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  1. Grupo Pestana quer fazer Pousada de Portugal no Palácio dos Arcos no Estoril Presstur 07-07-2008 (14h44) As Pousadas de Portugal apresentaram uma proposta para a exploração hoteleira do Palácio dos Arcos, em Oeiras, no concurso público que abriu recentemente. A proposta apresentada pelo grupo foi assinada pelo Arquitecto David Sinclair. O Palácio dos Arcos “poderá vir a ser uma das mais emblemáticas Pousadas no sul do país”, e criar sinergias com a Pousada de Queluz e com o Pestana Palace hotel, em Lisboa, afirmou o presidente das Pousadas de Portugal, José Castelão Costa, citado em comunicado. in http://www.presstur.com/site/news.asp?news=15695
  2. Arquitectura: sessão solene assinala 60 anos do I Congresso de Arquitectura 2008-07-03 14:34:56 Lisboa, 3 Jul (Lusa) - A Ordem dos Arquitectos realiza hoje e sexta-feira uma sessão comemorativa que assinala os seus 10 anos e os 60 anos do I Congresso Nacional de Arquitectura cujas teses continuam a ter "uma surpreendente actualidade". Em 1948, quando se realizou o I Congresso havia 200 arquitectos, hoje há 16 mil, afirmou à Lusa João Belo Rodeia, Presidente da Ordem dos Arquitectos. "O I Congresso foi sentido como um momento heróico, como um tempo de resistência e de mudança de geração", continuou Rodeia, explicando que se passou de uma geração marcada por arquitectos como Pardal Monteiro para a de Fernando Távora. Nesse congresso, realizado no Instituto Superior Técnico, onde hoje decorrerá uma sessão solene evocativa, os arquitectos portugueses "recolocaram a arquitectura moderna no centro de discussão", segundo o actual presidente da Ordem. "Queriam ter liberdade de criação, afirmar os princípios do movimento moderno que se tinha afirmado nos anos 20 na Europa e queriam a participação dos arquitectos em três áreas: cidade, ordenamento do território e na resolução do problema da habitação", indicou João Belo Rodeia, apontando a actualidade do documento que saiu desse congresso. Ao longo dos anos, a profissão cresceu (não só em número) mas também em visibilidade, afirmou o presidente da Ordem, sublinhando que a arquitectura se abriu às mulheres e que muitos dos actuais profissionais da classe têm menos de 35 anos. Para além do lançamento da edição fac-similada das "teses" do 1º Congresso, na sessão solene que se realiza no IST haverá conferências sobre o congresso de 1948 e depoimentos de participantes nessa iniciativa de há 60 anos realizada pelo então Sindicato Nacional dos Arquitectos. Os arquitectos Nuno Teotónio Pereira e Manuel Tainha, ambos nascidos em 1922, foram dois dos participantes do I Congresso, indicou o Presidente da Ordem dos Arquitectos. "Para assinalar a celebração do 10º aniversário da Ordem dos Arquitectos a publicação das teses apresentadas há 60 anos singifica não só fixar a memória, mas sobretudo oferecer às novas gerações o testemunho dessa vitalidade", refere uma nota da Ordem. Sexta-feira, o programa comemorativo prossegue com o lançamento da 2ª edição do livro "Arquitectura Popular dos Açores", publicado em 2000. EO. Lusa/Fim in http://aeiou.visao.pt/Pages/Lusa.aspx?News=200807038513806
  3. Contas vão ser auditadas na Ordem O actual presidente da Ordem dos Arquitectos pediu uma auditoria externa às contas. Em causa está a situação financeira deixada pela anterior presidência da arquitecta Helena Roseta. Depois de uma eleição conturbada, que teve de ser repetida, João Belo Rodeia, actual presidente, diz que herdou de Helena Roseta uma Ordem dos Arquitectos em dificuldades financeiras. “Já sabia que as contas estavam menos bem. Há um problema que é cíclico de sustentabilidade e, portanto, tem que se perceber bem como a casa está e para onde é que ela pode ir. Creio que os últimos tempos do anterior mandato foram muito ruins para a Ordem pela instabilidade que provocaram e não ajudaram ao actual estado de coisas”, disse. No ano em que a Ordem assinala 10 anos de existência com diversas iniciativas públicas a decorrerem até amanhã, dentro de portas é tempo de arrumar a casa, até porque há 60 anos, quando se realizou o primeiro congresso nacional de arquitectura, havia em Portugal 200 profissionais, hoje há 16 mil. CC in http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=39&SubSubAreaId=79&ContentId=252780
  4. Incentivos fiscais para boas políticas de construção em Óbidos A Câmara de Óbidos está a ultimar um regulamento de incentivos fiscais para construções que sejam feitas tendo em conta a sua sustentabilidade. Esses incentivos traduzem-se em reduções no valor a pagar de Imposto Municipal sobre os imóveis ou noutras taxas. Este regulamento surge no âmbito do projecto Óbidos Carbono Social, que pretende pôr em prática 24 medidas que têm como principal objectivo contribuir para baixar em 40% as emissões de gases com efeitos de estufa até 2020. O anúncio foi feito por Humberto Marques, vereador do Ambiente, durante um seminário dedicado ao Ambiente e Natureza, promovido pela Escola de Altos Estudos de Turismo de Óbidos (ETUR) no auditório da Casa da Música, a 27 de Junho. Esse regulamento está agora a ser ultimado e será entretanto divulgado. Durante o seminário, foram apresentados por Luís Rodrigues os novos cursos desta escola, que versam sobre “Eco turismo e Certificação Energética”, “Boas Práticas para Gestão da Energia e Água no Turismo” e “Gestão de Resíduos e Tratamento de Águas Residuais”. O primeiro curso tem a duração de 16 horas (decorre durante dois sábados) e pretende abordar a arquitectura bio-climática, a qual permite substanciais poupanças no consumo energético dos edifícios. Isto através dos sistemas de climatização, iluminação e ventilação. O preço do curso é de 195 euros. O curso de “Boas Práticas para Gestão da Energia e Água no Turismo” tem em vista o facto da factura a pagar por estas duas valências nos hotéis ser muito alto. “Os custos da energia e da água ocupam o segundo lugar das facturas a pagar nas unidades hoteleiras, a seguir aos recursos humanos”, referiu Luís Rodrigues. Os formandos ficarão aptos a estruturar um sistema para uma organização turística que inclua com detalhe processo de gestão da energia e água. O preço do curso é de 97,50 euros (oito horas). O terceiro curso pretende responder aos crescentes requisitos legislativos na área dos resíduos e tratamento de águas residuais A realização destes cursos está sujeita ao número de inscrições recebidas. Luís Rodrigues salientou que os cursos são práticos, para que as pessoas fiquem a saber fazer. Novas áreas podem ser oportunidade de trabalho Durante o seminário houve ainda apresentações sobre as temáticas que estão relacionadas com os cursos, mas também sobre a sustentabilidade nos municípios e a aplicação das energias alternativas. Fátima Alpalhão apresentou a Agência para a Energia (ADENE), que tem por missão promover e realizar actividades de interesse público na área da energia e das respectivas ligações com as demais políticas sectoriais. O vereador Humberto Marques elogiou o trabalho da Escola de Altos Estudos pela sua preocupação na área do Ambiente. “É importante agir e promover políticas de informação nesta área”, afirmou, sublinhando que certas medidas só têm êxito se forem percebidas pela população. Paulo Assunção, vice-reitor da Universidade Lusófona, também elogiou a sensibilidade do executivo camarário de Óbidos, pelo seu apoio à EADTO. O responsável lamentou que os jovens continuem a procurar mais as licenciaturas tradicionais, apesar destas profissões estarem “saturadas”, em vez de apostarem em novas áreas. “Há uma certa dificuldade em compreender para que é que estes cursos servem”, mas o vice-reitor acredita que áreas como engenharia do Ambiente, Ciências do Mar e outras, vão ter cada vez mais procura no mercado de trabalho. in http://www.gazetacaldas.com/Desenvol.asp?NID=22481
  5. Suspeita de fogo posto no prédio da Avenida Moradores garantem que já tinham alertado a Polícia para a presença de intrusos 00h00m Gina Pereira, Ana Paula Correia e Cristiano Pereira Fogo posto, com interesses imobiliários. Os moradores do prédio contíguo ao edifício devoluto que, ontem de madrugada, foi devorado pelas chamas na Avenida da Liberdade, em Lisboa, apontam o dedo à Câmara e ao proprietário do prédio. "Provas não tenho, mas não duvido que este incêndio tem mão criminosa e intencional. Depois de ardido, é fácil deitar abaixo para construir de novo", acusava Luís Botelho da Costa, morador no 3º esquerdo do número 21 da avenida desde que nasceu, há 34 anos. Os moradores do prédio, propriedade da Junta de Freguesia de Galveias, em Ponte de Sor, no Alentejo - ao todo 15 pessoas, atiradas para fora de casa e sem saber quando poderão regressar - asseguram que o edifício vizinho, devoluto há cerca de oito anos, pertence a uma sociedade anónima espanhola, dona de mais dois imóveis na zona, que os pretendem transformar num hotel, num processo que alegadamente esbarrou na burocracia municipal. António Ramalho, morador no 5ºdto, aponta o dedo à "ineficácia da Câmara Municipal de Lisboa (CML) que permite que a cidade de Lisboa esteja a ser destruída" e admite que a "desgraça" da madrugada de ontem estava há muito "prevista". "Este prédio ou caía ou era incendiado", dizia o morador, empenhado em responsabilizar criminalmente a autarquia e o proprietário do edifício por não terem acautelado este cenário. Calcula em cerca de 500 mil euros os livros e as obras de arte que o fogo e a água lhe destruíram. Diz que o prédio vizinho acumulava "entulho" e que aparecia frequentemente de porta escancarada, razão por que, durante a tarde de domingo, Iñaki Paiva de Sousa foi de novo à esquadra. "Ao longo dos últimos seis meses, informámos várias vezes a PSP da Praça da Alegria e a Polícia Municipal de que o prédio de vez em quando era aberto e entrava gente. Ontem [anteontem], cerca das 16 horas, dei por alguém estar no interior e voltei a informar a polícia. A resposta foi sempre a mesma, ou seja, nada", queixou-se, ao JN, o jovem morador do 5º esquerdo, que ficou sem casa: as chamas destruíram totalmente o telhado do prédio que abateu, ameaçando os andares restantes. Paulo Costa mora com a mãe, de 80 anos, no 3º dto. Assegura que o fogo começou ao nível do 2º andar e que não foi provocado por toxicodependentes. Passavam pouco minutos das 23 horas quando lhe cheirou a borracha queimada, foi à janela traseira e, olhando para o prédio ao lado, viu "um novelo muito grande de fumo preto". Chamou os bombeiros e tratou de tirar a mãe de casa. Quando chegaram à rua, as chamas já devoravam o edifício contíguo. "Foi tudo muito rápido". Além dos números 21 e 23 da Avenida da Liberdade, o fogo alastrou ao número 6 da Rua da Glória, nas traseiras, desalojando um casal e três estudantes. Segundo a Protecção Civil Municipal, estão todos realojados em casas de familiares, amigos ou em pensões. Numa visita ao local, ontem à tarde, o presidente da CML, António Costa, garantiu que já está em curso um inquérito ao incêndio e que a PJ está a investigar. Segundo o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, a vistoria ontem efectuada permite garantir que "não há qualquer risco de colapso das fachadas". Em relação ao número 23, Salgado confirma que há dois processos pendentes na CML há vários anos em nome da empresa "Libertas" - um deu entrada em 1995, visando uma operação de emparcelamento de edifícios, e, no ano seguinte, um projecto de arquitectura para um hotel de quatro estrelas com 96 quartos - que estão "em fase muito adiantada de apreciação". Mas dependem da apresentação de um documento de registo de propriedade que a empresa aguarda há um ano. Segundo o vereador, o IPPAR deu parecer favorável ao projecto, desde que mantenha a fachada. Nas operações de combate ao incêndio participaram mais de 100 bombeiros de várias corporações da cidade e arredores. O fogo foi dado por circunscrito às 3.03 horas, mas o rescaldo prolongaram-se até meio da tarde de ontem e a vigilância iria manter-se toda a noite. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&Concelho=Lisboa&Option=Interior&content_id=965780
  6. Comité da UNESCO anuncia novos locais que passam a ser Património Mundial 08.07.2008 - 17h10 PÚBLICO Existem 25 novos locais que passaram a ser Património Mundial. A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) está desde dia 2 de Julho no Canadá a escolher os novos pontos do globo com valor natural ou cultural. Foram treze locais naturais e 34 locais culturais que foram propostos à UNESCO para, durante a trigésima segunda reunião, ficarem a fazer parte da lista que começou a ser construída em 1977. O comité, formado por 41 estados, está a avaliar as propostas no Quebeque. Diariamente, desde dia 5 de Julho, têm sido anunciados locais novos. Três dos cincos países que enviaram pela primeira vez uma proposta à UNESCO já receberam a aprovação do comité. A Papuásia-Nova Guiné, São Marino e a Arábia Saudita já fazem parte dos países com Património Mundial. Falta saber se a Quirguízia e Vanuatu têm a mesma sorte. Kuk, é o nome do sítio arqueológico onde se pode observar pelos menos 7000 anos contínuos de exploração agrícola. Fica nas montanhas do Sul da Papuásia-Nova Guiné. No local, os restos arqueológicos são quase uma descrição da passagem da exploração da vegetação para a agricultura, há 6500 anos. O centro histórico de São Marino com 55 hectares tem inúmeros edifícios que representam a história de uma cidade-estado, que é uma república desde a sua fundação no século XIII. Apresenta uma basílica neoclássica do século XIX, dois conventos do século XIV e XVI, e outros edifícios. O sítio arqueológico chamado Al-Hijr, na Arábia Saudita, é o maior local preservado da civilização dos Nabateus, em Petra. O local tem 111 túmulos, 94 dos quais ainda estão decorados. Tem várias inscrições do período dos pré-nabateus. Relíquias naturais e culturais Quais são as condições que um local tem que apresentar para se tornar património mundial? A UNESCO tem vários critérios: demonstrar o génio humano através de uma obra de arte, presentear-nos com um fenómeno único de uma beleza natural extrema, conter um testemunho excepcional de uma tradição cultural de uma civilização existente ou desaparecida, ser um exemplo de um fenómeno biológico ou geológico progressivo. Alguns critérios adequam-se ao património cultural outros ao natural e apesar dos adjectivos poderem ser vários, são todos superlativos. Eeste ano as escolhas proporcionam novos destinos de turismo para todos os gostos. Os prédios estatais de arquitectura modernista construídos entre 1910 e 1933 em Berlim representam uma política inovadora de apoio aos mais pobres. O parque natural do Monte Sanqingshan, na China, tem qualidades cénicas excepcionais, com pilares e picos de granito que parecem silhuetas humanas e de animais. A linha ferroviária de Rhaetian agrega duas linhas de comboio de Albula e Bernina, nos Alpes suíços, e é um monumento de engenharia que data de 1904. Com diversos túneis e viadutos, a linha tirou do isolamento, várias povoações. A cidade fortificada de São Miguel e o Santuário de Jesus o Nazareno de Atotonilco, no México, é outra relíquia cultural. A cidade data do século XVI e durante dois séculos foi adquirindo vários edifícios com o estilo Barroco do México. Estes são só alguns dos locais que a UNESCO anunciou. A lista continua a aumentar até ao final do comité, no dia 10 de Julho. in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1334835
  7. Estou ah espera do filme dos Borgia e do Tropa de Elite.
  8. Adorei o filme. Bem mais simples que a Guerra dos Mundos... Existe uma maior proximidade. Eh que nao sao alienigenas que vem de fora mas que vem de dentro... pensei que poderia ter o final ao estilo de cloverfield.
  9. Já que referes nesse exemplo podemos referir no MAC de NIemeyer. E parece-me a mim que é mais interessante o homem percorrer a arquitectura para ver os vários pontos de vista do que a arquitectura andar por si própria de modo o homem estático admirar a paisagem "dinâmica"... ou seja mais um principio da arquitectura que é abolido neste objecto. Permite que o homem observe a paisagem ficando estático. Não permite o homem percorrer por si próprio de modo a descobrir os vários pontos de vista. É o comodismo materializado.
  10. Quem diria que este objecto iria provocar um debate tão aceso. Lembro que há uns anos apresentei um projecto do Charles Correa na India e cairam-me em cima por eu considerar que o facto de ele não ter nenhuma relação com a envolvente não era importante... agora parece ser o contrário. A tecnologia em si é positiva. É-me indiferente se é usada numa vivenda ou num sitio qualquer. Agora há que reflectir na sua totalidade a nivel prático e a nivel teórico.
  11. Por amor de deus... estou calmissimo... :)
  12. Acredito na arquitectura verdadeira. Na Verdade na Arquitectura. Já basta de falsidade no mundo. A arquitectura deve transparecer o Homem Ideal e não transparecer o carácter dos seus criadores e da humanidade decadente e falsa.
  13. Para mim este tipo de arranha céus todos com formas sensuais e espectaculares e depois são fatiados como pães da panrico... são um completo bluff. Revelam uma certa ironia na forma de ser. O exterior diz uma coisa e o interior diz outra...
  14. Espero que não leves a mal mas é bom educar os leitores. Usaste a palavra errada. Diz-se tecnologia. A ciencia que estuda a tecnica. Ali existem várias técnicas... e não são prédios... prédio é um conceito juridico. Diz-se edificios. E não concordo que esta tecnologia seja aplicada em vivendas. Uma moradia tem de estar relacionada com o sitio e com a envolvente. Isto é uma espécie de mesa de café que se pode colocar em qualquer lado.
  15. Podes aprofundar porque razão é uma lufada de ar fresco. Estou curioso para saber.:)
  16. Arquitectura Imperial ? Curioso. Enquanto o Imperio Romano desenvolvia uma arquitectura imperial dentro do Imperio. Exportava de Roma para os novos romanos. O que acontece aqui eh diferente. Acontece o que aconteceu na Asia depois de Alexandre Magno. Foi a adaptacao da cultura grega depois do colapso do Imperio de Alexandre Magno aos valores asiaticos. Surgiram varias culturas greco-asiaticas. O mesmo acontece no Dubai e na Asia. Diante do sucesso imperial dos EUA todos querem ter um Arranha-Ceus, resultado da Arquitectura Imperial, adaptado aos valores locais para revelar o seu proprio sucesso.
  17. Tanto pelos gregos depois de Alexandre Magno como pelos Romanos no Imperio Romano. Era uma forma de marcar presenca. Enquanto houve Imperios que centralizavam numa cidade ou em duas houve ouros que foram mais inteligentes como foi o caso do Imperio Romano. Exportaram pequenas Romas pelo Imperio para tornar os cidadaos e povos conquistados em romanos. Foi uma estrategia politica. Podemos tambem ver que Gustave Eiffel fazia o mesmo. Muitos mercados e muitos edificios foram exportados pela empresa dele. Hoje em dia verificamos algo estranho. Os EUA exportam tecnologia dos arranha ceus para paises asiaticos e islamicos. Ou seja para quem paga mais e para oferecer um estatuto de pais com capacidade tecnologica de construir Arranha Ceus... quando na realidade nao foram eles que fizeram. Muito controverso.
  18. Ainda nao me habituei ao 11 jah lancaram o 12?!?!?!? O 11 tem um defeito horrivel. Nao se consegue trabalhar com dois ficheiros ao mesmo tempo. Completamente diferente do 9. Baralharam aquilo tudo. Para fazer um 3D misturaram alhos com bugalhos... que bela treta.
  19. Algumas palavras chave para este projecto: 1 . Arquitectura = Concepcao de Objectos Decorativos da Cidade ? 2 . Simbolo de Novo Riquismo e de Falta de Gosto 3 . David Fisher estah para Arquitectura como a BMW estah para o Automovel? Enfim. Hoje eh uma torre que gira. Amanha serah um Estadio como Ninho em qualquer parte do Mundo. Depois vai ser uma Torre Andante... Assisto impavido a uma morte lenta da arquitectura. A Arquitectura tem vindo a perder aquele processo de concepcao e de construtividade materializante e a ganhar um aspecto da ideia, do conceito unico e da forma unida com dois ou tres materiais para ficar fotogenico e para aparecer nas revistas... Hoje vi o Centro Comercial da Fonte Nova e aquele complexo de habitacao e toda aquela envolvente do parque de estacionamento e antes de pensarem: Mais um centro comercial! Sugeria que fossem ver, observar com os vossos proprios olhos porque aquele Edificio eh arquitectura. Revela materialidade. Coisa que hoje em dia os edificio perderam completamente. A arquitectura de hoje em dia explica-se com diagramas, faz-se de forma fastfoodiana com aquela treta do conceito... que usa-se muito nos concursos. E depois representa-se com fotomontagens irreais com as pessoas transparentes... E este projecto ... isto para mim nao eh arquitectura. Nao eh. Isto eh Design. Design Urbano. Nem isso. Este projecto faz-me lembrar aqueles objectos que se compram naquelas lojas de brindes e de prendas inuteis em que se vem os objectos a mexerem-se de forma perpetua e as pessoas gostam muito porque eh "giro".
  20. Queria saber quais igrejas eh que estah a referir? Tenho alguma curiosidade. E jah agora se nao for indescricao minha, onde eh que mora? Se calhar pode existir uma igreja mais interessante na zona onde mora.
  21. Estação do Pinhão transformada em ponto de venda turístico A estação do Pinhão, em Alijó, reabriu as suas portas, após vários meses de obras, para reabilitação do edifício e de todo o espaço envolvente. As obras ficaram a cargo do arquitecto Arnaldo Barbosa, que respeitou a arquitectura e o passado histórico do edifício. A Estação do Pinhão é agora um ponto turístico, resultante de um projecto conjunto entre a REFER e a Quinta de Nossa Senhora do Carmo, que optaram por transformar o local numa “Wine House”, ou seja, um local que tem por objectivo desenvolver o enoturismo na região, constituindo-se num ponto de venda e de prova dos vários vinhos da Quinta, assim como de alguns produtos gourmet, produzidos também pela mesma empresa. Os turistas poderão também saber um pouco da região do Douro e da produção do vinho uma vez o espaço contempla um núcleo museológico, situado nas antigas casas dos manobradores e dos operadores ferroviários. Os responsáveis da Quinta Nossa Senhora do Carmo, mostram-se também interessados em ser parceiros da região, no que se refere ao desenvolvimento local, estando disponíveis para desenvolver projectos em conjunto com várias entidades ligadas ao Douro. Este é um projecto que, acima de tudo, resulta da iniciativa privada, mas que vem beneficiar toda a região duriense, com particular atenção à vila do Pinhão, que fica agora com um novo espaço para cativar a visita de mais turistas in
  22. Projectado grande parque metropolitano 2008-06-21 Hugo Silva Sete jovens arquitectos estrangeiros projectaram soluções para o território atravessado pela Via Diagonal, uma estrada com 10 quilómetros que rasga o concelho da Maia. Entre as soluções, um a criação de um grande parque metropolitano. Um americano, dois argentinos, um italiano, um salvadorenho, um chileno e um porto-riquenho idealizaram um conjunto de projectos no âmbito da tese de mestrado, sob coordenação do arquitecto português João Álvaro Rocha. O "Proyecto Maia", da Escola Superior de Arquitectura da Universidade de Navarra, aposta no verde e na consolidação de um território pouco homogéneo: a Via Diagonal atravessa zonas rurais, urbanas e industriais. Um desafio para Dennis Bartolomeo, Sofia Cascchione, Ignacio Carón, Felipe Croxatto, José Luis Fortuño, Alberto Pierdo e Javier Rosa. "É um estudo académico, mas sobre o qual vamos reflectir. Gostaríamos de utilizar algumas das ideias num futuro próximo", admitiu António Tiago, vice-presidente da Câmara, ontem, na apresentação pública dos projectos. O autarca lembrou, ainda, que a Câmara também está a desenvolver, internamente, um estudo sobre o alinhamento e sobre os usos do território ao longo daquela via. O parque público, o Parque Millenium, na zona de Silva Escura, agregaria campo de golfe, centro polidesportivo, áreas de equipamento comercial e pequenos áreas de bairro e hortas. Javier Rosa idealizou um parque de grandes dimensões, à escala regional, com um conjunto de percursos para a contemplação da paisagem e zonas para desporto informal. Na área de implantação do projecto destacam-se, por exemplo, a zona recreativa do Monte de Santo António e a parcela do hipódromo. Sublinha-se ainda a hipótese de interligação com equipamentos noutras áreas, como a Quinta da Gruta. "A Via Diagonal é pensada como um corredor verde que remata na área de projecto de modo a constituir o acesso principal ao parque", lê-se na proposta. Dennis Bartolomeo criou uma espécie de condomínio ambiental, junto ao aeródromo de Vilar de Luz. Uma área delimitada por um circuito recreativo, uma cicloviva e um anel verde. Lá dentro uma comunidade voltada o ambiente, com um centro de bem estar, um mercado e um restaurante biológicos, percursos pedonais e espaços para agricultura biológica. Em cada uma destas parcelas agrícolas, uma habitação. No fundo, o jovem licenciado em Arquitectura preconiza a marca "Maia Spa". "Uma marca de produtos, serviços e instalações que representam uma maneira de viver. Maia Spa funciona numa escala local, nacional e internacional, criando uma economia positiva baseada na agricultura biológica e num tipo de turismo de menor impaacto", sustenta o projectista. Para o "sector urbano com maior grau de consolidação", Felipe Croxatto idealiza a diminuição da velocidade de circulação na Via Diagonal. Além disso, propõe que se "termine" a construção da cidade naquela zona, terminando, assim, com a indefinição que actualmente existe. Alberto Pireddu tratou de organizar uma plataforma logística, "na planície entre a A3 e o IC24, o Parque Metropolitano e as áreas agrícolas que se situam na base das colinas deFolgosa e Camposa. Uma plataforma literalmente desenhada a régua e esquadro, com quadrados de 190 por 190 metros, apoiados por uma área de estacionamento para pesados, escritórios, uma estação de passageiros e outros equipamentos. A Via Diagonal, passando sobre a plaraforma, permitiria ligar as duas partes que a compõem. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Maia&Option=Interior&content_id=960362
  23. Arquitectos querem Central Park para a Portela -------------------------------------------------------------------------------- Nacional 22/06/2008 09:06:9 A criação de um parque urbano, à semelhança do Central Park, nos terrenos deixados vagos pelo aeroporto da Portela é uma das ideias comuns às propostas elaboradas para a Trienal de Arquitectura 2007. Das várias propostas apresentadas na Trienal, a do arquitecto Nuno Portas, em conjunto com o atelier NPK, é a que mais se aproxima da ideia que o vereador do Urbanismo da autarquia, o também arquitecto Manuel Salgado, tem para aquela zona: um pulmão verde e um centro de negócios/tecnologia. Aliás, na campanha eleitoral para as autárquicas, o próprio Manuel Salgado admitiu que uma das ideias era "conciliar o projecto de um pulmão verde com um centro de negócios, aproveitando o que já está construído naquela zona". Na altura, numa entrevista à imprensa, Manuel Salgado chegou mesmo a apresentar por sua "conta e risco" uma ideia para que uma parte dos terrenos se destinasse a um centro de negócios, em articulação com a Expo. Em declarações à agência Lusa, o arquitecto Nuno Portas explicou que a proposta apresentada pela sua equipa era para "entregar à natureza" parte dos terrenos - com a plantação de carvalhos autóctones e outras espécies, o que tem custos energéticos de manutenção reduzidos - e deixar as zonas de pistas livres, para que ali se instalassem "actividades que não possam ir para outra zona da cidade". "A ideia era manter a memória das actuais pistas, até porque aqueles terrenos estão impermeabilizados e seria muito dispendioso descontaminar e torná-los permeáveis de novo", acrescentou. No espaço das pistas poderiam então aparecer "construções ligeiras e baixas" para actividades "de valor acrescentado", disse Nuno Portas, apontando como exemplo a instalação de laboratórios, extensões de universidades e centros de estágio. De qualquer forma, o arquitecto esclarece que não foram apresentadas propostas concretas: "não é possível prever o que é que no futuro faz mais sentido ter naquele território". A equipa tentou "não ser muito determinista" e deixar espaços "para que o tecido da cidade pudesse evoluir em função das suas necessidades". "Temos que admitir que não se pode antecipar tudo", disse, por seu lado, a arquitecta paisagista Leonor Cheis, do atelier NPK. Na mesma linha, o arquitecto Nuno Portas sugeriu: "O próprio Plano Director Municipal [que está a ser revisto], pode deixar a zona sem destino definido". A propósito do trabalho feito para a Trienal, Nuno Portas lembrou que "não havia qualquer preocupação de realismo", mas reconheceu que aquele terreno é uma "oportunidade única que a cidade vai ter" e que ali "não pode aparecer mais do mesmo". A palavra do leitor in http://da.online.pt/news.php?id=148178
  24. O ninho está pronto Tem o dobro do aço do que é normal e resiste a um sismo de grau 8. Os opositores falam em "propaganda", os autores dizem que não poderia ser construído em qualquer outra parte do mundo. António Caeiro (texto) e Jorge Simão (foto) 0:00 | Sábado, 28 de Jun de 2008 O estádio Olímpico de Pequim é a obra-ícone dos jogos na capital chinesa O "niao chao" (ninho de pássaro), como os chineses chamam ao estádio onde no dia 8 de Agosto vai decorrer a cerimónia de abertura da XXIX Olimpíada, é considerado "a jóia da nova arquitectura de Pequim". A obra - desenhada pelos arquitectos suíços Jacques Herzog e Pierre de Meuron, com a colaboração do artista plástico chinês Ai Weiwei - custou 288 milhões de euros, mas as verdadeiras jóias não têm preço (o novo terminal do aeroporto de Pequim - o maior do mundo, evidentemente -, projectado pelo britânico Norman Foster, custou oito vezes mais...). Para o governo de um país cuja economia cresceu em média 10 por cento ao ano ao longo das últimas três décadas e cujas reservas em divisas somam cerca de 1,1 biliões de euros, as contas são outras. "Temos todos os problemas, menos um: o financeiro", disse um consultor da Comissão Organizadora dos Jogos. É a maior aposta internacional do Governo chinês e uma ocasião única para mostrar ao mundo a modernização - e o poder - da China. Em termos de empreitada, a construção do novo estádio foi, sem dúvida, uma proeza. Os números falam por si: 7.000 trabalhadores, 41.875 toneladas de aço, 2.043 famílias desalojadas, 69 metros de altura, 91.000 lugares e, à volta do estádio, 2.742 árvores e 77.000 metros quadrados de relva. Tudo feito em apenas quatro anos e preparado para resistir a um sismo de grau 8 na escala de Richter (que vai até nove). O "ninho de pássaro" já foi também considerado a obra-prima de Herzog & de Meuron, uma dupla galardoada em 2001 com o Prémio Pritzker, o Nobel da arquitectura. "Uma estrutura destas não poderia ser feita em qualquer outra parte do mundo", reconheceu Jacques Herzog. "Os custos de construção em Pequim são um décimo do Ocidente". Numa sondagem sobre "os novos marcos de Pequim", realizada por um jornal local, o estádio olímpico ficou em primeiro lugar, à frente do Teatro Nacional, da Torre da CCTV (Televisão Central da China) e do Centro Nacional de Natação (o também popular "cubo de gelo"), três grandes obras encomendadas também a arquitectos estrangeiros, entre os quais o autor da Casa da Música, no Porto, o holandês Rem Koolhaas. Segundo a maioria dos comentários difundidos na Internet ou que se ouvem na rua, o "ninho de pássaro" é "absolutamente deslumbrante". Mas há também quem realce que a quantidade de aço "é o dobro da que costuma ser utilizada num estádio normal". O próprio Ai Weiwei, filho de um famoso poeta perseguido durante o regime maoista, Ai Qing, já qualificou os Jogos Olímpicos como "um espectáculo de propaganda". "O Governo quer usar estes Jogos para se celebrar a si próprio e à sua política (...) Não há nada a celebrar", disse Ai Weiwei, numa entrevista publicada em Janeiro por umarevista alemã. A cidade olímpica, com uma área de 12 quilómetros quadrados, foi construída no norte de Pequim, entre a 4ª e a 5ª circulares. O "ninho de pássaro" fica em frente do "cubo de gelo", no prolongamento do eixo central que atravessa Pequim, uma linha secular onde se integram a mítica Porta da Paz Celestial (Tiananmen), o antigo Palácio Imperial, a colina do carvão (Jingshan) - a única colina da cidade - e a torre do Tambor (Gulou). São as mais espectaculares construções da cidade olímpica e reproduzem a clássica representação chinesa do céu (redondo) e da terra (quadrada). Antes do "ninho de pássaro", o Estádio dos Trabalhadores, na zona oriental da cidade, entre a 2º e a 3ª circulares, era o maior de Pequim. Com o Grande Palácio do Povo e o Museu da História e da Revolução, na Praça Tiananmen, aquele austero estádio foi uma das dez grandes construções inauguradas em 1959, por ocasião do 10.º aniversário da proclamação da República Popular da China. Meio século depois, o "Gong Ti" (Estádio dos Trabalhadores) continua a ser uma referência, mas por razões que não são propriamente proletárias. A área em torno do estádio é hoje um dos centros da animação nocturna de Pequim, com alguns dos bares, discotecas e restaurantes mais sofisticados - e mais caros - da cidade. Exclusivo Expresso/Lusa in http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/354435
  25. Estádios com história Atenas, Londres, Berlim, Helsínquia, Munique e Moscovo. Seis cidades cujos estádios olímpicos marcaram a história dos Jogos. Rui Gustavo Atenas, 1896: Os primeiros jogos da era moderna Palco dos primeiros Jogos da Era Moderna, em Atenas, em 1896. Foi construído na colina de Ardettos, onde decorriam as provas de atletismo dos Jogos da Antiguidade - e que se realizaram com regularidade entre os séculos VIII aC e IV dC. Ainda hoje é um estádio especial para os gregos, que ali receberam a selecção nacional de futebol quando se sagrou campeã no Euro 2004, à custa de Portugal. Nos jogos de 2006, o estádio Panatenáico recebeu a prova de tiro com arco e a chegada das maratonas masculina e feminina. Tem uma pista em U - na altura, as medidas das pistas não estavam definidas - e capacidade para 80 mil espectadores. Foi projectado por Anastasios Metaxas e Ernst Ziller. Os gregos também lhe chamam Kallimarmaron - que significa "beleza em mármore". Londres, 1908: O primeiro construído de propósito Liderava a maratona há vários quilómetros, mas quando chegou ao estádio não aguentou mais. Dorando Pietri caiu várias vezes e teve de ser ajudado por alguns espectadores - entre eles Conan Doyle, o autor de Sherlock Holmes - para acabar a prova em primeiro lugar. Acabou desclassificado e a linha da meta é tudo o que resta do Estádio Olímpico de White City, o primeiro a ser construído de propósito para uns Jogos - os de Londres, em 1908. O estádio, inaugurado pelo Rei Eduardo VII, serviu para as provas de atletismo, arco e flecha e ginástica. Tinha capacidade para 68 mil espectadores. Posteriormente, foi usado em corridas de cães e de automóveis e em jogos de futebol e de râguebi. Em 1985 acabou demolido para dar lugar às novas instalações da BBC. Berlim, 1936: Exemplo máximo da arquitectura nazi Edificado em apenas dois anos, tem uma arquitectura grandiosa e monumental. A imagem de Hitler, furioso, a abandonar a bancada de honra após da vitória do negro norte-americano Jesse Owens, que derrotou o campeão alemão Lutz Long na final dos 100 metros, ficou para a História. Com capacidade para 74 mil espectadores, foi projectado por Werner March e substituiu o Estádio Alemão, construído pelo pai, Otto March. Escapou aos bombardeamentos da Segunda Guerra Mundial e em 2002, quando estava a ser remodelado para o Mundial de futebol, operários encontraram uma bomba não detonada. Casa do clube Hertha Berlim, o estádio foi palco da final no Mundial 2006 de futebol. A Itália venceu a França por penaltis, após um prolongamento onde Zidane agrediu Materazzi com uma cabeçada e se despediu do futebol. Helsínquia, 1952: Onde começou a volta olímpica Foi aqui que Adhemar Ferreira da Silva "inventou" a volta olímpica. O brasileiro ganhara o ouro no triplo salto e corria, feliz, a acenar para o público da bancada. Acabou por dar uma volta completa à pista do estádio. Ainda hoje, quando ganham uma medalha de ouro, os atletas cumprem a tradição. Construído entre 1934 e 38 pelos arquitectos Yrjo Lindegen e Toivo Jantti, só foi usado nos Jogos de 1952, por causa da II Guerra Mundial. Com 40 mil lugares, tem uma torre enorme, com 72 metros de altura, e vista para a capital da Finlândia. Foi ali que o checoslovaco Emil Zatopek conseguiu a proeza única de conquistar medalhas de ouro nos 5 mil metros, 10 mil e maratona nos mesmos jogos. À porta do estádio está uma estátua do herói finlandês Paavo Numi, que conseguiu nove medalhas de ouro em Jogos Olímpicos. Munique, 1974: "Design" arrojado e iluminação única Construído de propósito para os jogos, demorou seis anos até ficar de pé, uma eternidade para os parâmetros alemães. Ainda é um dos estádios com o "design" mais arrojado do Mundo, com tecto retráctil e um sistema de iluminação único na Europa. Tem a assinatura de Gunter Behnisch e lotação inicial para 80 mil pessoas - 69 mil, na actualidade. Os jogos ficaram marcados pelo rapto e assassínio de atletas israelitas por terroristas palestinianos, bem como pelas sete medalhas de ouro do norte-amaericano Mark Spitz, na natação - um feito jamais igualado. O recinto ficaria na posse do Bayern de Munique e do TSV e foi palco de exibições de sonho de dois grandes futebolistas: o argentino Diego Maradona e o alemão Gehard Muller, que marcou quatro tentos à URSS no primeiro jogo de futebol lá realizado. Moscovo, 1980 : O urso que chorou Nunca alguém tinha visto uma coisa daquelas: na cerimónia de encerramento dos Jogos de 1980, boicotados pelos países ocidentais em plena "Guerra Fria", uma coreografia na bancada pôs o urso Micha - símbolo daquela edição dos Jogos - a chorar. A imagem correu mundo e o recinto, construído em 1956, ficou para a História. Este ano, o Manchester United, com Cristiano Ronaldo, conquistou ali a Liga dos Campeões e o estádio foi classificado com cinco estrelas pela UEFA. Já se chamou Lenine, continua a ser o maior da Rússia e agora chama-se Lujniki, o nome da zona onde se ergue. A equipa de arquitectura foi liderada por A. V. Vlasov e tem 80 mil lugares nas bancadas. in http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/354473
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