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Andreia alves

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Everything posted by Andreia alves

  1. Em 1962 Rachel Carson fez o livro "silent spring" que constitui um marco muito importante em termos ambientais, contudo de acordo com a sua premissa como o livro não era "free", não se pode dizer que tinha sido em nome do respeito pelo planeta ! passado mais de 40 anos ainda é preciso pagar para o ler http://www.amazon.com/Silent-Spring-Rachel-Carson/dp/0618249060 http://en.wikipedia.org/wiki/Silent_Spring
  2. são opiniões... extrapolando o seu raciocinio, um ambientalista que não trabalhe "for free" não pode estar interessado no respeito pelo planeta ! ou um médico só está interessado na saúde pública se as suas consultas forem free !
  3. Esse é exactamente o único caminho possivel. Tornar as taxas de deposição em aterro tão elevadas que outro caminho não restará que o reaproveitamento da maioria dos residuos de construção e demolição. É isso que acontece na Alemanha.
  4. Segundo a Agência de Ambiente dos Estados Unidos-EPA, enquanto a incineração de 10.000 toneladas de resíduos pode significar a criação de um posto de trabalho, o seu depósito em aterro representa 6 postos de trabalho, contudo se a mesma quantidade de resíduos for reciclada isso pode significar 36 postos de trabalho.
  5. é necessário ir ao link http://dx.doi.org/ para colocar a refº Doi
  6. Link para o último artigo internacional do Pacheco-Torgal e do Said Jalali: doi:10.1016/j.conbuildmat.2010.07.009 sobre um tema que também é analisado no livro
  7. Não tenho a certeza mas acho que o Professor Said Jalali se reformou durante o mês de Julho
  8. Outros trabalhos dos mesmos autores: http://scholar.google.pt/scholar?start=30&q=%22F.Pacheco+Torgal&hl=pt-PT&as_sdt=2000 http://scholar.google.pt/scholar?hl=pt-PT&q=%22Said+Jalali&btnG=Pesquisar&lr=&as_ylo=&as_vis=0
  9. acho que o livro só esta a ser vendido pelo TecMinho na Universidade do Minho em Guimarães, 25 euros já inclui IVA e despesas de envio, se comprar em Guimaraes não há despesas de envio pelo que deverá custar uns 22,5 euros
  10. Aqui vão outros pontos de vista: O aço é importado, trata-se de um recurso não renovável, a sua extracção implica a destruição de habitats e a perda de biodiversidade, o aço está sujeito a corrosão, o aço é caro.....etc etc já agora que estudo é esse em que a construção em aço é responsável por cerca de um terço das emissões ? Foi feito por encomenda de produtores de aço ?
  11. A iniciativa em causa insere-se na prossecução das metas fixadas pela União Europeia no sentido da redução do consumo de energia e de diminuição de resíduos para o parque edificado, nomeadamente: A médio prazo reconversão de 30% do parque edificado com; - Redução de 50% da energia; - Redução de 30% das matérias-primas; - Redução de 40% dos resíduos; - Materiais de construção 100% recicláveis; - Resíduos de construção demolição aproveitados integralmente Até ao ano 2050: - Construção de edifícios novos sem CO2 ; - Parque edificado até 2005 reconvertido, com redução de 50% de consumo de energia e 75% das emissões de CO2
  12. "melhor é impossivel" basta ir ao google books
  13. Há uns cursos onde explicam essas coisas, mas se não tiver tempo pode ler este livro: http://www.amazon.com/Ecology-Building-Materials-Bjorn-Berge/dp/0750654503 ou a versão mais actualizada de 2009 http://www.amazon.com/Ecology-Building-Materials-Second/dp/1856175375/ref=sr_1_1?s=books&ie=UTF8&qid=1280956543&sr=1-1
  14. Os materiais ditos ecológicos não são aqueles cujo único mérito é o de poderem ser reciclados. O betão também pode ser reciclado e depois ? Existe uma metodologia para avaliar o desempenho ambiental de um material que se chama analise de ciclo de vida, já ouviu falar ?
  15. o aço dificilmente pode ser considerado um material ecológico. tem uma elevada energia incorporada (32.000 MJ/Ton) e além disso é importado logo não contribui para a sustentabilidade económica de Portugal
  16. Aproveito para reproduzir um breve extracto do capitulo introdutório: 1.1 Enquadramento “No fundo da China existe um mandarim mais rico que todos os reis...Dele nada conheces, nem o nome, nem o semblante, nem a seda de que se veste. Para que tu herdes os seus cabedais infindáveis, basta que toques essa campainha... Ele soltará apenas um suspiro...Será então um cadáver: e tu verás a teus pés mais ouro do que pode sonhar a ambição de um avaro. Tu, que me lês e és um homem mortal, tocarás tu a campainha?” Eça de Queirós in “O Mandarim” Corria o ano de 1880 quando foi publicado o livro “O Mandarim”, da autoria de Eça de Queirós. Nele o escritor fala do dilema de um indivíduo que poderá ficar imensamente rico se aceitar viver com o facto de que essa opção implicará a morte de alguém; alguém que ele não conhece e que nunca viu residindo nos confins da China. Enunciado pela primeira vez em 1802 pelo escritor François-René de Chateaubriand o “paradoxo do mandarim” como ficou conhecido, coloca em evidência as implicações morais relacionadas com as consequências que as nossas acções podem trazer a terceiros. A versão moderna deste dilema é nos trazida por Singer (1997) já que de acordo com este autor, Professor Catedrático de Ética Aplicada na Universidade de Princeton, um condutor de um jipe num país ocidental pode ser responsável (ainda que de modo indirecto) pela morte de um camponês no Bangladesh, ao contribuir com um elevado nível de emissões de CO2 para as alterações climáticas que provocam o aumento do nível das águas naquele país causando a ruína das suas colheitas e a disseminação de doenças tropicais. Entendem os autores que a este respeito também teriam algum nível de culpa se por omissão nada fizessem, sabendo como sabem que o sector da construção é responsável por elevados impactos ambientais, não só em termos de emissões de carbono como também de consumo de recursos não renováveis e da produção de resíduos banais e perigosos. O presente livro constitui por isso um pequeno contributo na consciencialização dos leitores relativamente ao facto do Planeta Terra enfrentar hoje um desafio ambiental cuja falta de resolução ou adiamento, poderá vir a ditar o fim da civilização humana tal como a conhecemos. É assim imperativo no que aos materiais de construção diz respeito que se desenvolvam novas práticas e se tomem novas atitudes, pois que o passado e mesmo o presente já comprovaram a ineficácia das actuais.
  17. Links para noticias sobre o livro: http://www.engenhariacivil.com/sustentabilidade-materiais-construcao http://www.jornaldaconstrucao.pt/news.php?lang=0&id_channel=109&id_page=542&id=1083
  18. eu conheço um mas é alemão, procura na Amazon: Hegger, Auch-Schwelk; Fuchs, Rosenkranz - Construction materials manual. Birkhauser Edition Detail, 2006.
  19. Isso não é bem assim. Depende muito da Faculdade onde tirares o curso
  20. Por exemplo: pela reabilitação de todos os edificios degradados de acordo com regras básicas de sustentabilidade, com minimização de consumo energético e utilização de materiais de baixo impacto ecológico.
  21. Neste link podem ver a capa do livro " A sustentabilidade dos materiais de construção" '>
  22. Esse livro foi feito por dois Professores da Universidade do Minho (Said Jalali e Pacheco Torgal) , custa 25 euros, mas ouvi dizer que ainda não está á venda, só a partir do mês de Setembro.
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