Já venho um pouco tarde para opinar em relação à escala 1/50 ou 1/100, mas penso que será útil para futuras maquetes. Além da espessura das paredes existe também a expressão do material e a sua textura que à escala 1.50 já deve ser mais cuidada (ou mais pensada). Uma placa de esferovite à escala 1.100 tem um aspecto completamente diferente se for aplicada na escala 1.50. Outro aspecto que acho importante é, por exemplo, a forma como uma parede encontra outra, ou seja, o próprio exercício de montagem da maquete tem de refletir que uma parede é contínua e nunca "remendada" ou "acrescentada" porque entretanto houve uma perpendicular e deu mais jeito nas colagens. Nesta escala, por já serem peças muito maiores, o sistema de encaixe dá um aspecto mais "limpinho" e implica uma maior reflecção no corte de cada peça. E tudo isso faz parte do projectar.