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Architects: zigzag arquitectura / David Casino, Bernardo Angelini
Location: Soto de Dego, Parres, Principado de Asturias, Spain
Structural Engineering: Jesús Crespo
Technical Architect: Salvador López
Construction Company: Ricardo Cerdeira y Otro CB
Construction Area: 297.98 sqm
Project Year: 2007-2009
Photography: B. Angelini and D. Casino

A family meeting place

The starting point was the need for a house large enough for the variable and regular meeting of a family composed of 6 subfamilies, with a total of 10 adults and 8 children. The idea was to create a family shelter, a place to meet and escape from urban life, with a low budget and the scarce construction resources available in a relatively isolated location.

The place / an eyed mountain

The plot is located in an area surrounded by mountains, Aballe Dego, close to the River Sella. The place suggested the idea of a mountain ,hollowed inside, with eyes strategically arranged to capture the surrounding landscape, introducing it into the rooms of the house and avoiding direct views into the homes of the nearest neighbours.

Volume and outer skin

The volume interacts with the surrounding mountains, longing to become one of them. The folded roof is also a product of the enforcement of the local regulations and the hipped roof indicated by them. The result is a hard shell, earthy and perforated, allowing the entry of the landscape in the form of pictures which change each time you return to the house.

The perforated skin protects its inhabitants from the outside, while allowing them to interact physically and visually with nature, with the seasons and with the weather.

Indoor and outdoor space

The house has two exterior rooms, facing the north and the south, which highlight the value of the use of the traditional Asturian porch as a space extension and a relationship with nature.
In the darkness of the night, the shell disappears, and when the house is inhabited, the holes appear as “living fragments” floating in the landscape.

Capturing the landscape

Capturing the landscape is one of the main aims of the project. The intention is to absorb the surroundings in a precise and controlled way, so that all the rooms benefit from the qualities of the surrounding landscape.
To achieve this, the hard casing of the house is perforated with holes of different sizes and positions, associating each one of them to the capturing of the surrounding landscape.

Programme

The programme is organized according to the dominant orientation of the plot. The night programme, bedrooms and bathrooms, is located in the northern area, leaving the southern orientation to the meeting spaces and the double height space: living room – dining room – kitchen.
The porch serves as a link between the day spaces of the ground floor, and at the same time is used to mark the difference with the kitchen-dining room-living room programme. The north porch is linked to the main bedroom downstairs and contains the outside staircase which communicates the upstairs rooms directly with nature.

Circulation and access

The circulations inside the house are developed along the longitudinal axis of the house. A ramp serves as the starting point of a “promenade” which joins the different bedrooms on both floors and ends in a mezzanine with a view to the double height, from which the entire house is visually dominated. The main entrance to the house is from the entrance porch, located in the northern facade, next to the garage entrance. Both accesses meet in the hall, from which the promenade starts and connects all the rooms.

Material and construction system

The construction system is adapted to the resources available in the area: reinforced concrete structure as well as double brick isolated walls. The facades of the house are made with a dark grey rendering coat and planks of iroko wood. The roof is built with flat concrete tiles, adapting to the material regulations of the area.

Fonte: Archdaily
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parece que foi levado num camião e pousado com uma grua, embora desfrute do lugar, não intervém de forma alguma nele. Ou pelo menos, não o faz com intenção.

  • 4 weeks later...
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existem inumeras formas de responder ao programa, a minha critica vai para o objecto q podia estar ali ou em qualquer outro local.

Portanto parece-me então que, para ti, toda a arquitectura que não esteja em relação directa com o lugar é desinteressante, certo?

É que arriscas-te a ter no teu balde do lixo a maior parte da produção Arquitectónica dos últimos 2000 anos...
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Orlo, se fores ver, as primeiras habitações a entrarem para os anais da arquitectura têm 500 anos, quase toda a arquitectura anterior ao ressentimento tem um carácter religioso (90%), Politico/Publico (8%) e militar (2%) claro que isto são números mandados ao ar, mas a grande questão é que todos estes edificios tinham um carácter de presencial na paisagem, não procuravam relacionar-se com ela, mas sim domina-la e marcar o vinculo politico/social na mesma. A habitação que hoje se faz não tem nada a ver com isto, até porque isto não é suposto ser um palácio, e se eu acredito na relação do habitar com o espaço envolvente, pergunto-me por que razão o é controlado como se de um museu se trata-se, porque razão não existe uma relação mais directa com o lugar, mais física mesmo, para um uso que viza a reunião da família, parece-me extraordinariamente frio.

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Argos, Analisando então os últimos 500 anos, chega-se facilmente à conclusão que só praticamente no século XX e apenas alguns arquitectos (arriscaria mesmo a dizer algumas escolas) é que se interessaram pela profunda relação habitação paisagem. Alberti, Brunneleschi, todos os Barrocos e os Neo's que se seguiram, modernistas, pós-modernistas, e a maioria dos contemporâneos jamais estabeleceu como prioridade ou objectivo a integração na paisagem. Óbvio que uma casa não é um museu, mas se tu fazes uma breve análise da história da arquitectura vês que os arquitectos que fizeram a arquitectura evoluir (bem ou mal, segundo a sensibilidade de cada um), utilizaram a habitação como porventura o maior elemento de pesquisa e reflexão. Desde Alberti à casa máquina de Corbu, passando pelas casas do koolhas até aos nossos dias. Não é que me identifique com os nomes atrás referidos, apenas os uso como base de comparação. Eu percebo que aches a casa fria como espaço de convivência de uma família, mas até aí estás a restringir claramente o campo de análise, uma vez que uma habitação nem sempre é usada por vários indivíduos (muita gente vive só), e acima de tudo a percepção espacial e as ambições de cada um variam bastante. É que cada um absorve e reage de forma diferente perante determinados espaços. Resumindo, e porque não quero entrar no campo da pura subjectividade, devo dizer que esta casa não me impressiona muito. Apenas acho que não podes afirmar categoricamente que "a habitação que hoje se faz não tem nada a ver com isto". É perigoso e induz em erro um olhar mais desatento.

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Não concordo que os Renascentistas, ignorassem o local. Até acho que este subjectividade, se acentuou muito no Pós -Modernismo... é simplesmente muito mais fácil, projectar, ignorando o local... cada vez mais isto é aceite, até nos Monumentos, hoje em dia pode-se fazer Monumentos que nada tem de conexo com a história local, coisa que não existia no passado.

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Não concordo que os Renascentistas, ignorassem o local.


Ark,

Desculpa, mas não concodo. A arquitectura do Renascimento foi feita á escala do Homem. Esta era a única preocupação inerente à pesquisa presente nos tratados elaborados pelos grandes génios como o Alberti, Bruneleschi, mais tarde o Vasari e outros tantos. Se passeares pelas ruas de Florença vais ver que todos os edifícios concebidos naquele período jamais foram desenhados para se relacionarem com os edificios adjacentes, mas sim desenhados de forma a procurar a maxima coerência e harmonia entre as diversas partes que o constituem. Proporção embasamento/resto do edificio, proporção entre as aberturas e os paredes cerradas, e, acima de tudo, como tudo isto é apreendido pelo olhar de quem o contempla, ou seja, como essas proporções se relacionam com a escala humana. Mesmo quando no renascimento se desenharam espaços urbanos, a prioridade foi sempre a reformulação completa da malha urbana em questão.

E não sou um partidário ou defensor de uma determinada doutrina. Só acho que é pouco salutar abordar a problemática da habitação, dizendo que esta deve estar sempre em relação com o local. Para mim, e penso que não serei o único a pensar assim, o importante é o processo, são as premissas que são lançadas pelo arquitecto aquando da abordagem a uma determinada problematica. Se as tuas premissas são não assumir uma relação franca e directa com a envolvente, qual é o problema?!!! Desde que sejas coerente durante todo o processo, é tão válida uma abordagem como a abordagem aposta, desde que estas sejam sempre assumidas pelo projecto.
É a coerência que conta, e é por isso que facilmente se destingue um Siza ou um Souto de Moura das muitas cópias baratas que se vão espalhando pelo território Português.
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Bem, no Século XX, você tem correntes de pensamento diversas, mas desponta uma tendência que foi a subjectividade... se por um lado a aproximação ao local passa e bem, a ser uma preocupação premente no ensino e na prática da Arquitectura, você tem no lado oposto o Pós-Modernismo, como uma correntes que mais edifícios definiu em completa desvinculação com o local, eu não consigo compreender a subjectividade do Pós Modernismo, portanto erradamente tenho que chamar aquilo Abstracto (Espero que compreenda o meu erro na designação).

O mesmo se poderia dizer do International Style, mas este despontou mais em áreas urbanas, compaginado com o ritmo das ruas, das praças, como edifícios simples ou estruturantes, portanto, com ligação ao local, apesar de na sua definição também se realizar em Abstracto, geralmente, panos longos, repetitivos, elementos planos... O Pavilhão de Barcelona do Mies, é compreensível em abstracto, seria mais difícil compreender o mesmo com uma ligação ao local... mas vendo bem, a simplicidade do mesmo, quase permite dizer, poderia ficar bem em qualquer lado.

No Renascimento, apesar de alguma liberdade dada ao autor, tudo no fundo, ainda se subordinava às Ordens, já existia a preocupação com o que está ao lado e uma vila Campestre de Palladio, não era propriamente, uma completa despreocupação pelo local, desde os arranjos, escadarias, passando pelo jardim em intermédio. Na urbe, as ruas e praças, como diz, quase em paradoxo:

Se passeares pelas ruas de Florença vais ver que todos os edifícios concebidos naquele período jamais foram desenhados para se relacionarem com os edificios adjacentes, mas sim desenhados de forma a procurar a máxima coerência e harmonia entre as diversas partes que o constituem.


Eu reconheço nisso, um sintoma da preocupação pelo local, embora na urbe, o local não tem a subjectividade do local em perfeito desafogo. A Praça de São Pedro, é um perfeito local, para um estudante de Arquitectura perceber o que é a relação com o local, do ponto de vista Estético e do que é adequado à Escala do Homem... se hoje em dia a preocupação com o local se refinou noutros sentidos, sim tem toda a razão... mas o pior é que existem diversas correntes que fazem exactamente o contrário, a despreocupação pelo local... a Casa da Música no Porto, é um exemplo neste sentido, não obstante, um sucesso.

É difícil dizer, qual a melhor abordagem... sou um conservador, acho que a relação com o local é tremendamente mais difícil de conseguir... vou fazer uma alegoria, qualquer um pode ser um F. Ghery neste edifício, é mais difícil ser um Siza neste edifício. E não estou a defender o Siza por ser Português...
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Ark,

Desculpa, mas não concodo. A arquitectura do Renascimento foi feita á escala do Homem. Esta era a única preocupação inerente à pesquisa presente nos tratados elaborados pelos grandes génios como o Alberti, Bruneleschi, mais tarde o Vasari e outros tantos. Se passeares pelas ruas de Florença vais ver que todos os edifícios concebidos naquele período jamais foram desenhados para se relacionarem com os edificios adjacentes, mas sim desenhados de forma a procurar a maxima coerência e harmonia entre as diversas partes que o constituem. Proporção embasamento/resto do edificio, proporção entre as aberturas e os paredes cerradas, e, acima de tudo, como tudo isto é apreendido pelo olhar de quem o contempla, ou seja, como essas proporções se relacionam com a escala humana. Mesmo quando no renascimento se desenharam espaços urbanos, a prioridade foi sempre a reformulação completa da malha urbana em questão.

E não sou um partidário ou defensor de uma determinada doutrina. Só acho que é pouco salutar abordar a problemática da habitação, dizendo que esta deve estar sempre em relação com o local. Para mim, e penso que não serei o único a pensar assim, o importante é o processo, são as premissas que são lançadas pelo arquitecto aquando da abordagem a uma determinada problematica. Se as tuas premissas são não assumir uma relação franca e directa com a envolvente, qual é o problema?!!! Desde que sejas coerente durante todo o processo, é tão válida uma abordagem como a abordagem aposta, desde que estas sejam sempre assumidas pelo projecto.
É a coerência que conta, e é por isso que facilmente se destingue um Siza ou um Souto de Moura das muitas cópias baratas que se vão espalhando pelo território Português.

Parece-me é que História do 3º ano te passou ao lado, desculpa-me a indiscrição... Os renascentistas só se preocupavam com a escala humana? não havia relação com a envolvente? e os barrocos também não?... pesquisa melhor sobre isso um bocadinho.. ou melhor vai falar com o professor Quintão!

E também não vou nessa de não existir arquitectura habitacional anterior a 1500. Podia carecer de planeamento prévio, mas as cidades da mesopotâmia, da grécia e creta, até romana estão tudo menos desvinculadas da morfologia do terreno. Há que perceber que integração no pré-existente não é usar desníveis para esconder a casinha, mas sim usar uma morfologia prévia, respeitando-a (e cada um lê isto como quer porque não vou entrar em devaneios), de modo a tirar proveito dela em prol das vivências do Homem, quer esse proveito seja para fins militares, religiosos, económicos, etc (i.e. exemplos atrás citados).
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Ark, Claramente temos interpretações diferentes da História, dos tratados, dos edifícios. Parece-me que vamos passar a discutir o sexo dos anjos, na medida em filtramos a historia da arquitectura de modos diversos. Disseste que eras conservador, talvez até nem sejas de todo, não é garantido que um Ghery seja mais arrojado que um Siza, até porque o processo de cada um é distinto. Talvez pelo esforço de estabelecer relações com o que os rodeia e esta obsessiva procura, os edifícios do Siza sejam mais arrojados que os do Ghery. Mas, assim como perante muitos colegas de nacionalidades diferentes eu não aceito que se faça uma observação simplista da obra do Siza, que muitos consideram formalmente já muito esgotada, ignorando a poética dos espaços por ele criados, eu também não consigo adjectivar de má arquitectura um edifício que pretenda exactamente o oposto - a ruptura. Lembra-te de que no concurso para a casa da música estavam no júri Siza e Souto Moura, e ambos escolheram a proposta de maior ruptura com o local. João Pedro Silva, Ao princípio estava até para não te responder, porque é sempre uma perda de tempo explicar duas vezes a mesma coisa a quem não percebeu rigorosamente nada da primeira vez. Mas como ainda és estudante, eu permiti-me a mim mesmo abrir uma excepção. Eu sei que estás fresquinho na História do 3ano e isso é facilmente perceptível. Mas em História não se decora apenas, pensa-se! E claramente isso é cada vez mais raro. Por isso é que tenho trocado argumentos com o ARK, porque claramente ele também está disposto a pensar. Gostei muito da tua revisão de História do 2ano (Mesopotâmia, Grécia, Roma) mas a observação está descontextualizada, porque não só não estamos a falar de aglomerados habitacionais urbanos, como não estamos a falar da adaptação destes núcleos á morfologia do terreno. Estavamos sim a discutir arquitectura de Autor, a Habitação pensada e teorizada, como ponto de partida para afirmação de uma determinada visão arquitectónica e a sua relação visual, metafórica e só por vezes física com o terreno. Podes portanto ficar descansado, porque eu não só já tive aulas e discussões de história com o Professor Quintão (pessoa que respeito muito), como inclusive com o Professor Domingos Tavares (que tem também bastantes coisas publicadas sobre o Renascimento) e o Professor Alves Costa (que infelizmente já não dá aulas na Faculdade). Aproveita para perguntar ao Professor Quintão se há apenas uma linha de interpretação da História da Arquitectura, se em História as coisas são aceites pura e simplesmente como dogmas. Talvez te surprendas com a resposta. E quando quiseres ir a Florença para absorver com os teus olhos o que é Arquitectura Renascentista, entra em contacto comigo, porque como lá vivi e estudei um ano, posso-te dar algumas dicas valiosas, e inclusive colocar-te em contacto com alguns do meus antigos professores de História da Arquitectura, que talvez possam esclarecer algumas das tuas dúvidas.

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Orlo, já que tu e o Ark não adicionam basicamente nada em relação a questao a habitação de autor, e a questão da relação do habitar com a paisagem natural (sim, porque não estamos a falar de uma envolvente urbana) chamo a atenção para o facto de no texto exposto se referir especificamente que a casa e construída como local de reunião de família. eu compreendo uma obra de ruptura com a malha urbana, mas uma obra de ruptura com a paisagem? espera la, não estamos a falar de uma casa no meio do deserto que pretende ser vista para assinalar a algum desgraçado que há aqui um poço.

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Com a paisagem ou a malha urbana é a mesma coisa... são os mesmos preceitos que temos cumprir, adequar à malha urbana, ou se em completo desafogo, à paisagem... aliás é ridículo, designar malha urbana e paisagem, um paisagem pode ser urbana, é o local, por que entre urbano e rural, existe muita coisa intermédia. É o local nas mais diversas cambiantes, não vale a pena complicar.

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meus amigos!! nao nos vamos chatear.. uma coisa é certa...é completamente diferente conceber um objecto arquitectónico para uma "malha urbana"/cidade/centro (o que lhe queirarmos chamar) e conceber para um local como o deste projecto. teoricamente é mais fácil integrar o objecto arquitectónico com a "paisagem"/envolvente quando inserido numa malha de edificios num centro de uma cidade. aí vem a história :s Se calhar era porque o plano urbanístico da cidade era como conhecemos hoje (exemplos das grandes cidades europeias) onde havia uma regra, o que nos faz percepcionar a cidade como um todo. Neste projecto em questão é um pouco diferente. É nos dado este espaço. Ao relacionarmos o objecto com a "paisagem", vamos ter e conta a "erva" e as árvores?? não temos uma regra específica, como nos centros das cidades. Penso que em termos de integração com a paisagem, até não está mal de todo. Já vi bem piores!! XD

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Bela discussão.

Realmente penso que será subjectivo dizer-se que não está integrada com o local, até porque essa integração poderá ser feita de diferentes formas… mais ou menos evidentes.

Parece-me que os vãos ou vazios alcançam a relação com o local ao definirem perspectivas, quadros naturais e pontos de luz no interior da habitação. Num outro local certamente não fariam sentido, à semelhança do que acontece com a casa da musica. Mas isto é uma visão minha muito simplista/superficial do projecto aqui apresentado.

Cumprimentos
CC

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