-
Posts
5034 -
Joined
-
Last visited
-
Days Won
5
Content Type
Profiles
Forums
Events
Everything posted by JVS
-
Tua | central hidroeléctrica do Tua | Eduardo Souto Moura
JVS replied to JVS's topic in Arquitectura
http://www.publico.pt/Local/unesco-q...do-tua-1546120 Fonte: http://www.destak.pt/artigo/132400-n...inais-de-julho Fonte: http://www.destak.pt/artigo/132539-s...a-boa-proposta Fonte: http://www.destak.pt/artigo/135789-s...useu-na-regiao Artigos retirados daqui - http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1457626 -
Viana do Castelo | Coliseu de Viana do Castelo | Eduardo Souto Moura
JVS replied to Peter's topic in Arquitectura
Origem das Fotografias - http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=423587 -
Palácio da Ajuda vai entrar em obras no próximo ano 03.08.2012 - 18:30 Por Lucinda Canelas O remate da ala poente do Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, deverá ser feito no próximo ano. Muito menos ambiciosa do que os projectos de Gonçalo Byrne (anos 1990) e de João Carlos Santos (2011), a proposta que o arquitecto Vasco Massapina ofereceu ao Estado deverá ser executada no próximo ano, disse ao PÚBLICO Elísio Summavielle, director-geral do património. A intervenção de Massapina, membro do Conselho Consultivo do antigo instituto do património, fará parte de um programa mais extenso de valorização daquele palácio que, para além de ter uma ala aberta ao público, serve de sede à Secretaria de Estado da Cultura e à nova Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC). “Não podemos admitir que um monumento nacional, que ainda por cima é um espaço de representação do Estado e é a casa do organismo encarregue de zelar pelo património em todo o país, tenha uma parte em ruína”, defende Summavielle, explicando que o projecto do arquitecto Massapina não prevê a “conclusão do palácio”, ao contrário do dos arquitectos Gonçalo Byrne e João Carlos Santos. “O que pedimos a Vasco Massapina foi que desenhasse algo minimal, que assumisse o inacabado e que consolidasse a ruína, absolutamente caótica do ponto de vista visual. O que ele fez resolve aquilo a que chamo um problema de higiene urbana.” Ao “arranjo paisagístico” na ala virada para a Calçada da Ajuda deverá juntar-se a consolidação da fachada nascente, a conservação de toda a caixilharia do palácio (quase 300 janelas), a intervenção no torreão sul e a revisão das coberturas. No interior, este plano, que começa a ser discutido pela divisão de obras da DGPC em Setembro, prevê ainda trabalhos nas cozinhas, encerradas por falta de condições desde Abril. O encerramento, determinado pela Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), obrigou à transferência dos banquetes oficiais do Presidente da República para o Palácio Nacional de Queluz. O programa de valorização, diz Summavielle, também quer dar atenção às jóias da coroa, que fazem parte da colecção do palácio, e, por isso, inclui a criação de um espaço onde possam ser expostas em permanência, “com as devidas condições de segurança”, sublinha. É preciso não esquecer que o valor a investir - para já, o director-geral do património não quer divulgar os custos – sairá do dinheiro do seguro que o Estado português recebeu em 2006 depois de seis jóias da coroa portuguesa terem sido roubadas no Museu de Haia, na Holanda, quatro anos antes. À data, a então ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, disse à imprensa que tudo iria fazer para que o montante total pago pela seguradora – 6,2 milhões de euros – revertesse para os cofres do seu ministério e que fosse aplicado, na sua maioria, no palácio da Ajuda. Parte dos 6,2 milhões já foi gasta em 2007, na compra de um quadro de Tiepolo para a colecção do Museu Nacional de Arte Antiga, que corria o risco de ser vendido para fora do país: Deposição de Cristo no Túmulo (c. 1769-1770) custou ao Estado 1,5 milhões de euros. “Não falo de custos sem se discutir o projecto já a pensar na obra”, conclui Summavielle. “O que posso dizer é que os valores não terão nada a vez com os estimados para os projectos anteriores, que eram muito mais ambiciosos. Os gastos têm de ser limitados ao máximo.” O projecto de João Carlos Santos, por exemplo, estava orçado em 11 milhões. O palácio deverá continuar aberto ao público durante a obra. http://www.publico.p...imo-ano-1557629
-
http://www.cenariomt.com.br/noticia.asp?cod=219019&codDep=17
-
http://porto24.pt/vida/03082012/siza-lamenta-que-casa-de-cha-da-boa-nova-esteja-absolutamente-abandonada/
-
Procura as Escolas do Parque Escolar. Tenta ver no site de Fernando Guerra.
-
Ordem Dos Arquitectos Ameaçada Por Proposta De Lei Entre Governo E Troika
JVS replied to Arq.to's topic in Arquitectura
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=2713174&page=-1 -
http://www.radiopax.com/noticias.php?go=noticias&id=15707&d=noticias
-
Norman Foster vai redesenhar Escola de Ballet imaginada por Fidel e Che Guevara O arquitecto britânico Norman Foster foi o escolhido para redesenhar e reconstruir a Escola de Ballet de Cuba, nos arredores de Havana, e cuja construção nunca foi acabada. O arquitecto vai contar com o apoio do bailarino cubano Carlos Acosta. Pensada na década de 1950 pelo líder cubano Fidel Castro como uma escola nacional das artes, a sua construção, que começou em 1961 sob a orientação do arquitecto italiano Vittorio Garatti, nunca foi acabada e o edifício acabou abandonado, perdido no meio da vegetação da floresta circundante, depois de ter perdido o financiamento. Norman Foster ficará agora responsável por revitalizar o espaço, que será um novo centro de artes, dirigido por Carlos Acosta, o conceituado bailarino da Royall Ballet. Fidel Castro pensou originalmente no espaço como uma das quatro escolas de artes nacionais, uma escola para cada área (Dança Moderna, Artes Plásticas, Artes Dramáticas e Música). As escolas foram encomendadas pelo governo revolucionário em 1959, sob proposta de Che Guevara e Fidel Castro, que defendiam a criação de um ensino de artes gratuito. Apesar de actualmente o edifício estar degradado, o britânico acredita que, com a ajuda de Acosta, vai conseguir dar uma nova vida ao espaço, mantendo-se fiel à construção original. A escolha de Norman Foster para o projecto está, contudo, a gerar alguma controvérsia, uma vez que o arquitecto Vittorio Garatti, responsável pelo plano original, ainda está vivo. Nascido em 1935 em Manchester, Foster iniciou a carreira em arquitectura aos 21 anos e dirige actualmente uma equipa de perto de um milhar de pessoas, com escritórios em mais de 20 países. Entre os seus trabalhos destaca-se a nova estação ferroviária subterrânea de Florença, o arranha-céus da Caja Madrid, na capital espanhola, a pirâmide destinada ao diálogo mundial entre as religiões em Astana, a nova capital do Cazaquistão, e o aeroporto de Pequim, emblema da China olímpica. Foster é também o autor da ponte mais alta do mundo, em França. http://www.publico.pt/Cultura/norman-foster-vai-redesenhar-a-escola-de-ballet-de-cuba-1552036 Norman Foster vai reabilitar escola de ballet de Cuba O arquiteto britânico Norman Foster vai redesenhar a Escola de Ballet de Cuba, perto de Havana, cuja construção iniciada em 1961 nunca foi concluída, e transformá-la num centro artístico que será dirigido pelo bailarino cubano Carlos Acosta. Integrada no plano das Escuelas Nacionales de Arte de Fidel Castro e Che Guevara, o edifício original foi desenhado em 1961 pelo arquiteto italiano Vittorio Garatti, mas nunca foi concluído devido à falta de financiamento. A ideia era construir um enorme complexo de educação artística que albergasse não só a escola de dança como também de belas artes, música e teatro. O projeto foi abraçado pelo arquiteto Ricardo Porro, com a colaboração de Vittorio Garatti e Roberto Gottardi, que moravam em Havana. Porém, a crise dos mísseis de 1962 conduziu a um corte no financiamento para a educação e, em 1965, o projeto foi oficialmente abandonado e deixado incompleto. As estruturas de tijolo e terracota foram depois usadas para outros fins, até serem totalmente deixadas ao abandono. Os arquitetos chegaram a ser convidados a voltar a Cuba para terminar os edifícios, nos anos 1990, o que não chegou a acontecer. A história foi contada no documentário 'Unfinisged Spaces' (2011) de Benjamin Murray e Alysa Nahmias. Veja o trailer: É agora chegada a vez do britânico Norman Foster abraçar o projeto. O seu nome terá sido uma escolha de Carlos Acosta, o bailarino cubano de 38 anos que desde 1998 integra o Royal Ballet e que tencionar regressar ao seu país (de onde saiu aos 14 anos) para dirigir este novo centro artístico: "Vou voltar, não apenas porque é o sítio onde nascis mas também porque o país caminha na direção certa. As mudanças nos últimos dois ou três anos são positivas, especialmente no que toca ao incentivo à economia de mercado", explicou Acosta ao jornal The Sunday Times. O projeto do aterlier Foster and Partners prevê o aproveitamento do edifício original. Foster, vencedor de entre outros um prémio Pritzker em 1999, é autor, por exemplo, da Torre Hearst, em Nova Iorque, e da ponte do Milénio em Londres. A escolha do arquiteto britânico tem causado alguma polémica, uma vez que Garatti, que ainda está vivo, não foi consultado. http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=2631474&seccao=Arquitectura&page=2
-
Casas low cost estão a conquistar mercado Nos dias que correm, e quando o mercado imobiliário atravessa momentos muito difíceis, vão surgindo projectos que se destacam pela inovação e que se aproximam mais do consumidor, sobretudo quando apresentam preços low cost. Para quem tem ainda o desejo de construir a sua própria habitação, surgem soluções que podem ser acessíveis a muitas bolsas. Por valores que podem ir dos 11.500 até aos 40 mil euros, há casas construídas por módulos, que apresentam uma arquitectura moderna, são flexíveis e podem ser adaptadas às necessidades de cada família. Têm ainda um tempo de construção rápido. E se colocar dúvidas sobre a sua durabilidade ou se são seguras, os especialistas asseguram que garantem as mesmas medidas de segurança que as construídas de forma tradicional. 11.500 ou 16.000 euros por um bungalow verde Numa altura de Verão em que o mercado de segunda habitação é mais apetecido, a SIT Modular Solutions acaba de lançar o Bungalow Green. Depois de um desafio ao atelier GvMAA para desenvolver um espaço premium que se enquadrasse em harmonia com zonas verdes, surgiu o Bungalow Green com duas versões base, com capacidade máxima para quatro pessoas e um preço de 11.500 ou de 16.000 euros. Trata-se de um produto de arquitectura contemporânea, adequado para projectos de turismo rural. Para Pedro Alves, responsável comercial da SIT, os Bungalow Green são totalmente construídos em fábrica, através de módulos independentes, transportáveis e que oferecem as melhores garantias de isolamento, durabilidade e funcionalidade. «Todos os projectos foram desenvolvidos por arquitectos que associaram o betão à arquitectura contemporânea e à pureza das formas. A SIT pretende com este projecto apresentar ao mercado produtos intemporais por via da sua simplicidade e facilidade de integração no meio envolvente», explica o responsável. Apesar desta novidade, a SIT Modular Solutions tem também produtos para construir a casa dos seus sonhos sem que seja unicamente para férias. Com vários módulos pode criar a casa à medida de cada família. A SIT dispõe de uma oferta alargada de edifícios modulares para várias finalidades, onde se podem acoplar um número ilimitado de módulos. Relativamente à segurança, Pedro Alves assegura que a única fragilidade vem sempre das zonas de vidro, como em qualquer outra forma construtiva. Casa que cresce à medida das necessidades Com um projecto deste tipo, é possível, por exemplo, uma família contruir uma casa mais pequena na fase inicial da vida e ir acrescentando módulos ao longo do tempo de forma a minimizar o investimento inicial. «Por outro lado, se a família tiver necessidade de deslocalizar a sua casa por motivos de troca de emprego, por exemplo, também é possível sem grandes custos. Desta forma, torna-se uma solução mais racional e com menor risco futuro», salienta. Além da SIT Modular Solutions existem outras empresas que apresentam soluções semelhantes. É o caso da MIMA Housing, que venceu recentemente o prémio Archdaily Edifício do Ano 2011 (o Archdaily é o mais importante site de arquitectura a nível mundial). Por 40 mil euros, pode também com a MIMA ter a casa com que sempre sonhou e de acordo com as suas necessidades. Flexível, ela pode alterar-se e adaptar-se aos seus desejos, nas cores de paredes, composição de fachadas e layout do espaço interno da casa sem intervenção de técnicos especializados. A MIMA Housing, desenvolvida pelos arquitectos Mário Rebelo de Sousa e Marta Brandão, surgiu de um exercício de resposta àquela que seria a casa ideal para a sociedade actual e de acesso fácil a todos. «Questionamo-nos sobre o motivo pelo qual o processo de construção de uma casa continua a ser tão difícil, dispendioso e penoso, e sobre o motivo pelo qual a arquitectura não segue os passos da standardização, como aconteceu com a indústria de vestuário, calçado, automóvel, aviação. Hoje não faz sentido mandar produzir nenhum dos anteriores ‘à medida’. Acreditamos que no futuro este conceito se venha a aplicar também à arquitectura», explicam os responsáveis da empresa. piedadepedro@gmail.com http://sol.sapo.pt/inicio/Vida/Interior.aspx?content_id=53348
-
Projecto da capital da Guiné Equatorial 'abriu portas' a arquitectos portugueses O ateliê de arquitectura e urbanismo Ideias do Futuro (IDF), contratado para conceber a futura capital da Guiné Equatorial, considera que a oportunidade lhe «abriu portas» no país africano, rico em petróleo e gás, mas com «falta de quadros». Em 2011, o IDF apresentou uma proposta de «capital para africanos» e o presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang, gostou. O ateliê já terminou a conceptualização de Djibloho, nome da futura capital política e administrativa, mas mantém em curso dois outros projectos turísticos no país, «obviamente mais pequenos», disse André Correia, economista e gestor de projecto no IDF. A Guiné Equatorial ainda não está preparada para ser um destino turístico, «não tem hotéis nem nada», mas assumiu essa intenção como «um objectivo estratégico», assinala. Porém, os dois projectos estão «em ‘stand by’». O país «tem muita dificuldade em conseguir manter muita coisa a funcionar ao mesmo tempo», diz. «Um dos problemas da Guiné Equatorial é que há uma falta grande de quadros técnicos», constata, realçando, porém, que tem havido investimento na formação de quadros na Europa. «Um dos pedidos do presidente para a nova capital foi a criação de um pólo universitário», exemplifica. «Sempre tivemos alguma dificuldade na interacção com o Governo», relata, mencionando que qualquer dúvida tinha de obter resposta de uma alta figura do Estado. «Era a mesma coisa que cá em Portugal estarmos a tirar dúvidas com o secretário de Estado», compara. «É um país que precisa nitidamente de amadurecer, mas tem bastante potencial, pouca população, bastantes recursos. Poderá ter um bom futuro», acredita. André Correia está convencido de que o negócio com a Guiné Equatorial «seria mais fácil se houvesse uma ligação a Portugal através da CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa]». A Guiné Equatorial já faz parte do grupo francófono e «as empresas francesas estão lá muito bem colocadas», equipara, sublinhando que a adesão do país à CPLP – que vai ser debatida novamente na cimeira de Maputo, na sexta-feira – poderia resultar numa «preferência» por empresas portuguesas. O economista não tem dúvidas de que a futura capital da Guiné Equatorial – que deverá estar pronta entre 2025 e 2030 – é «um dos projectos mais importantes» do IDF, apenas responsável pelo trabalho de conceito, «concluído e entregue», aguardando-se agora que a execução seja adjudicada. Segundo a estimativa do ateliê, a nova capital, com uma área de 8150 hectares e destinada a acolher 160 mil habitantes, custará cerca de 500 mil milhões de euros. «O grande mote do projecto foi criar uma capital africana (…), uma capital administrativa em que conseguíssemos que coexistissem as várias classes sociais», refere André Correia, adiantando que o IDF foi ao local «várias vezes», mas o trabalho de arquitectura foi desenvolvido em Lisboa. Djibloho será uma cidade «amiga das pessoas», que pode ser «utilizada a pé», com zonas de lazer e «hortas de subsistência, algo que para o povo africano é muito importante», descreve. Lusa/SOL http://sol.sapo.pt/inicio/Cultura/Interior.aspx?content_id=54548
-
Príncipe De Astúrias Das Artes Distingue Arq. Rafael Moneo
JVS replied to Arq.to's topic in Arquitectura
Arquitecto Rafael Moneo vence Prémio Príncipe das Astúrias 2012 O arquitecto espanhol Rafael Moneo, 75 anos, conquistou hoje o Prémio Príncipe das Astúrias das Artes 2012, anunciou o júri do galardão, em Oviedo, Espanha. Nesta 32.ª edição do galardão no domínio das artes, à qual concorriam 39 candidaturas de 25 países - trinta homens, cinco mulheres e quatro instituições - figuravam a pintora portuguesa Paula Rego, a bailarina cubana Alicia Alonso, os pintores Jasper Jones, o arquiteto Frank O.Gehry e o desenhador industrial Philippe Starck. O prémio, composto por 50 mil euros e uma escultura do artista espanhol Joan Miró, será entregue no final de Outubro por Felipe de Borbón, príncipe das Astúrias, numa cerimónia no Teatro Campoamor de Oviedo. O maestro italiano Ricardo Muti foi o vencedor deste prémio no ano passado. «É um presente com o qual não contava. Foi uma surpresa», disse o vencedor à agência EFE. De acordo com a justificação do júri, enviada à agência Lusa pela Fundação Príncipe das Astúrias, Rafael Moneo recebeu o galardão pela sua «dimensão universal, cuja obra enriquece os espaços urbanos com uma arquitectura serena e limpa». «Reconhecido no âmbito académico e profissional, Moneo deixa um traço próprio em cada uma das suas criações, conjugando estética com funcionalidade, especialmente nos interiores diáfanos, que servem de marca nas grandes obras da cultura e do espírito». Nascido em Tudela (Navarra), em 1937, Rafael Moneo é o quinto arquiteto a receber este galardão, depois de Norman Foster (2009), Santiago Calatrava (1999), Francisco Javier Sáenz de Oiza (1993) e Óscar Niemeyer (1989). Estudou na Escola Superior de Arquitetura de Madrid e é considerado um arquiteto de vanguarda, tendo assinado projetos como o Museu de Arte Romano de Mérida (1986), a estação de Atocha de Madrid (1992), o aeroporto de San Pablo, em Sevilla (1992), a ampliação do Museu do Prado (2006) e o Novo Museu do Teatro Romano de Cartagena (2008). Entre os projectos internacionais figuram o Museu de Arte Moderna e Arquitectura de Estocolmo (1998), a Catedral de Nossa Senhora de Los Angeles, nos Estados Unidos ( 1996), a Biblioteca da Universidade de Lovaina (Bélgica, 1998) e a ampliação do Museu de Belas Artes de Houston, também nos Estados Unidos (2000). Em edições anteriores do Prémio Príncipe das Astúrias das Artes foram galardoados o escultor Richard Serra, o arquitecto Norman Foster e o cineasta Woody Allen, o músico Paco de Lucía, a cantora Bárbara Hendricks e os atores Vittorio Gassmann e Fernando Fernán Gómez. Além das artes, os prémios Príncipes das Astúrias são atribuídos em mais sete áreas, cujos vencedores serão anunciados na próxima semana: as letras, comunicação e humanidades, ciências sociais, investigação científica e técnica, concórdia, desportos e cooperação internacional. Lusa/SOL http://sol.sapo.pt/inicio/Cultura/Interior.aspx?content_id=48928 -
Os MSB Arquitectos (Miguel Malaguerra, Susana Jesus, Bruno Martins) foram convidados pela Ordem dos Arquitectos (Delegação Regional dos Açores) para dar uma palestra sobre o trabalho que têm desenvolvido na ilha da Madeira e nos Açores. O arquitecto Bruno Martins, em representação do atelier, "irá falar sobre os desafios que os arquitectos têm de enfrentar num território muito complexo e dramático", refere o atelier em nota enviada aos 'media'. A palestra decorrerá no auditório da Universidade dos Açores, no dia 21, às 20h30, mesmo dia em que o trabalho dos MSB Arquitectos estará em exposição na Universidade. A mostra reflecte o trabalho do atelier nestes primeiros oito anos de existência, destacando-se a obra feita e os projectos executados na Madeira e Açores, estes últimos em parceria com o atelier Açoreano do Piso 1. A exposição itinerante estará patente ao público em todos os municípios do arquipélago dos Açores no decurso deste ano. http://www.dnoticias.pt/actualidade/5-sentidos/324907-arquitectura-madeirense-em-exposicao-nos-acores
-
Porto | Nova Praça de Lisboa | Nuno Merino | Pedro Balonas
JVS replied to Dreamer's topic in Arquitectura
http://porto24.pt/po...m-oportunidade/ -
Guimarães 2012 desafia designers e arquitectos a requalificar lavadouros Vale do Ave Designers e arquitectos de todo o mundo já podem enviar propostas para transformar os lavadouros de Guimarães, que acompanham o percurso do rio de Couros, entre a Costa e a Veiga de Creixomil. Com inscrições abertas até 15 de Julho, o “Made-in” é um concurso de ideias de Guimarães 2012, para obras de arte pública, e que pretende seleccionar propostas de reconfiguração de cinco espaços da cidade com continuidade após 2012. O projecto divide-se num concurso aberto - que pretende intervir em quatro lavadouros da cidade - e num concurso destinado a uma lista de artistas e profissionais convidados, que tem como objectivo criar um projecto para a concepção de um novo lavadouro público. A premissa da encomenda baseia-se em dois elementos: os aspectos de compromisso social e a necessidade de uma obra escultórica criada por um artista ou arquitecto. O “Made-in” surge num momento em que a paisagem de Guimarães se altera, e as estruturas para interacção social ganham uma maior importância. O reposicionamento e a tensão entre hábitos antigos e as novas práticas infiltram-se, cada vez mais, na vida diária. Neste âmbito, o lavadouro público português assume-se como um emblema de tradição e domesticidade: é um espaço onde o acto de lavar roupa proporciona aos seus utilizadores não apenas um sítio para o fazer, mas também um local para interacção social e sentido comunitário. Melhores propostas a votação no CAAA A eleição dos melhores trabalhos cabe a um grupo de jurados, mas também ao público. Numa primeira fase, o júri - composto por seis membros, entre eles o comissário do concurso, Aldo Rinaldi - escolhe 12 propostas do concurso aberto e três do concurso por convite. A partir de Outubro, os trabalhos previamente seleccionados vão estar expostos no Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura (CAAA) e aí sujeitos à votação dos visitantes e das suas preferências. À escolha do público juntam-se, mais uma vez, os votos dos seis membros do júri, resultando desta votação os cinco projectos vencedores. A Capital Europeia da Cultura dá, assim, uma oportunidade para artistas e outros profissionais nacionais e internacionais se dedicarem a Guimarães e à herança da cidade, e desenvolverem ideias que enriqueçam, examinem e reflictam o seu contexto. A inscrição é gratuita e deve ser feita através do preenchimento e envio da ficha constante no site www.madein.guimaraes2012.pt. Relembre-se que em 2012 Guimarães é Capital Europeia da Cultura, acolhendo um grande encontro de criadores e criações — música, cinema, fotografia, artes plásticas, arquitectura, literatura, pensamento, teatro, dança e artes de rua. Vão cruzar-se os produtos artísticos imaginados e gerados pelos seus residentes com os que de toda a Europa afluirão à cidade. Ao longo de um ano, Guimarães será promotora da diversidade cultural que caracteriza a Europa, dando a conhecer as suas manifestações culturais e acolhendo as de outros países. http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=61286
-
in http://porto24.pt/porto/13042012/hotel-vai-preservar-traca-do-frigorifico-do-peixe/
-
in http://sol.sapo.pt/inicio/Cultura/Interior.aspx?content_id=46342
-
in http://sol.sapo.pt/inicio/Cultura/Interior.aspx?content_id=44067
-
in http://porto24.pt/porto/15032012/ordem-dos-arquitectos-sem-dinheiro-para-lancar-o-laboratorio-experimental/
-
in http://www.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=54&id=50531&idSeccao=479&Action=noticia
-
http://www.publico.pt/Local/a-voz-do-operario-vai-ser-classificada-como-monumento-1539325
-
in http://www.publico.pt/Cultura/morreu-o-arquitecto-luis-mansilla-1534923
-
in http://ww1.rtp.pt/acores/index.php?article=25492&visual=3&layout=10&tm=10
