O que acontece neste caso é que as tipologias que existem nao se adaptam ao estilo de vida actual.
As tipologias do seculo dezoito ou dezanove, pelo mau estado de conservaçao e pela sua essencia nao podem adaptar-se, na grande maioria dos casos, ao nivel de vida que temos hoje em dia. Nestes casos de deixar a fachada e remodular totalmente o interior, é o mais viavel por uma questao de preço e de rapidez, exemplos destes com qualidade existem varios no Porto e é o que se faz também em varios paises europeus.
A ideia de deixar estas casas como estao na actualidade por uma questao de identidade, só leva a um abondono da baixa e de todo o casco histórico, levando que assim realmente as populaçoes tenham de deslocarse para as periferias deixando os centros urbanos vazios e abandonados. Os tais placards que tanto assustam o companheiro anterior, sao o preço que temos de pagar certas vezes para que se pode reutilizar estas construçoes, de qualquer maneira nao creio que seja um preço tao alto...
P:S
(desculpem se a mensagem vai com erros ortograficos, escrevo desde España)