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pedrodearaujo

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  1. rui resende eu concordo pleneamente e nao sou nada apologista deste conceito se o existe de condominio fechado mas tenho um projecto em maos cujo objectivo e esse e pretendo ser critico e procurar inverter esses valores que caracterizam a ideia vox popull de condominio fechado. o que pretenddo de facto e trabalhando e adpatando o programa do projecto que preve espaços de valorização da habitação multifamiliar em si e pretendo num mesmo volume inserir espaços que valorizem esse sentido de comunidade e ao mesmo tempo atrair quiça se me for permitido a cidade para o condominio. mas que espaços dinamizam e potenciam essa relaçao interna e tb externa? das pessoas que habitam o condominio entre si e entre estas e a cidade que espaços que nucleos desse conjunto me permitem a mim induzir vievencias comuns e com a cidade? a grande duvida esta aqui! porque tb pretendo ser critico perante este conceito de condominio fechado mas necessito de ter a certeza qt aos espaços a propor!
  2. concordo, mas as vivencias dos dias d hoje estao cada vez mais ligadas ao trabalho e mais nada ou seja nao existem. de que modo e que podemos contrariar essa apatia vivencial e existencial em que parecemos estar e aproveitamos esse conceito de condominio fechado para aproximar as vivencias que as pessoas necessitam para se sentirem melhor,,, que espaços fzem as pessoas comuns se sentirem melhor consigo mesmas e de que forma esss mesmos espaços podem gerar esse sentido de comunidade e partiha? a grande duvida está ai..e penso que n se deve especificar um pubico alvo unico d genero de uma profissao ou estrato social mais restrito porque ai estaramos a desde logo colocar esse mesmo grupo ápart do resto da sociedade... espaços que façam com que as pessoas convivam e se valorizem . mas quais sao os que fazem sentido fazer parte integrante de um condominio fechado?
  3. Saudações pessoal! é a primeira vez que lanço um tema de discussao neste forum do arquitectura.pt, considero que o tema em questão se revela bastante inquietante para nós, enquanto pensadores de espaços, devido a este conceito, de facto, ainda n existir pelo menos sao certamente escassos os exemplos aos quais nao podemos atribuir intenções mais ou menos premeditadas do mercado imobiliario. foi lançado um desafio na minha faculdade sobre a concepçao de um condominio fechado com infraestruturas de apoio comuns, como p.e piscinas ou parques infantis bem como o desenvolvimento de estabelecimentos comerciais, estes totalmente inacessiveis directamente pelo espaço do condominio em si. a questao que levanto é a seguinte: de que forma podemos atribuir a um determinado tipo de espaço a certeza que esse mesmo espaço é gerador de convivio e assim gerador de um sentido de comunidade. quais sao realmente os espaços que podemos "anexar" a um conjunto de espaços habitáveis que teremos a certeza que serao geradores de vivencias comuns entre essesmesmos habitantes!? obrigado e espero uma boa discussao em torno deste tema :D
  4. nao confundir arquitectura com construção por favor...
  5. malta ca do grande norte q quiser ir avise..eu topo! 5lug num carro fica bem em conta a viagem...e esperar q esteja sol pa pq este verao ta a dar cabo d mim hehehee
  6. e em lisboa, bem combinado e bem acompanhado tb s vai hheheeh
  7. no porto contem cmg :D
  8. ok....entao estamos em sintonia :D
  9. mas q? tao a querer dizer q é possivel ensinar arquitectura sem se ser arquitecto? penso q nao....penso q quando o |||Ark||| se referia a conehcer a profissao foss isto..ou n?
  10. ah q valorizar o ensino da arquitectura....exigir mais...e isto independemente da universidade onde se estuda ou lecciona...a arquitectura e o arquitecto valem por si...
  11. nao vamos cair no erro de generalizar..certamente exitem bons e maus professores quer exerçam a profissao ou nao...um professor necessita é de uma serie de habilitaçoes pessoais que o levem a ser encarado pelos alunos como um lider, um exemplo o chefe de uma tribo ( lol) e que estabelece uma relaçao de empatia e confiança mutuas com os alunos..saber elogiar e saber criticar...EXIGIR...transmitir valores comuns e aceitar interpretaçoes diferentes dsd q bem fundamentadas...mo fundo é fazer ver o quao simples a arquitectura é...dp cada um segue o seu caminho, cada um tem a sua atitude
  12. concordo contigo mondrian;) mas também acredito que se consegue ser bom nas duas coisas hehehe
  13. é que eu vou entrar numa fase em que isso conta muito..vou para o terceiro ano da faculdade e estou muit limitado ao archicad pretendo mais que conselhos dás? abraço
  14. Pessoalmente, quanto mais exigentes forem melhor...mais evoluo. às vezes chegamos ao limite mas um bom professor tb vê isso e creio que a relaçao com o professor tb é mt importante. Acho que devemos nos expor ao máximo, "abrir o jogo" e o professor ,se for bom, levantará questões..quantas mais levantar e mais nós conseguirmos responder melhor para nós independetemente do número que apareça na pauta..agora que estimula ver bons resultados dp d tanto esforço estimula;) ESpero um dia ser professor de arquitectura e sei bem como quero ser. existe uma coisa que é fundamental evidenciar...a nossa atitude perante os projectos e dp tudo flui naturalmente com trabalho e pouco descanso normalmente hihiihi
  15. em que programa consigo fazer renders assim? se ha coisa que queria agora era aprender a chegar a est nivel d renderização...alguem me pode dizer como? se ha algum sitio que conheçam que dao cursos d smax na zona de famalicao/ braga?
  16. enfimm, este não é aluno do 2ºano da fAA-ul de famalicão...~nem tao pouco até agora mostrou o que fosse que nos fizesse pensar q é um génio...bem génios somos todos mas o q nao somos é mentirosos( alguns) e esta notícia é toda ela uma mentira. só nao critico directamente a pessoa em questao porque por um lado acredito que ele foi arrastado para este mediatismo todo e q dificlmente sairá ileso de toda esta polémica...o que sei é que este tipo de tijolo já existe à muito tempo na américa do sul..no máximo dos máximos ele pesquisou e tentou vender uma ideia( q n é dele certamente)
  17. é uma luta nossa, a de valorizar o nosso trabalho! tenhamos nós a profissao que tivermos gostamos de ser valorizados..porem acredito q a culpa está em quem "s foi deixando explorar" mas facto que nao deve estar alheio as condições do mercado da construção. Acredito que a soluçao passa por uma valorizaçao da arquitectura por arquitectos...seja em que tipo de serviço for...desde a construção de mega torres comerciais até ao desenho das caixilharias de uma remodelção de um centro histórico, o empenho e entusiasmo devem ser os mesmos e o valor de um trabalho de arquitecto( de autor , quer seja individual ou um grupo((marca)) a exigencia passa por nós e cada um tem um preço, cada um exige aquilo q pensa ser mais justo...é uma questao de atitude perante o proprio mercado, nada mais saudações
  18. nao quero aqui entrar em grandes discursos formais, que mais nao seriam do q a minha interpretação do volume apresentado..mas será que o espaço tem de ser aproveitado até ao limite? as opções não se poderao justificar por si próprias...eu certamente nao resolveria desta forma, mas compreendo que por vezes o que mais nos apetece é fazer algo que não faça sentido de todo... è uma questão de atitude, todos nós temos a nossa!
  19. Pessoalmente acredito que a nossa realidade de mercado nos apontará no futuro dois caminhos: o primeiro de ficar pelo nosso país e lutar pelos nossos direitos e obrigaçoes enquanto arquitectos, melhorando a nossa cultura e patrimonio arquitectonico, um outro por explorar mercados como o de Angola. Porém acredito que as cidades vao nascendo como um tecido vivo e que a solução passa por melhorar as infra estruturas da luanda que hoje conhecemos e nao por conceber uma nova cidade. Conheço Brasilia e a cidade parece uma cidade fantasma onde nao se respira uma identidade que nao seja a d um exercicio pratico de arquitectura...as cidades teem um tempo que as identifica e luanda deve viver com o seu passado adaptando-se as exigencias da sociedade futura, nunca antecipa las Cumprimentos
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