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Arquitectos rejeitam traçado "insensível" do Metro A Associação de Arquitectos de Macau lamenta que o traçado proposto pelo executivo para o Metro Ligeiro contemple o aproveitamento "dos últimos espaços graciosos da cidade", nas palavras do presidente da associação, Nuno Jorge. Na próxima segunda-feira, serão apresentadas propostas alternativas à destruição dessas ilhas que sobraram de um "desenvolvimento caótico" Na primeira de duas sessões promovidas pela Associação dos Arquitectos de Macau subordinadas (AAM) ao desenvolvimento urbano, houve unanimidade sobre a "insensibilidade em relação a certos aspectos do traçado" que constam da proposta feita pelo governo sobre o sistema de Metro Ligeiro. De acordo com Nuno Jorge, que dirige a AAM desde o passado dia 1 de Abril, foi consensual, no passado sábado, "a preocupação pelo facto de o metro aproveitar os últimos espaços graciosos da cidade para instalar neles o seu traçado e as suas estações, destruindo-os." Estes "espaços graciosos" são as partes "agradáveis da cidade que sobraram", disse Nuno Jorge referindo-se a zonas como a Praia Grande ou o Jardim de São Francisco, "algumas ilhas no meio de uma cidade demasiadamente densa e extremamente degradada." Segundo o arquitecto, "durante muitos anos o desenvolvimento de Macau foi muito caótico, sem disciplina, com as grades de protecção de janelas, enferrujadas... Quando andamos no meio da cidade interrogamo-nos se estamos mesmo numa cidade ou num monte de ferro-velho." Para compensar este cenário, considera, existem "estes pontos extremamente agradáveis". Daí que tenha ficado patente esse consenso, entre os arquitectos, de preocupação e "mesmo rejeição" pela ocupação do traçado nesses pontos, bem como pela destruição de árvores ao longo do seu percurso. O Gabinete para o Desenvolvimento de Infra-estruturas está a desenvolver, desde o final do ano passado, uma consulta relativa ao estudo aprofundado sobre a introdução do Sistema de Metro Ligeiro, a fim de recolher as opiniões das diversas associações, sectores profissionais e da população. Nuno Jorge observa que, desde que assumiu a direcção da Associação dos Arquitectos de Macau, a classe profissional ainda não foi auscultada. Considerando que isso vai acontecer mais cedo ou mais tarde, Nuno Jorge mostrou-se convencido de que o executivo está interessado em ouvir os arquitectos nesta matéria, assim como noutras. "Isso é um acto de inteligência. Nenhuma administração está interessada em fazer disparates podendo evitá-los, ou fazer uma coisa menos boa quando pode fazer uma coisa melhor. Se houver sugestões que o governo entender que possam ser benéficas, estou convencido que serão acolhidas." Tapar o Clube Militar e cortar árvores na Praia Grande A apresentação do passado sábado é resultado da contribuição de um trabalho de estudo da AAM de um grupo de técnicos de diferentes áreas (Planeamanto Urbano, trânsito, paisagismo, património, etc.). Este grupo é parte do programa da nova direcção da AAM. Francisco Vizeu Pinheiro, Liaison Director para este grupo de Planeamento Urbano, reserva para a próxima segunda-feira, data da última sessão, a apresentação das propostas deste grupo de trabalho. Para já, da análise da proposta do governo, o arquitecto destaca, pela negativa, "os problemas na zona da Praia Grande, devido ao corte de árvores", e também a localização de um viaduto em frente ao Clube Militar, entre outros aspectos, o que "dá cabo da vista das zonas históricas de Macau." Nuno Jorge espera que este género de iniciativas aconteça com frequência nos próximos tempos, dando assim um cunho mais interventivo à Associação dos Arquitectos. "Uma associação profissional não pode viver dissociada da sociedade. A razão de existir das associações não é só a protecção da classe, isso seria egoísta. Temos que dar a nossa contribuição." O debate do passado sábado serviu fundamentalmente para analisar a presente proposta do governo, sendo que no próximo dia 28, na sede da AAM, na Avenida Coronel Mesquita, às 18:30, poderá eventualmente apresentar-se uma solução alternativa às propostas do governo. Autor: Hugo Pinto hugommpinto@gmail.com Fonte: Ponto Final
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Novo centro multimédia junto à Praça Sandeman O edifício da Gran Cruz, contíguo à Praça Sandman e localizado no gaveto da Avenida Diogo Leite com a Rua Cândido dos Reis, vai dar lugar a um Centro Multimédia para promover uma “imagem moderna e inovadora” da empresa de Vinho do Porto. O projecto está orçado em três milhões de euros e prevê a manutenção integral das fachadas do edifício, inclusive da azulejaria que será restaurada ou resposta se necessário. De acordo com a nota descritiva do projecto, o interior do edifício “é inspirado na imagem comercial da própria empresa, a figura feminina”. As paredes serão demolidas e os espaços serão abertos e amplos. Nos três pisos do edifício com vistas privilegiadas sobre o Douro e a Ribeira do Porto, serão construído um pequeno auditório, uma área museológica e uma zona de degustação e venda. A Gran Cruz pretende, assim, dar a conhecer o Vinho do Porto, desde a sua produção no Douro até à sua comercialização internacional, aos milhares de turistas que se deslocam a Gaia para visitar as caves. O projecto está ser desenvolvido pelos arquitectos Valentim Miranda e Miguel Miranda do gabinete ARQ 2525, em colaboração com os arquitectos franceses Juliette Faugere e Luc Arsene-Henry. Com forte implantação no mercado francês e belga, a Gran Cruz Porto – Sociedade Comercial de Vinhos comercializa anualmente mais de 24 milhões de garrafas de Vinho do Porto, mantendo-se em permanência na procura de novos mercados. Fonte: Primeiro de Janeiro
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Bem vindo faquineu, Aqui estão as respostas às tuas perguntas: 1. A Joker Art Gallery vai publicar os trabalhos online numa das sua galerias online. No entanto o Arquitectura.pt está a negociar uma proposta com a revista ARQ/A para a publicação dos trabalhos vencedores. 2. Basta o incluíres no projecto em qualquer lado, se é visível num dos lados é aceitável. Espero ter sido útil. Obrigado!
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Tens toda a razão. Vamos já rectificar isso!
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Novo atelier adicionado por marcomartins: Marco António Martins Arquitecto - http://marcoantoniomartins.com.sapo.pt/
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Demolition Day - Sun, 20 May 2007 19:54:00 +0000 [images: Photos by Neil Burns capture the destruction; via the BBC]. The BBC posted a short photo-spread today that looks at the implosion of four cooling towers at the Chapelcross nuclear power station, in Scotland, where the UK used to produce weapons-grade plutonium. "The towers were brought down in 10 seconds, generating an estimated 25,000 tonnes of rubble," we read. [images: Photos by Andrew Turner and John Smith; via the BBC]. I think it's interesting, though, that the towers seem to crimp and torque in some of these pictures, almost whirling, or folding, down onto themselves like some kind of self-imploding Richard Serra sculpture, made of lead-reinforced concrete. Might demolition somehow reveal other geometries and architectural forms – otherwise unknown material tendencies held at bay by engineering? [images: Via The Scotsman]. In loosely related news, meanwhile, I'm excited to announce that Jeff Byles, author of Rubble: Unearthing the History of Demolition, will now be speaking at Postopolis! next week – so if you've got a knack for demolition, please stop by! More speakers to be announced shortly, including an up-to-date schedule. Ler artigo...
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[Dúvida] qual a sua necessidade basica para viver?
Arq.to replied to Christie's topic in Arquitectura
Peço desculpa, já está corrigido! -
Aproveito para deixar outro: www.arquitectura.pt :)
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[Dúvida] qual a sua necessidade basica para viver?
Arq.to replied to Christie's topic in Arquitectura
Bem vindo Christie, Coloque as suas dúvidas neste fórum, quando a sua proposta estiver pronta então o fórum Submissão de propostas é o ideal . Quanto à dúvida do Christie já está respondida neste tópico: http://www.arquitectura.pt/forum/f114/duvida-ideia-si-5905.html Espero que seja útil! -
[Dúvida] espaços habitàveis = casa para un nómade
Arq.to replied to Eduardo Corales's topic in Arquitectura
Cara Monique, A sua dúvida já tem resposta - clique no link para verificar: http://www.arquitectura.pt/forum/f114/duvidas-6348.html Quanto ao Chile ainda teremos de verificar, pelos patrocinadores e se é possível enviar os prémios. -
Tribunal Constitucional devolveu «dignidade» «Saúdo a decisão do Tribunal Constitucional que devolveu a dignidade a este acto eleitoral», referiu ao PortugalDiário, a ex-militante do PS Helena Roseta numa reacção directa à decisão de suspensão das eleições para a Câmara de Lisboa a 1 de Junho. «Não vale a pena fazer batota, as pessoas não estão dispostas a votar em manobras de secretaria», referiu ainda. Helena Roseta, que só esta sexta-feira conseguiu as 4 mil assinaturas necessárias para a sua candidatura como independente, aproveitou para agradecer a «atitude do povo Lisboeta». A presidente da Ordem dos Arquitectos acrescentou que a democracia não pode admitir «atropelos como este por parte da Governadora Civil de Lisboa», congratulando-se com a anulação do despacho da Governadora Civil de Lisboa, Adelaide Rocha. Apesar de ter agora mais tempo para entregar as quatro mil assinaturas necessárias para se candidatar, Helena Roseta anunciou que já atingiu esse número e que as entregará no prazo que estava definido, segunda-feira, juntamente com a lista da sua candidatura. «Vou na segunda-feira entregar o processo de candidatura. Tenho já as quatro mil assinaturas comigo. Continuaremos a recolher mais durante o fim-de-semana e os cidadãos demonstrarão que não permitem atropelos aos seus direitos fundamentais», disse a independente aludindo ainda ao facto de existir quem quisesse fazer atropelos através de manobras administrativas e jogos sujos». Fonte: Portugal Digital
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Candidatura de Roseta «não é boa notícia» O dirigente socialista Pedro Silva Pereira afirmou hoje que uma eventual candidatura independente de Helena Roseta à Câmara de Lisboa «não é uma boa notícia», porque dividirá os votos dos eleitores à esquerda. A posição de Pedro Silva Pereira foi manifestada em entrevista à Sic Notícias, na qual desvalorizou a recente demissão de Helena Roseta do PS. «No PS há a liberdade de entrar e de sair. A arquitecta Helena Roseta escolheu sair», disse, recusando-se sempre a esclarecer se considerava uma perda para o partido a demissão da ex-dirigente socialista. Segundo o ministro da Presidência, «no PS só faz falta quem quer ser militante e Helena Roseta escolheu sair». «Helena Roseta está no seu direito», observou. Já quanto a uma eventual candidatura independente de Helena Roseta â Câmara de Lisboa, Pedro Silva Pereira reconheceu que poderá «provocar uma divisão de votos à esquerda». «Não é uma boa notícia, mas a candidatura de António Costa, pelo PS, é ganhadora e representará seguramente a abertura de um novo ciclo na Câmara Municipal de Lisboa», sustentou. Na entrevista, o dirigente do PS também refutou as críticas de Helena Roseta sobre a data escolhida para as eleições intercalares e Lisboa, 01 de Julho próximo, alegando que surgiu na sequencia de um acordo entre as maiores forças políticas da capital, apenas tendo ficado de fora o CDS-PP. Fonte: Portugal Diário
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Museu da Irmã Lúcia em fase de conclusão No ano em que se assinala o centenário do nascimento da Irmã Lúcia, o museu dedicado à vidente está em fase de conclusão e será inaugurado dia 31. É a simplicidade que marca a obra que, discretamente, vai ganhando forma na Rua Marnoco e Sousa, mesmo ao lado da sede da Associação de Municípios Portugueses, junto ao Penedo da Saudade. Proposta pelo gabinete A3 Arquitectos e com o projecto da autoria de Florindo Belo Marques, a obra está a ser levada a cabo pela empresa Manuel Lourenço Gonçalves, Lda, que já realiza intervenções no Carmelo de Santa Teresa há mais de 25 anos. No ano em que se assinala o centenário sobre o nascimento da vidente de Fátima, o museu terá uma única abertura para o exterior. Lá dentro, predominam as cores castanho e branco crú, num ambiente de forte carga espiritual. No rés-do-chão do edifício – cuja área ronda os 350 metros quadrados – será construído um pátio interior e entrada, totalmente independentes do Carmelo, assegurando, assim, a clausura que o caracteriza. A zona de antedimento ao público e instalações sanitárias ficam também neste piso, onde a sala multimédia (com capacidade para cerca de 50 pessoas) poderá ser utilizada para contar a vida da Irmã Lúcia, que faleceu, recorde-se, em Fevereiro de 2005. Elevador panorâmico O acesso ao andar superior do museu será feito num elevador panorâmico, totalmente em vidro, e termina frente a uma grande imagem da Irmã Lúcia. É aqui que será feita a reposição do seu quarto, sendo ainda edificados diversos espaços cujas vitrinas vão receber os objectos mais importantes, como a correspondência da vidente. Alguns dos objectos, por estarem mais susceptíveis à deterioração, serão colocados em condições de humidade e temperatura controladas. O espólio estará a cargo do Carmelo, cujos responsáveis terão acesso ao museu por uma porta interior, o que permitirá a manutenção dos objectos expostos e a sua renovação, uma vez que o espaço não terá capacidade para acolher toda a colecção de objectos que evocam a Irmã Lúcia. Fonte: As Beiras
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Helena Roseta entrega mais de 4 mil assinaturas dia 21 http://img208.imageshack.us/img208/3188/ng1012269bz1.jpg Apesar de já ter as assinaturas necessárias para formalizar a sua candidatura, a presidente da Ordem dos Arquitectos aplaude decisão do Tribunal Constitucional. Helena Roseta já tem as quatro mil assinaturas necessárias para formalizar a sua candidatura às eleições autárquicas em Lisboa. "Vou entregar tudo na próxima segunda-feira", comentou ao Expresso numa reacção à decisão do Tribunal Constitucional (TC) que esta noite suspendeu a data de 1 de Julho, decretada pelo Governo Civil de Lisboa. Com a decisão do TC, a candidata, que há umas semanas entregou a sua carta de demissão do PS, tinha mais tempo para recolher um número maior de assinaturas. "Em seis dias consegui 4 mil assinaturas porque as pessoas ficaram revoltadas com a data das eleições. Estão fartas dos comportamentos dos partidos", disse ao Expresso. A líder do movimento "Cidadãos por Lisboa" aplaude a posição do TC, que repõe "a verdade e o rigor". Fonte: Expresso
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Bem vindo caro Milkos Já temos a nossa dose de escândalos, este é o último: http://www.arquitectura.pt/forum/f31/perola-do-oficio-casa-sportinguista-6351.html http://www.arquitectura.pt/forum/f31/a-arquitecta-helena-roseta-demitir-se-de-bastonaria-6257.html http://www.arquitectura.pt/forum/f31/helena-roseta-candidata-a-camara-de-lisboa-6215.html
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Caro Gerson, No fórum de dúvidas existem já as respostas às suas perguntas: http://www.arquitectura.pt/forum/duvidas.html No entanto ficam aqui as respostas às dúvidas do Gerson. Peço ao Gerson para reler as o regulamento e o tutorial, caso ainda não tenha lido: http://www.arquitectura.pt/forum/f115/regulamento-concurso-espacos-habitaveis-do-arquitectura-pt-5870.html http://www.arquitectura.pt/forum/f115/tutorial-criar-entrada-concurso-5850.html -É permitida a participação de Arquitetos registrados fora de Portugal? Sim permitimos participações de arquitectos fora de Portugal, como o Brasil. -Tenho um trabalho de Arquitetura que desenvolvi e estou finalizando exclusivamente pra este concurso. Quais os passos que devo seguir pra possibilitar minha inscrição neste Concurso? Para saber como participar basta ler este tutorial: http://www.arquitectura.pt/forum/f115/tutorial-criar-entrada-concurso-5850.html -As regras e normas do Concurso estão em que Link do seu site? Já o vi logo no lançamento do Concurso, porém não consegui reencontrá-lo. Aqui está ele: http://www.arquitectura.pt/forum/f115/regulamento-concurso-espacos-habitaveis-do-arquitectura-pt-5870.html -Posso receber estas respostas e questionamentos direto no meu e-mail (ggalvarros@via-rs.net)? Com certeza, esta mensagem será reenviada para o mesmo e-mail.
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JVS esse site que falas foi feito pelos familiares da menina (tio salvo erro) e não para fins lucrativos.
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