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edgar

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  1. Tenho que discordar. O safari 2 é muito (mas mesmo muito lento). Tanto o firefox como o camino correm bem mais rápido, para além a estória dos recursos que consome. A nova versão, ainda em beta, é pouco estável, crasha recorrentemente e para além do argumento estético e algum eye candy, pouco acrescenta em performance. É mais parra que uva. Numa comparação directa em windows, do pouco que experimentei, o safari 3 crasha ainda mais do que no mac OSX, embora esteticamente bata todos os outros.. Mas em windows, julgo que os melhores são mesmo o firefox e o opera. Pena que continuem a existir imbecis que programam as páginas para apenas serem lidas em IE, o que me obriga várias vezes a voltar a esse passado.
  2. Apesar de ter um mac, corro o revit no windows emulado no parallels. Por necessidade tive de instalar o archicad, e é bestial poder ter o melhor de dois mundos, correndo lado a lado.
  3. Safari mais rápido que firefox e IE? No way!.. Safari é muita parra e pouca uva: promete muito, demora muito e consome muito (de ram claro). A vote for Camino. Rápido, estável e com aquela estética do mac OSX.:D
  4. Penso que o TiCo toca num assunto pertinente: o excesso de licenciaturas em arquitectura. De facto, a proliferação destas fez-se de forma semelhante ao desenfreado crescimento habitacional que se assistiu nas décadas de 70 e 80, coexistindo cursos de elevada qualidade com outros de não tanta. As ordens que assistiram impávidas a esta proliferação, e uma vez que não tiveram poderes para vetar a criação destes cursos, utilizam o mecanismo de admissão como forma de regular o acesso à prática. Este mecanismo vem agora ser posto em causa e na realidade não posso deixar de concordar que por uma questão de prinicípio, tais restrições não deveriam ser impostas a alunos que apenas pretendem concretizar aquilo que ao longo do curso aprenderam. No entanto, temos que ter os pés na terra; a oferta de arquitectos é largamente superior à procura e a qualidade de alguns destes deixa muito a desejar. Infelizmente, penso que a única solução deve passar pelo encerramento de todos os cursos que não cumpram os requisitos para serem reconhecidos pela ordem. É errado estar a criar falsas ambições a alunos que andem nestes cursos, e que em última instância torna o mercado a selvajaria que conhecemos. Será anti-democrático privar estes alunos de cumprirem o seu sonho? No limite julgo que sim, mas a realidade diz-nos que nem sempre podemos ser aquilo que queremos. No entanto, julgo que seria igualmente de louvar se o acesso às escolas que lecionam os cursos creditados deixasse de ser exclusivamente mediada por médias e provas de acesso, e passase a ser dirigida pela escola, que segundo os seus critérios e métodos de admissão estabeleceria quem entra ou não. Por último, penso que se a questão não for discutida, o impacto da revisão do 73/73 será residual e provavelmente o que poderá acontecer é que os mesmos gabinetes de desenhadores, técnicos e engenheiros, que possuem uma extensa carteira de clientes, passarão a recrutar "arquitectozinhos" acabados de formar, que por ainda não serem realmente arquitectos pouco mais que a assinatura irão projectar. P.S. este é o meu primeiro essay no fórum, e sendo eu um aluno de engenharia civil, julgo que a questão acima discutida também carece de extensão à área em que me encontro.
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