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thunderneo

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  1. Offtopic: Uma geração de não me toques secalhar é melhor do que uma geração de frustrados... Os 3d's em si não estão maus. Creio que as principais críticas já te foram feitas, continua a melhorar isso. Parabéns.
  2. Porque não estar atento à forma como Frank Gehry abordou o projecto para o Museu de Guggenheim em Bilbao? Com uma arquitectura que procura, derrubar a percepção quotidiana não questionada da arquitetura e, através dessa distanciação, tornar a vivencia da arquitetura em arte.. Uma vez que estás no ambito académico, força aí no projecto e tenta aprender o máximo que podes, mas nunca te esqueças que nas mãos de grandes arquitectos, tais projectos tornam-se jogos refinados, experimentos corajosos, belas obras de arte. Nas piores mãos, são vítimas da moda e maçantes.
  3. ... Claro que a questão dos alçados tambem condicionou um pouco o espaço interior e como é claro poderia ter feito estás aberturas com uma luz controlada de outra forma... Ficaria certamente melhor resolvido com um pouco mais de tempo :icon_pistoles: Obrigadão pelas opiniões. Cumps
  4. Oips asimplemind e viva a esap:P O meu prof é o Semide, dava aulas ao 5º agora passou para o 4º ano. O espaço circular no fundo funciona como um foyer, ou átrio de recepção do equipamento, é um espaço que possui uma certa dimensão, desafogado de modo a que as pessoas que por exemplo acabam de sair do auditório possam viver este espaço sem se "atropelarem umas às outras"... reforçando a ideia de que o Homem, o vazio, a plenitude podem ser expressos através da forma do circulo. O muro que pega na linha do lote serve basicamente como uma continuação volumétrica de modo a tentar reforçar as linhas do tecido urbano, claro que há outras formas de resolver, mas foi esta a solução que adoptei... O espaço curvo sem divisões, não sei se falas novamente no espaço central ou na sala de exposições que parece um semi-circulo. Se for o de exposições, não vejo necessidade de criar divisões, este desenvolve-se em dois pisos com um pé direito de 4,5m, possui pequenas aberturas que acompanham a fachada do edificio e deixam entrar a luz de forma controlada regulada por um vidro fosco próprio para ambientes expositivos de fósseis e minerais. Faltava isto na memória descritiva:P Não procurei grandes aberturas nestes espaços, nem rasgos para a paisagem. Sou daqueles que defendem que a arquitectura deve ser distinta da natureza. De facto este trabalho poderia ter sido desenvolvido mais,mas como sabes no início do ano lectivo é sempre complicado:P
  5. Aqui vai um trabalho desenvolvido nos dois primeiros meses de aulas, durante o início deste ano. Memória descritiva A partir do estudo de um arquitecto e conhecer minimamente o seu estilo “de assinatura” numa proposta apresentada anteriormente, este trabalho desenvolve-se com o intuito de encontrar uma linguagem arquitectónica baseada num arquitecto que nos despertasse curiosidade e revelasse algumas afinidades com o mesmo. O projecto desenvolve-se claramente com influências no modo como Mário Botta trata as suas obras, seja pela forma, o uso das paredes caracteristicamente monumentais, assim como o uso dos materiais. Este projecto de carácter urbano compõe-se de duas ideias fundamentais que percorreram todo o percurso de trabalho e se reflectem na solução final. Ao procurar reforçar o tecido urbano e fazer o uso de formas geométricas simples. Pretende-se com isto que a proposta faça parte da malha urbana seguindo os alinhamentos urbanos... O projecto desenvolve-se em continuidade com as pré-existências, mas através de uma atitude firme e coerente, com o intuito de proporcionar mais qualidade a um pequeno espaço de cidade. O núcleo de exposições e auditório compreende-se em três volumes ligados entre si que advêm de formas geométricas primárias permitindo sublinhar a diferença entre o mundo construído e a natureza. O acesso principal situado a norte da intervenção, um volume cilíndrico é claramente marcado pela forma circular que define o primeiro espaço do equipamento, uma zona de recepção, que se articula com uma pequena livraria e os acessos aos diferentes espaços. No mesmo espaço compreende-se uma comunicação vertical que apresenta o espaço interior de forma fluida e uma relação com a exterior cuidadosamente marcada por um rasgo de luz natural. A serenidade espacial é dos conceitos que se procuram no estudo do interior desde espaços. No exterior a arquitectura procura distinguir-se da natureza através das grandes paredes definidas pelos volumes. O equipamento define-se em dois pisos, definidos pelos limites dos volumes. Assim sendo, seguindo desde o átrio de entrada ou recepção encontramos uma sala de exposições que se articula em dois pisos acessíveis através de um percurso pelas escadas interiores, definindo um espaço desafogado e fluido, que em determinado momento se relaciona com o auditório. As áreas de armazém e oficinas, situam-se num espaço que estabelece um corte com a realidade de espaços públicos do núcleo, enquanto que as zonas de café e instalações sanitárias, articulam-se num segundo piso pensado para as suas funções. A solução de fachada realça as formas geométricas imponentes e as paredes sólidas em betão revestidas a granito, de modo a fazer-se uma distinção deste edifício com os outros presentes neste contexto urbano. O acesso ao jardim é possível através de um percurso que se desenvolve desde a rua, que mostra lentamente toda beleza natural característica das paisagens do Porto à medida que se vai percorrendo esta ligação à procura de novas sensações. Bem, este é o meu primeiro post sobre um trabalho meu... podem criticar à vontade :nervos:
  6. De facto a casa está muito bem conseguida, neste momento efectuei um estudo sobre a mesma, dai a minha deslocação até ao gabinete do arquitecto para conhecer melhor a obra. A casa surge para um primo do arquitecto, Luis Marilho Leite. Trata-se de uma habitação de férias, com três quartos e uma casa de banho de apoio, sala de estar e refeições, uma pequena cozinha com um lavabo de apoio, despensa e ainda uma pequena piscina exterior. A necessidade de enterrar parcialmente a casa resulta da falta de meios económicos, conseguindo desta forma criar um bom comportamento térmico e segurança, os pátios exteriores adequam-se de forma segura, estabelecendo uma ligação directa com o jardim, a casa unifica-se naturalmente com o terreno. A escolha do betão à vista, cria a ideia de um corpo de pedra natural daquele solo, que aparece à sua superfície. Tira-se desta forma, expressividade de uma estrutura em betão armado contínua, a mais eficaz num terreno com estas características, optimizando mais uma vez os baixos recursos económicos disponíveis. A construção da casa em betão, deve-se também a questões de estrutura, uma vez que se torna difícil a construção de uma estrutura sólida e consolidada com o terreno envolvente. A construção da obra foi difícil, uma vez que o terreno possui um declive bastante acentuado e os acessos são precários. Uma vez que as paredes são semi-enterradas o betão é aqui utilizado como estrutura de revestimento exterior, apenas as coberturas são isoladas, uma vez que as paredes são em grande parte enterradas... Enfim penso que isto já responde a algumas perguntas. Cumprimentos.
  7. Se tivessem a oportunidade de estar com o arquitecto que resolveu este projecto, quais seriam as perguntas pertinentes que lhe colocariam? Em breve irei estar no gabinete do próprio tendo assim a oportunidade de colocar algumas dúvidas e questões pertinentes... Quem quiser colocar algumas questões sobre a obra, posso tomar nota e depois coloco aqui as respostas no fórum.
  8. Sim, a informação que queria era sobre o filho, mas obrigado na mesma. Sobre o Jr. ainda pouca coisa se encontra. Abraços arquitectónicos!
  9. Boas, bem ao que me parece esta casa já se encontra à venda... Podem verificar em www.casatolo.com sera que já se fartaram da casa? Não sei... Quanto ao projecto em si, achei uma habitação muito interessante, uma vez que a escada é o tema principal desta casa. Alguns podem achar que não é habitável, outros apreciam a conjugação do construído com a envolvente... enfim uma série de opiniões que se foram fazendo... Pessoalmente, o que me agradou nesta habitação é o facto de estar longe de parecer uma casa, seja pela sua forma inexplicável, com escadas, plataformas, ausência de uma frente ou contra frente (próprio da maioria das casas ou edifícios convencionais), a sua relação íntima com a envolvente... Acho que o Sr. Siza Jr. conseguiu algo de "novo" e intemporal ao mesmo tempo, e nesse aspecto gostei da obra. Sobre o arquitecto Álvaro Siza Leite, alguém tem alguma info? Gostava de saber mais sobre o próprio pois encontra-se muita coisa sobre a casa em si e pouco sobre ele.
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