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alecha

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  1. Concordo! Se estamos neste panorama, só podemos queixar-nos de nós próprios. Quando membros não participam nas acções, assembleias, eleições, etc da sua ordem profissional, então aí sim só se podem queixar de estarem satisfeitos com aquilo que se passa. Como se costuma dizer, quem cala consente!!! Se quermos mudar alguma coisa, temos que expôr opiniões e não ter medo de represálias, porque há muita mentalidade instalada, e realmente faz falta um bastonário e uma equipa que não tenha receio de colocar-nos no lugar onde merecemos na sociedade. Quando percebemos o papel que a Ordem dos Engenheiros desempenha nas várias vertentes de debate de competências, de projectos de decreto de lei, na defesa das competências dos seus membros, percebemos que ainda temos um longo caminho a percorrer. Mas não nos podemos esquecer que existem outros factores que fizeram com que certas ordens profissionais adquirissem o estatuto que a sociedade lhes reconhece. Temos um congresso à porta, vamos ver se algumas conclusões para a prática profissional em função da crise económica que vivemos no nosso sector à já alguns anos se podem retirar, com vista à melhoria. O colega referiu um exemplo de de um debate sobre a reabilitação, sobre o facto de não haver um representante da OA! Mas e eu gostaria de dar outro exemplo: Houve uma secção de esclarecimento na OASRS acerca da plataforma que se está a construir acerca das habilitações dos técnicos responsáveis por planos. Na audiência seríamos talvez uns 5, todos os restantes eram elementos que pertenciam à organização do debate. Sei por exemplo que da parte de Engenheiros do Territórios, Arquitectos Paisagistas, este é um assunto que os move com muita preocupação, da parte dos arquitectos, fico sem perceber. Pergunto: Será normal????
  2. Olá Margarida Esta situação já me preocupa à já alguns anos, comecei a sentir isso quando ingressei no mercado de trabalho. E sabes que quando alguns de nós, entre os quais eu me incluo, que não fazem só projecto, andam por exemplo também em obra a acompanhar os trabalhos, não é muito dificil perceber que é urgente haver algum cuidado quando se formam pessoas, como acontece nas várias faculdades, para projectar. O arquitecto encarado como um elemento especial e criativo que está no seu gabinete a criar. Eu quando avalio a minha formação académica, agradeço a liberdade criativa que os meus professores me permitiram desenvolver, atendendo a algumas condicionantes, mas certamente não me prepararam para o mercado de trabalho. Apenas com o meu esforço pessoal, de querer aprender o "saber-fazer" me tem permitido inclusivé poder perceber que muitos dos projectos que chegam para execução de uma obra, têm problemas, e infelizmente acarretam custos para o Dono de Obra, que se estivessemos num país onde o termos de responsabilidade fosse encarado com a seriedade que deveria, haveria muitos colegas nossos a terem que indeminizar clientes, por erros e omissões. Por isso, eu continuo a dizer que aqui sim pode ser importante o papel da OA, qualificar pessoas, através de acções de formação, para o desempenho de funções da arte da arquitectura, que não é só projecto. Quando recebemos a visita de um colega que está na área comercial numa empresa de materiais, haverá alguém melhor do que eles para nos apresentarem estes materiais? E dou só este exemplo, há em alguma faculdade ou secção da OA formação na área comercial???? Acho que este tema não irá ficar por aqui certamente... Termino com esta frase: Um projecto começa pela vontade de um cliente em concretizar algo, a partir daí há todo um percurso pluridisciplinar a percorrer, até a ideia estar realizada.
  3. Eu também já tinha recebido esta carta por email, e como tantas outras, fico na dúvida se terá chegado mesmo ao destinatário, antes demais acho que isso é que era interessante saber, qual a reacção da OA? Se este colega se identificou? Concordo que a carta tem algumas expressões muito deselegantes, entre outras fico chocada com "...e visto que a OA não tem a mínima capacidade ou competância para me defender profissionalmente...". Atenção com estas conclusões de competências!!!! É verdade, e muito bem que vivemos numa democracia, mas isso não nos dá o direito de articularmos palavras, sob a forma de frases sem pensarmos reflectidamente na mensagem que estamos a passar. Eu percebo que há muita insatisfação, também sou da opinião que a OA tem que melhorar muito, mas todos nós também nos deveremos empenhar em apresentar soluções de melhoria. Da minha experiência e exigência pessoal gostaria que houvesse melhorias no que concerne à qualidade e conteúdos de alguma formação que a OA que disponibiliza, por exemplo não entendo porque ainda não existe a figura da formação contínua??? Há muitos arquitectos que deixam de participar na vida activa da educação/ formação/ debates, etc. Mas penso que todos estes problemas que cada um de nós tenha para com a OA, estes descontentamentos devem ser feitos chegar à OA, de forma séria e esclarecedora. Mas a realidade que o colega apresenta, acerca das condições de remuneração que existem no mercado, peço desculpa mas parece-me que algumas pessoas andam um pouco fora do contexto da realidade. Sou a primeira a defender que quando não queremos ser escravos, devemos rumar a outro destino, mas carissimos não se esqueçam que infelizmente hoje em dia à pessoas que só têm essas oportunidades para trabalharem em gabinetes de arquitectura, e a culpa é de quem? Alguém se dispõe a pagar nesses termos! Eu acho uma vergonha haver estágios não remunerados, quem trabalha tem direito a receber pelo seu serviço, e quando o estágio faz parte do processo de admissão a uma ordem profissional, aí acho que a OA deveria proteger os seus futuros membros, não deveria aceitar patronos que não pagassem remuneração, essa deveria ser uma das condições de aceitação. Só assim, seria possível acabar com o mercado de trabalho voluntário à força. As consequências deste mercado são desatrosas no mercado de trabalho da arquitectura, porque mão de obra barata, promove a baixa de preços de trabalhos de arquitectura que se vive em portugal, e isso sim só tira dignidade ao nosso trabalho. Já somos arquitectos a mais, pelo menos da forma como se trabalha em Portugal, a OA tem que ajudar a encontrar rumos, porque não há projectos para todos!!! Mas acima de tudo, digo-vos, não desisto de acreditar!
  4. Finalmente parece que estas soluções estão em vista de serem implementadas. O arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles tem lutado muito pela introdução de uma série de conceitos, e espero sinceramente que a estratégia da cidade de lisboa se concretize. O social e o económico, quando se referem às hortas comunitárias, por um lado defendem a integração entre gerações e culturas e por outro lado, e não menos importante, estaremos perante uma agricultura de subsistência. No meio disto tudo, o ambiente e a paisagem agradecem. Estas experiências já não são inovadoras noutros países, mas espero que realmente vingue por cá. Ainda não possuo informação detalhada sobre o assunto, sei apenas de algumas experiências que têm vindo a acontecer na cidade do Porto, mas quero saber pormenores, dos próprios que estão inseridos nestes projectos. De acordo com as previsões, a maioria da população irá habitar nas cidades e suas periferias. Os vazios urbanos, as áreas remanescentes de somatórios de loteamentos desinfraestruturados, e a cidade, agradecem. Só deixo aqui uma questão, alguém me sabe dizer se conjuntamente com estes projectos de setá a prever algum sistema de rega para estas hortas comunitárias, que provenha de sistemas de aproveitamento de águas pluviais?
  5. livro " o valor dos solos" penso que é este o título, do arquitecto joão carvalho, alguém me sabe dar mais informações, na net não estou a encontrar nada sobre editoras

  6. De modo algum, estudei em Lisboa na Universidade Lusíada.
  7. Olá a todos Chamo-me Alexandra, sou arquitecta e já exerço à cerca de 9 anos. Tenho trabalhado apenas em Portugal. Adoro viajar, ler e pintar.
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