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Mafalda Silva

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  1. Será que estamos perante um completo desfasamento da realidade? Eu tenho medo de discursos destes, a rasgar para o parolo, para convencer quem? A autarquia? O população? Não sei sinceramente quem escreve estes textos/memória descritiva, espero que não seja o próprio arquitecto Joaquim Massena porque não consigo encaixar este tipo de discurso pseudo qualquer coisa vindo do arquitecto. Mestres? Guardiães? Viu isto onde? Em jogos de computador em guerras intergalacticas? Regime Republicano Democratico? Nobreza? Clero? Materia da primaria? Mas o que é isto? Pelo menos á 50 anos é assim (e não viviamos num regime democratico) onde hoje em dia assiste-se a cada vez mais encerramento de escolas. Um mero despejar de matéria académica com teias de aranha? Vamos chamar as coisas pelos nomes, tornar a arquitectura numa realidade, numa extenção do homem não é com este discurso que se vai la. O que me leva a crer através deste (discurso) que este trabalho e espero estar bem enganada não irá de encontro as necessidades basicas e reais do ensino. Além do seu carácter ambiguo que não explica rigorosamente nada, será uma protecção relativa a questão forma função? Será funcional a nivel de preencher os requesitos de funcionamento de uma escola? Será para ficar só "bonito"? Fico a espera dos proximos episódios. E vamos a ter olhos progressistas, senão permaneceremos para sempre agarrados aos cardeais com os seus formalismos viciantes que perduram e perduram, esquecendo os usos e funções. A aquitectura não de justifica por si so pelo caracter poético (extremamente) importante, mas pelos usos pela vivencia dessa mesma poesia. Não pretento atacar seja quem for neste comentario, mas esperava mais deste arquitecto. Aqui junto a memória descritiva : Campus Escolar Serra do Pilar Repensar o sistema educativo para todo o Concelho, na vertente pedagógica e dos espaços físicos que lhe dão abrigo, numa atitude de grande valor ideológico, de repercussões positivas no ensino em Portugal, onde a Natureza será a base de todo o conhecimento, a Vida o veiculo desse reconhecimento e os Sentidos o laboratório humano da aprendizagem. Também um acto de Cidadania, o do Conselho de Acompanhamento, que tem e continuará a ter a sua acção critica no projecto e na edificação, contribuindo positivamente com as suas sábias achegas, para a concepção de um Modelo pedagógico que se augura dinâmico. À Comunidade Local, Nacional e Internacional está lançado o desafio ideológico, onde o limite será o Humano e o objectivo o Sonho. É um Projecto participado e para o testemunhar no futuro, no espaço museológico de cada Escola, serão emitidos os registos de imagens e de sons, da Escola que temos e da que gostaríamos de organizar para Legar aos nossos Filhos. Todo este trabalho arquitectónico tem dedicação e sonho, utiliza a Arte e a Técnica, com os meios austeros e simples para a sua concepção, acolherá a Luz em todos os ambientes onde, sem excepção, Todos a poderão fruir e com Liberdade utilizar. A Carta Educativa desenvolvido pelos Serviços do Pelouro da Educação da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, aprovado Ministerialmente, prevê a realização de oito escolas, alia os quinze agrupamentos, onde cada uma delas é igual no Conceito. O Modelo é, naturalmente, sugerido pelo Lugar. O Renascimento do Ensino Infantil e Primário (JI/EB1) num tronco comum de aprendizagem e vivência, desenvolve os cinco sentidos (o Tacto, o Olfacto, a Visão, a Audição e o Gosto), onde o apreender é um acto natural do crescimento e o Mestre um pedagogo da recriação. A Criança, a brincar, analisará o ciclo da Vida, utilizará as ferramentas Artísticas, Técnicas e Cientificas, que tem ao seu dispor, exercitando a sua sensibilidade, protegerá naturalmente o Ambiente e as suas Espécies. Os Pais e os Mestres, juntos num objectivo comum, na Educação e no Saber, recriam entre eles simbioses de conhecimento, onde naturalmente as Comunidades adquirem a sua Justa Identidade. Os Funcionários, guardiães dos espaços e dos ambientes, permitem que este Campus Escolar se dinamize e diariamente restaure a sua energia. A Comunidade, num regime Republicano Democrático, tem oportunidade de ceder, a Todos, as ferramentas (elementares) Artísticas, Técnicas e Científicas, como outros regimes o fizeram, somente, à Nobreza e ao Clero. É um Projecto ambicioso, escorado no Sonho e nas realidades Nacionais e Internacionais
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