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FDionisio

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Everything posted by FDionisio

  1. Não me recordo de legislação referente ao tema.
  2. Só li na "diagonal". Excelente ideia.
  3. Imagino o que deves sentir, com as respostas obtidas. Eu no teu caso usava os 60m. Recorda que o teu cliente afirma ser essa a distancia correcta.
  4. Castro e Michaeloureiro O problema não é só dos Arqº ou Engº, é mais basto. Achar que a opinião dos juristas da Ordem resolve o problema, é o caminho que leva á minha afirmação anterior. Imaginem que a Ordem Arqº diz que são 60m. O SNPC diz que são 30m. A Ordem dos Engº diz que são 60m. Quando apresentares o Projecto ao SNPC eles, não vão querer saber da opinião dos juristas da Ordem A ou B, vão pela opinião dos juristas e técnicos deles. Por ultimo, prevalece SNPC, se discordares e quiseres levar ás ultimas consequências, só te resta o tribunal administrativo. A Ordem Tu ou eu, só nos resta obedecer. O tribunal administrativo anda devagarinho muito devagarinho. O teu cliente não vai poder esperar (colocar mais uma escada é mais barato ). Foi por esta ordem de ideias que discordei do Michaeloureiro. Embora a minha noção seja os 60m, entre duas escadas.
  5. Ricardo Entendo o que dizes. Mas falamos da distancia máxima a um ponto de fuga. Não se coloca a dúvida de um ponto de fuga estar inoperante. Por esse abordagem, tinha-mos de colocar pontos de fuga aos pontos de fuga, para o caso de .... :)
  6. Pois, pois. A Ordem está acima da lei!!!
  7. Em Português o que está escrito é "A distância máxima a percorrer". Traduzindo distancia entre um ponto (+ desfavorável) e a escada. Como esse ponto está no centro das duas escadas, a distancia entre duas escadas é 60m. O Português e a Lei são bem claros, se o Português e a Lei não chega façam a representação geométrica do vosso problema, ajuda a perceber. 60m para mim é um dado e não uma opinião.
  8. <http://www.youtube.com/watch?v=5muDbL1vyQ0>
  9. A procura de uma menor poluição no uso dos nossos abrigos (edifícios), leva ao aparecimento de novas noções, que alguns formulam novas directrizes, exemplo disso é o que designa por Arquitectura Sustentável. No passado longínquo imitamos os animais que nos rodeavam, na forma de encontrar ou escavar abrigos, uma época em que éramos 100% ecológicos e com custos muitos baixos, a força física. Fomos evoluindo na construção dos abrigos, aumentarmos em número e os abrigos também, a quantidade destes tornaram-nos poluentes. Como a quantidade é um parametro intocavel, resta-nos a qualidade, para reduzir a poluição. A poluição pode ser reduzida, nas formas que concebemos, no tipo de materiais que usamos, assim como nos consumos energéticos necessários para as nossas noções de vida e conforto. As soluções existem, a sua divulgação e aplicação é uma necessidade. A dificuldade está sempre na introdução da evolução, para que todos os intervenientes no imobiliário incorporem as soluções propostas. Soluções, que são pequenos passos, existentes isoladamente há décadas, e quando usados em conjunto tornaram os abrigos menos poluente. A pergunta que surge é: Porque é não foram aplicadas anteriormente!? - Eram novidades no passado, a novidade tem custos, por isso não se aplicavam. Esse custo evitou a massificação. - O futuro Habitante, pouco sensibilizado, não exigia dos Promotores Imobiliários esta premissa, e estes não as equacionavam pelo custo. Sendo este, sempre um parametro importante para o utilizador final, com a qualidade ecológica imposta por lei, a massificação de técnicas existentes vai tornar os custos acessíveis para os utilizadores. Os agentes deste sector comportam novas necessidades, e agora aplicam a expressão de “Arquitectura Sustentável” como norma de marketing, e não como noção de intervenção. Eis que, pouco nos diz esta expressão, serve para todos imaginarem ser “sabe-se lá o que!?”, e para todos querem comprar. Ana Araújo / Fernando Dionísio
  10. A procura de uma menor poluição no uso dos nossos abrigos (edifícios), leva ao aparecimento de novas noções, que alguns formulam novas directrizes, exemplo disso é o que designa por Arquitectura Sustentável. No passado longínquo imitamos os animais que nos rodeavam, na forma de encontrar ou escavar abrigos, uma época em que éramos 100% ecológicos e com custos muitos baixos, a força física. Fomos evoluindo na construção dos abrigos, aumentarmos em número e os abrigos também, a quantidade destes tornaram-nos poluentes. Como a quantidade é um parametro intocavel, resta-nos a qualidade, para reduzir a poluição. A poluição pode ser reduzida, nas formas que concebemos, no tipo de materiais que usamos, assim como nos consumos energéticos necessários para as nossas noções de vida e conforto. As soluções existem, a sua divulgação e aplicação é uma necessidade. A dificuldade está sempre na introdução da evolução, para que todos os intervenientes no imobiliário incorporem as soluções propostas. Soluções, que são pequenos passos, existentes isoladamente há décadas, e quando usados em conjunto tornaram os abrigos menos poluente. A pergunta que surge é: Porque é não foram aplicadas anteriormente!? - Eram novidades no passado, a novidade tem custos, por isso não se aplicavam. Esse custo evitou a massificação. - O futuro Habitante, pouco sensibilizado, não exigia dos Promotores Imobiliários esta premissa, e estes não as equacionavam pelo custo. Sendo este, sempre um parametro importante para o utilizador final, com a qualidade ecológica imposta por lei, a massificação de técnicas existentes vai tornar os custos acessíveis para os utilizadores. Os agentes deste sector comportam novas necessidades, e agora aplicam a expressão de “Arquitectura Sustentável” como norma de marketing, e não como noção de intervenção. Eis que, pouco nos diz esta expressão, serve para todos imaginarem ser “sabe-se lá o que!?”, e para todos querem comprar. Ana Araújo / Fernando Dionísio
  11. - Informática, para produção de projectos, e soluções universais.
  12. Os erros passados não justificam erros presentes. Os erros do passado não são direitos aduequiridos, para errar no presente. Esta é questão, o principio básico, um conceito Europeu, onde o normalizado é uma meta a atingir. Sim existem vários tipos de pdf´s, até porque o formato tem história própria e evolução, mas existem pdf´s que são normas iso. http://www.adobe.com/pdf/release_pdf_faq.html http://www.adobe.com/cfusion/search/index.cfm?loc=en_us&term=pdf+iso Falas de uma forma redutora, focando o archicad e vectorwork,s, preciso de fazer uma lista de todos os outros em Linux, MacOs e windows. Para pdf, quando o programa não guarda em pdf, temos as impressoras virtuais da adobe, que resolvem o problema. Tens alguma coisa parecida da Autodesk? Tens Leitores gratuitos de DWF para todas as plataformas, para pdf´s tens. É bom saber e de louvar, que te empenhas em ajudar os gabinetes (nem sempre é assim noutros lugares públicos). Era mais lógico em vez de ajudar, ter evitado criar o problema. Nada me move contra a CML ou seus funcionários. Mas não suporto, a atitude de inventar problemas, para justificar necessidades. Por ultimo, (não me refiro a CML), mas tudo o que envio para qualquer organismo público vai sempre em pdf (ISO), e vou continuar a enviar sempre e somente em formatos ISO.
  13. Como o dwf não é uma norma ISO, e como foi dito antes, não é um formato com softwere em todas as plataformas, mais que castrador é ilegal na Europa. Se forem ao site da Autodesk o soft para ler este formato só existe para Windows.
  14. O pdf também funciona com 3d Além de ser um formato ISO É multiplataforma É multiprograma Fernando Dionisio
  15. Tópico colocado alguns dias atrás por João Morgado, leva-me a três perguntas: 1 - Sabe a CML o que é uma norma ISO? 2 - Sabe a CML que o DWF não é uma norma ISO? 3 - Sabe a CML que o PDF vectorial é uma norma ISO? Pergunto eu, que gosto de perguntar coisas....... Fernando Dionisio
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