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stenway

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Everything posted by stenway

  1. Sim, é exactamente como o pormenor-tipo. Penso que não se trate de isolamento projectado mas sim de uns painéis isolantes. Talvez lã de rocha. Não me recordo...
  2. Cara Cristina Freire (sim, porque reconheci quem eras), não tens muitos motivos para falar porque no teu caso trata-se mesmo de falta de qualidade e de aptidão para a profissão. Não fosse eu conhecer alguns dos teus trabalhos. Entraste no curso graças aos protocolos que a Madeira tem com a UE porque se nao fosse isso talvez nem tivesses cá (Isto quanto à tua teoria das baixas médias de entrada no curso). Ah, e acabaste por ficar injustamente à frente de gente que tinha melhor média do que tu. Mas mesmo tu deves saber que desde 2004 que estás no curso, já o devias ter acabado. Foste sempre passando aos trambolhões ou de forma benevolente... Quanto ao nosso colega que está no Carrilho (de quem sou amigo pessoal e assim vês que não sou uma criança do 1º ou 2º ano), entendo que penses dessa forma pelo motivo acima referido. Mas olha que tens que rever quem te dá essas informações (sim, porque essa forma de falar é pura má língua) porque de "menino de cafés" ele não tem nada. "sair com dignidade, trab num atelier mais Humilde, e fazer realmente trabalho de arquitecto e evoluir cada vez mais?" Esta frase está uma pérola. Qual dignidade? A de ires para a câmara da tua terra e vingares-te nos projectos que aparecerem? Chumbares projectos dos teus professores? É isso a tua ideia de "trabalho de arquitecto"? O que vale é que o currículo dos alunos saídos da UE falam por si. São muitos concursos ganhos (ainda agora outro para a Casa da Música de Viena, ou também foi arranjo dos professores?) e uma muito boa imagem que se vai deixando aquando das participações. A única frustrada que aqui vejo és tu porque procuras um motivo ou uma causa para o teu insucesso quando a razão é principalmente a tua falta de aptidão. Desculpa se sou muito directo, mas quanto mais cedo "caíres na real" melhor para ti e para o teu futuro. Para concluir, sei que os users deste fórum tem a noção que estas opiniões negativas que aqui vão surgindo não passam de uma forma de descarregar frustrações, de uma forma anónima. Para além do que este tópico trata do edifício em si e não de um bode expiatório para o insucesso escolar de alguns. Cumprimentos a todos.
  3. Tens a noção de que te estás a prejudicar a ti mesmo com esse tipo de comentários? A maioria das vossas queixas, como já referi no meu outro post, são pura ficção e mais poderia dizer sobre algumas que referes, nomeadamente o "frigorífico"... (Custa crer que haja pessoas que estudam arquitectura e não se tenham apercebido que o ar condicionado / aquecimento só acabou de ser instalado em Julho 2010, mês passado, devido às obras). Quando acabares o teu curso pode ser que, por culpa de comentários como o teu, não arranjes trabalho. Sabes que uma mentira quando é repetida tanta vez torna-se verdade... E depois de pouco serve dizer que eram mentira, que não era "bem assim" ou que afinal não viste nada mas ouviste dizer.
  4. Como estudante de arquitectura em Évora não entendo o fundamento desse comentário e sugeria-te que te justificasses. Porque para além de transmitires uma má imagem do curso, fazes-lo de forma enganosa pois muito do que afirmas não é verdade. Passando aos pontos que referes: 1 - A média de 7 anos para concluir o curso é redondamente falsa pois aconteceu excepcionalmente a alunos que foram "apanhados" no período de transição para o "processo de Bolonha" e, tendo eventualmente deixado algumas cadeiras por fazer, essas deixaram de existir e esses tiveram que adaptar-se aos novos conteúdos. Neste ponto não vejo em quê que a instituição "Universidade de Évora" e o departamento de arquitectura possam ter responsabilidade ou serem os teus alvos de suspeitas. Responsabilidade existe apenas do lado do estudante. 2 - O departamento, no meu entender e de muitos, funciona já em pleno há cerca de um ano. Passou por dificuldades, é certo. A recente mudança de instalações e a contratação de novos funcionários fez "emperrar" o bom funcionamento mas rapidamente foram ultrapassadas as dificuldades. A transição de "comissão instaladora" para departamento, o que aconteceu há uns anos, também poderá ter trazido alguns "problemas". Mas nada que não aconteça ou tenha acontecido igualmente noutras escolas aquando da abertura dos seus cursos. 3 - Quanto ao termo "arquitectos projectistas", não entendo o porquê de o fazeres de forma depreciativa. É sabido que o departamento de arquitectura apostou forte na vertente projectista do curso, fê-lo ao contratar muitos "arquitectos de terreno" que tenham muita experiência (e qualidade) na vertente construtiva , o que na maioria dos outros cursos de arquitectura passa-se exactamente o contrário, onde a prática da arquitectura é encarada apenas como complemento da actividade docente. Existem algumas lacunas a nível teórico que são evidentes, mas nada de alarmante. Tivemos uma excelente teórica a dar aulas de História da Arquitectura que foi a Arq. Ana Vaz Milheiro e actualmente "possuímos" o Arq. João Belo Rodeia (Presidente da Ordem dos Arquitectos). Mas não me provoca qualquer transtorno esta aposta clara na vertente projectista pois, facilmente, se tivermos interesse em instruir-nos adquirimos conhecimentos através de pesquisa bibliográfica ou através de tantos outros meios que hoje estão à nossa disposição. Agora a vertente projectista, meu caro amigo(a) é outra história. Se não for nesta altura que incutam uma capacidade real de trabalho e de saber operar com qualidade a nível projectual, dificilmente se ganhará no futuro... E até ao momento (e provavelmente do teu desconhecimento), esta política tem trazido muitos frutos à universidade, ao departamento e claro aos recém formados em Évora. Temos ex-alunos a trabalhar (atenção que digo trabalhar e não estagiar) nos maiores e mais reconhecidos ateliers em Portugal e na Europa (João Carrilho da Graça, Álvaro Siza Vieira, Eduardo Souto Moura, João Mendes Ribeiro, RCR arquitectes, Dominique Perrault, Torrecillas, entre outros) ; Temos alunos que ganharam o prémio Secil, outros que aí receberam menções honrosas, outros na Trienal de Lisboa, Europan, etc. 4 - De forma algo subjectiva, os alunos da Universidade de Évora que participam no programa Erasmus (Milão, Roma, Valencia, Dresden, Istanbul, e mais que agora não me recordo) têm a sua capacidade de trabalho reconhecida pelos próprios docentes dessas universidades estrangeiras, onde lhes é elogiada a grande maturidade que possuem a nível projectual com tão poucos anos de trabalho. Da mesma forma, os alunos que vêm para Évora no programa Erasmus e através de transferência de outras universidades portuguesas (Católicas, Lusíadas, FAUTL) sentem enormes dificuldades para acompanharem o ritmo de trabalho dos colegas de Évora e para responderem ao exigido pelos docentes, acabando em 99% dos casos, por desistirem ou chumbando às cadeiras de projecto (e a maioria deles até vinham com "grandes notas" dessas FAC's...). Nestas condições é fácil optar-se por "sacudir a água do capote" e procurar-se um bode expiatório. A verdade é que na maioria dos "chumbos" que acontecem nestes casos, e em "alunos normais" é que não possuem qualquer real capacidade para algum dia exercer, muitas das vezes não o entendem e tomam o "chumbo" como um ataque pessoal. No meu entender, apenas se tenta primar pela qualidade do que pela quantidade. Do que serve dizer-se que a Universidade de Évora tem aproveitamento 100% se depois no mercado de trabalho revelar-se, que provavelmente, não se possui as reais capacidades para exercer? É que má arquitectura já há que chegue em Portugal e a acrescentar a isto temos a segunda maior média de arquitectos por habitante (atrás da Itália)... 5 - A nível de instalações, actualmente são as melhores do país para o ensino da arquitectura e para o contacto com outras áreas das Artes. Eventualmente a FAUP poderá aproximar-se destas, mas a já conhecida sobrelotação das suas áreas de trabalho dificulta em muito o ensino... Para concluir, um ponto a desfavor do curso de arquitectura em Évora é a sua localização, o interior. Se esta estivesse no Litoral e mais próxima dos grandes centros, candidatar-se-iam mais alunos e não tenho dúvidas que nesta altura seria provavelmente umas das 2 melhores escolas do país. Cumprimentos.
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