FDionisio
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Não me recordo de legislação referente ao tema.
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Só li na "diagonal". Excelente ideia.
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Imagino o que deves sentir, com as respostas obtidas. Eu no teu caso usava os 60m. Recorda que o teu cliente afirma ser essa a distancia correcta.
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Castro e Michaeloureiro O problema não é só dos Arqº ou Engº, é mais basto. Achar que a opinião dos juristas da Ordem resolve o problema, é o caminho que leva á minha afirmação anterior. Imaginem que a Ordem Arqº diz que são 60m. O SNPC diz que são 30m. A Ordem dos Engº diz que são 60m. Quando apresentares o Projecto ao SNPC eles, não vão querer saber da opinião dos juristas da Ordem A ou B, vão pela opinião dos juristas e técnicos deles. Por ultimo, prevalece SNPC, se discordares e quiseres levar ás ultimas consequências, só te resta o tribunal administrativo. A Ordem Tu ou eu, só nos resta obedecer. O tribunal administrativo anda devagarinho muito devagarinho. O teu cliente não vai poder esperar (colocar mais uma escada é mais barato ). Foi por esta ordem de ideias que discordei do Michaeloureiro. Embora a minha noção seja os 60m, entre duas escadas.
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Ricardo Entendo o que dizes. Mas falamos da distancia máxima a um ponto de fuga. Não se coloca a dúvida de um ponto de fuga estar inoperante. Por esse abordagem, tinha-mos de colocar pontos de fuga aos pontos de fuga, para o caso de .... :)
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Pois, pois. A Ordem está acima da lei!!!
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Em Português o que está escrito é "A distância máxima a percorrer". Traduzindo distancia entre um ponto (+ desfavorável) e a escada. Como esse ponto está no centro das duas escadas, a distancia entre duas escadas é 60m. O Português e a Lei são bem claros, se o Português e a Lei não chega façam a representação geométrica do vosso problema, ajuda a perceber. 60m para mim é um dado e não uma opinião.
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<http://www.youtube.com/watch?v=5muDbL1vyQ0>
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A procura de uma menor poluição no uso dos nossos abrigos (edifícios), leva ao aparecimento de novas noções, que alguns formulam novas directrizes, exemplo disso é o que designa por Arquitectura Sustentável. No passado longínquo imitamos os animais que nos rodeavam, na forma de encontrar ou escavar abrigos, uma época em que éramos 100% ecológicos e com custos muitos baixos, a força física. Fomos evoluindo na construção dos abrigos, aumentarmos em número e os abrigos também, a quantidade destes tornaram-nos poluentes. Como a quantidade é um parametro intocavel, resta-nos a qualidade, para reduzir a poluição. A poluição pode ser reduzida, nas formas que concebemos, no tipo de materiais que usamos, assim como nos consumos energéticos necessários para as nossas noções de vida e conforto. As soluções existem, a sua divulgação e aplicação é uma necessidade. A dificuldade está sempre na introdução da evolução, para que todos os intervenientes no imobiliário incorporem as soluções propostas. Soluções, que são pequenos passos, existentes isoladamente há décadas, e quando usados em conjunto tornaram os abrigos menos poluente. A pergunta que surge é: Porque é não foram aplicadas anteriormente!? - Eram novidades no passado, a novidade tem custos, por isso não se aplicavam. Esse custo evitou a massificação. - O futuro Habitante, pouco sensibilizado, não exigia dos Promotores Imobiliários esta premissa, e estes não as equacionavam pelo custo. Sendo este, sempre um parametro importante para o utilizador final, com a qualidade ecológica imposta por lei, a massificação de técnicas existentes vai tornar os custos acessíveis para os utilizadores. Os agentes deste sector comportam novas necessidades, e agora aplicam a expressão de “Arquitectura Sustentável” como norma de marketing, e não como noção de intervenção. Eis que, pouco nos diz esta expressão, serve para todos imaginarem ser “sabe-se lá o que!?”, e para todos querem comprar. Ana Araújo / Fernando Dionísio
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A procura de uma menor poluição no uso dos nossos abrigos (edifícios), leva ao aparecimento de novas noções, que alguns formulam novas directrizes, exemplo disso é o que designa por Arquitectura Sustentável. No passado longínquo imitamos os animais que nos rodeavam, na forma de encontrar ou escavar abrigos, uma época em que éramos 100% ecológicos e com custos muitos baixos, a força física. Fomos evoluindo na construção dos abrigos, aumentarmos em número e os abrigos também, a quantidade destes tornaram-nos poluentes. Como a quantidade é um parametro intocavel, resta-nos a qualidade, para reduzir a poluição. A poluição pode ser reduzida, nas formas que concebemos, no tipo de materiais que usamos, assim como nos consumos energéticos necessários para as nossas noções de vida e conforto. As soluções existem, a sua divulgação e aplicação é uma necessidade. A dificuldade está sempre na introdução da evolução, para que todos os intervenientes no imobiliário incorporem as soluções propostas. Soluções, que são pequenos passos, existentes isoladamente há décadas, e quando usados em conjunto tornaram os abrigos menos poluente. A pergunta que surge é: Porque é não foram aplicadas anteriormente!? - Eram novidades no passado, a novidade tem custos, por isso não se aplicavam. Esse custo evitou a massificação. - O futuro Habitante, pouco sensibilizado, não exigia dos Promotores Imobiliários esta premissa, e estes não as equacionavam pelo custo. Sendo este, sempre um parametro importante para o utilizador final, com a qualidade ecológica imposta por lei, a massificação de técnicas existentes vai tornar os custos acessíveis para os utilizadores. Os agentes deste sector comportam novas necessidades, e agora aplicam a expressão de “Arquitectura Sustentável” como norma de marketing, e não como noção de intervenção. Eis que, pouco nos diz esta expressão, serve para todos imaginarem ser “sabe-se lá o que!?”, e para todos querem comprar. Ana Araújo / Fernando Dionísio
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- Informática, para produção de projectos, e soluções universais.
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Câmara de Lisboa aceita projectos urbanísticos em formato electrónico
FDionisio replied to 3CPO's topic in Arquitectura
Os erros passados não justificam erros presentes. Os erros do passado não são direitos aduequiridos, para errar no presente. Esta é questão, o principio básico, um conceito Europeu, onde o normalizado é uma meta a atingir. Sim existem vários tipos de pdf´s, até porque o formato tem história própria e evolução, mas existem pdf´s que são normas iso. http://www.adobe.com/pdf/release_pdf_faq.html http://www.adobe.com/cfusion/search/index.cfm?loc=en_us&term=pdf+iso Falas de uma forma redutora, focando o archicad e vectorwork,s, preciso de fazer uma lista de todos os outros em Linux, MacOs e windows. Para pdf, quando o programa não guarda em pdf, temos as impressoras virtuais da adobe, que resolvem o problema. Tens alguma coisa parecida da Autodesk? Tens Leitores gratuitos de DWF para todas as plataformas, para pdf´s tens. É bom saber e de louvar, que te empenhas em ajudar os gabinetes (nem sempre é assim noutros lugares públicos). Era mais lógico em vez de ajudar, ter evitado criar o problema. Nada me move contra a CML ou seus funcionários. Mas não suporto, a atitude de inventar problemas, para justificar necessidades. Por ultimo, (não me refiro a CML), mas tudo o que envio para qualquer organismo público vai sempre em pdf (ISO), e vou continuar a enviar sempre e somente em formatos ISO. -
Câmara de Lisboa aceita projectos urbanísticos em formato electrónico
FDionisio replied to 3CPO's topic in Arquitectura
Como o dwf não é uma norma ISO, e como foi dito antes, não é um formato com softwere em todas as plataformas, mais que castrador é ilegal na Europa. Se forem ao site da Autodesk o soft para ler este formato só existe para Windows. -
Câmara de Lisboa aceita projectos urbanísticos em formato electrónico
FDionisio replied to 3CPO's topic in Arquitectura
O pdf também funciona com 3d Além de ser um formato ISO É multiplataforma É multiprograma Fernando Dionisio -
Câmara de Lisboa aceita projectos urbanísticos em formato electrónico
FDionisio replied to 3CPO's topic in Arquitectura
Tópico colocado alguns dias atrás por João Morgado, leva-me a três perguntas: 1 - Sabe a CML o que é uma norma ISO? 2 - Sabe a CML que o DWF não é uma norma ISO? 3 - Sabe a CML que o PDF vectorial é uma norma ISO? Pergunto eu, que gosto de perguntar coisas....... Fernando Dionisio
