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asimplemind

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Everything posted by asimplemind

  1. Ora aqui está um assunto que merece ser falado! Começam a ser dados alguns passos de forma a divulgar esta problemática ao mundo. Já há vários anos que se ouve falar de Aquecimento global, mas será que nós mesmo sabemos o que é e que consequências terá? Concerteza já todos ouviram falar do documentário "An Inconvenient Truth" protagonizado por Al Gore que anda por aí a estrear. Ainda não o vi mas estive a assistir a uma reportagem sobre o mesmo e fiquei já bastante aterrorizado mesmo sem ter visto o documentário. Quando pensamos em aquecimento global pensamos em algo muito distante de nós ou em algo que poderá acontecer mas só daqui a 100 anos ou mais! Já nem é para nós nem para os nossos filhos! Mas o que é certo é que o efeito estufa já se faz sentir há dezenas de anos e se por um lado a invenção da máquina à vapor foi a maior revolução alguma vez assistida, por outro foi o descolar em queda livre, encontrando-nos já perto do impacto. De forma a podermo-nos informar e discutir sobre o assunto eu criei este tópico para que de forma solidária partilhemos pontos de vista e tentemos lutar por um futuro melhor do que o que está aí a surgir... Para já sugiro a visita aos seguintes sites: www.stopglobalwarming.org www.climatecrisis.net www.care2.com/globalwarming/ Gostava que realmente perdessem um pouco do vosso tempo a reflectir e a informarem-se sobre o assunto para que possamos mudar o curso da história e dar um futuro às gerações vindouras.
  2. há uma coisa que também acho... Que a maior parte das pessoas só começou a chamar ex-líbris à avenida dos aliados depois a obra ter sido feita. Não digo que seja a tua situação mas certamente a do povo deve ser. Porque o porto tem "ex-libris" mais "ex-libris" que a avenida. Comparares a avenida à torre eiffel? compara ao menos com a torre dos clerigos ou a ponte d. luis ou a ponte d. maria ou a ponte da arrabida ou mesmo o museu de serralves. Também gostava da calçada portuguesa, mas havia demasiadas problematicas no local para que se continuasse com a calçada e se fizessem remendos ao longo da avenida para se continuar com o antigo (bonito) e o novo (feio). Penso que no final optaram pela melhor opção. Se era necessário aumentar passeios, redefinir redes viárias, criar tunel e estaçoes de metro, foi muito melhor terem feito um check-up completo à avenida do que andar a fazer retalhos ou andar a recriar calçada portuguesa só porque era o que estava antes. Se reparares no sistema de aparelhamento das pedras vez bem a complexidade que foi colocar todas as pedras naquela avenida, não é um trabalho de menos mérito que colocar calçada portuguesa, é necessario muito esforço e técnica. Não é qualquer pedreiro que faz isso. E já ouvi muita gente de fora bastante impressionada com o trabalho minucioso que ali está que até lhe chamam de mosaicos, pois nos seus países não há essa preocupação. Em relação aos eventos, nunca estive numa vitoria do porto mas já tive inumeras vezes no s. joao e, como é obvio (ja deves ter reparado) a avenida era pouco acolhedora às multidoes, mesmo em manifestações em frente da câmara. Tudo isso são factores que tornaram a nova avenida no espaço que está agora. Quero experimentá-la no proximo s. joao e como se adapta às festividades já que neste momento está muito mais preparada para albergar manifestaçoes publicas.
  3. sim.. isto parece-me a discoteca da zona industrial de matosinhos! só lá fui umas 3 ou 4 vezes mas sinceramente não se algumas das que fui seria esta. Mas respondendo ao Thiago: isto não se trata de um bar onde se bebe uma cerveja e se fala com os amigos, é mesmo discoteca para dançar por isso tá um bocado folclórica. A opção dos varões metálicos também não é má! :s
  4. mas o .obj abre no 3dmax? qual é a diferença para o .3ds? Se isso der para desenhar um esboço e depois abrir em 3dmax e detalhar é grande cena mesmo!!
  5. por acaso quando estive em bruxelas esse edificio foi alvo de grandes analises a nível das aulas de projecto e realmente torna-se algo assustador e megalomano se começarmos a pensar em quantas pessoas lá vivem e da forma como os edificios pontuam a paisagem. Penso que foi importante terem-se feito experiencias como esta e outro edificio do Steven Holl que tem uma dimensão megalomana pois tornam-se objectos de pesquisa e análise por parte de estudantes e profissionais para se tentarem resolver as problematicas levantadas pelo habitar específico destes edificios. Agora... Olhando para aquela imagem aérea penso que é preferivel ter 3 edificios destes do que 3 torres enormes para conseguirem ter a mesma densidade populacional. Se calhar seria necessário repensar melhor as torres e tentar criar soluções ao estilo deste edificio
  6. aí está. No teu comentario disseste tudo: 'O Porto é uma cidade "fechada"' o problema é mesmo esse. As cidades não são uma pintura ou uma instalação para se admirar e considerar como obras de arte. As cidades são para ser vividas e NECESSITAM de se adaptar ao seu tempo e aos próximos tempos! Não estou com isto a dizer que é deitar a baixo e construir de novo. Digo precisamente o contrário! É restaurar os centros, revitalizando-os, criando novos polos de atracção com o já existente, criar novas infrastruturas que possam dar algo de novo e melhor à cidade e principalmente não cair no cliché que me pareceu ver um pouco defendido no teu post, ou seja, deixar a cidade tal como ela é só para os turistas verem. Isso para mim é o assassínio de uma cidade! A avenida dos aliados não tem nada a ver com avenidas lisboetas, tem um caracter e uma história totalmente diferentes e é verdadeiramente um local portuense. E assim como tenho prazer de andar no metro do porto e de andar a vaguear pelas novacs estaçoes, também tenho prazer de passear na avenida restaurada onde posso ver todo o movimento citadino e apreciar as grandes peças de arquitectura que encerram a avenida. Eu defendo a identidade da cidade (assim como o siza e o souto moura a defendem) e defendo o progresso e o desenvolvimento, só assim é que as mentes evoluem, as pessoas evoluem e a cidade evolui. A unica coisa que continuo a achar que se perdeu na avenida foi o facto de não haver mais bancos e sitios onde as pessoas se possam fixar e talvez mais árvores. Agora sinceramente a fonte é um desgosto total, não entendo as intenções nem o resultado final...
  7. margarida: os meus colegas da romenia estudam em bucareste... não sei a faculdade, mas um deles ficou a acabar o curso em bruxelas... Mas teve problemas com equivalencias por não fazer parte da UE... TiCo: nunca se sabe... Kandinsky: nem quero pensar nisso! eu nunca fui pessoa de gastar $$, sempre fui poupado, nunca ando em lojas à procura de roupas nem de coisinhas electronicas por isso decidi investir nesta oportunidade e tive a sorte de os meus pais me poderem apoiar na medida do possivel. Mas também há que saber como poupar $$. Aviso já que em praticamente todas as viagens que fiz não gastei $ em dormidas e a comida como é obvio era pão de forma, queijo e fiambre. Ou seja gastei praticamente só o $ da viagem e o extraordinario foi ter ido para a suecia por 58€ ida e volta de aviao, para paris a 10€, inter-rail a 190€, viagens na bélgica a 5€. Suíça de carro 1 semana a 60€... Houve muita pesquisa e muita procura em cada viagem para que saísse o mais barato possivel
  8. legrias: em relação ao intercâmbio com o brasil nunca vi nada sobre isso e duvido mesmo muito que haja. Já para a dinamarca e para a finlandia eles andam sempre a atrasar a conclusao do protocolo... é muito complicado para "eles" (direcção)
  9. bem eu falo da minha experiencia. Eu sempre quis ir para erasmus, porquê: porque sempre quis ter a experiencia de viver noutro país, falar outra língua fluentemente, viajar pela Europa, viver sozinho, estar noutra escola, ... Foram essas as razoes que me levaram a ir para erasmus. Agora o que eu tive foi isso tudo e muito mais!! Não deixei de ter as minhas noites de borgas com o pessoal e os delírios de tarmos todos num país estrangeiro e vivermos sozinhos. Como na generalidade o volume de trabalho noutras faculdades da europa é bastante menor que em portugal, via-me sempre com tempo disponível que desde que entrei para a faculdade nunca tive e, isso deu com que pudesse experienciar imensas coisas, coisas essas que se reflectem não só a nível pessoal mas certamente a nível arquitectónico. Pelo facto de ter podido fazer uma viagem de 1 semana em toda a Suíça, de carro, com destino marcado em mais de 20 obras arquitectónicas de referencia. Pelo facto de ter estado 4 vezes a viajar pela Holanda à procura de bons exemplos de arquitectura e a experienciar as cidades. Pelo facto de ter podido fazer um inter-rail durante 17 dias na Dinamarca, Alemanha, Austria e Suíça onde pude ver uma variedade enorme de cidades, contactar com pessoas, ver paisagens absolutamente magníficas, ver edifícios que nunca pensei que iria vê-los a não ser nos livros, descobrir edifícios "anónimos" de interesse. Pelo facto de ter podido ir até à Suécia e ter experienciado a cidade durante 1 semana, visitando obras de referencia e observando modos de vida bastante diferentes de portugal. Pelo facto ainda de ter podido estar quase uma semana em Paris a visitar a cidade com calma e a tentar embrenhar-me na sua vida e nas suas referencias. Somente por tudo isto a minha experiencia pessoal e profissional expandiu-se de forma absolutamente colossal e a minha visão como pessoa e como (futuro) arquitecto foi bastante estimulada e o meu entendimento das cidades foi incrivelmente enriquecido pela diversidade de situaçoes passadas. Por tudo isto e também por no fim do ano ter tido o meu projecto final com a maior cotação da faculdade e por ter tido notas bastante melhores que no Porto e por ter conhecido a gente que conheci, as conferencias que vi, os arquitectos com quem contactei, as exposições onde estive é que o meu Erasmus foi incrivelmente enriquecedor e por incrivel que pareça o João que saiu do Porto em setembro de 2005 tornou-se num João muito mais conhecedor e experiente aquando da sua chegada em Julho de 2006. Não me estou a gabar, estou apenas a tentar mostrar uma faceta diferente do que a maior parte das pessoas pensa do erasmus até porque já estou farto de receber aqueles comentáriozinhos de que andei um ano de ferias, que o erasmus é só borga, que não se trabalha nada, ... Pois digo-vos que a verdade é diferente e o interesse está em conseguir ter ferias, borga, estudo, amizades, viagens, experiencias e conhecimento durante a nossa curta estadia de 1 ano. E já agora... Foi extremamente (mas mesmo extremamente) enriquecedor o facto de ter estado numa faculdade completamente diferente das faculdades que conheço em portugal, onde os trabalhos eram distintos e principalmente o método de ensino e de trabalho era completamente diferente. O que foi gratificante foi poder experienciar um método diferente de trabalhar e poder agora conjugá-lo com os ensinamentos da minha faculdade. p.s. em relação aos amigos erasmus, há uns que se ligam mais, outros menos, eu vou no inicio de outubro à bienal de Veneza com 11 dos amigos que conheci lá e vamos poder dormir em casa de amigos. Por isso creio que será possivel manter uma amizade até porque falamos entre nós na internet e vamos mantendo contacto. Quem sabe um dia mais tarde não estaremos a viver juntos numa outra cidade?
  10. será que isto não dá para exportar para 3DS?! era um mimo!
  11. fogo!!! nunca pensei! isto é incrivel!
  12. em relação ao erasmus eu fui no 4º. normalmente o pessoal vai no 4º e 5º. Mas tive colegas erasmus da roménia que foram no 3º ano e um espanhol no 2º. Mas penso que se tira muito mais proveito quando se está mais avançado. Até porque como muita gente especula que erasmus é só festa e férias, ou está bem enganado ou as experiencias que conhece são oportunidades perdidas. O erasmus serve para conhecermos pessoas, trocarmos contactos, conhecer métodos de trabalho distintos, um ensino diferente, viajar, fazer palhaçada, mas acima de tudo o que guardamos no fim é a imensa aprendizagem que se foi fazendo a cada dia que estivemos lá fora. Pelo menos eu sinto isso, não tive em erasmus só para ir prós copos, pra isso vou prós copos aqui que é mais barato!
  13. se a tua faculdade tem protocolos com faculdades fora da europa é porque supostamente tens o plano de estudos aprovado, mas penso que será sempre um pouco mais complicado do que a nível da UE. Pois como se está a ver, está a haver uma recionalização da educação na UE como se se tratasse de um grande país com diferentes estados.
  14. pois a luz realmente é a cena mais complicada do 3d max! andei horas à volta disto e não consegui que ficasse como tinha em mente. Se punha sombra na luz do candeeiro tornava-se tudo muito escuro e com dois pontos de luz atras do observador torna-se um pouco overexposed. A cadeira e o banco são de pele e devem brilhar, mas talvez reduza um pouco. Tenho é que continuar a experimentar!
  15. bem vindo pedro. Sendo estudante e futuro arquitecto estou aqui para aprender e contribuir para a discussão e aprendizagem, espero que a tua presença cá seja uma mais valia! cá te esperamos!
  16. eu fui estudante erasmus neste ano que passou e estou mais ou menos a par da legislação. um estudante erasmus só o pode fazer 1 vez e o erasmus só funciona na europa com as faculdades que têm protocolo com a tua faculdade. Toda e qualquer mobilidade de alunos para outras faculdades sem protocolo pode ser feita mediante a acreditação do plano de estudos que se pretende fazer na faculdade de acolhimento, mas não dispondo das vantagens do estudante erasmus. Ou seja o estudante erasmus quando vai estudar para outra faculdade, já tem o seu plano de estudos aprovado e sabe que se fizer todas as disciplinas vai ter equivalencia a tudo na sua faculdade, ainda se habilita a receber uma mísera bolsa puramente simbólica do ministério que se esgota no primeiro mês de estadia. Pode ainda (consoante a faculdade de acolhimento) beneficiar de lugar numa residência de estudantes mas isso é necessário ter bem a certeza e saber se há memso uma residência pois a maior parte das faculdades não tem. O intercâmbio ou o "free-move" é tudo feito por nossa conta, desde contactos, planos de estudos, dinheiros (se bem que no erasmus também não há muito...), equivalencias e o problema é quase sempre não haver as equivalencias desejadas. Conheço casos de estudantes brasileiros que estiveram na FAUP e que ao fim de um ano voltaram e tiveram de fazer esse mesmo ano no brasil...
  17. bem, nova experiencia! penso que esta não ficou muito má... que acham?!
  18. que grande cena!!! vou ficar à espera e a experimentar os tutoriais!! continua a actualizar :p
  19. por mim é na boa
  20. pois! vou tê-lo este ano! e ainda me falta o raio da mulher dele! que dupla...
  21. praxe da ESAP: é só palhaçada, uma semana com diferentes actividades... Começa com uma aula fantasma que foi engraçado e deu pra rir. Depois basicamente é andar pelo porto a cantar cenas estupidas e a fazer figura de palhaço. Depois todas as noites há os jantares e tal... Depois há um dia com uma actividade porreira tipo Karting ou Paintball. Depois outro dia é a visita às caves. Depois noutro dia é o Julgamento que é uma cena de partir a rir. Depois é o baptismo que é uma palhaçada sem interesse. Basicamente a praxe é uma palhaçada.. Deu pra ficar a conhecer 2 ou 3 pessoas mas não mais, mas o mais o importante foi ficar a conhecer os "doutores" para poder gozar com eles agora que vou pró 5º e muitos ainda continuam no 2º... Enfim.. Há coisas melhores para fazer.
  22. inicio de outubro vou lá 3 dias e dps conto-vos! :s
  23. tou a ver que este fim de semana foi produtivo em trabalhos nocturnos! O meu trabalho foi outro: Feiras Novas de Ponte de Lima! foi mais carrinhos de choque, pão com chouriço, tar com os amigos e dar umas voltas pela cidade :p
  24. já ouvi essa e gostei mais da outra versao pah essa cena do gato fedorento já chateia! ainda por cima gajos como eu q tiveram este ano fora de portugal e chegam aqui dizem uma coisa e depois um gajo vai lá ver e afinal não é e depois dizem ah e tal, ... Mas então em quê que ficamos? :p
  25. mas isso funciona mm? com rigor?
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