A consciência medíocre do consumidor e a ideologia estética do executante (ARQUITECTO) nunca se iram encontrar e são prova evidente do fim da ARQUITECTURA, essa coisa grande só a grandes como Siza ou S. Moura (pobres dos outros que somos!). Sejamos ideais e não idealistas. Aprendemos na escola a fazer arquitectura para "artistas", cheia de símbolos, códigos (por vezes mal interpretados ou às vezes acompanhados de uma literatura que nada tem a haver). A arquitectura tem de acabar, não encham mais os jovens estudantes de ilusões avulsas, individualistas e egocêntricas. Chega de castelos, precisamos de algo tecnologicamente funcional, mais uma prótese. Quanto ao cliente, eu comparo-o aquela criança que advertida pelos seus pais de algo que ela inocentemente não entende mas que por simples birra de contrariedade insiste com sua ingénua ideia. Tudo vai com o bom diálogo, com o entendimento de ambas as partes.