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GONÇALO BYRNE – Geografias Vivas
Organização: GB-Arquitectos

24 de Novembro de 2006 a 25 de Fevereiro de 2007

De terça a domingo, das 10:00 às 19:00. Última entrada às 18:15 | Galeria 4/ Piso 2 do Centro de Exposições


Exposição baseada na participação de Gonçalo Byrne na VI Bienal Internacional de Arquitectura de São Paulo, em 2005, dedicada ao tema “Viver na Cidade, Arquitectura, Realidade e Utopia”.

Para a última Bienal Internacional de Arquitectura de São Paulo foram seleccionados seis projectos de Gonçalo Byrne que reflectem preocupações relativas às transformações da Paisagem Urbana.
São eles: Requalificação da Zona Envolvente à Abadia de Santa Maria de Alcobaça (1991-2005); Clube Naval e Cais do Carvão no Funchal, Madeira (1995-2005); Centro de Coordenação e Controlo de Tráfego Marítimo do Porto de Lisboa (1997-2001); Casa da Província do Brabante Flamengo, Louvaina, Bélgica (1998-2003); Grande Espaço Coberto de Assembleias e

Presbitério do Santuário de Nossa Senhora de Fátima (Concurso-1998); o Parque Forlanini, Milão, Itália (2002) – apresentados em maquetas, painéis, desenhos originais e fotografias, acompanhadas de um filme onde se cruzam conversas entre o arquitecto e várias personalidades ligadas à arquitectura, à política e ao urbanismo.
Aos projectos já apresentados foram acrescidos mais três, que são reflexo da mesma temática: Plano de Pormenor da Alta Universitária da Cidade de Coimbra-Universidade de Coimbra (1997/...); Recuperação e Arranjo Paisagístico da Cava de Viriato e Envolvente, Viseu (2002/...); e Estudo e Projecto Urbano para o Parque Urbano de Siena, Itália (2003/04).
  • 1 month later...
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Também queria lá ir brevemente...esperamos alguns comentários e opiniões...

Uma das obras que me chama a atenção é a Requalificação da Zona Envolvente à Abadia de Santa Maria de Alcobaça que tem gerado alguma "controvérsia" local...

Imagem colocada Imagem colocada

Alguns chamam-lhe obras de "melhoramento"... :nervos:

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Para quem não tenho ido, recomendo (se tiverem paciencia) que leiam o texto sobre a exposição que se encontra no seguinte Blog:

http://escrito-a-lapis.blogspot.com/

Dá uma ideia muito clara de como é que a exposição deve ser vista. E chama a atenção par muitos detalhes que quando eu fui lá não reparei.

O que me parece muito claro é que esta esposição está muito para lá de uma mera exposição de objectos arquitectónico.

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qt pinga a entrada?


GONÇALO BYRNE
Adultos – 3€
Cartão de Estudante – 13 aos 25 anos; Cartão Professor CCB – maiores de 65 anos – 1,50€
Crianças até 12 anos – 0,50€

:p
  • 4 weeks later...
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Aproveito para informar que se encontra à venda um DVD que reúne todos os videos patentes na exposição. Podem encontrar o dito DVD (1000 exemplares) no CCB, FNAC ou Livraria Almedina. Abraços Alexandre Berardo

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Gostei bastante da exposição e da forma como ela se encontra destribuida e instalada. Vale a pena visitar, sim senhor, e já agora vejam a do Nuno Cera, que também é bastante interessante. :)

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Gostei bastante, particularmente da intervenção em Fátima, a única coisa que tenho a apontar é a pouca quantidade de desenhos a acompanhar as maquetas, isso e as poucas obras expostas, penso que poderiam ser mais dada a vasta obra do arquitecto.

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Devo passar por lá só pk estão a dizer bem, porque do que vi em Coimbra de propostas para a alta...minha nossa, aquilo é um atentado chamar projectos de arquitectura...há uma que nao consigo esquecer...a cozinha do restaurante sem portas...ninguem entra nem sai, e se tivesse portas davam para as portas das casas de banho....genial....e uma zona de sanitarios maior que um auditório....200 lugares sentados em directo e 300 nos sanitarios em video conferência....lol Não duvidando das capacidades do arq.

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humm... pela continuidade de respostas que aqui foram "postadas" estava, mesmo, há espera de algo mais desta exposição... fraca. sinceramente, nao tenho paciência para ver videos com 2 pessoas a falar...bah...parece o borat versão séria... quanto aos projecto? maquetes há escala 1.10 arranjadinhas para inglês ver nao me cativam. nao percebo porque nao existem maquetes de estudo, desenhos, kilometros de esquissos... ele só projectou estes projectos? é desinteressante, existe mais espaço com projecção do que com trabalhos, existe mais espaço com placas de viroc pretas do que outra coisa... e sinceramente faz sentido uma maquete da torre de controlo maritimo de Lx há escala 1.10(?) quando temos uma ao lado a uma escala muito mais pequena onde se percebe alguma coisa do lugar? ainda por cima quando no texto de entrada nos dizem que arquitectura nao é criar objectos... e quanto há recuperação(falamos em recuperação para que? melhor ou pior?) urbana em Alcobaça...continuo sem perceber a solucção, que em meu entender, é pobre demais aquele espaço... a arquitectura, como ele diz, são geografias vivas e,digo eu, são para ser vivenciadas e aquela obra nao é vivênciada, nem com uma rolote de bifanas. porque as visitas que fiz a alcobaça foi antes e depois da obra, num diferença temporal muito curta, e esta nova solução nao dignifica aquele espaço nem o modo como é vivido... vi uma mini-conferência dele e gostei do modo como fala e como exprime as ideias... não gostei da exposição, para espanto meu o local onde passei mais tempo foi na entrada a ler os textos/frases. mas há modos diferentes de ver uma exposição, eu prefiro ver como se chegou aquela solução de projecto do que mostrar o projecto.

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