades! E disso que se trata!
  10. Caro Kadinsky....claro que se alguém quer estudar arquitectura e que esteja na minha situação clar que tem de arranjar um bom pé de meia ou ter uma boa situação financeira que lhe permita fazer o curso...sem duvida! Eu fiz isso....! Mas a muitos que não tem a mesma sorte!...e achas que esses não tendo a vossa sorte...devem ser prejudicado? É por isso que defendo um curso de Arquitectura na Madeira...não é precisso esmolas e claro com uma redução de custos importante para os alunos.
  11. Relativamente as bolsas: recomendo que vão ao site MCES, ver como são as regras e os valores das bolsas... e depois digam-me como é que um aluno de arquitectura deslocado vive com isso!.
  12. Relativamente ao prestigio dos curso insulares?!...não sei bem ao que te referes Dreamer, mas sei que por exemplo que na UMa existem cursos reconhecidos fora de Portugal, como o de Engenharia de Informática, a ter alunos a serem contratados por empresas como a IBM, microsoft, etc (recomendo uma visita ao site da UMa:www.uma.pt). Ao TiCo, com todo o respeito, acho que no minimo estas a ser "ligeiro na avaliação que fazes dos teus "colegas insulares", primeiro porque o teu comentário é quase que "xenófobo"...só faltando dizer que eles não deveriam de estudar contigo! Em segundo lugar TiCo, não dizes a verdade quando te referes ao preço das viagens a Madeira, cujo preço normal é de 220€, eventualmente poderá descer mais qualquer coisa em tarifa Pex (ver: www.tap.pt), más ao contrario de muitos só alguns é que eventualmente poderão "passear quinzenalmente entre Continente e a Madeira". Relativamente aos custos: sejamos francos nunca custará o mesmo, porque para além das viagens e das outras despesas (iguais para todos), é precisso pagar casa. Sendo que toda a gente sabe que arranjar emprego não é tão simples. e muito menos se consegue arranjar da noite para o dia. Sobre as bolsas as regras são as mesmas para todos, se tu não tens é porque se calhar não a mereces ou não te candidatas. Mais uma vez...sejamos serios....julgo que a importância do tema assim o merece!
  13. Bom, TiCo eu não só menino da "mama". Tenho 34 anos, casado e pai de 2 filhos (menores) e logicamente a trabalhar na Madeira. E lamentavelmente nem eu nem meus pais (quando tinha a tua idade) puderam pagar o Curso de Arquitectura no continente porque os rendimentos familiares não o permitiam, pelo que muito cedo tive de ir trabalhar e concluir o secundário a noite. Sera que tens a noção de quanto custa colocar um estudante a estudar no continente?...ou também achas que mesmo querendo um jovem consegue da noite para o dia pagar um curso, casa, alimentação e claro ter dinheiro para no fim de semana beber umas cervejas?!...não é tão simples, nem barato. Sempre gostei e gosto de arquitectura. Se calhar para ti vou tarde a tirar o curso...mas garanto-te que o vou conseguir! Por isso....vamos ser serios quando se discute um assunto.
  14. Bom, essa informação até pode ser verdadeira, mas a ideia que tenho é de que esses contingentes tinham acabado....mas tudo ok! De qualquer maneira não é de esmolas em universidades do continente de que falo. Do que se trata é de ter na Madeira um Curso de Arquitectura.!
  15. Em primeiro lugar já não existem neste momento os ditos contingentes para arquitectura. Em segundo lugar e ao contrario do que se possa pensar é muito mais dificil fazer arquitectura no Continente por parte de madeirenses e açoreanos porque ao contrario dum algarvio (exemplo utilizado), nos temos de apanhar um avião, que custa no minimo 220€ ida e volta. Em terceiro lugar, temos também familia, amigos, trabalhos...e como é?...largamos tudo sem mais nem menos?!. Por outro lado acho que esquecem que de norte a sul do País existem sim, muitos cursos de arquitectura, inclusive nos Açores...mas na Madeira não. Numa altura em que a revogação do 73/73 será uma realidade, julgo que a falsa questão do desemprego entre arquitectos acabará, pois ATAE's e Engenheiros deixarão de assinar projectos....abrindo-se mais perspectivas para os Arquitectos. E mais, nos portugueses temos se calhar um defeito, só olhamos para o nosso "umbigo", quando devemos olhar com uma perspectiva mais abrangente: mais Europeia, isto é formamo-nos não só para trabalhar, no Algarve, Lisboa, Porto, Braga, Açores ou Madeira....em fim em Portugal....Temos é de nos formar para trabalhar num mercado mais basto: Europa. Veja-se o Exemplo das Ilhas Espanholas.
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