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Arquitectura.pt


RRufino

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  1. Relativamente a este assunto,e na sequência dos 2 posts a seguir ao do Vitor há na minha opinião que relembrar que Angola não é zona Sísmica, ao contrário de Portugal. Embora tenhamos casos de edificações em terra crua que aguentaram o terramoto de 1755, nomeadamente no Alentejo e Algarve, leia-se aguentaram como não caíram. Relativamente ao post do RP9 posso acrescentar que alguns municípios Alentejanos ainda à 1/2 anos davam incentivos a quem quisesse construir casas em terra crua para habitação própria. A junção de elementos para este tipo de construção não é propriamente novidades, ainda que com materiais mais "naturais", por exemplo a junção de palha ou de diferentes tipos de terra. Em tempos existiam uns workshops para o público em geral desta matéria na Faculdade de Ciencias e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa com a Prof. Paulina Rodrigues que entretanto se mudou para o Politécnico de Setúbal.
  2. Bom dia, como engº Civil (estruturas) natural de Caldas da Rainha não posso ficar mais contente com, pelo menos, uma iniciativa que poderá impulsionar algo mais nesta cidade do que o futuro traçado de subúrbio de Lisboa à semelhança do que acontece em Torres Vedras. Quem conhece e viveu nesta cidade sabe bem que nela se vive um sentimento singular de criatividade que deve ser aproveitado para lhe dar uma nova visibilidade. Não se pode ficar agarrado á noção de cidade Termal, ainda para mais, quando o sucesso da Terma em questão é bem falível. Acredito que as Caldas se pode distinguir (e deve) na área das artes e design, tal como acredito piamente, que este é um dos caminhos a explorar pela arquitectura nas Caldas da Rainha (penso que já é suficiente a quantidade de lotes de apartamentos na zona do HiperMercado Modelo que ainda que muito bem planeados ficam aquem do espírito histórico que se vive no centro da cidade.) Infelizmente não exerço actividade para esta bela cidade pois a ideia que tenho, pelo menos no domínio do projecto de estruturas, é que é um mercado bastante fechado onde se utilizam regras de dimensionamento e metodologias de trabalho ultrapassadas/obsoletas, para já não falar na utilização dos programas de cálculo de fazer chouriço. Isto tudo quando comparado com o mercado onde me insiro, em Lisboa. Aproveito para perguntar se sentem o mesmo no projecto de arquitectura? Vivo na esperança de um dia poder voltar e trabalhar nas Caldas sem ser atormentado por afirmações como as do Pres. Fernando Costa: "eu sei perfeitamente como estas coisas funcionam, primeiro nós (políticos) tomamos decisões e depois então chamam-se os técnicos (leiam-se engs) para validar" Cumprimentos RRufino
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