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Ideal is boa?

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  1. Caro, Se é essa a sua vontade: Boa Sorte! É muito muito muito muito mas muito muito mais trabalhoso do que o curso que tirou. Se conseguires e souberes não dormir então é para ti! Mas é muito (e aqui poderás ver outros tantos muitos...) gratificante. Falo da parte de estudante pois o resto... ...a seu tempo! Talvez o mais importante, recordar-lhe António Variações: "mudar de vida" vale a pena ouvir!! Saúde e Sorte!
  2. Agradeço o comentário. Procurei produzir um trabalho apoiado em princípios "teóricos", ou melhor, num pensamento acerca do que deveria ser o espaço vivido. Espero em breve colocar novos trabalhos e ficarei igualmente grato pelo seu comentário. Cumprimentos.
  3. Obrigado pelo comentário! Procurarei encaixar as considerações que teces em futuros projectos! Best regards...
  4. Antes de mais muito obrigado pelos vossos comentários! Não deixa de ser interessante o modo como expõe o acto de “projectar” (o que quer que isso signifique para cada um de nós e aceitando o relativo distanciamento naturalmente fruto de um acumular, ou não de experiência projectual), creio que somos unânimes em considerar que este se “esgota”, se torna “ultrapassado”, “insuficiente” (sempre entre aspas) quando chega ao papel, maquete, ou algo mais, para responder aos intentos de cada um, bem como às exigências do projecto ou situação. Tal é algo que me ocorreu neste primeiro projecto e naturalmente nos outros que se lhe seguiram. Respondendo à indução de que este seria o meu melhor projecto: “não o vejo como tal!” De facto acredito mais na postura crítica e experimentalista (naturalmente condicionada por diversos factores) sendo esta a última que tem ditado a minha, até então, curta incursão pelo mundo da arquitectura e que de alguma maneira se revê na afirmação acima. Quando me questiona acerca da diferença entre habitar um e outro espaço, sem dúvida que levanta uma questão interessante. A recriação quase matemática, rigorosa, ou se preferir “cópia”, permite por um lado o criar de um espaço frio, repetitivo, labiríntico, em que a repetição do argumento, momento e espaço dá lugar a uma subversão do espaço público. Sendo esta vontade maior, à de trabalhar o espaço privado (agora assim tornado por apropriação ao público), o que ainda assim não retira qualquer legitimidade à sugestão, apenas permite contextualizar o projecto. No entanto e ainda assim essa pode ser apontada como a fase seguinte a desenvolver no projecto. Decidi colocar mais umas fotos pois poderão reafirmar algo mais sobre o projecto, já mais que percebido. No que concerne ao enunciado, terei todo o gosto em facultar-vos, embora de momento não me seja possível.
  5. Então e o mal-estar, enjoo, náusea, entontecimento? Será possível habitar um ambiente destes?
  6. E parece-me um critério justo! Acredito que nesta fase (1º semestre e apesar de todas as limitações que possam ter ocorrido) existia uma maior consitência no exercício e um fio condutor. Tal reflectiu-se numa maior clareza e coerência na resposta.
  7. Grande Nela! Assim é que é!! A desbravar caminho e a mostrar como é que se faz! Parabéns pelo trabalho e pela “ousadia”!!
  8. Caros colegas, esta é a primeira vez que opto por dar a minha contribuição, muito embora tenha estado “relativamente” atento ao que se vai divulgando… Para primeira experiência coloco um painel – síntese do meu 1º trabalho (1º ano, 1º semestre) FAUTL. Gostaria de cumprimentar a Nela pela iniciativa (muito bem Nela!!). Este projecto corresponde a uma fase final que partiu da análise da câmara arquitectónica como arquétipo à concepção do espaço em arquitectura. Numa primeira fase e através do filme de Orson Welles – Citizen Kane, foi possível analisar questões como a dimensão, o espaço, a cor, a luz, etc, (aquelas coisas que se pedem num primeiro exercício de um primeiro ano) partindo da analise de um espaço de leitura que aparece referenciado no filme (local onde o repórter pode ler a autobiografia do personagem de que trata o filme). A primeira e segunda fase têm este pendor de análise do espaço, de interpretação. Havendo espaço na segunda (que poderei mais tarde mostrar-vos o vídeo, quem sabe) para uma reinterpretação do espaço… A terceira, que é aquela que realmente interessa, corresponde a uma transfiguração deste espaço “imaginado” (criado, recriado, reinterpretado) através da construção de uma biblioteca… A minha obra procura deste modo manter como elemento estruturante do espaço e da vivência, a luz e a individualidade, procurando recriar o momento de análise e reflexão que o excerto do filme transmite! Podem sempre ler o painel para informação adicional (ou consultar a revista arq./a nº 56 Abril de 2008 para perceberem melhor o exercício e espreitar outros trabalhos acerca do mesmo tema) - desculpem-me a publicidade à revista.… Best Regards…
  9. Estive a verificar as outras propostas… É de facto interessante aquela que apresentas! Creio que ultrapassa a criação do espaço como meramente habitável e transforma-o num objecto que intervém no meio onde se insere e que certamente iria despoletar inúmeras visitas – transeuntes desviariam o seu caminho para explorar esta nova estrutura. Os meus parabéns!
  10. Olá a todos! Tenho vindo a espreitar de quando em quando o site e devo confessar que me encontro entorpecido pela quantida de candidaturas! Não que seja algo de completamente atípico face aos crescentes fenómenos já sobejamente enunciados de sede de "poder", ao qual se poderiam acrescentar os de tentativa de obtes alguma visibilidade, etc, etc... O que em última análise poderá não ser de todo negativo! Creio que poderemos sempre focar o aspecto positivo: as pessoas estão atentas, pretendem participar e quem sabe contribuir! A todos os intervenientes...boa sorte!
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