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Arquitectura.pt


Calila

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  1. Pedro Tentei novamente abrir e aparece uma mensagem do Adobe Reader - The file is damaged and could not be repaired. A mesma mensagem aparece quando tento abrir o Decreto no site do Diário da Republica e no site da Ordem dos Arquitectos do Sul. O mais estranho é que consigo abrir os Dec. Reg. nº 10 e 11, mas não o 9 (situação verificada em todos os sites).
  2. Alguem tem o PDF do Dec. Reg. 9/2009 de 29/05 ? O link que o colega Pedro Barradas facultou, assim como no site do Diário da República gratuito não se consegue abrir o ficheiro do referido diploma (está danificado).
  3. E já agora, alguem tem a minuta do Termo de responsabilidade subscrito pelos autores do projecto de obra, no qual têm de declarar que a obra foi executada de acordo com o projecto aprovado e com as condições da licença ou da comunicação prévia e, se for caso disso, que as alterações efectuadas ao projecto estão em conformidade com as normas legais e regulamentares que lhe são aplicáveis, a juntar no pedido de autorização de utilização (nº 1 do art. 63 da lei 60 - embora no artº15 da portaria 232 não refira esse documento)? E quem é o Autor do Projecto de Obra? O projecto de obra é o project
  4. Concordo, mas não deixa de ser interessante na forma de representação em desenho.
  5. A ArqLIFT acaba de lançar uma versão actualizada do seu pacote “Multi_Acess”, agora designado Multi_ACESS Dinamic. Esta aplicação, que se destina à elaboração de projectos de Arquitectura adequados a cidadãos com mobilidade reduzida, ou seja os planos de acessibilidade. O download da versão trial pode ser feita em http://www.arqlift.com/ Vejam que até neste programa que ajuda na elaboração de planos de acessibilidade, a casa de banho acessível nem tem sequer um bidé. No entanto acho que cumpre com o 3.3.4 - 3). A outra casa de banho cumpre com o disposto no ponto 3.3.4 - 1) e 2). Embo
  6. Antes de mais obrigado pelas vossas resposta. Pelo 2.9.19 - 2) não tiro a conclusão que o bidé tem que ser acessível. "Acho" que só diz que o bidé não se pode sobrepor mais que 0,1m a qualquer zona livre existente na casa de banho. Vamos supor que o bidé tem que ser acessível. Onde está especificado a localização da zona ou zonas livres? Para a sanita essa especificação está no ponto 2.9.4 - 2) (de um dos lados e na parte frontal). Para os bidés não existe qualquer referência tanto para a zonas livre como para as barras de apoio. Penso que as disposições e medidas das barras de apoio def
  7. Caros Colegas Após alguns projectos e planos de acessibilidades licenciados e admitidos, onde coloco o bidé ao lado da sanita acessivel (com zona de permanência lateral e frontal, barras, circunferência de 1.50m, etc), recebi uma informação de um câmara a exigir que TODAS AS LOUÇAS SANITÁRIAS têm que ser acessíveis remetendo (com a respectiva fotocópia) para a pag 157 do famoso Guia Ilustrado, onde mostra um bidé com a zona de permanência frontal e lateral e com as barras de apoio como de uma sanita se tratasse. Na vossa opinião, o bidé tem que ser acessível? Será que as ilustrações do Guia s
  8. E acham que devemos assinar um termo de responsabilidade de coordenador de acordo com a Portaria 232/2008, ou redigimos outra de forma a declarar que os projectos são compatíveis entre si, "ponto final parágrafo"? Ou então assinamos o termo com base na confiança em todos os técnicos autores dos projectos e "rezamos" para que no futuro não haja qualquer problema.:nervos: Porque em caso de problemas futuros qualquer advogado mal intencionado pode utilizar esse termo conforme redacção dada pela legislação e originar sanções mais ou menos graves tanto para o autor do projecto como para o coord
  9. De acordo com o artº 10 da Lei 60/2007, o requerimento ou comunicação é sempre instruído com declaração dos: - autores dos proj., da qual conste que foram observadas na elaboração dos mesmos as normas legais aplicáveis, designadamente as normas técnicas em vigôr. - Coordenador do proj., que ateste a compatibilidade entre os mesmos. Mas, de acordo com as especificações que tem que observar o termo de responsabilidade do coordenador do proj. na redacção dada no Anexo II da Portaria 232/2008 de 11/3, onde, na minha opinião se responsabiliza, não pela compatibilidade entre todos os projecto
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