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Existem já três propostas para a nova travessia do Tejo. Qual delas apoia? A que foi inicialmente decidia pelo Governo: Chelas/Barreiro. A que foi sugerida pelo estudo da CIP: Beato/Montijo. A nova sugestão da Ordem dos Engenheiros: Alverca/Alcochete. Estas sao as propostas oficiais. Mas podemos elaborar mais hipoteses. Como por exemplo: 4 . Uma Ponte que ligasse todas as margens do Tejo . A minha proposta. 5 . Um tunel subterraneo. 6 . Por cima/ ao lado da Ponte Vasco da Gama. 7 . Alges - Trafaria 8 . Vila Franca de Xira 9 . Uma Ponte Habitavel. 10 . Outra. Refira qual. Porque eh que a Ordem dos Arquitectos nao propoe tambem uma TTT?
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Existem já três propostas para a nova travessia do Tejo. Qual delas apoia? A que foi inicialmente decidia pelo Governo: Chelas/Barreiro. A que foi sugerida pelo estudo da CIP: Beato/Montijo. A nova sugestão da Ordem dos Engenheiros: Alverca/Alcochete. Estas sao as propostas oficiais. Mas podemos elaborar mais hipoteses. Como por exemplo: 4 . Uma Ponte que ligasse todas as margens do Tejo . A minha proposta. 5 . Um tunel subterraneo. 6 . Por cima/ ao lado da Ponte Vasco da Gama. 7 . Alges - Trafaria 8 . Vila Franca de Xira 9 . Uma Ponte Habitavel. 10 . Outra. Refira qual. Porque eh que a Ordem dos Arquitectos nao propoe tambem uma TTT?
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Praia da Amorosa, Viana do Castelo | Habitação Unifamiliar | João Álvaro Rocha
JVS replied to Peter's topic in Arquitectura
Quem eh que gosta de morar numa habitacao enferrujada? E qual eh a sensacao de mexer naquelas portas? E a moradia nao tem um espaco privado em redor da habitacao? Parece muito vulneravel. -
Praia da Amorosa, Viana do Castelo | Habitação Unifamiliar | João Álvaro Rocha
JVS replied to Peter's topic in Arquitectura
Quem eh que gosta de morar numa habitacao enferrujada? E qual eh a sensacao de mexer naquelas portas? E a moradia nao tem um espaco privado em redor da habitacao? Parece muito vulneravel. -
[Projecto] Edifício Alto do Parque _ Lisboa - JSTC & Associados
JVS replied to 3CPO's topic in Arquitectura
DADOS Edifício localizado no Alto do Parque Eduardo VII – Núcleo de habitação do El Corte Inglês. O edifício apresenta 7 caves. a.b.c. acima do solo: 19.490 m2 a.b.c. abaixo do solo: 21.395 m2 -
[Projecto] Edifício Alto do Parque _ Lisboa - JSTC & Associados
JVS replied to 3CPO's topic in Arquitectura
DADOS Edifício localizado no Alto do Parque Eduardo VII – Núcleo de habitação do El Corte Inglês. O edifício apresenta 7 caves. a.b.c. acima do solo: 19.490 m2 a.b.c. abaixo do solo: 21.395 m2 -
ANC. © 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. 2008-02-20 17:30:02 in RTP
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ANC. © 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. 2008-02-20 17:30:02 in RTP
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Duas noticias para exemplificar a Relação Pintura / Arquitectura in JN in JN
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Duas noticias para exemplificar a Relação Pintura / Arquitectura in JN in JN
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www.daedalus-pt.blogspot.com
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A Vida Sustentável O Núcleo Regional do Porto da Quercus está a organizar, para os dias 23 de Fevereiro, 29 de Março, 19 de Abril e 24 de Maio no Museu Nacional Soares dos Reis, as "Jornadas Quercus de Arquitectura Sustentável". As Jornadas serão estruturadas em quatro painéis que pretende cobrir todas as aproximações existentes relacionadas com a arquitectura sustentável. Participam, entre outros, os arquitectos Nadir Bonaccorso, membro do Conselho Directivo Regional do Sul da Ordem dos Arquitectos, Inês Cabral, Carlos Coelho, Jorge Lira, Miguel Veríssimo, Lívia Tirone, e os engenheiros Armando Silva Afonso, Tiago Franco, Guilherme Carrilho da Graça, Manuel Pinheiro e Ricardo Araújo Sá. A inscrição dá direito a toda a documentação, a café nos intervalos, à visita ao Museu de Soares dos Reis e ao almoço do dia 24 de Maio para as pessoas inscritas nesse dia. A inscrição só é validada após confirmação por parte da organização do evento. Um tema urgente para ouvir e debater. in Guia da Cidade
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A Vida Sustentável O Núcleo Regional do Porto da Quercus está a organizar, para os dias 23 de Fevereiro, 29 de Março, 19 de Abril e 24 de Maio no Museu Nacional Soares dos Reis, as "Jornadas Quercus de Arquitectura Sustentável". As Jornadas serão estruturadas em quatro painéis que pretende cobrir todas as aproximações existentes relacionadas com a arquitectura sustentável. Participam, entre outros, os arquitectos Nadir Bonaccorso, membro do Conselho Directivo Regional do Sul da Ordem dos Arquitectos, Inês Cabral, Carlos Coelho, Jorge Lira, Miguel Veríssimo, Lívia Tirone, e os engenheiros Armando Silva Afonso, Tiago Franco, Guilherme Carrilho da Graça, Manuel Pinheiro e Ricardo Araújo Sá. A inscrição dá direito a toda a documentação, a café nos intervalos, à visita ao Museu de Soares dos Reis e ao almoço do dia 24 de Maio para as pessoas inscritas nesse dia. A inscrição só é validada após confirmação por parte da organização do evento. Um tema urgente para ouvir e debater. in Guia da Cidade
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Está concluído o edifício sede da Sonangol, ruas adjacentes, passeios e jardins foram arranjados A parte baixa da cidade de Luanda ganha nova imagem com a conclusão do novo edifício-sede da Sonangol. O fim das obras da torre da petrolífera, localizada no entroncamento das ruas I Congresso do MPLA e Rainha NJinga, leva a que os espaços ao redor sejam igualmente reabilitados, o que concorre para a beleza da área. Com 23 andares, a construção da nova infra-estrutura empregou cerca de duas mil pessoas, entre nacionais e estrangeiros, e está avaliada em 100 milhões de dólares. Torre da Sonangol dá nova imagem à baixa de Luanda Domingos dos Santos A parte baixa da cidade de Luanda acabou por ganhar nova imagem com a conclusão do novo edifício sede da Sonangol. Localizada no entroncamento entre as ruas 1º Congresso do MPLA e Rainha Jinga, a torre da concessionária angolana de combustíveis está orçada em mais de 100 milhões de dólares e poderá ser visitada simultaneamente por 400 visitantes. Com 23 andares, a construção da nova infra-estrutura empregou durante a sua construção cerca de duas mil pessoas, entre nacionais e estrangeiros. As obras para a edificação da nova sede da Sonangol começaram em finais de 2004 e conta, para além de escritórios, com garagens para parqueamento, restaurantes e outros atractivos. Considerado ultra-moderno, em termos arquitectónicos, o edifício, embora não tenha sido inaugurado, constitui já uma estrutura emblemática na imagem arquitectónica da capital angolana. Para a empreitada foram seleccionados novos e antigos funcionários que se adaptaram às especificidades tecnológicas do projecto. Falando aquando do seminário sobre «O processo de construção do novo edifício-sede da Sonangol», o arquitecto-chefe do projecto, Sung-Ho Han, disse que o empreendimento conta com 95.5 metros de altura, salas de conferências, salão de exposições, escritórios diversos, restaurantes, um parque de estacionamento subterrâneo e um heliporto. “Esta é uma obra que vai congregar notariedade artística, aproximação cultural, visibilidade estética, funcionalidade executiva e simbolismo futurístico”, disse na altura o arquitecto sul-coreano. Depois da sua inauguração, o novo edifício vai servir como local de trabalho dos funcionários da actual sede da empresa, localizada defronte deste, e de alguns departamentos das suas subsidiárias. Para melhorar a imagem das zonas circunvizinhas da nova sede, estão a ser feitos trabalhos de reparação em algumas partes das ruas 1º Congresso do MPLA, 25 de Abril, Rainha Jinga, por forma a facilitar o acesso ao edifício e ao trânsito rodoviário na zona. Os trabalhos, a cargo da empresa de construção civil MotaEngil, consistem na colocação de um novo asfalto, reparação de passeios, sinalização, entre outros. O largo da Portugália também foi reabilitado, tendo ganho um jardim e respectivos assentos. in Jornal de Angola
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Está concluído o edifício sede da Sonangol, ruas adjacentes, passeios e jardins foram arranjados A parte baixa da cidade de Luanda ganha nova imagem com a conclusão do novo edifício-sede da Sonangol. O fim das obras da torre da petrolífera, localizada no entroncamento das ruas I Congresso do MPLA e Rainha NJinga, leva a que os espaços ao redor sejam igualmente reabilitados, o que concorre para a beleza da área. Com 23 andares, a construção da nova infra-estrutura empregou cerca de duas mil pessoas, entre nacionais e estrangeiros, e está avaliada em 100 milhões de dólares. Torre da Sonangol dá nova imagem à baixa de Luanda Domingos dos Santos A parte baixa da cidade de Luanda acabou por ganhar nova imagem com a conclusão do novo edifício sede da Sonangol. Localizada no entroncamento entre as ruas 1º Congresso do MPLA e Rainha Jinga, a torre da concessionária angolana de combustíveis está orçada em mais de 100 milhões de dólares e poderá ser visitada simultaneamente por 400 visitantes. Com 23 andares, a construção da nova infra-estrutura empregou durante a sua construção cerca de duas mil pessoas, entre nacionais e estrangeiros. As obras para a edificação da nova sede da Sonangol começaram em finais de 2004 e conta, para além de escritórios, com garagens para parqueamento, restaurantes e outros atractivos. Considerado ultra-moderno, em termos arquitectónicos, o edifício, embora não tenha sido inaugurado, constitui já uma estrutura emblemática na imagem arquitectónica da capital angolana. Para a empreitada foram seleccionados novos e antigos funcionários que se adaptaram às especificidades tecnológicas do projecto. Falando aquando do seminário sobre «O processo de construção do novo edifício-sede da Sonangol», o arquitecto-chefe do projecto, Sung-Ho Han, disse que o empreendimento conta com 95.5 metros de altura, salas de conferências, salão de exposições, escritórios diversos, restaurantes, um parque de estacionamento subterrâneo e um heliporto. “Esta é uma obra que vai congregar notariedade artística, aproximação cultural, visibilidade estética, funcionalidade executiva e simbolismo futurístico”, disse na altura o arquitecto sul-coreano. Depois da sua inauguração, o novo edifício vai servir como local de trabalho dos funcionários da actual sede da empresa, localizada defronte deste, e de alguns departamentos das suas subsidiárias. Para melhorar a imagem das zonas circunvizinhas da nova sede, estão a ser feitos trabalhos de reparação em algumas partes das ruas 1º Congresso do MPLA, 25 de Abril, Rainha Jinga, por forma a facilitar o acesso ao edifício e ao trânsito rodoviário na zona. Os trabalhos, a cargo da empresa de construção civil MotaEngil, consistem na colocação de um novo asfalto, reparação de passeios, sinalização, entre outros. O largo da Portugália também foi reabilitado, tendo ganho um jardim e respectivos assentos. in Jornal de Angola
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Barreiro | Projecto de Renovação do "Centro" | Joan Busquets
JVS replied to 3CPO's topic in Arquitectura
Barreiro: Juan Busquets apresenta novo mercado municipal O reconhecido arquitecto catalão Juan Busquets vai estar na sexta-feira no Barreiro para apresentar o estudo prévio para a construção do novo mercado municipal e a requalificação urbana da zona adjacente, num encontro com a população. O conceituado arquitecto catalão é responsável pelo projecto arquitectura do «Novo Mercado Municipal», parque de estacionamento subterrâneo, arranjos exteriores da praça 1640 e do Parque Catarina Eufémia, assim como, do Estudo Prévio de Integração Urbanística, que abrange a Rua Stara Zagora, Rua Miguel Bombarda e Avenida Alfredo da Silva. O arquitecto Juan Busquets, professor de planeamento de cidades na Universidade Politécnica de Barcelona, desenvolveu projectos de arquitectura em várias cidades europeias (e não só), tais como Roterdão, Málaga, Barcelona, Genebra, Amesterdão, entre outras. Em Portugal, desenvolveu projectos de reconversão urbana em Cascais, Viseu e no Chiado, em Lisboa. A Câmara do Barreiro tem vindo a desenvolver desde Janeiro vários encontros de discussão pública com a população e agentes económicos, onde anunciou as ideias do arquitecto catalão, que vai estar no Barreiro na sexta-feira naquela que será a última iniciativa deste processo. O novo mercado vai se manter no mesmo local, numa área de 3.000 m2, com estacionamento público, em cave, para 250 automóveis, contribuindo para o reforço do eixo da avenida Alfredo da Silva, acentuando o papel da Praça 1640 e distribuindo de forma mais equilibrada o estacionamento. O estacionamento terá acesso pela Rua D. Câmara Pestana (através de elevador) e entre este edifício e o Parque Catarina Eufémia será criada uma praça que se estende entre a Av. Alfredo da Silva e a Rua Câmara Pestana, tornando-se na plataforma de entrada no Barreiro Antigo, uma vez que esta ficará alinhada à Rua Dr. Eusébio Leão. Os desenhos do estudo foram apresentados pelo vereador Joaquim Matias que referiu que o Mercado passa a ter lojas, restaurantes, cafés que «possibilitam a colocação de esplanadas na praça». Em relação ao futuro edifício do Mercado e zona envolvente, a solução pretende aumentar a dimensão do edifício, conservando duas fachadas. A que está de frente para o parque será totalmente nova e terá primeiro andar. A obra do novo Mercado Municipal deverá ser iniciada ainda durante o mês de Fevereiro e estará concluída em oito a dez meses. A proposta contempla também o reforço da Avenida Alfredo da Silva de ligação entre o Fórum Barreiro, o Mercado 1º de Maio e o encontro visual com o rio. A proposta do arquitecto catalão para a avenida o aumento dos passeios, a sua arborização e a criação de zonas de cargas e descargas, na qual só se possa circular a 30 km/h. Segundo a autarquia, a Rua Miguel Bombarda não permite o aumento dos passeios, a sua arborização e a criação de zonas específicas de cargas e descargas estão em estudo. Numa primeira fase estava previsto que o mercado passasse para um terreno situado perto do Forum Barreiro, que está nesta altura a ser construído, mas um inquérito aos comerciantes do Mercado e à população concluiu que seria mais vantajoso manter o mercado no mesmo sítio. Diário Digital / Lusa -
Barreiro | Projecto de Renovação do "Centro" | Joan Busquets
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Barreiro: Juan Busquets apresenta novo mercado municipal O reconhecido arquitecto catalão Juan Busquets vai estar na sexta-feira no Barreiro para apresentar o estudo prévio para a construção do novo mercado municipal e a requalificação urbana da zona adjacente, num encontro com a população. O conceituado arquitecto catalão é responsável pelo projecto arquitectura do «Novo Mercado Municipal», parque de estacionamento subterrâneo, arranjos exteriores da praça 1640 e do Parque Catarina Eufémia, assim como, do Estudo Prévio de Integração Urbanística, que abrange a Rua Stara Zagora, Rua Miguel Bombarda e Avenida Alfredo da Silva. O arquitecto Juan Busquets, professor de planeamento de cidades na Universidade Politécnica de Barcelona, desenvolveu projectos de arquitectura em várias cidades europeias (e não só), tais como Roterdão, Málaga, Barcelona, Genebra, Amesterdão, entre outras. Em Portugal, desenvolveu projectos de reconversão urbana em Cascais, Viseu e no Chiado, em Lisboa. A Câmara do Barreiro tem vindo a desenvolver desde Janeiro vários encontros de discussão pública com a população e agentes económicos, onde anunciou as ideias do arquitecto catalão, que vai estar no Barreiro na sexta-feira naquela que será a última iniciativa deste processo. O novo mercado vai se manter no mesmo local, numa área de 3.000 m2, com estacionamento público, em cave, para 250 automóveis, contribuindo para o reforço do eixo da avenida Alfredo da Silva, acentuando o papel da Praça 1640 e distribuindo de forma mais equilibrada o estacionamento. O estacionamento terá acesso pela Rua D. Câmara Pestana (através de elevador) e entre este edifício e o Parque Catarina Eufémia será criada uma praça que se estende entre a Av. Alfredo da Silva e a Rua Câmara Pestana, tornando-se na plataforma de entrada no Barreiro Antigo, uma vez que esta ficará alinhada à Rua Dr. Eusébio Leão. Os desenhos do estudo foram apresentados pelo vereador Joaquim Matias que referiu que o Mercado passa a ter lojas, restaurantes, cafés que «possibilitam a colocação de esplanadas na praça». Em relação ao futuro edifício do Mercado e zona envolvente, a solução pretende aumentar a dimensão do edifício, conservando duas fachadas. A que está de frente para o parque será totalmente nova e terá primeiro andar. A obra do novo Mercado Municipal deverá ser iniciada ainda durante o mês de Fevereiro e estará concluída em oito a dez meses. A proposta contempla também o reforço da Avenida Alfredo da Silva de ligação entre o Fórum Barreiro, o Mercado 1º de Maio e o encontro visual com o rio. A proposta do arquitecto catalão para a avenida o aumento dos passeios, a sua arborização e a criação de zonas de cargas e descargas, na qual só se possa circular a 30 km/h. Segundo a autarquia, a Rua Miguel Bombarda não permite o aumento dos passeios, a sua arborização e a criação de zonas específicas de cargas e descargas estão em estudo. Numa primeira fase estava previsto que o mercado passasse para um terreno situado perto do Forum Barreiro, que está nesta altura a ser construído, mas um inquérito aos comerciantes do Mercado e à população concluiu que seria mais vantajoso manter o mercado no mesmo sítio. Diário Digital / Lusa -
Diário Digital/Lusa
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Diário Digital/Lusa
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Manifestação em defesa do Mercado do Bolhão 2008/02/16 | 17:00 Cidadãos do Porto aderiram ao movimento cívico em favor deste «património» Artistas, arquitectos, políticos e populares aderiram este sábado, no Porto, a mais uma manifestação organizada pelo movimento cívico em defesa do Mercado do Bolhão, que agendou já idêntico protesto para o mesmo dia da próxima semana, noticia a agência Lusa. Animados pela notícia da classificação do mercado do Bolhão como imóvel de interesse público, os organizadores do protesto garantem que «não vão parar» e manifestam-se, agora, mais confiantes de que o tribunal, através de uma providência cautelar, lhes dê razão e impeça o avanço do projecto da autarquia de reconversão do edifício. Providências cautelares contra novo Bolhão Assinaturas para salvar Mercado do Bolhão O arquitecto Correia Fernandes, em declarações à Lusa, lamentou que a Câmara do Porto se tenha «demitido da obrigação de procurar rubricas, programas e outros apoios que existem para a reabilitação física dos espaços, optando pela imediata entrega do imóvel a um grupo privado». «Entregou a concepção do projecto, mas também a construção e a exploração do mercado sem antes ter tentado encontrar uma solução alternativa, nomeadamente através de candidaturas a fundos comunitários que existem», frisou. O arquitecto, que hoje se juntou às dezenas de manifestantes que se reuniram em frente ao mercado, explicou que «todos os edifícios vão mudando - veja-se o caso da Cadeia da Relação - mas o importante é a manutenção da memória». No caso do Mercado do Bolhão, «trata-se de um edifício notável e de grande importância a nível mundial». A mesma opinião foi transmitida pelo mestre José Rodrigues, que faz questão de afirmar que adere a todos os movimentos que visem impedir os atentados contra o património. «Do negócio não sei, mas sei que destruir um património destes é um crime», acrescentou o escultor, considerando que «uma cidade vive de memórias». «O Bolhão faz parte do Porto», afirmou. A azáfama no interior do mercado era a habitual de uma manhã de sábado, não se notando, segundo os comerciantes e clientes, grandes alterações no movimento apesar da «festa» que decorria no exterior. Simultaneamente ao protesto decorreu uma recolha de assinaturas para um abaixo-assinado que será entregue, a meio da próxima semana, na Assembleia da República, onde se defende que o Mercado do Bolhão «deve ser reabilitado e não demolido». Este abaixo-assinado já recolheu cerca de «20 mil assinaturas», segundo um dos promotores, mas espera-se que o número continue a aumentar até 21 de Fevereiro, dia em que será entregue no parlamento. A Câmara do Porto assinou a 23 de Janeiro um contrato com a TranCroNe (TCN), onde se prevê que a autarquia ceda o edifício em direito de superfície por 50 anos, recebendo um milhão de euros no momento da emissão da licença de construção e uma percentagem dos resultados de exploração a partir do décimo ano. As origens do Mercado do Bolhão, um dos edifícios mais emblemáticos da cidade, remontam a 1838, quando a Câmara do Porto decidiu construir uma praça em terrenos adquiridos ao cabido. in http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=916407&div_id=291
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Manifestação em defesa do Mercado do Bolhão 2008/02/16 | 17:00 Cidadãos do Porto aderiram ao movimento cívico em favor deste «património» Artistas, arquitectos, políticos e populares aderiram este sábado, no Porto, a mais uma manifestação organizada pelo movimento cívico em defesa do Mercado do Bolhão, que agendou já idêntico protesto para o mesmo dia da próxima semana, noticia a agência Lusa. Animados pela notícia da classificação do mercado do Bolhão como imóvel de interesse público, os organizadores do protesto garantem que «não vão parar» e manifestam-se, agora, mais confiantes de que o tribunal, através de uma providência cautelar, lhes dê razão e impeça o avanço do projecto da autarquia de reconversão do edifício. Providências cautelares contra novo Bolhão Assinaturas para salvar Mercado do Bolhão O arquitecto Correia Fernandes, em declarações à Lusa, lamentou que a Câmara do Porto se tenha «demitido da obrigação de procurar rubricas, programas e outros apoios que existem para a reabilitação física dos espaços, optando pela imediata entrega do imóvel a um grupo privado». «Entregou a concepção do projecto, mas também a construção e a exploração do mercado sem antes ter tentado encontrar uma solução alternativa, nomeadamente através de candidaturas a fundos comunitários que existem», frisou. O arquitecto, que hoje se juntou às dezenas de manifestantes que se reuniram em frente ao mercado, explicou que «todos os edifícios vão mudando - veja-se o caso da Cadeia da Relação - mas o importante é a manutenção da memória». No caso do Mercado do Bolhão, «trata-se de um edifício notável e de grande importância a nível mundial». A mesma opinião foi transmitida pelo mestre José Rodrigues, que faz questão de afirmar que adere a todos os movimentos que visem impedir os atentados contra o património. «Do negócio não sei, mas sei que destruir um património destes é um crime», acrescentou o escultor, considerando que «uma cidade vive de memórias». «O Bolhão faz parte do Porto», afirmou. A azáfama no interior do mercado era a habitual de uma manhã de sábado, não se notando, segundo os comerciantes e clientes, grandes alterações no movimento apesar da «festa» que decorria no exterior. Simultaneamente ao protesto decorreu uma recolha de assinaturas para um abaixo-assinado que será entregue, a meio da próxima semana, na Assembleia da República, onde se defende que o Mercado do Bolhão «deve ser reabilitado e não demolido». Este abaixo-assinado já recolheu cerca de «20 mil assinaturas», segundo um dos promotores, mas espera-se que o número continue a aumentar até 21 de Fevereiro, dia em que será entregue no parlamento. A Câmara do Porto assinou a 23 de Janeiro um contrato com a TranCroNe (TCN), onde se prevê que a autarquia ceda o edifício em direito de superfície por 50 anos, recebendo um milhão de euros no momento da emissão da licença de construção e uma percentagem dos resultados de exploração a partir do décimo ano. As origens do Mercado do Bolhão, um dos edifícios mais emblemáticos da cidade, remontam a 1838, quando a Câmara do Porto decidiu construir uma praça em terrenos adquiridos ao cabido. in http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=916407&div_id=291
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Cubal: Arquitecto Niemeyer evoca "gentileza" de Fidel Castro
JVS replied to JVS's topic in Arquitectura
ER. Lusa/Fim
