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m a r g a r i d a

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Everything posted by m a r g a r i d a

  1. chamamos ao espaço "aquario" e está aberto até à 1h ou 2h da manha... (às vezes ate uma hora..outras vezes até outra hora) é horrivel!
  2. aaahhh sim!!sem duvida esse é o vosso maior problema!! nos felizmente temos parque de estacionamento e ainda bastantes lugares do lado de fora, numa rua "so nossa" porque sao as traseiras da faculdade e ninguem lá passa...bem, LOL só mesmo os residentes do bairro s.joao de deus mas esses até sao "calminhos" e por isso é tranquilo..
  3. tens bom remedio....queixem-se!! este ano na reuniao de delegados de turma, fartei me de fazer comparações entre a lusiada do porto e a de lisboa (por voces poderem estar ate mais tempo a trabalhar à noite por exemplo) e por outras coisas que faziam falta nas salas....estava la o vice presidente da"s" lusiada"s" e deu me a sensação que o homem nao me podia já ver à frente...lol!! resultado: tivemos nas nossas salas quase tudo o que foi pedido limpinho! não te esqueças que, se ha vantagens em andar numa faculdade privada, é mesmo essa: tu pagas, tu podes reclamar...ao contrario das publicas. juntem-se e queixem-se...nos este ano, até as datas de frequencias conseguimos mudar...e até professores nos já tiramos das cadeiras que leccionavam...portanto nada é impossivel
  4. voces em relação a espaço para trabalhar e condiçoes para isso noite dentro estao muito bem servidos nao te queixes...lol até porque o facto de estrem "separados" dos outros cursos...é muito muito bom...plo menos para a "saude"! LOLOL estou a gozar :horrible:
  5. sim...e até porque...este tipo de construção ACONTECE em várias cidades com alta densidade populacional..
  6. ah!ok...pois de facto as equivalencias sao sempre uma chatice! ainda para mais com projecto, onde de certo terias de voltar para o 1º ano...de qualquer maneira boa sorte!
  7. AnaS as instalações da Lusiada nao foram feitas para a faculdade. trata-se de um antigo palácio (salvo erro da época do barroco) que foi reaproveitado para a universidade. na Lusiada do Porto, acontece exactamente o mesmo, so que é um antigo hospital (tanto que a nossa entrada tem imenso espaço relvado, com hortenses e outras flores, e imensas árvores lol) entretanto há já uns aninhos que acrescentaram mais instalações
  8. :x se é assim (que eu não fazia a minima ideia) e se ainda estas no inicio do curso, porque nao te vais embora de lá, e vais para outra faculdade??
  9. claro que sim!!eu tive direito a essa bolsa, mas nao sei como foi feita a média porque na altura foi a minha avó que me matriculou e eu tinha mais de 16 tanto na média final como na disciplina que escolhi para entrar na faculdade.. de qualquer forma nao me referia a "stresses" com a bolsa...se tiveres direito, dao-ta e ponto final!
  10. lolol se tu soubesses plo menos metade lol
  11. sim, concordo ctg...aliás, acho que toda a gente concorda!
  12. sim claro...mas a expressao "nao sobrevivia ali nem que me pagassem" nao existe lol uma coisa, nao percebi bem a ultima parte do teu comentário...achas que, como arquitectos devemos transformar o local onde moramos bem como transformar o planeta? é isso?
  13. é caso para dizer: "nao morava ali nem que me pagasem!"
  14. Michael Wolf and the Architecture of Density German-born photographer Michael Wolf documents the extreme densities of Hong Kong. His series ‘Architecture of Density’ rarely contain images of people, instead letting the extreme scale of the buildings remain as the focus. The images are stunning, though I’m not quite sure how to react. It’s overwhelming to view the scale and enormity of the buildings, and then realize that people live there. The post-modernist in me wants to decry the lack of humanity in the high rises. But these images aren’t hopeless. After all, we created those buildings, right? Says Rebecca Walker (.pdf): A close look at one of Wolf’s architectural images uncovers irregularities such as plants, laundry and scaffolding that interrupt the orderly design of monolithic apartment buildings. The monotonous regularity of each façade is given a distinct personality through human details. Adds Kenneth Baker (another .pdf): Various images describe the facades of monstrously tall and repetitive residential highrise buildings, views cropped to make the structures appear as if they might extend indefinitely, upwards and down. Link via design industry. More after the jump The camera eye appears to hover, nearly causing us to lose the sense of which direction is earthward, even in the images that include the tops of street lights. These structures seem almost to float free of the planet and extend themselves in space without constraint. I’ll chose not to view these images as overwhelming or hopeless. After all, pull far enough out of any setting and you’ll realize just how small each of us are. I’m in there, somewhere.
  15. mas nesse caso (numero) tem haver com o facto de nao termos a quantidade suficiente para albergar tal evento...agora se me falares em dinheiro gasto com isso a conversa é outra
  16. uma vez que o aeroporto da portela nao se pode expandir para lado nenhum, e que daqui a uns anos estará a "rebentar pelas costuras"...achas que não é preciso??
  17. esqueceste te de enumerar tambem aqueles que são professores e que gostam de infernizar a vidas dos seus "pupilos"
  18. mas esses meus lapis não são de "agora" lol sao mesmo tronquinhos de arvores, rugosos e tudo
  19. bem..de certeza que muita gente te vai responder coisas diferentes...embora "rondem" sempre plo mesmo...confusa?lol é o seguinte, para te dar uma resposta o mais acertada possivel, vou abranger na minha resposta um pouco sobre tudo. na história da arquitectura, quem "apareceu 1º" foi o arquitecto. os engenheiros só surgiram na idade média, com a construção dos castelos, na altura denominados engenheiros militares. basicamente havia 5 ou 6 arquitectos que trabalhavam para a corte, com trabalhos especificos, e os engenheiros eram (antes de existir a escola) os "moços dos biscates" ou seja, era necessario reparar um muro do castelo, era muito longe de lisboa, por exemplo, em vez de ir o arquitecto real estaria lá o engenheiro que faria isso. é claro que depois com o surgimento das escolas, começou a haver pessoas mesmo especializadas nos calculos para as obras (quase sempre militares, ou de pontes, etc..) costuma-se dizer que um engenheiro faz o que o arquitecto faz, mas o contrario nao é possivel... a verdade é que o engenheiro "pesca" mais sobre calculos, forças, resistencias, etc. é claro que te ensinam isso na faculdade. no que me diz respeito, tive por exemplo 2 anos de pre dimensionamento e concepçao estrutural, onde aprendi de tudo, mas é obvio que nao me sinto preparada para calcular lajes, vigas, treliças ou pilares, etc, sozinha...não é esse o "nosso mar" convem contudo, ter sempre umas noçoes para saberes o que estas a fazer. o arquitecto trabalha os espaços, as sensações, o homem, a sua historia. é um trabalho complexo para descrever em meia duzia de linhas, pois ao contrario do trabalho do engenheiro nao é algo pragmático, onde se possa dizer que 1+1 =2 normalmente, atribui-se ao engenheiro, projectos relacionados com pontes, estradas, calculos estruturais de edificios, barragens.... uma coisa é certa, tanto o trabalho de um como de outro sao fundamentais e essenciais numa boa obra. é um trabalho de equipa imprescindivel! para mim, pessoalmente, a pessoa mais completa a todos os niveis é o arquitecto santiago calatrava, de certo que ja ouviste falar. depois de ter tirado o curso de arquitectura, tirou tambem o de engenharia o que resulta a perfeição com o ideal em cada obra que faz. mas isto claro já é uma opinião pessoal
  20. claro! eu apenas disse aquilo porque li o teu texto e achei-o muito bom, apenas "falhando" nisso continuação de bom trabalho
  21. mas que bem...ainda por cima sai esse tema na frequência de sociologia urbana LOL estou a brincar penso que poderias ter referido as propostas do SAAL na resolução dos problemas na habitação social.
  22. AnaS...é bom saber sobre tudo..não queiras restringir-te "apenas" ao acto de projectar
  23. concordo com a cina....construir na Ota faz-me lembrar a cidade do México...lol alem disso, para quê dar mais desenvolvimento a uma zona que já está atolada dele? o país tem de avançar e ser desenvolvido onde não está.. p.s - o TGV está previsto passar em Évora e não em Beja...duvido que isso se altere... por isso é uma hipótese impossível para voto
  24. pois claro que todos escrevem...não duram é muito tempo porque alguns nao dão para afiar! lembra me uns lápis que tenho que são uns troncos de árvores mas com mina dentro
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